terça-feira, setembro 09, 2014

MINHA VIDA GAY

Casamento real gay: Brasileiro se casa com príncipe italiano no Rio de Janeiro.




Aconteceu no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (03/09), um discreto e lindo casamento entre o brasileiro Henrique Mollica e o príncipe italiano Giulio Durini di Monza, da Lombardia, na propriedade secular da família italiana em solo carioca. Juntos há três anos, os dois moram entre Milão e o Rio de Janeiro e se conheceram na cidade maravilhosa. Um verdadeiro conto de fadas, já que o rapaz brasileiro agora também é príncipe.

Uma juíza de paz realizou o casamento, termo que ela fez questão de usar e explicar. Tudo isso foi destaque na coluna blog da sempre maravilhosa Hildegard Angel que cutucou: “Saibam vocês que a expressão “união civil” é usada no mundo inteiro para tentar rebaixar o direito dos gays ao casamento, criando uma instituição paralela discriminatória, exclusiva para homossexuais”. A Itália ainda não reconhece o caamento gay.


Enfim casadas: Depois de 72 anos juntas, lésbicas de 90 anos se casam nos EUA




Muita coisa aconteceu no mundo desde 1942, quando se conheceram. Elas se conhecerem quando o mundo vivia os últimos anos da Segunda Guerra Mundial. Vivian Boyack, 91, (esq.) e Alice 'Nonie' Dubes, 90, viram o mundo mudar muito nestes 72 anos que estão juntas. Neste final de semana, as duas consolidaram a união de mais de sete décadas em uma igreja cristã em Davenport, Iowa.

Apesar do estado do Iowa permitir o casamento gay desde o ano passado, as discretas senhoras resolveram trocar votos para amigos e parentes em uma cerimônia íntima apenas agora. Desde 1947 elas se mudaram para a cidade, vindas de Yale, e são conhecidas na comunidade. “Esta é uma celebração que deveria ter acontecido a muito tempo”, afirmou a pastora que celebrou a cerimônia, emocionada. Vivian foi professora por toda sua vida e Alice trabalhou como auxiliar de contabilidade.


Juiz dá a casal gay licença de trabalho após adoção.




Após passarem cerca de um ano e meio passando por um processo de habilitação para a adoção e conseguirem a guarda de quatro irmãos em junho deste ano, Rogério Koscheck e Weykman Padinho comemoram um avanço na Justiça: a licença de trabalho para cuidar das crianças.

Weykman é profissional autônomo e, por isso, tem maior flexibilidade de horário, mas Rogério é funcionário público e, para cuidar dos filhos precisava de uma licença no trabalho. Quando decidiu solicitar à Receita Federal, onde trabalha como auditor fiscal, já sabia que seria negado, visto que usualmente os 90 dias são concedidos às servidoras; aos servidores são dados apenas cinco dias.

Diante disso, os advogados do casal ingressaram com um mandado de segurança na Justiça Federal e o juiz entendeu que o benefício deveria ser dado a Rogério. Mais 60 dias foram concedidos ao servidor, através do decreto 6.690/2008 que prorroga a licença da gestante e adotante, já que uma das crianças tem apenas sete meses de idade.
"O que é uma alegria para a gente é que o juiz foi extremamente coerente. O que se vislumbrou na decisão foi muito mais o benefício às crianças de terem uma manutenção do vínculo afetivo, do que o fato de quem cuida ser servidor ou servidora. O juiz considerou a equiparação do Supremo Tribunal Federal de igualdade de direitos entre os homoafetivos e os casais héteros. A decisão foi ampla neste sentido. Com a logística a gente se vira, consegue ajuda, a gente se desdobra, mas a criação e a manutenção do vínculo afetivo são as principais funções da licença", comemorou o auditor fiscal.
Os quatro irmãos moravam em um abrigo em Marechal Hermes, no Subúrbio do Rio. Além do bebê de sete meses, Rogério e Weykman também adotaram um menino de dois anos, uma menina de três e uma outra menina de 11 anos. Três deles têm HIV. Já que a família aumentou, o casal está se mudando de um apartamento de três quartos para um de quatro quartos. E a mudança na vida de Rogério e Weykman não é só de espaço físico, houve também uma grande alteração na rotina.

"Não é fácil, são quatro demandas muito diferentes. Não são só fraldas e mamadeiras. Enquanto um chama, temos que auxiliar a mais velha nos deveres da escola. Fizemos uma planilha com 43 linhas que horários e dosagens de remédios e vitaminas. Mas por outro lado são quatro alegrias diferentes, são quatro crianças diferentes", contou Rogério.


Alunos vestem saias em protesto contra o sexismo em colégio do RJ




UOL

Um grupo de alunos trocou as calças azul marinho do uniforme do Colégio Pedro 2º, no Rio de Janeiro, por saias na última terça-feira (02/09) em um protesto "contra o sexismo". Os meninos não podem usar bermuda na escola, enquanto as meninas podem usar saia.
 
Segundo a direção do colégio, um aluno vestiu uma saia no dia 23 de agosto dentro das dependências da escola e, em seguida, foi orientado pela Sesop (Setor de Supervisão e Orientação Pedagógica) "sobre a necessidade de seguir as regras estipuladas pela instituição sobre o uso do uniforme escolar".
O colégio diz que em nenhum momento o aluno foi impedido de circular pelas dependências do prédio.
 
Por causa do ocorrido, um grupo de estudantes organizou um protesto no último dia 2, com meninos e meninas vestidos de saia, segurando cartazes e gritando frases "contra o sexismo".
 
"O Colégio Pedro 2º reconhece que a adolescência é um período de descobertas e repudia qualquer tipo de intolerância e discriminação", disse a escola federal.
 
"Ressaltamos que o atual Código de Ética Discente está sendo reformulado com a participação de toda a comunidade escolar, contando inclusive com a participação ativa dos alunos, que podem sugerir as alterações que acharem necessárias".


Monster monstro: Adolescente gay fã de Lady Gaga discrimina outro e é chamado de rude pela cantora.



A cantora Lady Gaga chamou de “rude” um de seus seguidores que fez um comentário homofóbico no Twitter. Se referindo a um gay que usava uma mochila da cantora na sala de aula, Matthew Gronenthal, que também é gay, se deu mal.

"Este gay da minha sala de Matemática é demais. Ele usa gravata- e tem uma mochila da Gaga. Bichinha fresca, tenha algum estilo", escreveu o rapaz que tomou um susto com a resposta da cantora: “Ei, é do meu amigo que você está falando. Pare com isso. Seu rude", postou Gaga que foi seguida por sua legião de fãs. Em seguida o rapaz pediu desculpas, disse ser gay e fez o maior drama. "Fiz um comentário grosseiro sobre um garoto da minha aula que estava usando uma mochila da Gaga. Não tenho ódio algum. Desculpem", "Oh, meu Deus, @ladygaga, eu estava apenas comentando sobre ele. Também sou gay. Desculpe-me por ser tachado de grosseiro", "Estou recebendo ameaças de morte. Vi Lady gaga duas vezes em Chicago e costumava ser um grande fã. Me perdoe pelo que eu disse", respondeu o rapaz em seguida.

Infelizmente o preconceito interno dos gays é tão cruel quanto o dos homofóbicos.


Trilha Especial: Cosmo Jarvis - Gay Pirates


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