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MINHA VIDA GAY

Eu, gay, aos 20 anos, pai de uma criança que eu tive com uma menina que quer ser menino.



Marco: paternidade mudou a vida do jovem


A gravidez na adolescência ainda é algo comum entre heterossexuais, mas ela pode acontecer também com gays em histórias inusitadas que nem sempre são felizes, mas têm um final glorioso com o nascimento de mais um ser humano – amado acima de tudo. Aos 24 anos, Marco Antonio Cattini, de São Paulo, teve que mudar seu estilo de vida e deixar de lado as noitadas, a ferveção e a futilidade.

Agora ele é pai de um menino de três anos que o faz pensar no futuro de uma maneira muito mais responsável e bem menos egoísta. Agora ele chega em casa e faz mamadeira, vê vídeos de carro, brinca com o filho e tem que trabalhar o dia todo. Agora ele não pode mais fazer a pegação que fazia antes, no ritmo de outrora. Agora ele é pai.

"Em 2008, com 19 anos, na época eu namorava um menino. Só que esse menino não estava nem aí para mim, e eu estava com muita raiva do mundo. Fui para um evento de cultura japonesa, de anime e mangá, essas coisas que eu gostava na época. Lá estava uma menina que se dizia um menino, ela se vestia como um menino, se comportava como um menino. E as pessoas tratavam ela por pronomes masculinos. Ela tinha vindo para São Paulo com uma galera do Rio de Janeiro e, papo vai, papo vem, cachaça no sistema, a gente começou a conversar. E eu estava com muita raiva desse meu namorado na época porque nesse evento eu descobri que ele estava pegando uma menina. Aí eu fiquei ressentido com aquilo tudo. A gente namorava há pouco tempo, uns seis meses.

Fiquei transtornado, bebi, usei substâncias ilícitas, e esse pessoal do Rio de Janeiro me convidou para ir para o hotel onde eles estavam. Eu comecei a conversar com ela. A gente percebeu que tinha várias afinidades musicais e meio que uma visão de mundo, eu achava que já sabia demais do mundo com 19 anos, e dei com a cara na parede algumas vezes. A gente acabou ficando, eu estava muito louco. Todo mundo foi pra casa e nos adicionamos, trocamos e-mail. Aí ela me chamou para ir para o Rio de Janeiro e eu fui com uns amigos meus.

Lá eu fiquei com ela de novo, até então era só uma pegaçãozinha de curtição e acabou que eu me envolvi emocionalmente com essa questão de ela querer ser um cara. Quando eu vi, eu já estava dentro de uma bolha, de uma situação toda desagradável. Porque a gente meio que começou a namorar, mas era uma coisa estranha porque ela sempre achou que era um homem, até hoje ela acha que é um homem que nasceu no corpo errado. Eu apresentei ela para a minha família como se fosse um menino, e todo mundo olhou para mim com aquela cara de “tá bom”. Inclusive, a minha mãe chegou para mim outro dia e falou que se eu quisesse namorar com uma árvore tudo bem, seja feliz. Minha mãe sempre foi assim, graças a Deus.

Acabou que a gente foi ficando junto, ela vinha para São Paulo, eu ia para o Rio de Janeiro. Arrumei um trabalho lá em uma casa de festas e a gente começou a se ver muito, virou um namoro mesmo. Quando eu vi eu estava fazendo sexo com uma mulher, uma coisa que eu nunca tinha feito na minha vida. Eu estava curtindo, não era ruim, só que ela era uma pessoa transtornada, sabe? Esse assunto de ela querer ser homem era um tabu, eu não podia falar sobre isso. Tinha que aceitar aquilo e acabou. E eu sentia que estava fazendo sexo com uma mulher, não com um homem, sem dúvida. Ela falava que não poderia ter filhos, disse para mim que sofria de hermafroditismo alguma coisa, não lembro direito o nome. Ela falava que só nasceu com o sistema reprodutor feminino, mas que não funcionava. Eu pensava que ela tomava algum cuidado para não engravidar.

