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MINHA VIDA GAY

Mães de gêmeas contam sua história como um casal homossexual.


As mães Juliana e Priscila com suas filhas

As mães se conhecem desde a adolescência, época em que as duas namoravam com homens. Elas se reencontraram tempos depois quando davam aula na mesma escola. Em uma viagem entre amigos, elas se aproximaram e perceberam que sentiam algo diferente uma pela outra. Depois de dois meses, começaram a namorar.

Durante um ano, o casal ficou junto sem contar para ninguém, enquanto ambas ainda passavam por um processo de aceitação. “Foi um ano de rever preconceitos e entender o que estava acontecendo com a gente”, afirma Juliana. “Isso fortaleceu muito o relacionamento”. Após este período, começaram a contar para as pessoas mais próximas, incluindo amigos gays que não sabiam que as duas eram lésbicas .

Casamento.

Quando já estavam morando juntas, Priscila perguntou o que faltava para elas casarem oficialmente. Então, o casal decidiu fazer uma cerimônia religiosa e outra social. Juliana é umbandista, e o casamento religioso foi feito no centro que ela frequenta. Apesar de já estarem juntas há algum tempo, muitas pessoas só descobriram que elas eram um casal quando receberam o convite de casamento.



Para as duas, a importância de fazer uma cerimônia social era justamente poder se apresentar oficialmente para todos como um casal. A festa foi maior do que o esperado e muitas pessoas quiseram ajudar a organizar a festa: os pais de Juliana deram a comida da festa, amigos fizeram o cabelo e os vestidos das noivas e um amigo emprestou o espaço para a cerimônia. “Toda a nossa rede de amigos se envolveu de tal maneira que a festa foi de todos”, afirma Juliana.
De acordo com ela, a vida continuou praticamente a mesma depois da cerimônia. “Mudou que quando a gente fazia as coisas escondidas as pessoas percebiam que tinha algo errado e faziam fofoca. Quando nos assumimos, não tinha mais fofoca porque não tinha mais o que falar. A gente se assumir fez com que as pessoas nos respeitassem mais”.

As filhas.

Juliana afirma que sempre disse que queria ser mãe de uma menina chamada Luna e, apesar de Priscila não ter o mesmo sonho, as duas discutiam essa possibilidade.

Um dia depois de conversar muito sobre várias questões, Priscila entendeu que estava na hora de ser mãe. O plano inicial era cada uma engravidar de um bebê e, depois, adotar uma criança, assim elas teriam três filhos e as duas passariam pela experiência de engravidar.

Apesar de terem decidido ter filho, elas ainda faziam muitos questionamentos de como seria o futuro. “A gente conversava sobre como ia explicar a situação para as crianças. Tínhamos medo de como o mundo iria encarar isso e se colocaríamos uma criança no mundo para sofrer”, diz Juliana.
Elas foram desconstruindo essas ideias aos poucos e perceberam que todo mundo passa por algum tipo de preconceito durante a vida. “Não é porque elas são filhas de duas mulheres que elas vão sofrer por causa disso. Elas podem sofrer preconceito por outra coisa”, explica Juliana. A coisa certa a se fazer seria dar estrutura para as filhas superarem qualquer adversidade que aparecesse. 

Priscila foi a escolhida para receber o esperma de um doador anônimo parecido com Juliana.  Deu certo logo na primeira tentativa, e ela já engravidou de gêmeas. “A gravidez foi difícil porque eu não sei o que é estar grávida – assim como o marido não sabe. Eu conversava com amigos que eram pais e me identifiquei com eles”, afirma Juliana. “A Priscila sentia dentro dela e era uma coisa real. Para mim era uma ideia. Quando elas nasceram, eu percebi que era mãe”.

Registro das crianças.

Assim que as filhas nasceram, foi aprovada a união estável homoafetiva e o casal sabia que isso seria importante para o registro das meninas. Elas sabiam que era importante para as crianças terem as duas mães registradas no cartório para elas não ficarem desamparadas. “Imagina uma situação em que a Priscila fosse trabalhar e as meninas sofressem um acidente. Eu não poderia responder pelas crianças no hospital porque legalmente eu não seria nada delas”.

Elas foram ao cartório para tentar registrar as filhas com os nomes das duas, mas disseram que isso não poderia ser feito e que só Priscila poderia ser identificada como mãe.

