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MINHA VIDA GAY

Repórter relembra ataques homofóbicos que sofreu e questiona se gays são livres no Brasil


Protestamos, mas estamos seguros?

Há cerca de cinco anos eu caminhava com meu pai, de mãos dadas, pela Avenida 9 de Julio, em Buenos Aires, na Argentina. Naquela época eu esperava alguns documentos serem oficializados para poder estudar Ciências Políticas na Universidad Católica de Buenos Aires, meu pai precisava estar presente para assinar alguns papeis, já que eu tinha apenas 17 anos. Caminhando, ainda de mãos dadas com ele pela famosa avenida mais larga do mundo, passamos em frente a uma boate de prostitutas, algumas garotas de programa entregavam flyers de uma festa da casa. Meu pai, todo saidinho, quis ler o que estava escrito no papel e foi em direção a uma das garotas e recebeu um “no, esta fiesta no es para gays”. Expliquei que éramos “papa y hijo”, a mulher, sem graça, pediu desculpas e ofereceu até alguns drinques grátis, mas, pode ter certeza que não faço a linha de frequentar puteiros. Eu senti um arrepio em saber que mesmo não sendo assumido naquela época, sempre sofreria algum tipo de preconceito por ser gay.

Alguns anos antes. Aos 15 anos. Lembro do Verão de 2006 que escreveram na rua de casa, e na calçada da casa que eu morava que “no número 2854 mora um viadinho”, e outros insultos que preferi esquecer.

Os anos passaram, voltei para o Brasil, me formei em Jornalismo e há algum tempo trabalho no segmento LGBT, e claro, saí do armário para minha família. Mas sabe como vivo? Com medo de um dia, um dia qualquer, sair de casa para trabalhar, ou para se reunir com amigos, e não voltar para casa. Parece um paradigma, não? Dizem por aí que a palavra gay vem do inglês “pessoa feliz”, viver feliz sendo quem sou é a única certeza que não tenho.

Em menos de um mês, dois seres humanos foram brutalmente mortos. Por mais que as fontes oficiais afirmem com todas as letras em seus Boletins de Ocorrência que foram no caso de Kaique Augusto Batista dos Santos um suicídio; e no caso de Bruno Borges de Oliveira, um latrocínio (roubo seguido de morte). Eu, como gay, tenho plena consciência de que esta não é uma verdade que condiz com a realidade.

No fim de 2013, em outubro, eu caminhava pela Rua Frei Caneca, sozinho, em direção a um hotel, já que era tarde da noite e não dava para voltar para casa. No caminho, fui surpreendido por três rapazes com uma faca, que me jogaram no meio da rua enquanto gritavam “sua bichinha de merda, vem dar o cu aqui, agora tem que apanhar”, enquanto me davam socos e chutes. Em posição fetal, eu tentava me proteger dos ataques. Não entendia o motivo de tanto ódio, só acreditei por alguns instantes que eu estaria estampado nas redes sociais do dia seguinte como mais uma vítima de “assalto” ou de “homofobia”. Me levaram a bolsa com meus pertences. Medo. É assim que vivo em um país ainda fundamentalista, dominado pela igreja e pouco moderno.

Enquanto uma parcela da militância LGBT discute o que é homofobia, transfobia e lesbofobia. Enquanto o Congresso engaveta leis que garantam a minha sobrevivência, enquanto a igreja marca seu território no poder político e enquanto seres humanos são mortos e descartados como seres desnecessários, eu vivo com medo.

Caminho pelas ruas do centro de São Paulo ou de qualquer outra cidade brasileira como se eu estivesse cometendo um crime apenas por existir. Me parece que sempre preciso viver escondido. Estranho pensar assim, ainda mais quando trabalho em uma das publicações para LGBT mais importantes do País, a revista Junior.

Políticos fazem da minha sexualidade moeda de troca e negociam terrenos no poder com a bancada evangélica. Nesta esquizofrenia política, de um lado o Governo faz políticas pífias, que mais parecem propagandas para ninguém, dizendo que apoia os direitos LGBT. De outro lado, o mesmo Governo negocia com gente que quer ver meu sangue escorrer pela sarjeta da marginalidade. Enquanto isso, trabalho. Pago meus impostos. Não sei em quem votar. Preciso cumprir meus deveres civis. Tudo isso parece uma via de mão única em que só eu estou me ferrando.

No início de janeiro deste ano, no ato contra homofobia que fizeram em homenagem a Kaique, no Largo do Arouche, passei por uma situação questionadora. Na frente da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, depois que o ato chegou ao fim, com meu amigo e também gay, junto com outra amiga hétero, ficamos cerca de cinco minutos questionando se deveríamos ou não caminhar por cerca de 30 metros em direção à entrada do Metrô Anhangabaú. Cinco minutos um olhando para o outro se deveríamos ou não passar por ali, apenas porque somos gays e poderiam nos violentar por algum estranho.

Não é só aqui, mas também não me consola
Assistindo um documentário britânico, intitulado “O pior lugar para um gay viver”, fiquei chocado quando o documentarista pergunta para pessoas comuns na rua da capital de Uganda o que elas pensam sobre os gays, e todos querem que sejamos mortos. Lá, nós gays aparecemos nas capas de jornais e revista para sermos procurados pela população, apenas por amar. Dizem por aí que eu devo morrer.

No Irã, a homossexualidade é crime e passível de pena de morte. Mas, a transexualidade não, inclusive o governo apoia a cirurgia de readequação de sexo, um paradoxo. Muitos gays acabam se submetendo à cirurgia apenas para não serem presos e apedrejados pela lei islâmica. Lá, também dizem que devo morrer.

