sexta-feira, junho 13, 2014

HOMOSSEXUALIDADE

Grindr




Revista lado A

Brasileiro é foda... O pessoal já começou a cadastrar os gringos no Brasil para a Copa e a postar print deles no Grindr (plataforma de encontros gays) em uma página do Tumblr. Certamente o povo de comissão técnica de seleções esta no armário mas já teve quem foi parar na página criada por brasileiros: Grindr na Copa. E #vaitercopa é o lema da página que quer registrar os gringos gatos que estão caçando por terras brasileiras... Até o momento já são quatro: um grego, um australiano e um americano e um britânico.

Curioso mas botar foto do povo assim não se faz né gente, afinal, podem ser enrustidos ou casado, ou perder o emprego. Ok, o Australiano é gato... para ver o tal perfil, clique aqui:




O Poder da Bunda!
Conheça os recursos para dar um UP na redondinha e transformá-la em objeto de desejo




E´ oficial. Ativos, passivos, versáteis, gays, héteros, todo homem gosta de bunda durinha, empinada, redondinha e com pelos à gosto.

E para cuidar dessa “ferramenta de trabalho”, poucos se incomodam de ficar de quatro na academia, com caneleiras pesadas, levantando e descendo a perna uma série de vezes. De frente para o espelho, para todo mundo ver, ou naquele cantinho que você acha que ninguém está reparando. Mas está.

Mas há quem tenha menos paciência (e mais dinheiro) e troque a musculação pelos milagres da medicina. Dr. Daniel Coimbra – dermatologista das estrelas e autor de vários artigos científicos e capítulos de livros sobre toxina botulínica, preenchedores cutâneos e tratamento corporal com ácido poli-l-láctico – explica pra gente: “mas, afinal, o que pode pôr na bunda?”


 


O que pode ser utilizado para dar um UP na bunda do homem? Prótese de silicone, botox, o que é mais indicado?

Quando os pacientes buscam tratamento para a região glútea, o objetivo geralmente está ligado a um aumento de volume ou melhora da flacidez no local. As opções de tratamento vão desde as cirúrgicas, como a colocação de próteses de silicone no local, aos procedimentos pouco invasivos como preenchimentos, estimuladores do colágeno injetáveis e uso de tecnologias para melhora da pele. A colocação das próteses de silicone devem ser realizadas apenas com cirurgião plástico. No consultório dermatológico, realizamos os preenchimentos e demais tratamentos.

Quais são os principais mitos e verdades sobre procedimentos estéticos nessa área do corpo?

É uma área como qualquer outra, então, sofrerá alterações com o envelhecimento, principalmente relacionadas a perda do volume e flacidez da pele. É um mito acreditar que o aumento do volume nessa região irá alterar a maneira de sentar ou privar o paciente de realizar suas atividades normais. Apenas, dependo do procedimento realizado, poderá ser necessário um curto período sem pressionar o local. Também é um mito afirmar que o preenchimento dessa região levará a uma aparência artificial, pois quando realizado de forma correta é imperceptível.

É verdade que a prótese é pouco recomendável, pois, com o passar do tempo e aumento da flacidez, o resultado fica ruim?
Quando bem colocada, a prótese dá resultados muito bons e duradouros. Ela, em sí não está relacionada com o aumento da flacidez, porém, com a idade, ocorre diminuição da força e volume da massa muscular além da flacidez da pele, o que pode levar a um aspecto inestético da região mesmo com a presença da prótese.

Os resultados dos procedimentos realizados em consultório dermatológicos são duradouros?

Os preenchimentos que podem ser divididos em definitivos (PMMA) e provisórios (ácido hialurônico). Na minha prática diária, utilizo apenas preenchedores provisórios de ácido hialurônico devido a segurança que temos com esses produtos. A aplicação é realizada com anestesia local, a dor é muito pequena e os resultados são extremamente naturais, sendo impossível identificar que foi realizado. Os estudos mostram que aproximadamente 40% é absorvido após um ano.

Apesar do aumento do volume ser a queixa inicial, muitas vezes o problema está na flacidez da pele associada a diminuição da gordura superficial da pele. Por isso o tratamento que mais realizamos hoje é a aplicação de Ácido Poli-L-Láctico (PLLA) no local, com o objetivo de obter um efeito lifting em toda a região glútea. O PLLA é utilizado há mais de 10 anos na face e vem ganhando espaço nos tratamentos corporais nos últimos três anos. É um produto absorvível, que estimula a produção de colágeno onde é aplicado. Ele promove espessamento da pele e, com isso, leva a melhora na flacidez e contorno dos glúteos. O número de aplicações varia de três a cinco. O resultado máximo aparece entre seis e nove meses após as aplicações e o colágeno produzido permanece por alguns anos.

E quando custa?

O valor do preenchimento com ácido hialurônico para aumento dos glúteos depende da quantidade aplicada. Em geral, entre de R$ 15 mil a R$ 40 mil. O tratamento com PLLA também é proporcional a quantidade de frascos utilizada, em geral de R$ 2200 a R$ 4400 por sessão.