Ainda assim, as duas queriam que o sobrenome de Juliana, Offenbecker, fosse passado às filhas. Para isso, Priscila teve de inventar que “Offenbecker” era o sobrenome de sua avó e que isso seria uma homenagem a ela. “Ela também disse que o sobrenome significava ‘luz divina’ para emocionar a moça do cartório. Mas, na verdade, significa padeiro em alemão”, confessa Juliana. Deste modo, as filhas conseguiram ter o sobrenome das duas.

O problema não fez com que elas desistissem de registrar as meninas com duas mães. O casal foi atrás de uma advogada que disse que a melhor opção seria desistir do caso. “Ela disse que eu gastaria no mínimo 70 mil reais. Eu saí arrasada”, diz Juliana. Ambas ficaram muito ocupadas cuidando das crianças e decidiram deixar isso de lado por um tempo.

Foi então que, em uma festa, uma amiga do casal perguntou a elas sobre o registro. Quando soube da história, a amiga chamou sua irmã advogada para ajudar no caso. “A irmã desta amiga assumiu o caso como se ela fosse uma mãe. Chorava nas derrotas e vibrava nas alegrias. Essa relação gerou uma amizade muito grande”, conta Juliana.

Elas sabiam que podiam tomar dois caminhos para alcançar o objetivo: adoção unilateral ou dupla maternidade. Elas eliminaram a adoção unilateral porque não era o caso de uma criança que já estava na vida de Priscila e Juliana tornou-se mãe dela depois. “Nós planejamos isso juntas e eu estava na inseminação e em todas as consultas. Se fosse um casal heterossexual, eles poderiam registrar a criança sem problemas porque eles não pedem exame de DNA”, explica Juliana. “Se a Priscila tivesse ido com um amigo, ela conseguiria colocá-lo como pai. Por ser mulher, eu não poderia.”

As mães decidiram lutar pela dupla maternidade porque, apesar de ser o caminho mais difícil, era a verdade. Depois de muitas adversidades, elas conseguiram marcar uma audiência com uma juíza, em que levaram provas e algumas testemunhas para provar que Juliana também era mãe das crianças. “Ela não tinha motivos para não dar para a gente a dupla maternidade. Conseguimos e foi uma grande alegria para a família”, completa Juliana.

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SEXO

SELFIES


No mundo das selfies, a mais comum são aquelas no espelho do banheiro, eu já me deparei com umas que ficaram mesmo boas, outras são puras mesmices, sem falar que tem pessoas, (espero que você não seja uma delas) que tira sempre a mesma foto e publica nas redes sociais.. é sempre a mesma coisa só muda a roupa. Mas ultimamente tem surgido umas selfies, que quem me chamou atenção...



o cara se deita de bruços e posiciona a câmera para que ela não capite somente o rosto mas também a bunda. Fica super gay ^_^

Aqui vai uma seleção dessas selfies safadêeeenhaa... Essa vai pra você meu amigo leklek

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ARTE HOMOEROTICA E QUADRINHOS EROTICOS

 
 
 
 
 
 

ABAIXO

QUADRINHO EROTICO:

BEFORE DAWN- ANTES DO AMANHACER

(ENGLISH AND PORTUGUESE)

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GAROTO BELAMI

EWAN PATTERSON
 
 
 
 
 
 
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DIREITOS

Como a Secretaria de Educação de SP está combatendo o preconceito de gênero nas escolas.


De acordo com informações do governo do estado, 365 alunos da rede estadual se identificam como transgêneros.


A pasta quer garantir, por exemplo, que alunos trans utilizem banheiros de acordo com sua identificação de gênero.

Em São Paulo, a lei estadual nº 10.948, de 2001, que trata da discriminação em razão de orientação sexual e identidade de gênero, está auxiliando mais de 300 alunos em uma atividade um tanto quanto simples: usar o banheiro.

De acordo com informações do governo do estado, 365 alunos da rede estadual se identificam como transgêneros e já utilizam o nome social nas listas de chamadas. Agora, à estes jovens é garantido que eles usem os banheiros de acordo com a sua identificação de gênero.

As recomendações são da Secretaria da Educação de SP. A pasta organizou documentos e encontros para orientar os profissionais das escolas estaduais e regionais.

