terça-feira, agosto 19, 2014

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Mulher de advogado líder antigay nos EUA deixou marido para viver com outra mulher




REVISTA LADO A

O advogado Jonathan Saenz é presidente do grupo Texas Values (Valores Texanos), que luta contra os direitos gays nos EUA, virou homofóbico notório depois que sua esposa, uma professora primária, o deixou para morar com outra mulher, após 9 anos de união. Corrine Morris Rodriguez Saenz se divorciou do advogado em 2011. A situação levou o advogado católico e abandonado a militar contra os direitos gays nos anos seguintes, revelaram os jornais dos EUA esta semana.

O advogado passou a questionar o casamento gay e leis que proíbem a discriminação de homossexuais por meio da entidade em todo o país e a defender os conceitos da cura gay. O casal tem três filhos e hoje dividem a custódia das crianças. O divórcio dos dois foi problemático segundo os autos e o homem alegou que a companheira da esposa seria má influência para seus filhos e tentou de todos os meios obter a guarda das crianças. Ele conseguiu ainda que a  então companheira de sua esposa, também professora, não tivesse contato com seus filhos.


IX Gay Games terminam como maior evento desportivo da história da comunidade gay




O maior evento esportivo da comunidade gay, realizado a cada 4 anos, o Gay Games, comemorou sua nona edição e foi realizado em Cleveland e Akron, Ohio, nos EUA. Com apoio da Cleveland Foundation, o evento recebeu todo o apoio para ser grandioso e foi. Com mais de 7 mil atletas, de 51 países, disputando 36 modalidades olímpicas e não olímpicas, o evento este ano contou com uma mensagem gravada pelo presidente Barack Obama aos competidores, exibida na abertura dos jogos. A saudação de Obama chamou a atenção para os jogos que receberam mais mídia em nível mundial do que as edições anteriores. O mega evento foi encerrado neste Domingo.

Os jogos possuem modalidades mistas nos esportes coletivos, todos podem participar e há vários times representando o mesmo país. Na natação, o brasileiro Paulo Figueiredo levou oito medalhas, acumulando 53 em sua coleção das participações anteriores. O recordista destes jogos foi o nadador norte americano David Smith que levou 10 medalhas para casa. Um dos times de volley do Brasil levou a prata. Mas os jogos não contam medalhas por país, apesar de depois serem divulgadas estas informações, durante o evento o que conta é a confraternização e a mensagem do evento, uma celebração da vida.

Sem dúvida o momento mais alto do evento foi o vídeo enviado pelo presidente Barack Obama em que ele fala de espírito esportivos, das mudanças e ainda solta um “go team USA” no final.

Confira o video da mensagem de abertura do presidente Obama:





POLÍTICA- Candidata a deputada estadual, Luisa Stern revela 10 propostas para a comunidade LGBT





A advogada Luisa Stern concorre ao cargo de deputada estadual pelo PT do Rio Grande do Sul - 13163.

Mulher transexual, transfeminista, militante dos direitos humanos e LGBTs e integrante da Comissão Especial da Diversidade Sexual da OAB/RS, Luisa também atua como militante do movimento social de travestis e transexuais da ONG Igualdade.

Desde 2012, é advogada voluntária do grupo G8, que trabalha com Direitos Sexuais e de Gênero, atendendo casos de violência doméstica, discriminação contra LGBT e ações de retificação de registro de travestis e transexuais (a mudança de nomes nos documentos).

Aliás, é ela quem auxilia no processo de mutirões de processos de retificação de registro civil. Até o momento realizou três, levando a cidadania e o conforto do reconhecimento da identidade para 50 travestis e transexuais.

Confira as 10 propostas de Luisa Stern:

- Apoio e fortalecimento de medidas adotadas no Governo Tarso Genro, como a adoção da Carteira de Nome Social.

- Apoio e fortalecimento do trabalho da Coordenadoria da Diversidade Sexual da Secretaria estadual de Justiça e Direitos Humanos.

- Apoio aos Conselhos Estaduais LGBT e de Direitos Humanos.

- Defesa do Estado Laico e da liberdade religiosa, especialmente das religiões de matriz africana.

- Promoção da igualdade de direitos, autonomia e inclusão social para a população de travestis e transexuais incluindo a luta por lei que permitam a retificação do registro de identidade sem a necessidade de processo judicial.

- Apoio aos mutirões de retificação de registro civil de travestis e transexuais. Incentivar que essa medida seja adotada em todo o país.