Que tipo de cuidados o homem precisa ter antes e depois do procedimento? Sexo está liberado?

Após o preenchimento, o paciente deve evitar se apoiar na área preenchida e realizar exercícios físicos dos membros inferiores por 2 semanas, além de três a cinco dias sem sexo. Já a aplicação do PLLA necessita apenas massagem no local duas vezes por dia durante 10 dias. Porém, todas as atividades normais podem ser mantidas, inclusive exercício físico ou relação sexual no mesmo dia do procedimento.

O tratamento com o Aqualift é indicado?

O Aqualift, apesar de muitas vezes colocado como um preenchedor provisório, seu comportamento na pele não é assim. Há inúmeros relatos de complicações tardias relacionadas ao produto, tanto na face como no corpo, podendo levar sequelas permanentes, já que não há como retirar o produto após sua aplicação.

O ácido hialurônico e o PLLA têm alguma contraindicação?

As contraindicações são infecção na pele no local da aplicação, doenças auto-imunes em atividade, alergia conhecida aos produtos (extremamente raro), gravidez e amamentação. Se houver qualquer complicação com o ácido hialurônico (extremamente raro), pode-se aplicar hialuronidase no local para retirada do produto. Deve-se lembrar que todos esses tratamentos são procedimentos médicos, devendo ser realizados por profissionais capacitados. Antes de realizar qualquer procedimento estético é preciso se certificar que o médico seja Dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia ou Cirurgião Plástico especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

 



Técnica japonesa ensina a esconder o pênis para produzir vagina falsa




O Tucking, ou “aquendar a neca”, é um modo que transexuais e travestis desenvolveram para esconder seus órgãos genitais masculinos, a fim de obter uma melhor estética com uma roupa sensual, para auto realização ou mesmo para se passar por mulheres. Trans japonesas criaram um método radical, que usa super cola e cria uma aparência quase real.
 
A técnica japonesa foi disponibilizada na internet e tem direito a manual ilustrado. Primeiro, com o pênis semiereto, cobre-se a glande com o prepúcio e amarra-se a ponta da pele com uma tira adesiva, depois, com o pênis para trás, cola-se a pele da base peniana, do início do saco escrotal, formando os lábios falsos. Um esparadrapo cirúrgico reforça a região colada e ajuda a esconder o pênis entre a pele. A ponta, para fora, confunde-se com o ânus e serve ainda para urinar sem estragar todo o trabalho.

Obviamente, a vagina falsa não serve para ser penetrada. A super cola deve ser usada em poucos pingos e ser descolada com ajuda de água morna, diz o manual, publicado por uma empresa que fabrica e comercializa todos os aparatos usados para a transformação. As trans ocidentais costumam “aquendar a neca” amarrando para trás ou mesmo apenas a colocando entre as pernas.


Medicare: Transexuais poderão pedir cirurgia de mudança de sexo gratuita nos EUA




A exemplo do que acontece no Brasil, as transexuais norte-americanas incluídas no programa Medicare, criado pelo governo Obama, poderão solicitar a operação de readequeação genital (mudança de sexo) e serão avaliadas indivudualmente. A Junta Departamental de Apelações do Departamento de Saúde determinou em 1981 que a operação não seria coberta pelo sistema público de saúde mas o Departamento de Saúde dos Estados Unidos derrubou a instrução no mês passado, depois de uma decisão judicial.
 
A resposta na Justiça foi um pedido negado há dois anos da transexual Denee Mallon, de 74 anos, que não foi atendida em um pedido da cirurgia com base na portaria da década de 80. Mesmo septuagenária, a ex militar, diagnosticada com transtorno de identidade de gênero, queria ser operada e foi à Justiça lutar por seus direitos que foram reconhecidos.
 
Com isso, o ministério instituiu que a Medicare que irá lidar com cada caso de transexualidade individualmente, onde poderá custear a readequação genital e todos os procedimentos julgados necessários, depois da análise se o paciente está pronto para o procedimento. Segundo as novas regras, nenhum pedido será negado sem que o paciente seja avaliado.
 
Em comunicado, as principais organizações pró LGBT dos EUA comemoraram: “Esta decisão elimina uma barreira na cobertura de atendimento médico para as pessoas transgênero sob o Medicare.

Diferente da orientação sexual, a transexualidade ou diforia de gênero, é considerada uma doença. A cirurgia é crucial para a saúde mental e resolução desta problemática para quem nasce no sexo oposto ao qual sente-se pertencer. No Brasil, o Sus realiza as cirurgias mas depara com uma lentidão e burocracia grande. Além dos riscos de uma cirurgia tão invasiva, os resultados nem sempre agradam, colaborando para que muitas transexuais rejeitem a operação.


Trilha Especial: "Your Makeup Is Terrible" com Alaska Thunderfuck


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