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MINHA VIDA GAY

Pai gay contou a verdade para filho aos 8 anos e aconselha: "Conte na infância"




iG
Mau Couti, autor do blog "Papai Gay", começou em 2006 com post em que relata como foi abrir sua sexualidade para o filho de 8 anos. Hoje morando nos EUA, onde foi se refugiar da violência contra gays no Brasil, comenta a novela "Império"

Mau Couti decidiu se mudar para os Estados Unidos depois de passar por duas situações ameaçadoras no Rio de Janeiro, em plena Farme de Amoedo, endereço conhecido como a rua gay do Rio.

A experiência dele teria feito a fama do endereço mudar para "a rua onde os gays são perseguidos no Rio". Por uma coincidência infeliz, foi ali mesmo, no coração de Ipanema, que Mau passou por dois sustos. "Um deles foi com meu primeiro namorado, 10 anos atrás, o outro há pouco tempo, com o atual. Nas duas vezes tivemos que correr para não ser linchados por grupos intolerantes. Fiquei com medo", diz ele.

"Na primeira vez eu estava usando uma camisa do Flamengo e ouvi: 'Na minha época viado não usava isso'. Eu parei e confrontei, e logo vi que ele não era homem suficiente para sair na mão comigo sozinho. Só que apareceram mais seis, ele quebrou uma garrafa e veio para cima junto com os comparsas. Tive que fugir com meu namorado deixando pra trás meu cachorro, que andava sem coleira", lembra Mau. O cachorro foi resgatado mais tarde, quando ele voltou à rua com um policial e encontrou o animal assustado em uma padaria da região. "A segunda cena aconteceu há dois anos, no carnaval. Estava discutindo com meu namorado e escutei: 'Viado tem que apanhar.' Dessa vez não deu nem pra enfrentar, eram uns 10. Saímos correndo debaixo de uma chuva de pedras portuguesas voando em cima da gente."

Mau se mudou para Utah, um estado conservador americano, que abriga grande população de mormons. Se sente mais seguro lá. "Eles não são como os evangélicos, não ficam na TV pregando o ódio. Têm lá a fé deles, mas não se metem com a minha falta de religião." A mudança foi definida quando seu filho Bryan, 23, recebeu uma oferta de emprego lá. Ele é americano, nasceu quando Mau era casado com a mãe dele e os dois estudavam juntos na universidade de San Diego, na Califórnia. "Moramos em Park City, uma estação de esqui linda."

 Ter um pai gay dá ibope




Bryan é o filho para quem Mau contou que era gay quando o menino tinha 8 anos. Ele acha que fez certo, que isso os aproximou e fez de Bryan um cara tolerante. "Eu tenho certeza que fez dele um homem heterosexual totalmente bem resolvido e respeitoso das diferenças", diz Mau. "Fora isso, essa história dá muito ibope positivo pra ele entre as meninas. Ter um pai gay pega muito bem. Eu ia às vezes a um lugar que ele frequentava com os amigos do Rio e me sentia até um popstar. Todos queriam me conhecer. Muito fofa a juventude de hoje. Pelo menos foi assim com os amigos dele. Não sei se tem a ver com a Zona Sul (do Rio) ou se é geral, mas comigo foi assim."

Mau está há 7 anos com um brasileiro que ainda não se mudou para os Estados Unidos, mas eles planejam fazer tudo como manda o figurino: casamento, papel passado, green card, a que ele tem direito por ser pai de um americano. "Vai ser um estouro. Vou caprichar", disse ele, que já deixou o iGay contar tudo sobre o casamento, mesmo eu tendo adiantado para ele o que vai acontecer num próximo capítulo da novela "Império" que ele está acompanhando à distância e ainda não tinha visto. (Desculpa estragar a surpresa, Mau!)

Aqui vai o conselho de Mau para Claudio Bolgari lidar com a reação agressiva do filho à descoberta da sexualidade do pai. "A mulher dele aceita perfeitamente e sabe muito bem onde se meteu. Na verdade sempre soube. Ele nunca a enganou. Partindo desse princípio, acho que ele não errou em não ter contado nada para ninguém antes. Foi uma escolha entre adultos. Não vejo necessidade dele se retratar ou se explicar para o filho, muito menos dar satisfação. A vida sexual do casal só diz respeito ao casal. Ele não vai pra cama com o filho e sim com a mulher dele, que está bem a par da situação", diz ele. "Nunca pensei que defenderia alguém ficar no armário, mas não acho que é o caso de as pessoas se meterem na sexualidade do personagem. Eu acredito em arrancar pra fora do armário pessoas que prejudicam os gays de alguma forma. Mas alguém que só está cuidando da sua vida pode ficar no armário a vida toda que não muda em nada a nossa vida. Né?"

