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HOMOSSEXUALIDADE

Está melhorando!- Confira quais são os avanços dos direitos gays no mundo.


Cinco países ainda executam homossexuais; em outros 73 o sexo entre gays é considerado crime.

Poucos compreendem os meandros e reviravoltas do sistema jurídico americano. Mas sabemos o seguinte: os direitos dos gays têm avançado como uma força irresistível.

No dia 6 de outubro a Suprema Corte rechaçou apelos contra decisões de tribunais legalizando o casamento entre pessoas do mesmo sexo em cinco Estados. Graças a esse precedente, o número de Estados que reconhecem o casamento gay pode logo chegar a cerca de 35 dentre os 50 que formam os Estados Unidos. No próximo ano é possível que a Suprema Corte derrube as proibições estaduais remanescentes contra o casamento gay.

A vida dos homossexuais em boa parte do mundo melhorou no decorrer das duas gerações mais recentes. O sexo entre gays era ilegal até os anos 1960 na Grã-Bretanha, e até 2003 no Texas. A China tinha o hábito de enviar os homossexuais a campos de trabalhos forçados sem se preocupar em levá-los a julgamento. Agora, o sexo entre gays é permitido pela lei em pelo menos 133 países, dos quais três dúzias permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou união equivalente.

Na maioria dos países ricos os casais gays podem morar juntos abertamente sem que seus vizinhos estranhem o fato. Na China, Japão, África do Sul e boa parte da América Latina, a vida dos gays é muito mais fácil do que jamais foi antes.

O que provocou essa súbita e bem-vinda mudança? Um fator acima de todos os demais: quanto mais os homossexuais assumiam abertamente sua orientação e saíam do armário, mais os heterossexuais começaram a perceber que tinham sobrinhas, médicos ou colegas de boliche que eram gays. A proporção de americanos que dizem ter um amigo, parente ou colega de trabalho homossexual triplicou desde 1985, passando de menos de 25% a 75%. A urbanização também ajudou. É muito mais fácil encontrar ambientes voltados para o público gay numa cidade grande repleta de anônimos do que ser o único homossexual de um vilarejo tradicional. Conforme o mundo se torna mais urbano, a zona de tolerância vai sem dúvida se expandir. A globalização também faz diferença. Graças à internet, os gays que moram em países onde são tratados como párias ou criminosos sabem agora da existência de um grande número de países onde eles seriam tratados como iguais. Para aqueles que exigem justiça, nada pode ser mais inspirador do que saber que outros já se envolveram na mesma luta - e tiveram sucesso.

Em alguns países, a luta pelos direitos dos gays mal começou. Cinco países ainda executam homossexuais; em outros 73 o sexo entre gays é considerado crime. No Irã e na Arábia Saudita, se um homossexual exigir direitos iguais, correrá o risco de ser enforcado ou apedrejado. Compreensivelmente, muitos preferem viver em segredo, ou, quando possível, mudar para um país mais tolerante. Alguns políticos, como o russo Vladimir Putin e o nigeriano Goodluck Jonathan, incitam o ódio contra os gays para desviar a atenção do eleitorado da corrupção e da inépcia de seus próprios governos. Mas, em boa parte do mundo, o cálculo político oposto é válido. O reconhecimento da igualdade de direitos para os gays é uma das poucas coisas que um governo pode fazer para agradar a muitos eleitores sem incorrer em nenhum custo. Assim, os direitos dos gays, que nada são além dos direitos humanos, devem ser difundidos ainda mais.


Desfazendo mitos- União gay é tão estável quanto  a heterossexual, aponta estudo

 

Estudo acompanhou casais gays e héteros entre 2009 e 2013 nos EUA
Os índices de separação dentre casais homo e heterossexuais não são nada díspares como algumas pesquisas já mostraram.

Um novo estudo, realizado pelo sociólogo Michael Rosenfeld, da Universidade Stanford, aponta que as separações tem números próximos seja qual for a orientação sexual do casal.

Na pesquisa, publicada no periódico Journal of Marriage and Family, no início do mês, Rosenfeld explica que os estudos anteriores que reportavam uma maior instabilidade em relacionamentos gays não levavam em conta que as taxas de casamento dentro da comunidade LGBT eram menores.

Segundo o sociólogo, o que determina a longevidade de uma relação entre duas pessoas não é o sexo do casal, mas sim o fato de estarem casadas ou não. Ele também deixa claro que o conceito de ‘casamento’ não é restritivo, podendo abranger também uniões estáveis ou convivências maritais.

Foram acompanhados, no período de 2009 a 2013, 3.009 casais em várias regiões dos Estados Unidos. Dentre eles, 471 mantinham relações fixas com pessoa do mesmo sexo.


DF- Hetero-g0ys


Eles ficam com homens e negam ser gays. Conheça os g0ys de Brasília!

Eles causaram polêmica por expor uma nova orientação sexual e, por isso, se tornaram um assunto bastante comentado na internet. Os g0ys (escreve-se com o algarismo zero no lugar da letra A da palavra gay) não se identificam com o comportamento sexual dos gays e desconsideram o sexo entre homens, apesar de se relacionarem com outros homens (e com mulheres, em alguns casos). Em Brasília, o movimento conta com adeptos e dois deles, que ajudam a disseminar a cultura desta vertente sexual falaram com o R7 DF sobre o assunto.

Um dos apoiadores da bandeira g0y em Brasília se identifica como Master Fratman e afirma que possui um bromance – uma mistura de amizade e romance – e se define como hetero-g0y, uma vertente da bissexualidade. Ele também se relaciona com mulheres e conta que já falou sobre esta característica para sua última namorada, que levou um “grande susto inicial”.

Tenho um bromance. Não é namoro. É apenas uma amizade mais íntima e sem sexo penetrativo com outro homem.

O apoiador da causa participa de um site voltado para dúvidas e informações sobre os g0ys e se defende quanto às críticas de que seja um gay enrustido. Ele considera que, socialmente, é mais fácil ser um homossexual assumido do que um g0y. Para ele, não é uma questão de ser gay e fingir não ser. Fratman acredita se tratar de uma vertente de orientação sexual diferente, sem “os rótulos do mundo gay”.
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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