Em cerca de 75 países, ser homossexual é crime. Em cerca de 20 deles a pena é decretada com a morte de quem praticou o ato de amar. E aqui no Brasil, a legislação fica em silêncio e deixa a sociedade dar a sentença. O Governo fica calado, não se pronuncia, não se coloca em ação, apenas dialoga dos dois lados da moeda para ver por onde ganha mais espaço, mais poder.

Enquanto isso, sangue de seres humanos escorrem pelas sarjetas da cidade. Um ódio pelo ato de amar, que realmente não sei de que lugar foi criado. Será que estas pessoas não têm consciência do que estão fazendo?

No fim do ano passado, saindo de um salão de cabeleireiro na Rua Augusta, bem perto do lugar que Bruno foi assassinado, meu amigo e eu fomos atacados por um rapaz. Assim que pisamos na calçada, ele simplesmente disse: “eu odeio vocês viadinhos, vocês devem morrer”, e armou um soco na nuca de meu amigo. Saímos correndo. Fomos até a delegacia registrar um B.O, qual a preocupação do atendente de plantão? Se eu realmente tinha cortado o cabelo, e se nós (meu amigo e eu) éramos um casal ou apenas amigos mesmo. O B.O foi registrado? Não. Enquanto o Estado não me dá o direito de oficializar uma agressão, fica na minha cabeça a sentença: “vocês devem morrer”.

Um aviso

Se um dia, espero que isso não ocorra, meu sangue escorrer pelas sarjetas deste País, quero que minha morte seja investigada com o mínimo de seriedade. Antes de qualquer registro leviano, não sou um suicida em potencial. Muito menos vítima de um mero latrocínio não investigado, só porque levaram meus velhos All Stars e meu celular comprado a prestação nas Casas Bahia.

Ex Dominó




Um dos ex integrantes do grupo Dominó, sucesso nos anos 80 e 90, saiu do armário para o site Pure People. Íttalo Coutinho, afirma que é casado com o diretor da sua banda há oito anos e que guarda boas memórias dos tempos que integrava o cast da banda da produtora do empresário Gugu Liberato. Da boy band, o rapaz agora lança um álbum Sertanejo. Coutinho integrou o Dominó em uma das últimas formações, ao lado do apresentador Rodrigo Faro e do peladão Klaus Hee, na década de 90, até 1995.

Segundo o quarentão, enquanto morava na Europa por sete anos gravou dois álbuns solo, além dos outros dois com a banda

Relato gay – Um sonho em Paris



POR:M.V.G.

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FOFOCAS DE CELEBRIDADES-GOSSIPS

Beijo gay hoje




Expectativa geral para o final feliz de Niko e Félix em “Amor à Vida”. Boatos contam que três finais foram gravados para o casal. Um com um beijo cinematográfico, outro com um selinho e um mais conservador apenas com carinho. A decisão da intensidade do final feliz será decidido pela direção da emissora após consultar o público e executivos da empresa. A gente aposta no selinho demorado, como modo de provar moderação e “agradar” a todos.

Nova minissérie da Globo - A Teia - terá casal lésbico com direito a beijo




Publicado pelo MixBrasil
Janeiro é conhecido por uma melhora na qualidade do conteúdo da televisão brasileira, pois é a época em que a maioria dos programas dão férias para a sua equipe e as emissoras recorrem aos seriados – nacionais e internacionais. A Rede Globo é uma das empresas que investe pesado em séries que têm roteiros formidáveis, imagens impactantes, boa direção e excelentes atores.
Foi assim com “Amores Roubados” e provavelmente também será com a minissérie “A teia”, que estreia dia 28 de janeiro e terá um casal homossexual vivido por Inês Peixoto e Juliana Schalch. Juliana é Suzane, namorada de Wanda (Inês Peixoto), e acaba fazendo parte da quadrilha de Baroni (Paulo Vilhena). “Ela fica vigiando um dos lugares onde eles vão fazer um assalto, ela faz parte do planejamento do assalto”, conta Juliana.
Motivo de tensão em produções de ficção da Globo, o beijo gay deve finalmente acontecer.

Inês e Juliana confirmam ter gravado uma cena. "É importante colocar a questão da homossexualidade na tela. A mulher gay é menos vista na TV", diz Juliana
A atriz adiantou como será a relação do casal. “É muito divertida a relação das duas. De alguma maneira, a Suzane traz um respiro para a Wanda. Ela tem uma pessoa com quem ela pode dar uma descarregada quase adolescente, entende? Ela é bem mais velha, e com a Wanda é um namoro quase pueril.”
Será que o beijo vai ao ar?

Cauã gay?



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DIVINO









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HOMOSSEXUALIDADE

A homofobia assassina em números no ano de 2014


Por: Reverendo Retamero




HOMOFOBIA EM NÚMEROS EM 2014

Trinta! Em 28 dias do ano de 2014 já são TRINTA o número de “homocídios” no Brasil. Em 2012, conforme tem circulado pelas redes sociais, 44% dos crimes homofóbicos com vítimas fatais ocorreram na pátria “mãe gentil”, o Brasil, que está mais para madrasta e má mesmo, do povo LGBT.

Este número pode não alarmar muito os incautos. Aqueles que não acreditam que existe homofobia no Brasil. Acham que aqueles que estão em alerta, contando o número de vítimas como o Grupo Gay da Bahia, estão produzindo “factoides” ou contos da carochinha, isso para não falar daqueles que põe a culpa na vítima, como já li e ouvi tantas e tantas vezes.