Baseado em sua própria história, Mau sugere que os pais gays contem a verdade a seus filhos quando ainda forem crianças, já que "na adolescência o preconceito pode já ter corroído a pureza necessária para um filho entender isso de um pai". Quanto ao caso Claudio Bolgari, não dá mais tempo de fazer nada. "Deixar a poeira baixar, dar tempo pro filho digerir isso tudo, esperar. Mas sem se justificar tanto. O filho não é mais criança, gente!"


 Gêmeos de Ricky Martin fazem pergunta difícil: "Pai, nós estávamos na sua barriga?"




Época

Ricky Martin é um pai orgulhoso de gêmeos, que nasceram através de uma barriga solidária, e não é nenhuma surpresa que a estrela porto-riquenho tenha algumas respostas animadoras para quando seus curiosos meninos de 6 anos de idade perguntam a ele sobre como nasceram. Durante uma entrevista à rádio Enrique Santos Show, na Univision MIX, Martin falou sobre seu novo single Adiós, que foi lançado esta semana, e abriu o jogo sobre a pergunta mais difícil que seus filhos já fizeram até hoje. "Pai, a gente estava na sua barriga", contou Martin sobre o questionamento. Ele respondeu: "Vocês estavam e ainda estão no meu coração. Então eu expliquei mais, porque eu não podia simplesmente deixar por isso mesmo: 'Havia uma mulher que eu adoro com todo o meu coração e que me ajudou a trazê-los ao mundo. Ela me emprestou a barriga para que vocês pudessem entrar e, quando vocês nasceram , ela os colocou em meus braços", continuou Martin. "E eles disseram, ok, e continuaram brincando".

Sobre a recente notícia de que ele queria ter uma menina em 2015, revelada durante conversa com jornalistas num centro educativo de sua fundação, em Loíza, ao leste de San Juan, capital de Porto Rico, ele disse: "Você tem que ser cuidadoso com o que diz, porque os jornalistas me perguntaram se eu gostaria de ter uma filhinha e respondi que sim. No dia seguinte todo mundo comentou que eu seria pai de uma menina. Se você me perguntar se eu quero ser pai de uma menina, digo que não quero só uma, mas umas quatro. Estou apenas começando com essa coisa de paternidade. Venho de uma família grande e gosto de barulho e caos na minha casa".


 Pombinhos- Ator pornô Jessie Colter se casa em Louisville e deve continuar a carreira.





"Então, eu me casei hoje", anunciou o ator pornô Jessie Colter em sua conta no Twitter. O felizardo é o namorado - e agora marido - Bijan.

A cerimônia discreta que legalizou a união ocorreu na terça-feira (23) em Louisville, a cidade mais populosa do Estado americano do Kentucky.

Os pombinhos, que estavam apenas de camisa e calça social, com uma flor branca, posaram para fotos e exibiram o documento que comprova o casamento.

Anteriormente, Jessie pediu ajuda aos fãs para a indicação e até o pagamento de um advogado especializado na lei de estrangeiro, já que seu namorado não é um cidadão norte-americano.

Por enquanto, eles não tiveram lua de mel, haja vista os trabalhos agendados e divulgados em seu Twitter. Sim, ele continua atuando como ator pornô e não pensa em abandonar a carreira tão cedo.

Aliás, vale lembrar que Jessie foi indicado na categoria "melhor cena passiva" para o Pinkx Gay Video Awards 2014.


Humor: E se os héteros sofressem preconceito numa empresa comandada por gays?




Trilha Especial: Thalles Cabral - "Record"

 
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FOFOCAS DE CELEBRIDADES- GOSSIPS

Astro de Garotas Malvadas é retirado do armário por colega de Dançando com as Estrelas.




REVISTA LADO A

Durante uma entrevista para um programa de TV a atriz e Julianne Hough cometeu uma gafe e revelou que o ator Jonathan Bennett, 33, que viveu Aaron Samuels, namoradinho de Lindsay Lohan em Garotas Malvadas (Mean Girls), filme que projetou Lindsay, de 2004,é gay. O gato que anda meio sumido das produções, não quis comentar mas muita gente gostou da revelação.

