terça-feira, setembro 17, 2013

FOFOCAS DE CELEBRIDADES

100% Gay
Michael Douglas vive um brilhante pianista gay em novo filme.





O ator e vencedor do Oscar, Michael Douglas, acostumado a ser visto vivendo papéis viris, se transforma em um brilhante pianista virtuoso, 100% gay e rei do bling-bling em "Minha Vida com Liberace" (Behind the Candelabra), dirigido por Steven Soderbergh.

O ator e vencedor do Oscar, Michael Douglas, acostumado a ser visto vivendo papéis viris, se transforma em um brilhante pianista virtuoso, 100% gay e rei do bling-bling em "Minha Vida com Liberace" (Behind the Candelabra), dirigido por Steven Soderbergh. (Filme ja postado aqui no blog Entre Homens).

Apresentado em competição no Festival de Cinema de Cannes, de onde saiu de mãos vazias, apesar da boa recepção da crítica, o filme estreará nos cinemas de alguns países na próxima quarta-feira (18) após ter aberto o Festival de Cinema americano de Deauville. No Brasil, a produção deve ser exibida na HBO.

Michael Douglas, com a voz embargada pela emoção, declarou à imprensa em Cannes ser eternamente grato a Steven Soderbergh por ter esperado por ele para fazer este filme. "Foi logo após meu câncer (na garganta). Ele me deu um grande presente com este papel", disse.

"Minha vida com Liberace" conta a história de Wladiu Valentino Liberace - Lee para os mais íntimos -, nascido em 1919. De 1950 até a década de 1970 ele foi o showman mais bem pago dos Estados Unidos, atraindo multidões, especialmente mulheres, para seus shows em Las Vegas ou especiais na televisão.

Um dia, em 1977, ele conheceu o jovem Scott Thorson (Matt Damon). Apesar da diferença de idade e origem social, os dois homens vivem juntos secretamente por cinco anos, até sua separação repentina.

Ainda que o artista impusesse com sucesso sua ousadia, com figurinos chamativos, estava fora de questão na época revelar sua homossexualidade.

Seus assessores, que inventavam supostas relações com mulheres, negaram em sua morte, em 1987, que a Aids havia o levado.

Para entrar no personagem , Michael Douglas conta que ficou ansioso, porque "não tinha o tamanho ou a estatura de Liberace". Ele também assistiu a uma série de documentários sobre este artista para imitar seu estilo de tocar, "porque eu não sou um pianista!"

Matt Damon , que tem várias cenas de nu durante o filme, assegura que "não hesitou nenhum instante sequer em concordar em filmar" pela sétima vez com Soderbergh. E acabar na cama com Michael Douglas? "Eu compartilhei com ele momentos que eu vivi com Sharon Stone, Demi Moore e outras", brincou.

Ao invés de uma "biografia", o cineasta se concentrou em um "período limitado" de sua vida, baseado no livro escrito por Scott Thorson.

Para Soderbegh não era tanto fazer um filme caricatural porque Liberace era "um grande músico". "Queríamos fazer algo realista, íntimo, algo com o qual podemos pensar que havia um vínculo real entre duas pessoas".

O filme mostra em repetidas cenas a "forte pressão" imposta sobre o casal, condenado a esconder seu relacionamento.

"O que me interessava era o personagem Liberace, e não as questões sociais", ressalta o cineasta, reconhecendo, porém, que o filme saiu em um momento crucial para os direitos dos homossexuais, quando 14 países permitem o casamento gay, assim como uma dúzia de estados dos Estados Unidos.

O filme foi produzido pelo canal a cabo americano HBO porque os estúdios estavam assustados com essa história. O próprio Steven Soderbergh não tinha certeza no início se o filme poderia atrair um público mais amplo do que a comunidade gay , confidenciou ao público da Croisette.

No final, o filme foi lançado nos Estados Unidos apenas na televisão: 11 milhões de telespectadores viram na HBO, de acordo com Soderbergh. O filme ainda teve indicação do Emmy 2013 de melhor ator coadjuvante para Scott Bakula, que vive um amigo gay que apresenta a personagem de Matt Damon a Liberace.