Aí a gente estava muito bêbado em uma certa noite e fomos para uma festa em Ipanema e quando voltamos a gente transou sem camisinha. E eu tenho certeza que foi nessa ocasião que ela engravidou. E a relação já não estava mais legal, eu estava cansado dessa situação toda, dessa coisa emocional muito forte que ela tinha de autoaceitação, isso era muito forte, ela tinha que se afirmar para todo mundo. Eu falei então que não dava mais, que estava cansado de ficar nessa de Rio-São Paulo toda hora, aí eu vim para São Paulo fazer um curso de edificações, passei, e a gente ficou meio distante. Foi quando eu terminei, daqui de São Paulo mesmo, mas aí ela no outro dia ela estava aqui e disse que precisava conversar comigo. Pediu para eu ir encontrar com ela no hotel que ela estava porque precisava me contar uma coisa. Cheguei lá e ela me disse: ‘acho que eu estou grávida’. Eu fiquei transtornado, como assim acha que está grávida? Aí a minha perna já ficou mole, eu pensando ‘meu Deus, o que eu vou fazer agora? Eu não posso ser pai’. Ela me disse que, como era cidadã suíça, já tinha entrado em contato com uma ONG de lá e eles iam mandar para ela um remédio abortivo. Eu falei que não era uma coisa que ela poderia decidir sozinha. Ela me disse que estava grávida de no máximo de um mês, aí eu pensei que um mês ainda não era uma vida, não era ainda uma coisa formada.

Remediando

O remédio chegou pelo correio e ela tomou, passou muito mal, sangrou muito. Depois que ela tomou o remédio, a gente tinha que esperar 12 horas para ir para o hospital para ver se estava tudo certo. Passaram-se as 12 horas de agonia e sangue e a gente foi para o hospital. Só que as médicas perceberam o que ela tinha feito e trataram ela super mal. Um lado meu adorou isso, porque eu não queria encarar a realidade naquela época ainda. Só que ela tinha me ocultado uma coisa muito horrível, que ela não tinha um mês de gravidez, ela tinha cinco. Só que ela não tinha uma curva, nada, não parecia que estava de cinco meses. Acabou que não aconteceu nada, ela só sangrou. Graças a Deus não aconteceu nada com o meu filho. Eu me conformei naquele dia que aquilo ia acontecer, que eu ia ser pai. Só que até então eu tinha teoricamente quatro meses para saber o que eu ia fazer da minha vida.

Ela começou a fazer pré-natal, essas coisas. Começou a se coçar muito, era uma coceira que não tinha fim. A gente foi ao médico e ele falou que era sintoma de uma doença que chama colestase obstétrica, que poderia matar o bebê em 24 horas. O médico internou ela na mesma hora e me falou: ‘que bom! Você vai ser papai em três dias porque a gente vai aplicar umas injeções para desenvolver o pulmão da criança, que ainda não deve estar desenvolvido, e fazer o parto’. Aí eu fiquei em choque, eu não tinha falado nada com a minha família ainda, não tinha falado nada para ninguém na verdade. Ela se internou e depois de três dias eu estava com uma criança recém-nascida prematura de sete meses. Depois a gente foi pra casa dela e ela falou: ‘eu não quero isso (a criança). Vou dar para adoção’. Eu falei que ela não ia dar pra adoção coisa nenhuma. A mãe dela também já ficou neurótica e disse que não era para dar para adoção.

Ela sempre rejeitou o filho, seria mentira eu falar que ela já se preocupou com ele nos dois anos que meu filho ficou com ela no Rio. Ela nunca trocou uma fralda, ele tomou leite em pó desde que nasceu. Ela nunca perdeu 10 minutos de sono por causa dele, essa é a minha maior mágoa. Porque é o tipo de coisa que você não faz sozinho, mas não interessa mais também. Eu sei que ele não vai ter contato com ela, mas sei lá, quem sabe daqui a 10 anos seja diferente, as pessoas mudam. Talvez ela se arrependa, mas aí já vai ser tarde demais.