- Combate à homofobia, transfobia e lesbofobia, com apoio e medidas nos âmbitos estadual e federal para penalizar os crimes de ódio relativos à orientação sexual e identidade de gênero.

- Apoio e incentivo à saúde da população LGBT, com o fortalecimento do processo transexualizador, criação de ambulatórios de saúde integral para travestis e transexuais e fortalecimento das políticas de prevenção de DST/AIDS.

- Apoio e fortalecimento das políticas culturais voltadas à diversidade sexual, religiosa, de gênero e igualdade racial.

- Defesa da democratização das comunicações e da liberdade na rede, com a democratização das verbas publicitárias e criação de conselhos de comunicação.


Alerta: Super bactérias estão matando no Brasil, principalmente durante o inverno




Enquanto se fala em epidemia de Ebola na África e outras doenças graves, pouco se comenta das super bactérias Estafilococos Aureus (MRSA USA 300) e a Klebsiella pneumoniae Carbapenemase (KPC), dois organismos que depois de modificados em ambiente hospitalar se tornaram resistentes aos antibióticos atuais e vem causando milhares de mortes. Já encontradas fora de hospitais, inclusive no Brasil, a cada inverno, quando o corpo enfrenta viroses e se torna mais debilitado, elas causam mais mortes.

Não apenas imunossuprimidos, crianças, idosos, portadores de HIV e pessoas com saúde debilitada correm risco. Essas bactérias podem penetrar em pessoas saudáveis e causar até a morte por meio de assepsia ou paradas cardíacas ou respiratórias. A bactéria KPC pode ser transmitida por fluidos de pessoas contaminadas e ataca o sangue indo ao pulmão, desenvolvendo grave pneumonia. Já a MRSA, encontrada na pele e em lugares sujos, pode entrar no corpo por meio oral, aéreo ou de fissuras, causando gangrenas e contaminação do sangue, provocando infecções purulentas internas ou externas. As duas podem atacar ainda o trato urinário e sobrecarregar os rins. Pessoas que podem apresentar resistência ou tolerância maior às bactérias ajudam a disseminar as contaminações.

Este mês, a bactéria KCP foi encontrada em pacientes em Joinville e Cascavel. Para evitar o contágio, evite ambientes hospitalares, lave sempre as mãos, frutas e verduras, utilize álcool gel na academia e nas mãos, não compartilhe objetos que levará próximo ao rosto. Evite a fadiga, drogas e álcool que podem baixar a sua imunidade e descanse bem, se puder, reforce a alimentação ou suplementação com vitaminas. Se sentir algum sintoma que envolva desenteria, dores no corpo, dor renal ou febre, procure um médico.


ditorial do jornal O Globo alerta para crescimento da intolerância religiosa no Brasil




O Jornal O Globo publicou neste domingo um discreto editorial, porém cirúrgico em sua opinião, intitulado: “O perigo da intolerância religiosa”. Nele o jornal mostra que no Brasil corremos riscos de perder a tolerância religiosa e ficarmos submetidos a religiões, em frente a crescente intolerância que existe contra igrejas de matriz africana e homossexuais, em nome religiões dominantes, não citando que se refere a algumas linhas neopentecostais, como acontece em teocracias. O ponto de observação é a intolerância latente aos fiéis da umbanda e do candomblé, sobretudo na Bahia, terra dos orixás.

O editorial apresenta dados interessantes, como  22 das 53 denúncias de intolerância religiosa recebidas pelo Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, de janeiro a 11 de julho deste ano foram contra igrejas de matriz africana. De grupo de 840 terreiros, 430 foram alvo de discriminação, sendo 57% dos casos em locais públicos, segundo estudo da PUC-Rio.

"Felizmente, não chegamos aqui ao ponto de outros países em que grupos se organizam para manifestar publicamente o ódio a homossexuais, negros ou estrangeiros. Mas é melhor não pagar para ver. Adeptos dos cultos afro-brasileiros não só denunciam como organizam sua legítima reação em passeatas contra a intolerância religiosa. Contam com o apoio na sociedade e de representantes de outros credos, com quem têm em comum a convicção de que o respeito à fé alheia é sagrado”, pondera o editorial.

Um comentário:

  1. A candidata do PT me parece uma isca falsa para angariar votos LGBTs. De nada vão adiantar as propostas dela já q a Dilma deixou claro ao se aliar a grupos homofóbicos (evangelicos, russia, cuba) q não vai avançar nos direitos LGBTs.

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