O ator é competidor no programa Dança das Estrelas (Dancing With Stars) da qual Julienne é jurada. Ao comentar dele e dizer que ele mandou uma mensagem no Twitter para ela no ano passado dizendo que ela tinha uma bunda linda e ela ficou animada, e ela disse que pensou “OH ele está dando em cima de mim – Eu deveria tentar namorar com ele!”. Ao ser perguntada o que aconteceu em seguida, ela disse: “Ele é gay – então eu pensei Isso não vai dar certo”.

Apesar de nunca revelar ser gay, em 2010 ele participou de campanhas contra o bullying e contou que era alvo desta prática durante seus anos escolares.


Dançarino de Britney Spear sensualiza novamente.




O dançarino da cantora Britney Spears, vem ganhando destaque no mundo gay ao andar se exibindo com pouca roupa.

Ele posou sexy para a revista Winq, nós trouxemos algumas fotos para vocês e alguns cliques pessoas, confere ai:


Zac Efron clicado em momento gay íntimo.




Cada dia fica mais clara a "opção sexual" do ator Zac Efron, agora ele foi clicado em um momento super íntimo com Wes Bentley em uma pausa no set do filme We Are Your Friends.

Anteriormente foi revelado um suposto namoro do jovem ator com Dave Franco, o irmão de James Franco, eles foram até clicados em momentos parecidos com esses das fotos abaixo.

Confiram:



Jogador da super dedada no colega.






Marca arrasa em calendário de homens de cueca.




Em uma tradição de produzir campanhas surpreendentes para seus produtos, Marcuse acaba de lançar o novo para o Outono de 2014 Six, quente modelos com características únicas trabalhou com o fotógrafo Serge Lee para trazer o melhor da mais recente roupas íntimas e moda praia faixas pela marca australiana .

No conjunto de imagens abaixo, você pode ver a escala cueca Estados, juntamente com os intervalos de swimwear Woof, Cachorrinho, Starz, campeão e Triton. Divirta-se!


 





Trilha especial: Austin Mahone - "Secret"

 
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ESQUENTA!!




















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HOMOFBIA

Brasil amarga o preço da intolerância e lidera ranking de violência contra homossexuais.




Publicado pelo EM


Wanderson da Silva (esq.), de 15 anos, foi assassinado na semana passada.
 João Antônio Donati(dir), de 18 anos, foi espancado e asfixiado até a morte


O país registra uma morte a cada 28 horas. Só no ano passado, 312 gays, lésbicas e travestis foram mortos, a maioria com requintes de crueldade

Wanderson Silva faria 16 anos no dia 28 de outubro, mas foi brutalmente assassinado na semana passada. Hoje, faz parte das estatísticas de crimes homofóbicos registrados no Brasil. Segundo o Grupo Gay da Bahia (GGB), que registra os casos de assassinatos da população LGBT (lésbicas, gays,bissexuais e transgêneros) a partir de informações publicadas em jornais e enviadas por organizações não governamentais, um homossexual é morto a cada 28 horas no Brasil. Ano passado, foram 312 gays, travestis e lésbicas assassinados. Uma pequena redução em relação a 2012, quando foram registradas 338 mortes. Nas duas últimas semanas, já são 13 casos. O Brasil também lidera o ranking do assassinato de transexuais. Segundo relatório da ONG internacional Transgender Europe, o Brasil, entre janeiro de 2008 e abril de 2013, teve 486 mortes de transexuais.

De janeiro até agora, foram 214 mortes, a maioria delas de forma violenta. Caso de Wanderson, assassinado quarta-feira, em Bayeux, no interior da Paraíba. Antes de ser morto com tiros na nuca e no peito, foi espancado e teve o cabelo, uma longa franja pintada de vermelho, raspado. Nenhum pertence do garoto foi levado. Mesmo fim teve João Antônio Donati, de 18, também homossexual, espancado e asfixiado, em 11 de setembro, com uma sacola plástica e pedaços de papel colocados à força em sua boca. E a travesti Karen Alanis, de 23, morta no início de setembro, em Caçapava, no interior de São Paulo, depois de ter sido jogada para fora de um veículo em movimento.