Para Michael Douglas, isso significa que "a indústria, os estúdios, geralmente não confiam no talento", disse ele a um repórter que lhe perguntou se ele achava que "Hollywood assume menos riscos hoje, do que há uma ou duas décadas".

EUA- Hello Ross!
Comediante gay faz sucesso com humor sarcástico na TV dos EUA




Com uma voz aguda, um sorriso contagiante e um conhecimento enciclopédico sobre a cultura pop e entretenimento, Ross Mathews se destacou no meio da multidão em Hollywood.

Depois de começar sua carreira interpretando um estagiário no quadro “Ross The Intern” no talk show de Jay Leno na rede americana NBC, o "The Tonight Show", ele agora é amigo de celebridades como a atriz Gwyneth Paltrow e a comediante Chelsea Handler .

Aliás, Chelsea é sua patroa. Ele é um participante fixo do talk show dela, o "Chelsea Lately ", exibido pelo canal E!. No programa, ele disfere o seu humor ferino na mesa-redonda que ri das maluquices que as celebridades de Hollywood aprontam todo santo dia.

Mas agora, ele terá um programa só dele, com produção-executiva de Chelsea. Também um talk show, a atração leva o nome "Hello Ross", no mesmo E!. “É algo que eu sempre desejei que existisse enquanto telespectador”, revela Ross, que está com 33 anos.

“Hello Ross” é diferente do “Chelsea Lately”. O programa de Chelsea é especializado comentários sarcásticos sobre as fofocas de celebridades. Com entrevistas que costumam nocautear os famosos. Já o de Ross, tem um perfil mais positivo. “É uma experiência interativa, onde o público ajuda a conduzir as entrevistas. Com fãs se conectando aos seus artistas favoritos", promete ele.

As celebridades costumam ser difíceis de entrevistar, por ter, geralmente, um discurso ensaiado. Você está sempre feliz e animado, isso ajuda ou atrapalha na hora da entrevista?

Ross: Eu acho que é algo que funciona a meu favor, porque eu pego as pessoas de surpresa com todo o conhecimento que eu tenho, faz com que elas tenham alguns momentos de espontaneidade. E isso é bom para a carreira delas. Até porque eu não fico tentando fazer uma pegadinha com eles, atrás de um escorregão. Eu não quero ser o jornalista solene que a celebridade procura quando sai da reabilitação. Eu quero ser a pessoa que traz um fã do interior para conhecer o ídolo que ele ama.

Você ama celebridades, mas agora também é uma delas. Como é essa situação?

Ross: Eu vou para as festas e finjo que não estou enlouquecendo com as celebridades. Quando eu entro no meu carro para ir embora, eu ligo gritando para minha mãe e digo: “Adivinha quem estava na festa e que comeu cinco bifes. Porque eu olho e fico contando (risos).

Você cresceu em uma cidade pequena, Mount Vernon (Washington), amando o showbiz a distância. As pessoas de lá acreditavam que você estava destinado a ser famoso?

Ross: Cresci querendo fazer o que eu faço e querendo ser quem eu que sou , no caso, uma versão gay de um personagem de desenho animado, com voz alta e aguda. A verdade é que um monte de gente me disse: ‘isso não vai acontecer para você, provavelmente. Talvez, você não deva seguir esse caminho. Mas eu tenho sorte. Meus pais e minha família são do tipo que pensam: ‘se você sonha em fazer algo, simplesmente vá lá e faça’. Para ser honesto, eu também não sei fazer outra coisa. Que profissão eu poderia ter? Policial?


Agressão? Ricky Martin posta foto todo "arrebentado"





Ricky Martin aparece assim: todo "arrebentado" em uma foto postada por ele mesmo no Instagram, na noite desta quinta-feira (12). Mas calma! Ele não está machucado de verdade. De acordo com o cantor, tudo faz parte da gravação de um clipe. "Cicatrizes, gravação, maquiagem, diversão", escreveu com hashtags.
 
Em recente entrevista a GQ australiana, ele falou sobre o fato de ter sido preconceituoso no passado com sua própria sexualidade. "Quando olho para trás, percebo que eu intimidaria as pessoas se soubessem que eram gays. Tinha uma homofobia internalizada. Entender isso foi um confronto para mim. Queria ficar o mais longe possível desse assunto."
 