O último crime homofóbico letal aconteceu em plena rua Augusta na cidade de São Paulo, o nome da vítima era Bruno e tinha apenas 18 anos de idade. Seu crime? Ser gay. Sua sentença? A morte.

No Irã, onde a pena de morte é aplicada aos homoafetivos, certamente matou-se menos em 2014 que no Brasil nos primeiros 28 dias do ano.
Soube hoje, pelo Facebook, que um rapaz niteroiense foi brutalmente agredido e só saiu com vida da briga com seu agressor porque lutou muito pela vida! Foi agredido não porque o agressor queria sua mochila ou sua carteira, mas por simplesmente ser gay.

São Paulo acompanhou o caso do adolescente Kaique e a versão oficial do caso é que foi suicídio. Polícia locuta, causa finita! A família admitiu a versão, dizendo que no diário do adolescente estava mesmo registrado um texto de despedida. Ainda que seja suicídio, o que ocorreu com o adolescente paulistano é fruto da homofobia, a chamada homofobia internalizada, causada pela pressão social que o povo LGBT sofre desde que os sinais de uma sexualidade destoante da norma aparece.

Qual é a causa da homofobia? O que leva um ser humano a matar o outro, a ter ódio do outro por ser gay, lésbica, bissexual, travesti ou transexual? Alguns responderão com propriedade que é o machismo. Outros apontarão o patriarcalismo brasileiro, outros, ainda, a misoginia [aversão ao feminino ou ao que parece ser feminino].

Tais respostas são dadas por aqueles que ficam, na minha opinião, na superfície do problema. Quem deu luz ao machismo, patriarcalismo e misoginia? O que está na base da nossa cultura que faz movimentar essa máquina de morte?

A religião! Não é à tona que nossa cultura é chamada “judaico-cristã”!

Religiosos sinceros dirão que culpa-los pelo assassinato de pessoas LGBT é um “pecado”, uma mentira, uma calúnia! Porque eles pregam que se deve “amar o pecador” [no caso os LGBTs], mas ODIAR, ABOMINAR o pecado [no caso, a prática, a sexualidade vivida e assumida].

“Orações Para Bobby”, um filme coproduzido pela Igreja onde sou Ministro mostra muito bem como a coisa toda funciona. Pais e mães, crianças, adolescentes e jovens são bombardeados pela pregação pastoral ou clerical que diz que a homossexualidade é uma abominação! Ora, se é uma abominação a Deus, deve ser abominada da terra, tem outra saída?

Nunca ouvi de um pastor ou padre que se deve sair por ai batendo, torturando e assassinando LGBTs e creio que jamais ouvirei. O discurso é mais sutil, mas eivado de reprovação que leva ao ódio.

Também não tenho dados para provar que a maioria dos assassinos de LGBTs são religiosos, contudo, são pessoas, não são ETs. São pessoas formadas, adestradas dentro dessa cultura judaico-cristã que diz com todas as letras que homossexualidade é uma abominação.

Sendo o discurso religioso um discurso performativo, ou seja, que leva o sujeito que adere tal discurso a uma ação, a um posicionamento, logo, aquele que aceita como verdade legítima e incontestável o discurso homofóbico [sim! Repito! HOMOFÓBICO!] da religião fundamentalista, jamais será um defensor dos direitos civis para o povo LGBT, muito menos aprovarão suas práticas, ou seja, a vivencia das suas sexualidades [sim, no plural!].

Tenho acompanhado o Papa Francisco e suas breves, mas importantes alocuções sobre homossexualidade. Este Papa tem feito em pouco tempo o que em 2 mil anos de história da Igreja foi simplesmente a legitimação do discurso que cola na sexualidade homoafetiva o selo da abominação. Dentro do avião, respondeu ao jornalista que lhe perguntou acerca do assunto: “quem sou eu para julgar?”. Jamais, até onde estou eu ciente, um Papa declarou algo parecido.

Os pastores fundamentalistas jamais disseram algo neste sentido que o Papa Francisco declarou. Eles preferem o discurso hipócrita do “ame o pecador, mas abomine o pecado!” Para além, continuam atuando junto aos parlamentares evangélicos fundamentalistas para que nada, nenhuma lei que promova a cidadania plena de LGBTs seja aprovada no Congresso Nacional. Fazem lobby pesado contra o que eles chamam de “agenda gay” ou “homossexualização da sociedade brasileira”.

O fato é que, ainda que indiretamente, a religião fundamentalista tem suas mãos sujas do sangue do povo LGBT assassinado. Essas trinta almas ceifadas nos primeiros 28 dias de 2014, empaparam o solo do Brasil com seu sangue e perderam sua vida por conta do discurso que gera um posicionamento, que se dissemina e que é formadora da nossa cultura.

Não dizem os parlamentares da Frente Parlamentar Evangélica e seus defensores tele-evangelistas que o Brasil é laico, mas não é ateu? Que nossa cultura é judaico-cristã? Então! É com a ajuda deles, com o discurso deles que é reforçado o senso comum que trata o povo LGBT como abominação, digo o povo, as pessoas e não as práticas porque para mim é inconcebível separar agente de ação. Eu sou gay, logo, vivo minha sexualidade, logo, quem vive minha sexualidade sou eu. Como separar isso? Como me amar e, ao mesmo tempo, abominar minha sexualidade plenamente vivida?

O que é abominável é preciso ser extirpado. É preciso ser erradicado. Estão conseguindo aos poucos (?) muitas aspas nesse “pouco” porque 28 mortes já em 2014 é um número alarmante!

