Slide 1 Slide 2 Slide 3

NOTICIAS DO MUNDO GAY

SP- Vítimas de skinheads
Casal gay é agredido no centro de São Paulo e agressores são liberados.

Armas apreendidas com suspeitos de agredir casal gay no centro de São Paulo


Um casal de gays de 35 e 23 anos foram agredidos por pelo menos por dez pessoas na Rua Augusta, na Consolação, região central de São Paulo, por volta das 4h desta quarta-feira.

As vítimas disseram à polícia que estavam se despedindo com um beijo em frente a um bar quando começaram a ser agredidas por um grupo de skinheads. Segundo as vítimas, um dos agressores utilizava uma mochila para bater.

Os dois agredidos tiveram ferimentos na cabeça e foram levados ao pronto-socorro da Santa Casa de São Paulo, onde foram atendidos e liberados.

Apesar da dificuldade das vítimas em descrever os agressores, os policiais conseguiram deter três homens e uma mulher suspeitos na Rua Augusta.


Suspeito de agredir casal gay é liberado.

Com os suspeitos, foram apreendidos uma madeira com pregos na ponta, duas facas, um canivete e uma arma utilizada em artes marciais, chamada de nunchacku (dois bastões unidos por uma corda ou corrente).

Segundo a Polícia Militar, os homens detidos são carecas, sendo que um deles tem uma tatuagem na cabeça e o outro, a palavra skinhead tatuada no peito. As facas estavam escondidas na bolsa da mulher detida, segundo a PM.

O casal reconheceu os agressores, mas preferiu não denunciá-los, e os mesmos foram liberados.

Distrito Federal é líder no ranking de denúncias em casos de homofobia




Publicado pelo Correio Braziliense

Uma pesquisa divulgada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República aponta Brasília como a capital com maior número de denúncias de agressões contra homossexuais. No ano passado foram registradas 239 denúncias de violência homofóbica no DF, quase o dobro da segunda unidade da federação do ranking, o Mato Grosso.
O que também chama a atenção é que de 2011 para 2012, o número de denúncias quadruplicou, passando de 45 para 239.
São casos como o do cabeleireiro Fábio Carvalho, que levou um soco no rosto quando estava na companhia de dois amigos. Segundo conta Fábio, o agressor o machucou sem motivo e saiu correndo sem dar explicações.
Ainda de acordo com a pesquisa, as agressões, na maioria das vezes, não são físicas. Dentre as denúncias, 80% correspondem a casos de discriminação e de violência psicológica.
Outro dado que o relatório mostra é o local onde a violência ocorre. Em quase 40% das vezes, os homossexuais são agredidos dentro de casa.
Vilma Lopes é lésbica e já sofreu agressões verbais. Ela acredita que a situação só vai mudar se as pessoas denunciarem: “Se você se cala, a tendência é piorar. Então a sociedade tem que saber que existem pessoas que querem fazer mal simplesmente pelo fato de alguém ser gay”.

A história se repete: Na Rússia, nacionalismo e perseguição aos gays, não brancos e imigrantes



REVISTA LADO A


A situação está preocupante na Rússia. Grupos nacionalista já entoam a frase “Russia para os russos” sem serem censuradas. Atos violentos desencadeiam grandes motins contra imigrantes.  Homossexuais são perseguidos por grupos organizados que agora perseguem pessoa de origem não eslava e negros e se auto intitulam “brancos”. São casos que o governo russo de Vladimir Putin insiste em dizer que são isolados, sem apoio do governo, mas que se intensificam.

O governo tem culpa em ao menos dois pontos. Em Maio, aprovou uma lei que proíbe a propaganda gay, supostamente para proteger menores de idade a comportamentos sexuais “não tradicionais”, dando recado claro da inferioridade da comunidade gay e criminalizando as manifestações públicas de idéias ou afeto de pessoas do mesmo sexo com multas e detenção. E agora vem fechando o cerco a imigrantes ilegais, construindo grandes campos de detenção para imigrantes sem documentação de permanência, especialmente vietnamitas e também sírios e egípcios – os imigrantes de origem eslava recebem melhor tratamento. Os tais campos abrigam centenas de pessoas que são mal alimentadas e vivem em condições precárias. Em um caso pontual no mês passado, o governo divulgou a imagem de um acusado de assassinato e afirmou que ele tinha aparência “não eslava”, o que resultou no mesmo dia em uma caça aos muçulmanos de pele escura e uma manifestação neonazista nacionalista.
Cidadãos de origem não russa são atacados dentro de trens pelo grupo neonazi “Vagão Branco” em ações que podem ser vistas na internet. Em um vídeo sobre uma dessas perseguições, centenas de jovens em uma estação de Moscou cercam um grupo de imigrantes estrangeiros e o espancam. Alguns gritam “mata, mata”, depois em coro gritam “Rússia para os russos”, e frases como Poder Branco, título de um grupo neonazista internacional. A onda de nacionalismo e supremacia branca chegou a países vizinhos e se alastra. As autoridades nada fazem.