A medida pode parecer um tanto quanto simples, mas para quem lida com violações de direitos diárias, a garantia de usar o banheiro correto é uma vitória.

O diretor da Escola Estadual Rodrigues Alves, professor Donizete Hernandes Leme, reconhece que é preciso um trabalho diário para fortalecer o respeito aos alunos trans em ambiente escolar.

"Estamos sempre atentos a esta questão. Não posso dizer que foi um trabalho fácil no começo, o convencimento de que o banheiro deve ser utilizado de acordo com a sua identidade, mas tentamos trazer este assunto sempre para reflexão no ambiente escolar. Cada vez mais percebemos que os alunos estão mais confortáveis e respeitosos", explicou em entrevista à secretaria.

A medida segue em consonância com a resolução de 2015 do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CNCD/LGBT), órgão vinculado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

O documento orienta que os alunos transgêneros façam as escolhas que acharem mais adequadas na utilização de banheiros, uniforme escolar, bem como tenham o nome social inserido em todos os processos administrativos da escola.

A medida presidencial não tem força de lei. Mas estimula que todas as instituições adotem práticas que garantam os direitos da população trans.

"Ainda não existe no Congresso Nacional um marco regulatório que que dialogue com anseios da população LGBT", argumentou Samanda Alves, vice-presidente do Conselho, em entrevista ao G1.

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HOMOSSEXUALIDADE

Alfabeto na Balada.




Para Pensar por Arthur Virmond de Lacerda Neto

A sou eu;
B namorava Mateus,                      
C, conhecia-o de privança,          
D usava bonete
E usava chapéu,
F andava em cabelo,
G cobria-se com barrete,
H usava pulseiras,
I portava pingente,
J desviou o rosto quando nele reparei,                   
K sorriu-me e acenou-me ao ver-me,                  
L abraçou-me com efusão,                                  
M correspondeu-me ao cumprimento com frieza   
N supreendeu-se ao se me deparar,                      
O esgueirava-se por entre a gente,   
P empurrava a outrem se sem esgueirar,
Q era álacre com todo o povo,                              
R tinha cabelos pintados de escarlate,
S usava belas melenas e banda,
T, dele esquivei-me, 
U supôs-me catarinense,          
V perguntou-me se sou brasileiro,
W surpreendeu-se ao saber-me professor,
X pediu-me cigarro que não tinha eu, por não fumar,
Y enfezou-se comigo quando esbarrei nele, ao me empurrarem,
Z beijou-me, e ainda bem: mais letra não há e se não fora ele, não seria ninguém.     
27 bebeu etílicos,
28 bebeu etílicos demais,
29 bebeu etílicos ainda mais,
30 vomitou,
31 dormiu, alcoolizado,
32 beijou dois em simultâneo,
33 trajava-se excentricamente,
34 bailava,
35 cantava,
36 deitou-me olhares,
37 levava-me olhares,
38 beijou bocalmente 39
39 entregou-se voluptuosamente a 38,
40 era mulher e beijou outra,
41 tinha cabelos nacarados,
42 fingiu desconhecer-me (era curitibano),
43 fitou-me e não me cumprimentou (outro curitibano),
44 ouviu-me frases sedutoras,
45 deixou-se-me seduzir,
46 pediu-me bebida e neguei-lha
47 pediu-me água e dei-lha,
48 pousou a cabeça no meu peito,
49 agregou-me à sua camarilha de amigos, para que me não quedasse só,
50 indagou-me se não bebo etílicos e respondi-lhe que só água,
51 reputou elogiável que senhor da minha idade andasse em balada juvenil,
52 perguntou-me se sou hetero ou homo,
53 indagou-me o mesmo,
54 foi igual ao anterior,
55 inspirou-me o poema “Zeus cristão”,      
56 é-me vizinho e simpático,
57 é-me vizinho e antipático, 
58 engordou,  
59 usava bermudas curtas, em voga, 
60 usava barba,
61 também,
62 também, 
63 também,
64 declarou-se hetero,
65 esbarrou em mim e pediu-me desculpas,
66 fez o mesmo a outrem,
67 era viraga,
68 era efeminado,
69 abraçou-me (e outros também)
 70 encantou-se por mim,  
71 reconheceu-me e, por não saber quem eu era, não me veio  falar,
72, com ele palestrara pelo Facebook e lá o conheci presencialmente, 
73 por pouco não foi residir comigo,  
74 indagou-me a minha idade, 
75 foi-me aluno e não me falou,
76, confundi-o com um amigo,
77 reagiu-me com frieza quando o cumprimentei,
78 esquivou-se de mim por duas vezes,  
79 pareceu-me entristecido e tive-lhe dó, 
80 disse-me que tenho sotaque diferente,
81 inquiriu-me se sou docente,
82 estava duvidoso se era homo ou hetero e esclareci-lhe, 
83 a ele, falei-lhe de antepassados e ele nada percebeu,
84 a ela, disse-lhe quem me odeia e porquê,
85 era introvertida por demais e confirmou-me ser curitibana,
86 a ele, falei-lhe e ignorou-me, pelo que concluí ser curitibano,
87 era futilíssimo e do norte do Paraná,
88 com realismo dizia que, de alguns,“se juntar dois,  não dá um”,  
89 era de Cascavel e amistoso; sobre curitibanos falamos,
90 era igual ao anterior e desejou-me,   
91 era igual aos dois anteriores e desejei-o,
92 era fusco, insinuei-me, ele sorriu-me largamente e foi-me a pérola do dia.
Andava tudo feliz e alegre, com liberdade sem medo. 
Assim folgavamos, assim nos entretinhamos e assim gozavamos a vida em folguedo.