Para além dos religiosos fundamentalistas eu lanço a acusação de coautores desses crimes os parlamentares que nada fazem, além do Poder Executivo da Nação que só faz é conchavo com os fundamentalistas porque o que mais interessa é o resultado das urnas, ainda mais em ano de eleição. Sim, nossos políticos também têm as mãos sujas de sangue por serem omissos, e, no caso da Frente Parlamentar Evangélica por ser a pedra de tropeço para a aprovação de leis que possam vir a proteger nosso povo do Arco-Íris.

Trinta mortes, trinta crimes de ódio nos primeiros 28 dias do ano! Se uma imagem fala por mil palavras, creio que um número que também é imagem se digitalizado como estou fazendo agora – 28 – também vale por mil palavras.

E não pense que você que me lê e que se acha o gay macho está livre de ser a próxima vítima! Não pense você que não gosta de militância e ainda fala mal – sim, eu sei que temos muitos problemas na militância, mas isso não é desculpa – acha que a mão assassina e homofóbica não possa te atingir. Sinceramente, eu desejo que não. Sonho e luto para que tais crimes de ódio sejam erradicados do Brasil! Mas pense! Pense e aja! Eu e você podemos ser a próximo cadáver estirado no chão porque simplesmente somos o que somos!

O Anormal
Jogador da seleção de vôlei critica personagens gays: Prefiro que meu filho não veja isso!




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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Michelle Obama, primeira-dama dos EUA, destaca atleta gay para discurso no Congresso


Jogador é convidado por Michele


O jogador de basquete norte-americano Jason Collins, que é o primeiro atleta em atividade das quatro grandes ligas esportivas profissionais da NBA dos Estados Unidos a se declarar gay, foi destacado pela primeira-dama dos EUA, Michele Obama, para discursar no Estado da União marcado para esta terça-feira, 28 de janeiro.

A Casa Branca usa a área reservada para a primeira-dama no plenário da Câmara dos Deputados durante o discurso anual do presidente para destacar pessoas e temas importantes para ela e para o governo. O jogador não é o único convidado.

Na lista estão o chefe dos bombeiros de Moore, Estado de Oklahoma, Gary Bird. Ele liderou o resgate após o tornado que atingiu Moore, matando 25 pessoas, incluindo crianças. Outros convidados são uma professora de Washington e um estagiário da Intel, que tem apenas 16 anos.

Prefeito de cidade sede das Olimpíadas dá discurso homofóbico e diz que não há gays na cidade




Anatoly Pakhomov, prefeito da cidade russa de Sochi, sede das Olimpíadas de Inverno 2014, que começam no próximo mês, afirmou esta semana à BBC que gays serão bem vindos aos Jogos e que não precisam se preocupar com a lei que pune a propaganda homossexual a menores de idade. Porém, deixou claro seu apoio à lei e afirmou ainda que não há gays na cidade.

“É problema deles, de suas vidas privadas, mas aqui no Cáucaso, onde vivemos, não é aceito. Não há nenhum em nossa cidade” completou o prefeito sobre suas boas vindas aos gays. Ao ser criticado por dizer que não há gays na cidade, mudou o que disse: "Não tenho certeza. Não conheço muito bem eles", afirmou Pakhomov .

Discurso parecido deu o presidente Vladmir Putin, na semana passada. Ele afirmou que os gays são bem vindos, desde que não mexam com as crianças.

Os Jogos devem debater o respeito à comunidade gay. Muitos artistas assumidamente homossexuais participarão dos Jogos e os EUA promete levar o tema sempre que possível, a começar por uma atleta lésbica empunhando a bandeira do país na abertura dos Jogos Olímpicos.

Lentes do protesto
Artista russo faz foto com dois homens nus para protestar contra a homofobia e o racismo.




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Homens bonitos



E ai galera tudo bem?
Hoje um especial com homens Asiáticos e a seleção esta muito boa.

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AMOR A VIDA

Cresce torcida por beijo gay em "Amor à Vida"






Publicado pela FolhA

Público, elenco e o próprio autor, Walcyr Carrasco, incluem a torcida para que Niko (Thiago Fragoso) e Félix (Mateus Solano) protagonizem o primeiro beijo gay da teledramaturgia brasileira, durante o último capítulo de "Amor à Vida", que vai ao ar nesta sexta-feira, na Globo.
Tudo vai depender do que a emissora decidirá nos próximos dias. Existe até a possibilidade de a cena ser gravada e permanecer na gaveta, aguardando um aval da direção.
A Globo, que já havia decidido não mostrar o beijo, teria repensado a decisão após avaliar que a maior parte dos telespectadores aprova a cena. Nada que, aliás, já não tenha acontecido no reality show "BBB 14".


Homofobia cruzada



Paula Braun , esposa do ator Mateus Solano (Félix de Amor à Vida), que postou nas redes sociais que torce pelo beijo gay do personagem do marido e já deu depoimento para a imprensa por sua torcida, recebeu críticas da sua família. O post “Aff, cena linda! Beija, Félix”, afirmou ela no Twitter, recebeu retaliação dos parentes que condenaram a alegria da moça pelo personagem gay.

“Coisa chata é ficar recebendo mensagem preconceituosa de primo e parente. #meuc***”, reclamou ela na rede sociail em seguida ....

Ator de "Amor à Vida" "brinca" de dar beijo gay em colega da novela




Publicado pela Folha

O ator Rodrigo Andrade surpreendeu seus seguidores no Instagram na tarde desta segunda-feira (27).
Intérprete do fisioterapeuta Daniel de "Amor à Vida" (Globo), ele beijou na boca seu colega de elenco Daniel Rocha, que vive o médico Rogério.
"Vou dar o primeiro beijo gay da TV brasileira", disse Andrade no vídeo publicado na rede social.