De acordo com um dos fundadores do Grupo Gay da Bahia, o antropólogo Luiz Mott, o Brasil segue campeão de assassinatos da população LGBT, segundo um ranking mundial feito pela Associação Internacional de Gays e Lésbicas, em inglês, International Lesbian and Gay Association (ILGA). Segundo ele, no ano passado, o Brasil foi responsável por 44% das mortes de LGBTs em todo o mundo. “E olha que os nossos números de mortes são subnotificados, pois, infelizmente, não existe no Brasil um banco de dados governamental sobre mortes de LGBT.”

Recentemente, no Rio de Janeiro, de acordo com Mott, a orientação sexual da vítima passou a constar nos boletins de ocorrência da Polícia Militar, o que facilita o levantamento desses casos. “Mas é uma atitude isolada.” Para Mott, a conquista de direitos e a população alcançada nos últimos anos são um dos motivos da escalada da violência contra a população LGBT. “Quanto mais pessoas saem do armário, mais ódio elas despertam.”

Responsabilidade

Para Majú Giorgi, de 48, jornalista e uma das fundadoras do movimento “Mães pela igualdade”, criada para combater o preconceito enfrentado pelas famílias que têm filhos homossexuais, o estado também é um dos responsáveis por essa escalada de violência. “Ele tem sim responsabilidade por essa realidade absurda à medida que se ajoelha ao fundamentalismo e às forças conservadoras e inibe ações de políticas públicas para essa população, quando não faz absolutamente nada para proteger a fragilidade dessas pessoas”, critica.

Um exemplo disso, segundo ele, é a retirada do kit anti-homofobia das escolas. O material era um manual para preparar professores para lidar com a discriminação e o bullyng homotransfóbico na escola pública e que foi retirado pelo Ministério da Educação por causa da pressão da bancada evangélica, que acusava a cartilha de ser um incentivo à homossexualidade. “Não vejo saída se a sociedade não se levantar para defender essa minoria que está sendo perseguida, humilhada, vilipendiada, torturada e morta. Por isso, vamos debater com a sociedade, que é o caminho que nos resta e também o menos nebuloso e o mais isento”, defende Majú, mãe do fotógrafo André Giorgi, de 25, que na adolescência assumiu ser gay e sempre teve o apoio da família.

Avelino Fortuna, de 59, agrimensor, também faz parte do movimento “Mães pela diversidade”. Ele entrou no grupo depois que seu filho, o jornalista Lucas Fortuna, de 28, foi assassinado no final de 2012, em Pernambuco, também vítima de homofobia. “Ele foi espancado brutalmente e depois jogado no mar. A carteira dele não foi levada. Para a gente, a motivação foi a homofobia”, conta seu Avelino, que só se refere ao filho como “meu menino”. Segundo ele, cada “menino” que morre como o dele é como se Lucas tivesse sendo de novo assassinado.

Avelino cobra rigor na legislação que pune crimes de ódio, legislação ainda inexistente no Brasil. Desde 2010, tramita um projeto de lei que criminaliza a homofobia e este ano a deputada federal Maria do Rosário, que foi ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, protocolou um projeto de lei que aumenta a pena para os chamados crimes de ódio, incluindo os motivados por preconceito em relação à orientação sexual.




Para a jornalista Majú Giorgi (Esq.), estado também tem responsabilidade. Luiz Mott (dir.), do Grupo Gay da Bahia: 'Números são subnotificados' (Reprodução/Facebook ) Para a jornalista Majú Giorgi (Esq.), estado também tem responsabilidade. Luiz Mott (dir.), do Grupo Gay da Bahia: "Números são subnotificados"

Depoimentos

Avelino Furtado, de 59 anos , agrimensor, pai de Lucas Furtado, jornalista e militante LGBT, assassinado aos 28 anos

“A orientação sexual não tem nada a ver com o caráter da pessoa. Aprendi a amar mais ainda meu filho no dia em que descobri que ele não era o machão que a sociedade queria que ele fosse, mas era um grande homem. Um dos melhores que já conheci. Infelizmente, teve sua vida arrancada logo cedo por causa do preconceito, da homofobia. Como meu menino, muitos outros estão sendo mortos por aí, da mesma maneira cruel, pelos mesmos motivos. Sofro muito, Não podemos aceitar que isso continue acontecendo.”