PERGUNTAS & RESPOSTAS




Parece que ele não quer ficar sozinho comigo.


Tenho uma perguntinha para vcs. Conheci um garoto bem legal (interessante e bonito) na balada. Rolou uma pegação básica (ótimo beijo), e descobrimos que somos da mesma universidade, apenas de cursos diferentes, mas temos alguns amigos em comum.

Daí que o convidei pra ir no cinema, mas ele quer que esses amigos (que inclusive estavam na balada) vão também. Juro que não entendi. O bom de programar um encontro não é estar só com a outra pessoa? Me pergunto se isso não tem a ver com idade (já estou quase formando, 22 anos; ele, calouro, deve ter 18) e talvez uma insegurança, sei lá. Vcs já passaram por algo parecido?? Que que vcs acham?

Three is a crowd, Rio de Janeiro

~*~

Olá querido, realmente quando se marca um segundo encontro o que você menos quer é que um grupo de amigos vá juntos.

Um ex-namorado me disse em nosso segundo encontro: Esse é encontro é mais importante que o primeiro, porque será nesse que iremos realmente começar a nos conhecer. Ele tinha razão, porque quando nos conhecemos não conversamos sobre diversos assuntos, que no segundo realmente tocamos. Depois de um tempo começamos a namorar.

Sinceramente não há nenhuma relação com idade, pode apostar. Inclusive, a diferença entre vocês é tão pequena, 4 anos não são nada. Sobre você ser um formando, isso não tem influência nenhuma.

Duas possibilidades:
1 – Ele ficou com você, curtiu mas não se interessou em continuar algo. Foi bom? Foi, mas ele talvez não esteja em uma fase para se prender a ninguém. Como têm amigos em comum, resolveu continuar tudo como uma amizade, o que também é bem válido. Já fiquei com carinhas e depois nos tornamos amigos. Super normal.

2- Ele curtiu muito. Quer tentar algo, porém é tímido demais para sair com você sozinho e resolveu se escorar nos amigos em comum da faculdade para se sentir mais seguro caso fique aquele silêncio. Cabe a você então, deixar o carinha mais sossegado e investir também.

Se você curtiu MESMO o cara, invista nele. Use sua experiência de como se sentiu quando tinha 18 anos e saia com os caras. Se coloque no lugar dele e faça tudo aquilo que achar correto.

Boa Sorte e um grande beijo.

~*~

Ele é bi, me deu bola mas do nada mudou do nada comigo.



Será que é tão dificil assim ficar com um cara bissexual que fica mais com ”minas”!? Conheci um cara super de boa, demostrava discretamente pelo corpo e o jeito, que tinha me curtido, mas na hora que o add no msn foi super seco comigo, e saiu do nada!