Logo em seguida, ele dá um selinho em Rocha, que estava dormindo em uma cadeira no camarim.
"Não foi em 'Insensato Coração' nem em 'Avenida Brasil', o primeiro beijo saiu foi no Insta! Kk #nãodormenocamarim", escreveu Rodrigo Andrade na legenda da imagem.




O ator se referia a seu personagem na novela "Insensato Coração", que assinou união estável com outro homem no fim da trama, mas não beijou o marido, e ao papel de Daniel Rocha em "Avenida Brasil" (2012), o jogador de futebol Roni que terminou o folhetim num triângulo amoroso com Suelen (Isis Valverde) e Leandro (Thiago Martins).

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FILMES TEMATICOS GLS




FILMES DA QUARTA-FEIRA (WEDNESDAY'S MOVIES)


FILME (INEDITO): DALLAS BUYERS CLUB (USA-2013-LEGENDADO EM PORTUGUES-LONGA)


VEJAM O TRAILER NO FIM DO POST


SINOPSE:  Matthew McConaughey é Ron Woodroof, um cowboy do Texas, mulherengo e homofóbico, a quem é diagnosticado o vírus da SIDA, em 1985. Vivem-se os primeiros momentos da epidemia e os EUA estão divididos sobre como combater o vírus. Ostracizado por muitos dos antigos amigos e sem acesso a medicamentos eficazes comparticipados pelo governo, Ron decide procurar tratamentos alternativos em qualquer parte do mundo, por meios legais ou ilegais. Ignorando as regras estabelecidas, Woodroof une forças com um grupo de renegados e marginalizados – que ele próprio teria evitado no passado – e estabelece um clube de compradores de enorme sucesso.

SYNOPSIS: Matthew McConaughey is Ron Woodroof, a cowboy from Texas, womanizing, homophobic, whom the AIDS virus is diagnosed, in 1985. Live up the first moments of the epidemic and the U.S. are divided over how to fight the virus. Ostracized by many former friends and without access to effective medicines reimbursed by the government, Ron decides to seek alternative treatments anywhere in the world, by legal or illegal means. Ignoring the rules, Woodroof joins forces with a group of renegades and marginalized - that he would have avoided in the past - and establishing a club buyers huge success.


FILME(INEDITO): BATH HOUSE (PHILLIPINES- 2004-LEGENDADO EM PORTUGUES-LONGA)


VEJAM O TRAILER NO FIM DO POST



SINOPSE: Num bathhouse filipino onde gays reúnem para relaxar e para encontro ocasional clandestino, um trágico desencontro leva a consequências devastadoras. Um diretor de teatro altamente provocador Crisaldo Pablo, Bathhouse leva os espectadores a uma viagem escura em um mundo onde encontrar o homem errado pode significar pagar o preço final.




FILME(REPOSTAGEM): BECAUSE OF A BOY (FRANCE-2002-YOU'LL GET OVER IT-LEGENDADO EM PORTUGUES-LONGA)


VEJAM O TRAILER NO FIM DO POST


SINOPSE: Filme francês baseado na história de um garoto chamado Vincent, cujo o mesmo tem uma namorada e vive o drama de estar dentro do armário. Até aparecer Benjamin, um cara provocativo que acaba mexendo com a vida de Vincent. O filme relata o drama de se assumir perante a sociedade, preconceito e uma paixão “proibida”.

SYNOPSIS: film français basé sur l'histoire d'un garçon nommé Vincent, dont a même une petite amie et vit le drame d'être dans le placard. Même Benjamin, un gars de provocation qui finit par jouer avec la vie de Vincent apparaît. Le film raconte le drame à prendre avant la société, les préjugés et une passion "interdit".




FILME (REPOSTAGEM): ANG LALAKE SA PAROLA (PHILLIPINES- 2007-LONGA)

VEJAM O TRAILER NO FIM DO POST


SINOPSE: Mateo está a procura do seu pai que o deixou quando ele tinha cinco anos. Sua busca leva-o ao Farol de Lobo em Batangas. Aguardando o regresso do seu pai, Mateo vai trabalhar num farol . Onde ele encontra Jerome, um homossexual da cidade. O que começa como uma busca de um pai evolui para uma busca de uma auto-conhecimento.

SINOPSIS: Mateo está buscando a su padre que lo abandonó cuando tenía cinco años. Su búsqueda lo lleva a Lobo en Faro de Batangas. A la espera del regreso de su padre, Mateo va a trabajar en un faro. Cuando conoce a Jerónimo, una ciudad gay. Lo que comienza como una búsqueda de un padre se convierte en una búsqueda de auto-conocimiento.

SYNOPSIS: Mateo is looking for his father who left him when he was five years. His search leads him to Lobo in Batangas Lighthouse. Awaiting the return of his father, Mateo will work in a lighthouse. Where he meets Jerome, a gay city. What begins as a search for a father evolves into a search for self-knowledge






(Included English subtitle)




1.Como legendar os filmes 

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CONTOS DO LEITOR


UM LUTADOR







João era um homem em mudança. Depois de tantas confusões na sua cidade de origem por causa da separação da esposa gananciosa, com muitas outras brigas sobre a divisão dos bens, escândalos com os parentes da ex e problemas policiais inerentes, resolveu pôr fim a tudo aquilo e mudar, acabando se transferindo para cidade grande. Um dos motivos de suas brigas com a esposa foi a retirada de uma boa quantia de sua poupança, transferindo-a para outra conta na capital, prevendo os abalos futuros antes destes tristes acontecimentos. Cansado de tudo, arrumou uma mala certa noite e saiu à francesa da cidade para nunca mais ser encontrado.