Nesse meio tempo, nesses dois anos, ela começou a se tratar com uma psiquiatra e começou a correr atrás de umas coisas muito misteriosas, eu ficava só de olho. Nessa época a gente não tinha mais nada, eu ia lá para dormir com o meu filho. Um belo dia ela marcou uma cirurgia e todo mundo ficou em frenesi para saber o que ela ia fazer. Eu descobri depois que ela tinha retirado os seios. Vi que ela estava levando isso a sério mesmo, às ultimas consequências. Ela começou a tomar hormônio e depois de um ano ela marcou outra cirurgia, que eu suspeito, e a mãe dela também, que ela tenha implantado uma prótese peniana, algo desse tipo. Mas eu não posso afirmar isso com certeza porque até então eu não converso com ela. Só converso com a mãe dela.

Namorado

Depois disso tudo eu arrumei um namorado aqui em São Paulo, ele me ajudou muito. Ele disse que era para eu contar para a minha família. A mãe do meu filho me ameaçava para eu não contar, ela dizia que ia se matar. Porque foi muita vergonha para ela ter tido um filho. Mas não foi só por isso que eu demorei a contar, eu também fiquei muito envergonhado. Imagina: eu, gay, aos 20 anos, pai de uma criança que eu tive com uma menina que quer ser menino. Eu não sabia como explicar uma situação dessas.

Esse namorado que eu tive no ano passado eu já conhecia há oito anos, a gente meio que se reencontrou. Aí ele veio para morar na minha casa, só que foi muito recente esse meio tempo entre começar a namorar e morar junto. E eu imaginava que ele seria uma pessoa completamente diferente. Ele era extremamente possessivo, ele é ainda. Mas ele me forçou a contar para a minha família, isso eu tenho que agradecer a ele. Foi no Dia das Mães do ano passado quando eu contei. Peguei a certidão de nascimento do meu filho e vários documentos dele que eu tinha e coloquei tudo em um envelope. Falei para a minha mãe que a gente tinha que conversar, chamei também minhas duas irmãs. Falei para todo mundo de uma vez, mas eu estava tão em choque que eu sentei chorando, tremendo. A minha mãe achou que eu estava com uma doença terminal. Quando eu contei que tinha um filho ela começou a chorar e minhas irmãs também.

Aí veio a questão: por que eu tinha demorado dois anos para falar uma coisa dessas? E como eu consegui esconder tão bem de todo mundo? Eu escondi da família e dos amigos, mas por causa da distância foi fácil. Expliquei a situação para a minha família e começamos a ir para o Rio todo mundo junto. Meu plano inicial sempre foi tirar meu filho de lá, trazer ele para cá. Mas até então ele morava lá, já tinha uma convivência lá com a avó dele, porque com ela mesmo ele não tinha nada. Quando a gente ia visitar ele na casa dela, ela saía, não queria encontrar com a gente. Acho que é porque eu sou uma prova de que ela é uma mulher, sabe? Ela nasceu mulher, ela tentou maquiar isso, mas é uma mentira. Acho que ela vai ter uma raiva eterna de mim, só não queria que ela tivesse raiva da criança.

Comecei a entrar em parafuso porque eu vou ter que explicar para ele um dia. Não acho a situação engraçada. Ela é uma vadia e eu vou ter que explicar para o meu filho daqui uns anos porque ele não tem uma mãe. Que está viva e que não quer ele, e que quer ser um menino. Quer ser um homem que gosta de homens e que não gosta dele. A avó materna dele falou para eu dizer que ela morreu, mas eu não sei o dia de amanhã. Eles são uma família muito estranha, eles não convivem como uma unidade, eles são suíços e muito ricos, acho gente muito rica sempre estranha. Inclusive o meu filho ficava largado com as babás o dia inteiro.