Joselito Costa, de 46 anos, carreteiro, pai de Wanderson Silva, assassinado aos 15 anos

“Tem muito preconceito contra homossexual, mas nada justifica a violência que vem sendo praticada. Meu filho só tinha 15 anos. Sempre foi um menino bom, extrovertido. Quando ficou rapazinho, virou gay e nem todo mundo aceita isso. Tem gente que não suporta conviver com gays. Acho que essa violência acontece por isso. A família está toda em choque com a violência. Foi muita perversidade.”

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HOMOSSEXUALIDADE

Seja Fabuloso!- Da inexistência do homossexualismo invisível: onde está a validação que todos buscamos?




Eles são discretos, respeitáveis e não partilham de algumas das vivências que formam a identidade gay. Não foram perseguidos na infância e só passaram a desejar uma Barbie depois que aprenderam que homens musculosos também são chamados assim. Se não fosse o fato de se relacionarem com outros homens, poderiam até passar por heterossexuais! Não é essa a igualdade, a validação que todos buscamos? Contudo, se um indivíduo não está “nem lá e nem cá”, onde se localiza? Quem é esse “gay invisível”?

A heterossexualidade nasceu da homossexualidade. Práticas sexuais homo, bi e hétero sempre existiram e sempre existirão, mas foi apenas quando uma identidade social foi inventada e atrelada a um tipo de desejo que o oposto dela pôde ser catalogado também. E dessas definições vieram os juízos de valor. Se uma coisa é a CERTA, a outra é inexoravelmente a ERRADA, e ninguém pode – em sã consciência – querer estar do lado torpe da comparação.

O erro, logicamente, está em transformar dados em uma identidade. É claro que essas “caixinhas” tem serventia política, quando é preciso falar em direitos, mas qualquer definição é pobre quando o assunto é diversidade. O mundo não é preto-e-branco, mas frequentemente cinza e em nosso caso, arco-íris. É legítimo que exista uma “cultura gay”, da mesma forma que existem várias subculturas no mainstream, como torcidas organizadas ou oceanógrafos… O problema é que a homossexualidade é definida por uma prática sexual, e tudo que envolve sexo esbarra no moralismo. É estigmatizado. É sujo.

Para que um homem tenha sua masculinidade reconhecida, para que lhe seja permitido carregar esse título, é preciso que não exista a “ameaça” da viadagem. A figura da “bicha” é abjeta, não tem lugar na sociedade. Quem não é hétero está automaticamente à margem, não importando suas qualidades ou defeitos, porque ser ou não ser heterossexual serve de “passe” para o trânsito social. Antes de qualquer ataque mais violento, a homofobia procura apagar o indivíduo LGBT. Acontece que isso acaba por destacá-lo pela exclusão, o que cria um espaço social definido e – que paradoxo – visível!

Nesse cenário, não é de espantar que tanta gente não se aceite. São gays invisíveis!

Ora, o “ideal de gay” é higienizado. Quando se pensa na “bichinha”, temos um exagero de efeminação e toda a carga negativa associada ao estereótipo. Quando se pensa no “gay limpinho”, temos um padrão “vendável” que envolve diversas áreas de consumo para reforçar um nicho, apontar o nosso lugar. Entretanto, esse lugar é sempre de exclusão. Somos sempre (des)viados: o gay que rejeita esse rótulo acaba em um limbo existencial entre hétero e homo que é – na verdade – um inferno!

É curioso que os seres humanos, tão evoluídos, sejam definidos pelo outro. É sempre o outro quem tem o poder de dizer quem ou o quê somos. Falamos em independência e valorizamos a individualidade, mas no fim das contas ainda somos classificados de acordo com regras muito certinhas, que ignoram completamente nossa autonomia.

Somos livres para nos chamar de gay ou de hétero. Ninguém escolhe seus desejos, mas a identificação cultural é uma escolha sim. Poderia perfeitamente me classificar como hétero e seguir pegando homem, que ninguém paga minhas e contas e nem tem nada com isso, mas essa liberdade simplesmente não me seria dada. Querendo ou não, “os outros” seguiriam me chamando de viado e me imputando uma identidade alienígena à minha vivência, e essa é a maior tristeza da homofobia internalizada.

Quando um homossexual não aceita sua condição – e estou falando de aceitação, não de gostar da Beyoncé ou se vestir de um jeito específico – acaba por se condenar a uma forma cruel de inexistência. Talvez ele até faça um esforço para ser incluído no “mundo hétero”, através de sua performance social – ativo, discreto, fora do meio? -, mas seguirá sempre como “a bicha responsa” que faz o grande favor de não incomodar com sua bichice, sem nunca ser tratada como um igual. E quando esse indivíduo rejeita seus iguais, acaba por receber o desprezo deles também.