Chegando na cidade, hospedou-se em um pequeno hotel no centro, para depois arrumar um canto onde pudesse ter paz de espírito e poder recostar a cabeça no travesseiro, dormindo com tranquilidade. Já que na cidade, estava arriscando a própria vida. Andou pela cidade a procura de empregos menores, pois não podia arrumar nada em sua área de atuação. Era um bom administrador, formado com louvor, mas isso facilitaria as buscas dos seus algozes no interior.


Conversando com um vizinho na portaria do hotel, soube que a academia próxima, estariam precisando de um auxiliar. Correu para dentro e trocou de roupa, compareceu a dita e conseguiu o emprego. Seria uma espécie de faz tudo lá dentro, atenderia a portaria e tinha a incumbência de também mantê-la limpa. Seria temporário, uma vez que o proprietário estava prestes a rumar para os EUA, fazer um curso de especialização em educação física. Quando isso acontecesse e se o dono gostasse de seus serviços, seria elevado a gerencia da academia.


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DICAS DE SAÚDE


CÂNCER DE PELE


Dr. Walter Pinheiro
Dermatologia e Cosmiatria





No topo dos tipos de câncer mais frequentes nos brasileiros, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, o câncer de pele representa inúmeros perigos, podendo levar à morte. Seu risco e vulnerabilidade de ocorrência se dá pelo simples fato de apresentarmos rotineiro contato com os raios solares sem as devidas precauções e pela incidência dos mesmos tornar-se acumulativa em nossa pele durante toda a vida.

Para se entender melhor o problema é necessário a compreensão de sua origem. Tudo começa com o contato direto com os raios ultravioleta, presentes em cabines de bronzeamento artificial e, principalmente, nos raios solares, que temos contato diariamente. Com o passar do tempo, o acúmulo desse raios é responsável por alterações nas células da pele.

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MINHA VIDA GAY

Sobre a Cura Gay!


Por: Junior




Bem, o objetivo do Blog não é levantar bandeira para qualquer tipo de assunto. Meu interesse é apenas desabafar e falar sobre temas que me incomodam.

Mas, li isso no Facebook e achei engraçadíssimo….


10 dúvidas sobre a cura gay:

1. Se eu conseguir um atestado num posto de saúde afirmando que estou GAY, posso faltar ao trabalho?

2. No caso pra se curar, precisamos nos encaminhar a alguma UPA? Ou eles buscam em casa?

3. Meu plano de saúde cobre?

4. Existe remédio genérico?

5. Existirá uma ilha, ou cidadezinha, na qual jogariam todos os GAYS pra se curarem que nem fizeram com os leprosos? (Nesse caso seria até interessante).

6. E os bissexuais? Tomariam metade da dose do remédio?

7. Vai existir uma vacina pra GAY que nem existe a vacina pra GRIPE pra impedir os héteros de darem uma escorregada? (Acho válido, conheço vários).

8. No caso de Pessoas que não assumem sua homossexualidade como “Bolsonaros e Felicianos”, haverá internação compulsória?




9. No caso de psicólogos homossexuais, eles podem continuar
trabalhando? Ou precisam se ausentar até estarem devidamente curados?

10. No caso daqueles que já realizaram a troca de sexo, podemos considerá-los doentes ou não? (Por exemplo, um homem que fez a troca de sexo e se tornou legitimamente uma mulher, que hoje em dia é casada com um homem, nesse caso, se ela fizer a cura GAY, não se tornaria lésbica?)

Bem, pode não ser a coisa mais inteligente do mundo, mas combina com meu jeito sarcástico, ácido e de humor debochado.

Como disse, não estou interessado em defender nenhum ponto de vista. O texto é apenas uma maneira irônica de expressar minha indignação com essa notícia.

Um abraços.

De Thiago para Laura
Delegado troca sexo e pode assumir Defesa da Mulher em Goiânia



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HOMOSSEXUALIDADE

Os Tipos Homofóbicos e sua forma de atuação contra os homossexuais


Por: Paulo Cogo




O comportamento homofóbico ainda é um tanto controverso para ser corretamente delimitado, já que há tempos existe a discussão se tal comportamento, enquanto perturbação da personalidade, deve ser tratado como uma patologia e, dessa forma, considerado dentro de uma categoria diagnóstica nas classificações internacionais ou se os transtornos de personalidade já catalogados dão conta de identificar os sujeitos que apresentam tais distúrbios de conduta.

Atualmente, é usada na Psicologia Científica a denominação genérica transtorno antissocial da personalidade, podendo ser incluída nesta classificação o comportamento homofóbico, mas estudos recentes mostraram a necessidade de se diferenciar alguns tipos dentro dessa classificação para dar conta das variadas expressões do ato homofóbico que nem sempre é fácil de identificar.

Ainda não existe um instrumento científico válido que possa ser utilizado para identificar e avaliar tendências comportamentais homofóbicas, apesar de já haver certo consenso dentro da literatura psicológica especializada, especialmente nos estudos e pesquisas da Psicologia Afirmativa, sobre quem é e quais são as principais características do sujeito homofóbico prototípico.
Para os principais estudiosos do tema, o sujeito homofóbico prototípico é aquele portador de uma espécie de fobia, no sentido de aversão, repulsa, nojo, raiva ou medo irreprimível, em relação a pessoas homossexuais, manifestada normalmente de forma explícita, mas nem sempre, através de uma série de comportamentos e sentimentos negativos, especialmente antipatia, desprezo, preconceito, aversão, isolamento, invisibilidade, expressos, na maioria das vezes, através de atos preconceituosos explícitos e, muitas vezes, violentos.