Em dezembro do ano passado eu insisti em trazer meu filho pra São Paulo para passar o Natal. A avó dele concordou, mas não queria que ele viesse, tanto é que ficou de trazer ele para cá, mas eu tive que ir buscá-lo no Rio. Era para ele passar o Natal, mas na minha cabeça já era para ele ir se adaptando a uma realidade nova para ele, que seria morar comigo. Em janeiro eu ia pegar férias no trabalho, ia poder passar um tempo com ele. Ele passou o Natal aqui, a avó dele foi embora. Eu perguntei se ele queria ficar aqui comigo, ele já tinha três anos, e ele me disse que queria. Hoje se você fala para ele para irmos para o Rio ele diz que não quer, ele adorou ficar aqui porque acho que ele nunca teve o tipo de atenção que ele tem aqui. A minha mãe fica o dia inteiro com ele, todo mundo leva ele para cima e para baixo para fazer um monte de coisas. Fim de semana eu fico bastante com ele, pelo menos tento ficar, porque trabalhar e estudar e viver um pouquinho é corrido, quase não sobra tempo. O domingo para mim é sagrado, eu fico em casa com ele. Agora eu estou nessa fase de trabalhar o dia todo, ir para a faculdade à noite e aos sábados e ver ele de fim de semana. Ele já está adaptado, ele não sofre por ter saído do Rio, não pergunta de ninguém de lá. As pessoas ligam para ele e ele não quer atender.

Ter um filho foi uma mudança total na minha vida, eu era uma pessoa inconsequente, irresponsável, eu só pensava em me divertir, beber, usar algumas drogas. Eu não tinha uma perspectiva montada, tanto é que quando eu fiquei sabendo que ia ser pai eu fui correr atrás de fazer curso, estudar, me formar. Consegui bolsa para a faculdade de Engenharia Civil, mas tudo por consequência do meu filho, obviamente, senão eu estaria no mesmo lugar, com certeza. Ele me fez mais homem, com certeza. Eu acho que a paternidade é uma coisa que faz a gente levar um tapa na cara e crescer. Você é obrigado a crescer. Enquanto você só tem que se preocupar com o seu umbigo, beleza, mas quando você tem um filho não pode ser assim, não pode mais ter futilidade, não é mais só você, tem um pedaço seu ali, crescendo, formando opinião e exigindo que você seja muito melhor do que você acha que pode ser. Ainda mais no caso de um menino com o pai. Eu adorei saber que seria um menino.

Fase

Agora ele está em uma fase muito grudado com a minha mãe. Exige uma série de sacrifícios. Por exemplo, eu chego em casa meia-noite, agora ele está acordado nesse horário, não sei porque! Aí eu tenho que fazer uma hora com ele, brincar, e é incrível porque ele mexe no meu tablet melhor do que eu, fica vendo vídeo de carro. Eu ligo o tablet e ele faz tudo: vai no YouTube, entra na minha conta, nos favoritos – porque eu tive que favoritar milhões de vídeos de carro para ele. Ele escolhe o que quer assistir. Eu chego, faço mamadeira, tomo banho com ele, ponho ele na cama, brigo para ele ir dormir. Mas é bom. É uma coisa que só me acrescenta, e cansa, é muito cansativo. Mas é muito bom. Não é que hoje em dia eu me sinta mais maduro ou responsável por ser pai, é que eu tenho que ser.

