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RELATOS PESSOAIS


Drama de vida: amor ou obsessão?








O relato que vou descrever a seguir trata-se de um caso real que está acontecendo agora envolvendo um amigo. Ele, um rapaz muito bonito e inteligente, é acadêmico de medicina, onde está concluindo agora em dezembro, e é modelo por profissão. Seu namorado é um empresário bem sucedido, dono de uma rede de supermercados.


Por entre tapas e beijos eles estão namorando a dois anos. Tapas e beijos, por eles terem muitas brigas, sempre motivado por um ciúmes doentio que o empresário tem sobre o modelo.



O empresário, apesar dessas crises, tem em seus momentos delicados, mostrados que gosta muito do modelo, inclusive de certa forma patrocinando sua carreira, desde que ele esteja sempre por perto, não deixando ninguém se aproximar do mesmo.


Pois bem, essas crises de ciúmes vem se agravando nos últimos tempos, quando ele por motivos bobos passou a agredir que ele achava que estava dando em cima do modelo. O último episódio se deu quando este estava com colegas de faculdade em um bar comemorando uma das últimas provas do curso. O empresário chega de repente e, sem mais nem menos, parte para cima de um colega dele apenas por este estar próximo ao modelo. Foi um tumulto porque o rapaz reagiu, tendo cadeiras quebradas e muita pancadaria. Todos correndo para apartar os beligerantes. E para completar, ele dá uma de autoritário e manda o modelo para casa. Ele se recusa, então ele pede para ele devolver a chave do carro que ele havia-o presenteado a poucos dias pela sua formatura.


Mais tarde, ele vai procura-lo pedindo desculpas – como sempre – dizendo que nunca mais faria aquilo, e que tudo tinha sido motivado pelo colega está querendo se aproveitar dele (o modelo) no bar. Este não aceitou o pedido de desculpas e disse que considerava o namoro deles acabado, pedindo para ele não mais procura-lo. Depois de muitas insistências e choro, o modelo se mostrou firme e não voltou atrás.


Passaram-se alguns dias, ele me fala que estava até estranhando porque o ex-namorado não o estava assediando como em todas as vezes que eles tinham terminado. Então, num determinado dia, ele recebe uma ligação de um irmão do empresário dizendo que o mesmo estava internado num hospital, após ter tentado o suicídio cortando os pulsos. E que estava dando escândalos no hospital se recusando a tomar a medicação tendo que ser amarrado à cama para não arrancar os aparelhos e soro que o mantinham vivos, e que só tomaria qualquer medicação se fosse dada por seu namorado.


Eu conversei com ele pelo celular dando conselhos que não se rendesse à chantagem emocional dele, pois assim ele iria proceder toda vez que ele ameaçasse separar dele novamente. Estava nessa conversa quando o telefone – o outro celular do modelo – toca e era exatamente ele ligando do hospital. Eu segurei o modelo na conversa e não deixei que ele atendesse o celular.


Falei que havia vivido um caso semelhante com uma namorada (de minha fase bi), quando também havia ficado 2 anos com ela, dos quais, 1 ano foi de brigas e ameaça de suicídio caso eu a deixasse. Até que um dia não aguentei mais e acabei de vez o namoro. Viajei logo em seguida, e retorno com uma ligação do pai dela dizendo que ela havia tentado o suicídio cortando os pulsos. Fui procura-lo e tive uma longa conversa com ele e expliquei toda a situação e me recusei a visitá-la no hospital. E ainda, aconselhei ele a procurar um psicanalista para acompanhar sua filha, o que ele fez.


Continuando a história, mais tarde, o modelo foi para a academia, e temendo nova pressão, deixou seus celulares em casa. Quando retornou, encontra o irmão do ex em sua casa, conversando com seu pai, implorando para que permitisse que seu filho fosse ao hospital falar com seu irmão para que esse pudesse aceitar a medicação.


Depois de muita pressão com choro e tudo, o seu pai permitiu, pedindo para que ele retornasse logo.


No hospital aconteceu como esperado, muito choro e promessa de mudança se ele retornasse, inclusive ofereceu a chave do carro de volta, que foi recusada pelo modelo. Ele aceitou a medicação dado pelo namorado (ex?) e prometeu se comportar daqui pra frente. Um verdadeiro cordeirinho!


O pai do modelo, preocupado com a situação levou o filho com ele para passarem o feriadão fora. Estou sem contato com ele, pois também estou fora em uma praia acompanhando uma etapa do campeonato brasileiro de Kitesurf, esporte que sou adepto.









Bem, gostaria de solicitar a vocês que leram esse relato, que comentem e procurem de alguma forma ajudar nosso lindo modelo a sair dessa teia que pode sugar não só toda sua beleza, como sua própria vida.



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Postado por Mac Del Rey | (6) Comente aqui!

6 comentários:

  1. Infelizmente se você permite ser sustentado ou ter benefícios financeiros de alguém, a não ser seus pais, ele passa a achar que é seu dono. Nunca permiti que homem nenhum me sustentasse, ou que me desse um carro, por exemplo, e olha que já tive proposta. Acho que há limite em tudo, olha onde essa situação foi parar. O modelo, me desculpe, esta colhendo o que plantou. Mas o que passou, passou, agora ele deve ser firme e aguentar as consequências, porém é claro deve se afastar de vez do empresário.

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  2. O mias difícil é separar pois inconscientemente ele sente responsabilidade pelo moribundo, a posse é o único meio de ter alguém, qual vai ser a próxima chantagem, é uma relação doente desde o início, acabe e seja constante em sua decisão.

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  3. Neste caso, o mais sensato, e´os dois procurarem ajuda profissional. Um psicólogo pode ajudar . Casos assim não são raros e qualquer um já tenha presenciado situações semelhantes. Ciumes doentio, fanatismo religioso são casos exacerbados que fogem do controle emocional e necessitam de ajuda profissional, antes que acabe numa fatalidade.

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  4. Eu li TUDO e quero ajudá-lo. Um dica que dou é TOMAR VERGONHA NA CARA e para de enviar contos eróticos. Eu já li este mesmo conto na comunidade Contos Eróticos Gay do Orkut. Tem várias versões, uma é com um modelo que faz administração, outra o modelo faz educação física, outra o mesmo modelo faz enfermagem...

    Nojo de gente que quer enganar os outros. Tenha bom senso nesta cara, seu viado safado.

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    1. Caro anonimo, vc está completamente enganado. Esse não é um conto e não foi enviado por ninguém. Foi escrito por mim, relatando uma história real que está acontecendo com um amigo meu. E agora! Esses últimos fatos se deram na semana que passou. Se vc leu algo semelhante em algum lugar, talvez seja coincidência, não tenho idéia. Não costumo fazer esse tipo de coisa.
      Uma qualidade que preso é a ética, sempre presente em minha vida.

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  5. Já vivi uma situação parecida, a pessoa me enchia de presentes e estava se achando meu dono, trabalhavamos na mesma empresa em departamentos diferentes, todos estavam achando meio estranho de tantos presentes, bom começamos então a namorar e onde quer que eu fosse ele ia tambem ...... até começar as brigas e brigas feias de socos, e sempre pedindo perdão .... bom fui me afastando aos poucos, fingindo dor de cabeça, estar cançado, sem paciencia para sair e assim por diante ... até que nos afastamos de vez .... graças a Deus.

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