Anônimo, via Formspring

~*~

Olá querido, bissexuais são sempre um caso a parte, ainda mais quando eles preferem o sexo oposto, o que sempre nos deixa um pouco frustrados, né??? A maioria dos bissexuais tem preferência por um sexo específico, apesar de sentirem atração pelos dois… Isso as vezes nos deixam loucos, sei o que você passa porque já passei por isso.

Pensando um pouco no que você escreveu, talvez ele tenha simplesmente curtido você, mas não tá afim de ficar com homens no momento. Isso acontece com frequência, portanto relaxe que qualquer hora ele pode surgir das cinzas com um fênix e dar mole pra você. Vai saber??? OU… Ele realmente não te curtiu o suficiente para ficar com você.

Você o encontra pessoalmente sempre??? O que você pode fazer é tentar se aproximar mais dele para saber o que rolou. Claro que DISCRETAMENTE você sente o que ele pensa a seu respeito e mostra um pouco de si para ver se a atração surge mais forte.

Só tome um pouco de cuidado com uma coisa: As vezes ele pode simplesmente ser um conquistador, que gosta das pessoas dando mole para ele. Esse tipo de pessoa tem aos montes por aí, e são a maior furada em nossas vidas.

Invista um pouco no cara, mas se você perceber que não vai rolar parte para outra.

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DA PARA RESOLVER MEU PROBLEMA?

 
 
 
 
 
 
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FOFOCAS DE CELEBRIDADES- GOSSIPS

Harry Styles chora no palco ao cantar com Stevie Nicks.

 
 
O cantor se emocionou ao chamar uma das vocalistas do Fleetwood Mac para cantar com ele
Harry Styles derramou lágrimas em seu show em Los Angeles na última sexta-feira (21), mas não foi de tristeza! É que o cantor chamou ao palco Stevie Nicks, umas das vocalistas da banda Fleetwood Mac, e acabou se emocionando ao se apresentar com uma de suas ídolas. Juntos, eles cantaram Two Ghosts, que está no novo álbum do cantor…
 


Katy Perry apresenta Swish Swish ao vivo no SNL.

 
Neste sábado (20), Katy Perry foi a atração musical do programa Saturday Night Live, que teve The Rock como apresentador, e ela aproveitou para cantar ao vivo duas de suas novas músicas, Swish Swish e Bon Apéttit.
 
+ Leia mais: 7 provas de que a nova música de Katy Perry é sobre Taylor Swift
Na primeira apresentação, rolou um desfile de drags e, no final, a participação de Russell Got Barz, um garoto que bombou nas redes sociais lá nos Estados Unidos por causa das danças engraçadas que faz enquanto segura o carão.
 
 

New Star: Você vai se apaixonar pelas músicas fofas do Mar Aberto.

 
 
Quem vê os mais de 3 milhões de visualizações do vídeo de seu primeiro single, Se Fosse Tão Fácil, nem acredita que Gabriela e Thiago não existiam como dupla seis meses atrás. A ideia é recente e surgiu pela facilidade com que os dois compunham juntos na escola de canto onde estudavam. “Os momentos mais legais do meu dia eram quando eu sentava com a Gabi e a gente começava a cantar juntos”. Assim, em dezembro do ano passado, eles decidiram criar um canal no YouTube para postar covers e composições próprias como Mar Aberto.
 
 
SUCESSO RÁPIDO
 
O primeiro cover que eles postaram chegou a mais de 100 mil visualizações, e, com isso, a atenção sobre o duo aumentou. “A gente imaginava que as pessoas poderiam gostar, mas não sabia que ia tomar essa proporção. A música se conectou com muita gente e várias pessoas começaram a comentar de todos os cantos”, contou Thiago. Gabi completou: “Foi assustadoramente maravilhoso”.

Desesperado, Liam Payne promete ficar pelado caso “Strip That Down” alcance o #1.

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Com o novo single da área, Liam Payne começou dar o ar das caras nas rádios para promover seu primeiro trabalho em carreira solo.

O cantor parou na rádio Vodafone Big Top 40 onde contou que caso a música “Strip That Down” alcance o primeiro lugar nas vendas, ele ficará pelado.
“Não é algo do tipo que o Olly Murs fez mas totalmente pelado”, afirmou o jovem. Os internautas já começaram um mutirão para que a música venda tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido.
A atualização das vendas saí nesta semana.
 