Se eu pudesse escolher eu não teria esse estilo de vida nunca, mas não é uma coisa que dói. É uma coisa que preenche, não é só perder, você ganha muita coisa. Ele me ensina muita coisa. Eu acho que é uma troca, na realidade. Eu tenho que passar para ele o que é o certo e o que é o errado a se fazer; e ele me surpreende com coisinha boba. É incrível porque depois que você se torna pai, você começa a olhar para pessoas na rua com seus filhos e você pensa quanta coisa essas pessoas devem ter passado, ou que ainda devem passar. É uma coisa que antes você ignora no mundo. Antes quando eu via uma criança eu não estava nem aí, hoje quando eu vejo criança na rua eu já chego para conversar, brinco, dou risada. Eu achava antes que isso era uma coisa de outro mundo, ter um filho. Eu pensava em ser pai, mas era como pensar em um quadro, era tão distante da minha realidade que eu não conseguia mensurar como isso seria na minha vida. Eu tinha vontade, mas não planejava, não fazia por onde. Para falar a verdade, eu não fazia por onde várias coisas.

Você acaba tendo que abdicar de algumas coisas. Eu não posso sair quando eu quero, por exemplo. Eu não posso dormir quando eu quero, eu não posso tomar banho quando eu quero, eu não posso namorar quem eu quero, ainda mais sendo gay. Na minha cabeça, eu acho que se eu não tivesse um filho eu não ia namorar um cara que tem um filho. Aí você já começa a pensar sobre isso. Você se fecha um pouco no seu casulo, fica por ali para ver o que acontece. A pegação que eu fazia diminuiu vertiginosamente. Eu não sei se é preconceito comigo mesmo, mas eu parei de correr atrás de muita coisa nesse sentido. Antes eu saía todo fim de semana, de quinta, sexta, sábado. Hoje em dia eu saio de sábado para domingo quinzenalmente, e não é nada muito over, nada forçado, são coisas mais leves. Eu me impus isso na realidade, eu tenho um pouco de medo.

Aí eu fico mais na minha hoje em dia, mas eu acho que isso é uma fase, eu não vou viver assim para sempre. Só que agora eu não tenho tempo de me preocupar com pegação, é muita coisa acontecendo. É trabalho, faculdade, filho! A gente faz o que dá. Já cheguei a conhecer gente que queria algo sério depois que eu me tornei pai. Meu ex-namorado sabia, contei para ele antes de contar para todo mundo. Ele me ajudou muito. Mas por questões dele, não minhas, acabou não dando certo. Meu ritmo de vida mudou bastante, mas quando a gente quer fazer alguma coisa a gente arruma um tempo. Eu é que estou me forçando a não correr atrás, mas eu quero, não quero ficar sozinho para o resto da minha vida. Mas eu acho que agora não é hora.

Eu não vou ter problema em apresentar meu namorado para o meu filho, eu sou filho de uma mulher lésbica, desde quando eu tenho um ano de idade minha mãe é divorciada e se envolve com mulheres. O pessoal acha que tem um estigma de que você vai fuder a cabeça da criança, mas não é por aí. Eu acho que onde tem amor não sobra muito espaço para certas picuinhas. A minha mãe nunca deixou de ser mãe por ser lésbica, pelo contrário, ela foi uma ótima mãe, que criou três filhos sozinha, com ajuda, vai, de algumas das mulheres dela. Hoje em dia ela namora uma mulher que tem quatro filhos pequenos e teve também que fazer muitos sacrifícios. Ela não pode mais ver a mulher dela quando ela quer, mas a vida é isso, a gente não pode deixar de viver, a gente faz o que dá. Todo mundo tem problema. Depois que eu tive filho eu aprendi a ter paciência.


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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Q história...
    Q a felicidade possa sempre acompanha-los...

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  2. Cara, que história incrível! Sou do Rio, tenho 19 anos e estou numa fase de muitas incertezas, mas tenho certeza de duas coisas, sou gay e quero muito ter filhos. Desde muito cedo eu tenho uma veia paternal, gosto de cuidar dos outros e adoro crianças, elas também me adoram. Só que esse seu relato me mostra que ter um filho é muita responsabilidade, ainda quero tê-los, mas antes vou me preparar e ajeitar muitas coisas em minha vida. Que Deus abençoe e proteja você, seu filho e sua família!
    Gostaria de conhecer um homem como você um dia, homem pra casar!

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