A partir da minha experiência clínica no atendimento a pacientes homossexuais pude verificar que o sujeito homofóbico típico, caracterizado atualmente no meio forense a partir de uma face ativa, ou seja, como portador de um grupo de traços ou alterações de conduta manifestados em uma tendência ativa do comportamento, tais como avidez por estímulos, delinquência, descontrole comportamental, entre outros, caracterizam o tipo homofóbico ativo, responsável pela maioria dos atos de violência física contra os homossexuais, que eu denomino de tipo homofóbico explícito.

Porém esse não é o único tipo de sujeito homofóbico. Assim, a partir da minha atuação de mais de vinte anos como psicólogo no atendimento de pacientes, especialmente os homossexuais, e baseado na literatura especializada sobre o tema, criei a minha própria tipologia do comportamento homofóbico que pode ser categorizado em três subtipos: o indivíduo homofóbico explícito, já analisado anteriormente e o de mais fácil caracterização, uma vez que o seu ódio aos gays não deixa nenhuma dúvida; o homofóbico enrustido; e o homofóbico que eu denominei de “tolerante” (com aspas).

O homofóbico explícito é o tipo ativo, ou seja, não tem o menor pudor de colocar em ato a sua repulsa à homossexualidade e aos homossexuais. Baseado em crenças pessoais equivocadas ou pseudo-religiosas, justifica sua posição e faz questão de mostrar que a orientação homossexual, na sua visão, é uma patologia, uma anormalidade, uma “pouca vergonha”. O homofóbico explícito, muitas vezes, substitui o discurso sempre violento e explícito contra os gays (vide inúmeras páginas existentes na internet que divulgam o ódio aos homossexuais os tratando como aberrações ou doentes) por atos explícitos de violência homofóbica. Essa é a face mais ativa do comportamento homofóbico.

Porém existe a face passiva ou menos ativa do comportamento homofóbico, onde os atos homofóbicos são mais diluídos, líquidos, implícitos, ambíguos, e nem sempre fáceis de serem identificados por um leigo no assunto. Dentro do comportamento homofóbico “passivo”, muitas vezes travestido de “pacífico”, se escondem dois tipos de sujeitos homofóbicos: o enrustido e o “tolerante”.

O sujeito homofóbico enrustido não percebe, reconhece ou admite sua homofobia e seu comportamento homofóbico, justificando sua visão e atitudes na negação da existência da homofobia, no desinteresse em falar e discutir o assunto, e em uma série de atos-falhos que vazam o seu preconceito. Quando confrontado em relação ao seu comportamento homofóbico nega que ele exista, muitas vezes se irrita ou se ofende, e tenta convencer seu denunciante que a discussão da homofobia não é necessária, uma vez que a sociedade já estaria tratando do assunto com aceitação e normalidade. O homofóbico enrustido, de certa forma, não tem muita consciência de sua homofobia, estando impossibilitado muitas vezes, emocional ou cognitivamente, de admiti-la.

Na minha experiência dentro da clínica homoafetiva considero que o tipo mais difícil de identificar e o que tem causado o maior nível de violência psicológica e simbólica contra os homossexuais é o tipo homofóbico “tolerante”. Esse tipo se traveste de amigo dos gays, de simpatizante da causa gay, apesar de ter plena consciência de sua homofobia. Não quer ser identificado como uma pessoa preconceituosa ou intolerante, forçando um tipo de aceitação que de fato não existe. Na primeira oportunidade, de forma racional, não perde a oportunidade de sinalizar para os heterossexuais e para alguns homossexuais o quanto os gays se expõem desnecessariamente.

Para os homofóbicos “tolerantes” a “dignidade” que um indivíduo gay pode conquistar é ser percebido como um heterossexual (no que acreditam caracterizar o heterossexual típico), sem chamar atenção para a sua orientação de gênero ou sexual. Justificam que não há necessidade dos gays afirmarem sua diferença, uma vez que a sociedade ainda não está preparada e essa atitude somente traria prejuízos aos próprios gays. Oferecem-se como “protetores” dos gays, porém os homofóbicos “tolerantes” são anti-gays por excelência, têm a fantasia de que se todos os gays se assumirem vai acabar a orientação heterossexual na sociedade; muitos se sentem ameaçados por casais gays que não apresentam estereótipos e invejam inconscientemente a liberdade e felicidade que muitos gays e casais gays conquistaram por terem conseguido construir vidas e relacionamentos diferentes dos modelos heterossexuais clássicos.

SOBRE O AUTOR: Paulo Cogo é Psicólogo Especialista em Psicologia Transpessoal pela UNIPAZ, atuando nas áreas clínica e organizacional, dentro do enfoque da Psicologia Afirmativa; Doutor e Mestre em Sociologia pela UFRGS; Professor e pesquisador dos cursos de Psicologia, Comunicação Social e Design na UniRitter; Personal Coach nas áreas de planejamento e gestão de carreira.

Artigo: Félix, o beijo e a homofobia


Postado por: Toni Reis*

Niko e Félix: beijo seria só mais um na TV

Félix, o beijo e a homofobia

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Délicieux!

Savoureux!


Conheça Matthieu Charneau, o gato que já foi eleito o gay mais bonito da França.

Para agradar gregos e troianos, este ensaio traz ninguém menos que o francês delícia Matthieu Charneau. O bonitão viu sua carreira como modelo decolar depois de vencer um concurso de beleza só para homens gays.