Drake levou todos os prêmios do Billboard Music Awards.

 
 
Aconteceu na noite de domingo (21) o Billboard Music Awards 2017 e não teve para ninguém: Drake levou praticamente todos os prêmios da noite! O rapper ficou com 13 troféus, incluindo os de melhor artista, melhor artista masculino, melhor rapper e melhor turnê de rap. Com esse feito, ele quebrou o recorde de Adele como o cantor mais premiado do BBMA em uma única noite. A cantora britânica tinha levado 12 prêmios para casa em 2012.

 
 

Youtuber Léo Picon posta foto de toalha e volume quebra o Instagram.

 
 
O youtuber Leonardo Picon fez a alegria das fãs ao postar uma foto de toalha, na sacada do hotel onde está hospedado no Rio de Janeiro.

Na publicação, compartilhada no perfil do Instagram do rapaz, os comentários são “Meu Deus, que bumbum lindo!”, “Passa lá em casa, só que sem a toalha”, “Gente, que corpo maravilhoso é esse?!” e “Sem palavras, essa foto está muito linda!”, entre outros elogios ao loiro.
Dá uma olhada nessa raba!
 
 
 
 

Dotadão postou nudes e choca o mundo com o tamanho.

 
Internautas de todo o mundo estão tentando descobrir quem é esse homem super bem-dotado, que adora publicar suas nudes por aí. São inúmeras imagens do rapaz exibindo seu dote em frente ao espelho, deitado na cama e nas mais variadas posições, afastando qualquer dúvida de uma possível montagem.
 
Segundo um artigo do site “Bicha Natalense”, que revelou em primeira mão esse achado, o tamanho de seu pênis tem chamado a atenção de cientistas, inclusive. Todo mundo tentando entender como um pênis tão grande consegue ficar ereto dessa forma. Confira:

 
 
 
 
 
 
 
 

Israel Novaes exibe pentelhos e volume no moletom.

 
 
 

Repórter da Record posa completamente pelado na favela.

 
Veja a ousadia de Gabriel Leão, repórter da TV Atalaia, afiliada da TV Record em Aracaju.
Dono do próprio corpo e consciente e sua liberdade, o rapaz posou completamente pelado, num ensaio pra lá de ousado clicado na favela de Heliópolis, em São Paulo. As imagens serão publicadas na revista gay italiana ‘Viva Boy’, na edição de junho.
 
“Quero que os europeus admirem a força do brasileiro, ficar nu na comunidade traduz o que sou, gosto de polêmicos”, disse o jornalista em entrevista ao site Guia Gay SP.

 
 
 
 
“Pela primeira vez estou posando nu, tapar as partes íntimas com a bandeira do Brasil é minha forma de mostrar meu patriotismo”, completou Gabriel, que ficou conhecido internacionalmente depois de ser clicado com seu carro avaliado em R$ 300 mil. 


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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Canadá pedirá perdão para pessoas LGBT discriminadas no passado.


Randy Boissonnault (à esq.) é conselheiro de Trudeau para assuntos relacionados ao público LGBT.


Governo estuda formas de compensação às vítimas da LGBTfobia institucionalizada.

O governo do Canadá pretende fazer um pedido de desculpas aos canadenses que enfrentaram injustiças por conta de sua sexualidade ou identidade de gênero.

Um assessor especial do primeiro-ministro Justin Trudeau para temas LGBT afirmou nesta quarta-feira que o governo vai reconhecer o papel da legislação e das políticas públicas na discriminação no passado — como por exemplo campanhas institucionais para eliminar homossexuais de corporações militares e do serviço público.

O congressista do Partido Liberal Randy Boissonnault afirmou que o governo está "comprometido a pedir perdão de uma maneira inclusiva e significativa antes do final de 2017".

O anúncio sucede o início de uma ação judicial coletiva e milionária que cobra do poder público indenizações a militares e servidores públicos que foram expulsos de seus empregos por conta de sua sexualidade ou identidade de gênero.

Boissonnault fez um pronunciamento pelo Dia Internacional contra a LGBTfobia, celebrado a cada dia 17 de maio. Um porta-voz do primeiro-ministro disse que Boissonnault irá estudar os próximos passos, que poderão incluir compensações.

