terça-feira, agosto 05, 2014

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Justiça chinesa examina polêmico método para 'curar' gays



Da France Presse

Defensores da causa LGBT querem conseguir mudança de mentalidade. Juízes analisam queixa de homem que disse ter ficado traumatizado.

Um tribunal chinês está examinando pela primeira vez os controvertidos tratamentos de "cura" da homossexualidade, em um processo que os defensores da causa LGBT esperam conseguir uma mudança de mentalidade no país.

Os juízes chineses analisam a queixa apresentada por Xiao Zhen, que afirma ter sido traumatizado pelos tratamentos sofridos em uma clínica de Chongqing para "corrigir sua orientação sexual".

Na sessão de tratamento, o pessoal da clínica pediu que ele pensasse em cenas eróticas homossexuais enquanto administravam eletrochoques.

Apesar de em 2001 as autoridades chinesas retirarem oficialmente a homossexualidade de sua lista de doenças mentais, os gays, lésbicas e bissexuais chineses continuam submetidos a uma forte pressão familiar e social, que os obriga a se submeter a tratamentos de cura ou casar com o sexo oposto.

Para os militantes chineses da causa homossexual, este processo representa uma etapa simbólica em sua luta.

As "terapias de conversão sexual" começaram a ser aplicadas no mundo a partir do início do século XX, mas agora as autoridades sanitárias em sua maioria as consideram não científicas, ineficazes e, inclusive, perigosas.

No entanto, é uma indústria lucrativa e mantida em países como Cingapura, Reino Unido e Estados Unidos.


 Canal lança vídeo chocante sobre homofobia na Jamaica




A Tarde

O canal de vídeos VICE News lançou em seu portal um documentário sobre uma comunidade gay na Jamaica que chamou a atenção para a homofobia, amparada inclusive em leis, naquele país. Lançado no final de julho, tinha mais de 200 mil pageviews neste sábado.

Na capital, Kingston, um grupo de homossexuais vive numa espécie de "bueiro", ao relento, e convive diariamente com o risco de assaltos, estupros e até mesmo asassinatos, apenas por ser gay.

Os Gully Queens, como eles chamam a si mesmos, começaram a procurar refúgio nos esgotos depois de serem forçados a sair de barracos e prédios abandonados. Alguns foram expulsos de casa por suas próprias famílias.



Recusando-se a esconder a sua sexualidade, a vida em comunidade, apesar dos riscos, garante um pouco mais de segurança. O esgoto termina criando uma espécie de santuário de boas-vindas aos que chegam.

Vivendo juntos, os Gully Queens conseguem tirar uma pitada de otimismo entre eles, que conhecem como Batman, Rihanna, Beyonce e outros nomes de famosos.

O grupo tenta viver uma vida um pouco mais digna, mas convive com baratas e mosquitos. Ao mesmo tempo, improvisam um chuveiro com água limpa que jorra de um hidrante e dormem em colchões improvisados.

O vídeo (em inglês) da VICE News tem palavreado de baixo calão; assista:



CUIABÁ- Longe de mim!
Juíza usa lei Maria da Penha para proteger homem homossexual




Um caso inédito ocorreu em Primavera do Leste, sul de Cuiabá. A juíza Aline Luciane Quinto utilizou a Lei Maria da Penha para proteger um rapaz que vem recebendo ameaças de seu ex-marido.

A lei é conhecida um dispositivo legal para aumentar o rigor das punições contra a agressão contra mulheres no âmbito doméstico.

No caso, o ex-casal gay conviveu por quatro anos e se separou há um mês. A vítima alega que o ex "extremamente agressivo e possessivo" e que vem "sofrendo ameaças de morte" e que está "sendo perseguido em seu trabalho e na instituição de ensino" em que é aluno.

A juíza compreendeu que as providências de proteção previstas na Lei Maria da Penha também podem ser aplicadas nas relações homoafetivas, uma vez que seja configurada a violência doméstica e a vítima seja vulnerável.

Ela explica ainda que as medidas previstas na Lei podem ser aplicadas em favor de qualquer pessoa vítima de violência em âmbito doméstico, familiar ou de relacionamento íntimo.

De acordo com a decisão, o agressor está proibido de se aproximar do rapaz ou de qualquer lugar onde ele esteja, mantendo uma distância mínima de 200 metros ou até mesmo tentando contar com a vítima por qualquer meio de comunicação.


EMPRESA ALUGA “SERVOS MASCULINOS” PARA GAYS E MULHERES NOS EUA




Visto no Universo AA

Quem nunca sonhou em ter um belo homem em casa, pronto para lhe servir a todas as horas do dia e sempre com um sorriso no rosto? Uma nova startup, a ManServants, vai “alugar” os serviços de “servos masculinos” para mulheres e gays de San Francisco, na Califórnia (EUA).
 
A ideia do ManServants surgiu quando Christina Nickas, uma de suas idealizadoras, estava organizando a despedida de solteira. Ela não queria strippers seminus para animar a festa, e sim servos, que mantivessem a classe e ainda assim fossem submissos aos pedidos da mulherada. Ao se deparar com uma grande dificuldade em achar o que procurava, ela decidiu criar uma empresa para oferecer esse tipo de serviço.
 
“Nós acreditamos que assistentes pessoais e ‘garotos de piscina’ são luxos que todas as mulheres e rapazes gays merecem – mesmo que seja por apenas um dia. E eles também dão bons acessórios. Nós acreditamos que mulheres estão em seu melhor quando agem como mulheres, não como homens”, afirma a empresa.
 
“Um servo é um cavalheiro que sabe como encantar damas e mantém uma festa em andamento. Ele é a alma da festa, enquanto faz as damas serem as estrelas do show. Ele servirá drinks, acenderá cigarros, tirará fotos do Instagram, servirá uvas e irá além dos chamados do dever para satisfazer todos os desejos de uma mulher”, descreve a empresa. Os serviços terão um preço inicial de US$ 80/hora ou US$ 300/dia.
 
Atualmente, elas estão montando um catálogo de “servos”. A expectativa é que o serviço da ManServants comece a ser oferecido a partir de setembro.
 



SP- Até que o papel nos separe!
Depois da conquista do casamento, gays começam a se divorciar




Um fato curioso já começa a acontecer no Brasil, depois da conquista do casamento gay em 2013: a separação de casais formados por pessoas do mesmo sexo.
De acordo com a Folha de São Paulo, advogados começam a atender os primeiros divórcios gays em São Paulo.

Dentre eles, está o caso de Carlos e Rui, que se casaram no papel em dezembro de 2012 e que agora querem se divorciar também no papel. Eles garantem que não houve nenhum problema no processo. "Foi tudo tranquilo, como foi tranquilo se casar", garante Carlos.

O advogado Dimitri Sales revela outro caso curioso que atendeu recentemente: o de um ex-casal em que um quer ganhar pensão após a separação e o outro nega a obrigação de pagar. "A lei pode ser dura. Mas a gente não queria ser tratado igualmente? Pois eis", declara.

Diante da separação, Carlos só não quer que seu sobrenome seja divulgado na imprensa. O motivo? "Não vou ser a cara do fiasco do casamento gay". Então tá!

Nenhum comentário:

Postar um comentário