Em um mundo que ainda exige que as pessoas se definam de alguma maneira, mesmo que apenas para simular alguma liberdade, a escolha de não pertencer ao grupo designado para você tem um preço. Não se é aceito nem lá, nem cá. Mais do que invisível, passa-se a ser inexistente.

Permita-se. Seja Livre. Seja fabuloso.


Drauzio Varella defende a homossexualidade e manda recado para os homofóbicos.




Drauzio Varella é um dos mais conhecidos e respeitados médicos brasileiros e usou seu canal no YouTube para fazer um vídeo onde diz tudo aquilo que os homofóbicos precisam ouvir. Desde que a homossexualidade é algo natural, não uma escolha, até um questionamento: o que você tem a ver com a sexualidade da outra pessoa?

"Discriminar os homossexuais por causa do comportamento, do tipo de desejo que eles possuem, é uma ignorância profunda. Em relação aos pastores da alma, que acham que a homossexualidade é um crime, um pecado contra Deus, tudo bem. Mas eles não podem ter o direito de achar que a sociedade inteira tem que ser contra o casamento gay'', defende Drauzio, que a gente passou a gostar ainda mais!




Liga LGBT: menos Felicianos e mais direitos humanos.


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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Homofobia no debate.




REVISTA LADO A

Gays indigandos com a homofobia descarada do candidato Levy Fidelix no debate dos presidenciáveis da Record, na noite deste domingo. Ao ser perguntado por Luciana Genro sobre sua opinião em relação ao casamento gay, Fidelix fez associação da homossexualidade com a pedofilia e chamou gays de doentes indiretamente e disse que sistema excretor não gera filhos. Ele ainda evocou o direito da maioria e uma reação contra os homossexuais, claramente incitando o ódio. As declarações chocantes na mesma hora foram respondidas com memes na internet.



ELEIÇOES- Tire seu voto do armário







"Tire seu voto do armário" é slogan de campanha do candidato Everlei que concorre a Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul.
 
Everlei é o primeiro vereador gay assumido eleito no interior do Rio Grande do Sul. Atualmente preside a Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Vereadores de Cruz Alta e coordena o Movimento LGBT do PSB Gaúcho. Além disso, é fundador do Grupo Diversidade Cruz Alta e por duas vezes indicado ao Prêmio Estadual de Direitos Humanos na categoria Defesa dos Direitos da População LGBT.
 
Everlei relara que sua candidatura a Deputado Federal nasceu do desejo de homens e mulheres que sonham em construir um Brasil  mais justo e igualitário. O slogan da  campanha 4000“Tire seu voto do armário”. “Não temos grandes recursos financeiros, como  a maioria dos políticos tradicionais, porém temos uma rede colaborativa que alcançou noventa cidades, hoje somos muitos”, relata.
 
O candidato salienta que ser eleito o Deputada da DIVERSIDADE é pleitear pela garantia dos DIREITOS HUMANOS e defender o RESPEITO a todos os tipos de manifestações religiosas. “Em Cruz Alta exercemos o mandato de vereador focado nessa área porque acreditamos que é possível construir uma sociedade mais fraterna. Na minha cidade, construímos a CAMINHADA contra a HOMOFOBIA e o Encontro da Diversidade que se tornou referência na luta estadual por direitos e na promoção da CULTURA e entretenimento LGBT. Agora, erguemos a bandeira para ser a tua representação também na política em nível federal”, explica.
 
Everlei ressalta ainda que além de erguer a bandeira da garantia dos direitos da população LGBT, pautará o mandato na Câmara Federal diretamente em políticas que venham de encontro com a Garantia dos Direitos Humanos e da Diversidade em geral, desde os LGBT´S até os negros, juventude e mulheres.
 
Propostas para a população LGBT:
- Defesa do Estado Laico
- Criminalização da Homofobia
- Apoio as paradas da diversidade
- Educação e Escola Sem homofobia
- Geração de emprego e renda para travestis e transexuais
- Fortalecimento do Plano de controle DST/AIDS
- Capacitação de guardas municipais, policiais civis, bem como profissionais da área da saúde para atendimento à população LGBT.


Barbárie: Parlamento de província da Indonésia pretende punir sexo gay com 100 chibatadas.