Nova celebridade
Mineira que age como um menino fala sobre sua transformação e diz que já é assediada por fãs.




Desde que ganhou espaço na mídia pelo fato de optar por se transformar em menino, a mineira Tereza Brant virou praticamente uma celebridade nas redes sociais. Aos 20 anos, a jovem de Belo Horizonte - que começou a tomar hormônios para ganhar aparência masculina há três anos - acumula dois perfis quase lotados no Facebook e em breve terá que mudar o número de seu telefone. “As fãs descobriram meu número e ligam de todos os lugares do Brasil para falar comigo. Está uma loucura!”, festeja ela.

A maioria das ligações são feitas por meninas. Elas se declaram a Tereza e se dizem dispostas a tudo para ficar com ela. “Agora está entrando uma ligação com um código aqui de uma cidade que começa com 95. De onde é isso, gente?”, diverte-se ela, ao telefone.




Quem não conhece a história de Tereza e a vê em sua rotina acredita mesmo que ela é um menino. Mas, na verdade, ela nasceu menina e se comportou assim até os 17 anos, quando procurou um endocrinologista para dar início a sua transformação. Com a ingestão de hormônios, pelos passaram a crescer em seu rosto e os seios diminuíram. Mas apesar de investir na transformação, Tereza garante que a única cirurgia que deseja fazer é nos seios. “Desde que comecei o tratamento, meus seios praticamente desapareceram. Agora quero tirar o resto dos mamilos que sobraram”, explica.

Antes da fama repentina era Tereza quem atendia o seu próprio telefone e isso acontecia, diversas vezes, enquanto se locomovia por Belo Horizonte dentro de um ônibus. Mas depois de fazer uma participação no programa “Pânico” ao lado de Sabrina Sato, as coisas mudaram. A nova "celebrity" conta hoje com um produtor e um assessor de imprensa. Antes de qualquer entrevista, as perguntas precisam ser encaminhadas por e-mail para o seu representante, que aprovará ou não a pauta. “É para a Tereza ser preservada”, esclarece o assessor. “Essa pergunta está fugindo do roteiro”, reclama Tereza, sobre questões que não foram incluídas no e-mail, como, por exemplo, qual é a sua preferência sexual. “Me interesso por pessoas e elas podem ser meninas ou meninos. O que me chama a atenção é a essência delas e se mexem comigo. O resto não me importa muito”, responde ela.

Apoio dos pais

Tereza é filha de uma instrumentadora cirúrgica e de um funcionário aposentado de uma agência bancária estatal. Ela mora com a mãe e garante que seus pais encaram com naturalidade a sua transformação. “Minha família nunca teve preconceito e aceita o meu processo de forma natural. Desde que minha história veio à tona, as pessoas passaram a me respeitar”.

O guarda-roupa de Tereza segue o estilo "patricinha" em versão masculina, segundo ela mesma define. A mineira gosta de vestir calças coladas e às vezes segue a linha skatista, com camisetas esportivas. “O que vou vestir depende muito do dia e do programa que farei”, explica ela, que mantém a forma na academia e seguindo a orientações de um nutricionista.

Se depender da força de vontade, o futuro profissional de Tereza é promissor. Ela quer levar para os palcos um stand up comedy com as histórias engraçadas que vive por ser confundida com um menino. Só não peça para ela antecipar um momento curioso pelo qual já passou na vida. “Vou contar tudo no palco. Não posso antecipar nada!”, desconversa

É clipe? filme? Thiago Pethit faz obra audiovisual linda para a faixa “Moon”




Pode comemorar… Taí mais um artista brasileiro mandando bem na arte de fazer videoclipe. Como se não bastasse o talento musical, Thiago Pethit também acerta ao fazer bonito no audiovisual.
 
Acaba de sair na Vevo o mais novo clipe do cantor, para a faixa “Moon”, do álbum “Estrela Decadente”. O clipe acompanha o relacionamento de um casal que é estremecido por causa do ganha-pão de um deles, que é garoto de programa junto com toda uma galera que ganha a vida da mesma forma em São Paulo.
 






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