Em seus trabalhos, Charneau faz o estilo camaleão. Ora posa de estilo bom moço, ora de dominador. Magrinho e totalmente definido, o gato é a pedida para quem não gosta de "malhadões".

Aliás, até quem gosta dos viciados em academias vai se render ao charme parisiense de Matthieu Charneau. Confira nossa galeria abaixo e aproveite!







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FOFOCAS DECELEBRIDADES-GOSSIPS

Grammy arrasa com casamento coletivo gay celebrado por Madonna e Queen Latifah


Madonna foi a grande madrinha do casamento


Quando Macklemore subiu ao palco da 56ª edição do Grammy Awards, em Los Angeles, na madrugada desta segunda-feira, 27 de janeiro, a emoção tomou conta do público. Com o hino pink “Same Love”, Macklemore recebeu no palco a cantora Mary Lambert e Ryan Lewis, seus parceiros na canção, para um apresentação de apoio aos direitos da comunidade LGBT, que ainda contou com a rapper, atriz e apresentadora Queen Latifah.

E para surpreender, Madonna aparece no melhor modelito cowboy toda de branco (ok, nem tão “melhor modelito”) e se junta aos outros para celebrar o casamento coletivo. Assim, profetizando o amor igualitário, o encontro do quarteto marcou o inesperado casamento coletivo de diversos casais homossexuais e heterossexuais.

Melhor trilha sonora para cinema
“007 - Operação Skyfall” – Thomas Newman



Ana Carolina ousa em novo clipe e libera a pegação, com homens e mulheres


Ana vem toda na libido em novo clipe


“A libido está em toda parte”, canta Ana Carolina no refrão de “Libido”. E o clipe da música — que será lançado nesta segunda-feira no TVZ, do Multishow — faz jus a uma letra que fala de instinto sexual. No vídeo, Ana Carolina aparece com seu já tradicional pretinho básico em meio a homens e mulheres que se abraçam e se tocam num “beijaço” banhado a purpurina.

Em 2014, Ana completa 15 anos de carreira e está de volta aos palcos com o show #AC, com direção de Monique Gardenberg. A primeira apresentação do ano acontece no Citibank Hall, em São Paulo, no dia 31 de janeiro. Em seguida, a cantora parte para o Rio de Janeiro, onde se apresenta nos dias 7 e 8 de fevereiro. Além de uma turnê pelo País, Ana também fará shows em Angola (29 de março) e em Portugal (4 e 5 de abril).

Em entrevista ao site do Multishow, a artista comentou o novo clipe e reforça a impressão deixada por letra e vídeo: sexualidade é, para ela, assunto natural.  “`Libido` trata desse “bichinho” que vem dentro e tem dentro de todos nós, que está em toda parte, é uma constatação quase que natural. A libido está em mim, em quem vai ler essa entrevista, na arte, na poesia, na novela das 9, está em tudo. A música é para todos, homem ou mulher. Estou em dia com minha libido e isso obviamente se reflete em uma canção ou na pele. O negócio é não tratar isso como tabu ou com hipocrisia, faz parte do ser humano.”

Na mesma entrevista, Ana diz também que “de alguma maneira, a sensualidade ou a sexualidade já estiveram presentes em diversas canções, mas não posso dizer que isso venha com a maturidade. Também não vejo nada de ousado em constatar e dar voz a algo inerente à vida de qualquer pessoa saudável. A música somente explicita que realmente a libido é parte de nossa vida, mesmo que alguns a reprimam ou tentem fugir do fato que ela é parte de si”. Sobre a gravação do clipe ela revela: “o problema foi  só a purpurina e acho que ela ainda me persegue. Achei que ficar sete horas debaixo da água para fazer a capa do disco havia sido o mais difícil, mas difícil mesmo foi abrir e fechar os olhos em meio a uma tempestade de purpurina”.

O clipe de “Libido” estreia nesta segunda (27) no programa TVZ, do Multishow, a partir das 19h (horário de Brasília).

Homofóbicos FDP




Gay assumido, o músico independente Tato Johnys, de Santos, gravou uma música em homenagem ao jovem Kaique Santos, 16 anos, encontrado morto em São Paulo na semana retrasada. As investigações da morte do jovem sugerem que ele cometeu suicídio mas a polícia espera o laudo da perícia para concluir o caso. Por causa das condições que o corpo foi visto pela família, sugeriu-se que ele teria sido assassinado.

Na música “Homofóbicos FDP”, o rapaz cita ao ritmo do pop rock que o caso foi abafado por ser um Zé ninguém gay. Lembra da PLC 122 abafada pela bancada evangélica e da falta de ação dos políticos. “Homofóbicos FDP, a guerra começou, sua vida vai ser curta” diz a letra. Tato Johnys é filho de emigrantes do Nordeste e fala de preconceito com propriedade.

Parabéns ao jovem pela iniciativa, mas além do fato de não se saber o que de fato aconteceu com o rapaz, mesmo que ele tenha sido morto, uma guerra nunca é benéfica.

"Sim sou gay e eu me aceito. Não estou doente não preciso da cura. É isso que pensa sua cabeça burra. Só queria dar a mão pro meu amor. Independente ele quem for. Olho de águia essa é minha visão. Respeito mútuo então", diz a letra de "Sou o que Sou", do cantor.


Ouça a música "Homofóbicos FDP":



Clipe Gay Coreano: “Por favor, não...”, com K. Will




K.Will é um cantor de baladas icônico na indústria do K- POP na Coreia do Sul. Neste clipe da música ???? ?? ( “Por favor, não!”), ele traz uma surpresa gay no final da canção. Acompanhe:







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