Da agência EFE

Parlamento regional aprovou por unanimidade a lei. Lei proíbe sexo anal entre homens e o atrito das partes do corpo da mulher.

 Os legisladores da província indonésia de Aceh, a única do país onde se aplica a lei islâmica, aprovaram neste sábado (27) uma lei que permite o uso do castigo físico contra pessoas que mantenham relações homossexuais, informou a imprensa local.

De acordo com o novo decreto aqueles que tenham relações com alguém do mesmo sexo serão punidos com até 100 chibatadas, em uma decisão qualificada como "um enorme passo atrás" pelas organizações de direitos humanos.

O parlamento regional aprovou por unanimidade a lei que proíbe explicitamente o sexo anal entre homens e o atrito das partes do corpo da mulher para estimular-se.

A Anistia Internacional, que pede o fim dos castigos físicos na região, instou os legisladores locais em comunicado a retirar imediatamente ou revisar a disposição do ordenança que viola os direitos humanos.

"Criminalizar os indivíduos segundo sua orientação sexual é um duro golpe para a igualdade na Indonésia", disse Richar Bennett, diretor da Anistia Internacional na Ásia e o Pacífico.

A nova regulação será aplicada também contra não muçulmanos e estrangeiros.

O castigo físico já é utilizado nesta região autônoma da Indonésia por delitos como beber álcool, apostar e manter relações fora do casamento.

"O açoitamento é cruel, desumano e um castigo degradante que está claramente proibido pela legislação internacional. As vítimas não só experimentam dor e humilhação, mas frequentemente também enfrentam danos físicos e psicológicos de longo prazo", lembrou Bennett.

Desde 2010, pelo menos 156 pessoas foram condenadas a castigos físicos em Aceh, segundo dados da organização.

A 'sharia' ou lei islâmica se impôs em Aceh em 2001 em uma tentativa de apaziguar o conflito armado entre o exército e o movimento separatista muçulmano desse antigo sultanato de quatro milhões de habitantes e rico em recursos energéticos.


Gangue cobra R$ 38 mil por casamento gay falso no Reino Unido.




 BBC Brasil

Casamentos entre pessoas do mesmo sexo se tornaram legais no Reino Unido em março de 2014. Mas, pouco tempo depois de a legislação entrar em prática, já há tentativas de fraude para permitir a legalização de imigrantes que estão no país sem visto de permanência. Um jornalista do programa da BBC "Inside Out London" fingiu estar em busca da cidadania britânica para investigar uma denúncia de que uma gangue estaria vendendo casamentos gay por cerca de R$ 38 mil.
"Se você diz que é gay, tudo certo, ninguém pergunta mais nada. É fácil para gays", afirma um homem chamado Ricardo, que participa da venda de casamentos.
De acordo com autoridades, um em cada 4 casamentos entre pessoas do mesmo sexo teria como objetivo fraudar as leis de imigração.


 ESTUDO: PERMITIR QUE GAYS DOEM SANGUE PODERIA SALVAR 1,8 MILHÕES DE VIDAS NOS EUA.




Spotniks

Cientistas norte-americanos cruzaram dados sobre doações de sangue e restrições; resultados desafiam leis de prevenção ao HIV.
 
Pesquisadores da Universidade da California, nos Estados Unidos, divulgaram um estudo sobre o impacto da proibição de gays doarem sangue, que existe desde 1983 no país. Os dados mostram que 615 mil bolsas de sangue deixam de serem coletadas todos os anos devido a restrição imposta pelo governo. Isso representa mais de 290 mil litros de sangue que não são coletados anualmente.
 
“A Cruz Vermelha Americana sugere que cada doação de sangue tem o potencial para ser usada em procedimentos de salvamento de vidas em três pessoas. Nossas estimativas sugerem que suspender a proibição das doações de sangue […] poderia ajudar a salvar as vidas de mais de 1,8 milhão de pessoas”, diz Ayako Miyashita, co-autor do estudo.
 
A proibição foi imposta pela Agência Federal de Administração de Drogas e Alimentos (FDA), após a descoberta da transmissão do HIV por transfusões de sangue. A medida, no entanto, tem sido questionada por médicos da Associação Americana de Médicos (AMA), que em julho do ano passado acusaram-na de “discriminatória” e “sem bases científicas”

Em contraste, no Reino Unido, gays podem doar sangue desde que estejam a pelo menos 12 meses sem manterem relações sexuais. No Canadá, são necessários pelo menos cinco anos.
 