Este semestre, um estudante Sul Africano foi vítima dos neonazistas “Okkupaj Pedofilyaj”, que posta na internet vídeos espancando homossexuais que enganam na internet e marcam  encontros, muitos menores, acusando os de pedofilia e revelando que são gays, com endereço e nome, arrancados à força.  Os rapazes humilham o negro e o fazem dizer “White Power” em um vídeo e raspam sua cabeça.

Assim como na Alemanha nazista, o esporte foi usado para reafirmar o nacionalismo e a supremacia ariana, raça defendida por Hitler. Dois grandes eventos desportivos na Rússia se aproximam. Os Jogos Olímpicos de Inverno, em Fevereiro, e a Copa do Mundo de Futebol em 2018. Entidades internacionais de defesa dos direitos humanos afirmam que no próximo ano o facismo russo deve se revelar mais cruel.

A mídia internacional não divulga estas informações e o governo russo trata o assunto como de pouca importância. Quem lá vive e não passa por essas situações acredita que são casos isolados. A internet traz estes exemplos interligados e mostra que a situação está claramente se complicando. Há muitas similaridades com o surgimento do nazismo na Alemanha, na década de 1930. Irá o facismo russo criar mais um capítulo vergonhoso na história da humanidade?

Veja uma das ações do grupo “Vagão Branco” nos trens de Moscou:



Veja o vídeo com o estudante negro sendo torturado e humilhado:


Vídeo olímpico aborda leis contra gays na Rússia

Novo curta pede respeito a gays e lésbicas nos Jogos Olímpicos de 2014


A All Out, organização que mobiliza milhões de pessoas e suas redes sociais para construir um movimento global pelo amor e pela igualdade, lançou um novo vídeo como parte de uma campanha para exigir que a Rússia acabe com suas leis homofóbicas antes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, em Sochi. O vídeo ilustra o que pode acontecer com atletas gays, lésbicas e bissexuais durante os Jogos Olímpicos de Inverno, caso as leis contra a “propaganda homossexual” ainda estiverem em vigor na Rússia.

“A lei russa não deixa claro se manifestações públicas de afeto, ou se um atleta mencionar na televisão o nome da pessoa amada, ou ainda se abraçar o parceiro ou parceira depois de ganhar uma medalha, pode resultar em multas ou deportação”, diz Andre Banks, diretor-executivo e cofundador da All Out. “Putin quer que o mundo acredite que gays e lésbicas são bem-vindos durante as Olimpíadas, mas ninguém se sentirá seguro e bem-vindo enquanto essas leis existirem.”

“Ainda temos tempo”, continua Andre Banks. “A China fez sérias concessões antes dos Jogos Olímpicos de Beijing para garantir que as Olimpíadas acontecessem de acordo com os padrões internacionais. A Rússia não pode ser exceção. A Rússia precisa derrubar essa lei antes dos Jogos de Inverno.”

“O amor sempre vence”, curta dirigido por Mike Buonaiuto, diretor criativo da All Out e criador de um premiado vídeo viral sobre o casamento igualitário no Reino Unido, pede que o Comitê Olímpico Internacional se manifeste e se atenha aos princípios olímpicos de não discriminação, exigindo que as leis homofóbicas sejam revogadas antes do início dos Jogos de 2014 em Sochi.

Gravado pela produtora Leighton Cox, o vídeo reúne profissionais do mundo todo, incluindo Frankie Poultney e Colin Ratushniak (Canadá), ambos participantes do UK Dancing On Ice, além das atrizes Silvia Baltodano e Kate Hollowood, da Costa Rica e da Inglaterra, respectivamente.

Em agosto, os membros da organização entregaram uma petição de cerca de 300 mil assinaturas na sede do Comitê Olímpico Internacional. Os membros da All Out exigiram que o COI se manifestasse contra as leis homofóbicas antes dos Jogos Olímpicos de 2014.

Em setembro, o COI, influenciado pela pressão da All Out, confirmou que o Princípio 6 da Carta Olímpica inclui a proteção contra a discriminação baseada na orientação sexual. No entanto, se as leis russas estiverem em vigor durante os Jogos de Sochi, a Carta Olímpica não poderá ser cumprida.

 A All Out pede o apoio de todos a esse projeto. Compartilhe o vídeo com seus amigos e familiares usando a hashtag #LoveAlwaysWins (em referência ao título original do vídeo).


 

Poder� gostar tamb�m de:
Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Essas notícias, e muchas outras cositas más, podem nos servir como exemplo para ilustrarmos o mal key coexiste em nosso mundo, e q um dia poderá, também, nos afetar. Se eh, key não jah afetou... parece ser impossível acabarmos com ele... TRISTE =(

    ResponderExcluir
  2. Noticias ruins como estas , podem nos alertar e prevenir , tomando-se os cuidados necessarios.. Infelizmente, o casal gay nao deu queixa, deixando os meliantes soltos e livres para escolher novas vitimas. So resta guardar a imagem do sujeito e ficar atento.

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...