Em março, a Alemanha aprovou uma lei que irá anular as sentenças de milhares LGBT criminalizados por conta da orientação sexual ou identidade de gênero depois da Segunda Guerra Mundial. Já no Reino Unido, milhares de homens condenados por leis do tipo receberam perdão póstumo em janeiro.

Travesti é internada à força e agredida após pedido da mãe.

Bruna, vítima de agressão
 
A ignorância e a transfobia fizeram mais uma vítima entre as milhares que são atacadas no Brasil.
Trata-se de Bruna Andrade de Cesar, esposa de Bianca da Cunha Moura. “Foi um sequestro o que fizeram com minha esposa! Não tinha um médico junto com eles, nem uma determinação oficial, um laudo. A Bruna não era viciada em drogas, não apresentava distúrbios, era uma pessoa normal, estava arrumada pra ir trabalhar!”, disse Bianca ao site R7.
 
As duas moram em São Gonçalo (RJ). Na quinta-feira, 11, Bruna foi sequestrada e agredida por enfermeiros da empresa “Anjos da Vida Remoções Especializadas”, que teria sido chamada pela mãe da vítima, Margarida Carlos Andrade de César.
 
A mãe não aceitava a filha e queria “curar o filho”, segundo Bianca. A relação entre as duas nunca foi boa e o casal chegou a mudar de Estado por causa do preconceito da mãe.
 
Após ela dizer que passaria a aceitar a filha, as duas saíram de Minas Gerais e voltaram ao Rio de Janeiro, mas a relação se desgastou novamente e culminou na agressão à Bruna, disse a esposa ao mesmo site.
 
Ela afirmou que, no dia, tentou impedir que a esposa fosse levada, mas os enfermeiros disseram que “travesti para eles era ‘macho’ e que eles não teriam receio de bater”.
Eles ainda agrediram Bruna, tiraram o vestido dela na rua, a obrigaram a vestir roupas masculinas e ameaçaram cortar o seu cabelo, segundo o relato.
 
Um representante da empresa se pronunciou sobre o caso pelo Facebook. “A solicitante ‘mãe’ acompanhou a abordagem que foi efetuada em sua residência e o transporte do paciente até a instituição contratada por ela. Quanto a agressões nossa equipe foi agredida assim como a mãe e solicitante”, diz Paulo Rogerio, que alega representar a “Anjos da Vida”.
 
A Polícia Civil foi acionada no caso, segundo o G1. A delegada Debora Rodrigues, encarregada do caso, afirmou ao site que Bruna segue internada em uma clínica fora do estado do Rio de Janeiro e que o local será visitado.
 
Caso não haja laudo que comprove a necessidade de internação, o ato pode ser considerado como cárcere privado, de acordo com a delegada.
 
"Ela nunca teve surto. Estamos há três anos juntas. Inclusive a Bruna é escritora, era uma pessoa normal, sem problema. Não somos drogadas, como a mãe dela sempre diz. O único problema que a mãe dela acha que a Bruna tem é que ela é trans”, relatou Bianca à mesma reportagem.
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Minha primeira vez



Galera o relato de hoje e do Pablo namorado do Dino que nos conta como foi a sua primeira vez e se essa primeira vez foi marcante.



E aí Estagiário tudo bem? 

Desculpe pela demora em responder, mas o único culpado foi o Dino que esqueceu de me avisar.
A minha primeira vez foi até legal e aconteceu na casa de um "colega" de escola. O sexo em si foi bem prazeroso apesar da dor na hora da penetração.


Em relação ao sexo foi bom, mas infelizmente meu colega contou para outras pessoas e foi a partir desse momento que começou os meus problemas.

Segue o relato.

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Homens do porno hetero



Gamble nasceu em Hollywood e cresceu em Fort Lauderdale, Flórida .  Ele era um stripper  e trabalhou em LA Fitness antes de sua carreira pornô.

Gamble entrou para a indústria do cinema adulto em 2006, quando  tinha 18 anos de idade.  Sua primeira cena foi com Alexis Silver para Big Tit Cream Pie.  Ele trabalhou com Bang Bros por três anos antes de se mudar para Los Angeles em 2009.  "Seth" é o seu verdadeiro nome e "Gamble" é o sobrenome de uma menina com quem ele freqüentou a escola.


Dote de 18cm




lindo






Fuck Yeah, Seth Gamble!


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