No Brasil, o Ministério da Saúde proíbe que homens homossexuais e bissexuais doem sangue desde 1993, pela Portaria 1.366/93. A medida imposta no Brasil é tão restritiva quando a norte-americana, e tem sido criticada por não levar em conta o comportamento de risco, mas a simples opção sexual. Mesmo após sucessivas discussões e tentativas de revogar a proibição, ela permanece e foi reforçada em 2004 pela Resolução nº 153 da ANVISA, que confirmou a vontade dos burocratas de manter os gays longes das salas de doação de sangue.
 
Nos Estados Unidos, não é diferente. O porta-voz da FDA disse que a agência não possui planos para rever a proibição enquanto não surgirem evidências científicas comprovando que a restrição não diminui o risco de infecção por HIV.
 
Os pesquisadores ainda divulgaram outras estatísticas: restringir as doações para homossexuais que estão há 12 meses sem manterem relações sexuais já traria um ganho adicional de 317 mil bolsas por ano; caso a restrição fosse similar às leis canadenses (5 anos), os bancos de sangue receberiam mais 293 mil bolsas de sangue por ano. Para chegar a estes resultados, o estudo levou em consideração dados coletados por pesquisas realizadas pela Universidade de Chicago entre 2008 e 2012, com margens de erro de 1%, para mais ou para menos.


Homofobia em pedras




REVISTA LADO A

O candidato Waldir Pires Bittencourt, 25, enfermeiro, que disputa pelo PSOL um cargo de deputado federal pelo Amapá, foi vítima de homofobia enquanto andava nas ruas da capital Macapá nesta quarta-feira. Gay assumido e com plataforma contra o preconceito, o rapaz foi atingido na cabeça por uma pedra, arremessada de um carro em movimento em plena campanha, enquanto panfletava. O ferimento provocou um corte que gerou um grande sangramento mas ele passa bem. O candidato afirma que já vinha sendo alvo de ameaças telefônicas e que o ataque não vai diminuir sua militância.

"Eu não sou a primeira vítima, não. A violência contra o gênero LGBT no nosso estado é uma rotina. Não fui o primeiro nem serei o último enquanto o Estado não encarar essa pauta como prioritária", afirmou o jovem para a revista Vice


Indignado com homofobia, padeiro divulga mensagens em sacos de pão.




G1

Padaria fica localizada em Curitiba; 500 mil mensagens foram impressas. Iniciativa foi aprovada pelos clientes, garante o comerciante.

O dono de uma padaria em Curitiba Aderson Arendt decidiu reivindicar o preconceito sofrido por homossexuais e ilustrou os pacotes de pão com mensagens contra a homofobia – crime configurado pela discriminação contra gays, lésbicas e transsexuais. Um levantamento divulgado pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos mostra que, no Brasil, mais de um homossexual tem seus direitos violados a cada hora. Os dados também apontam que a cada 20 horas um gay é morto.

A mensagem "Homofobia é crime. Direitos iguais é inclusão social", também está estampada em um painel luminoso na padaria. Ao G1, Aderson contou que tomou a iniciativa após perceber o comportamento de pessoas dentro e fora do estabelecimento.





"Recentemente percebi uma cena em um restaurante que me deixou muito constrangido. Em uma mesa estava um grupo de gays e na outra havia várias pessoas tirando sarro e brincando com a situação", contou Aderson. "Eu me senti muito mal e constrangido. Não sabia nem como reagir ou ajudar", acrescentou o padeiro.

O comerciante destacou ainda que a maioria dos clientes da padaria aprovou a iniciativa. "As pessoas que vierem aqui e tiverem preconceito, prefiro que dêem meia volta e nem entrem", completou o comerciante. Nesta primeira etapa da "campanha", foram impressas mensagens em 500 mil pacotes. Arendt está no segundo casamento e tem seis filhos.

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Negros Quentes




Comentário do nosso querido visitante:

Mário-Salvador,Ba.

" Bom, demais! Não tem Brad Pitt e Tom Hanks da vida. O brasileiro, principalmente o negro é o homem mais belo e sensual do mundo. Muitos dos quais comentam aqui, podem até discordar, mas, sem problemas, pois, esta é a minha opinião. Vão pra cama com um belo negro e olha que ele não precisa ser picudo e depois, relatem aqui, as delícias que viveram. "

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Postado por Estagiario | (2) Comente aqui!

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