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CONTOS DO LEITOR


Na Prancha Do Surfista

Doce Menino






Bernardo é moreno, alto, pele bronzeada e cabelos pretos de olhos verdes. Parecia filho de Poseidon de tão lindo que era... Com certeza tinha que ser um deus grego. Ele também era um dos caras mais popular da escola, da rua, ou melhor, do bairro. Seu jeito galanteador e todo seu charme, permitia com que ele ficasse com quem ele quisesse (homens, mulheres, até mesmo travestis). Apesar de usar algumas drogas, ele só tinha um único vício: sexo. O que permitia ele conseguir sempre o que quisesse. E eu? Era só mais uma presa que ele estava a fim de abocanhar.


Todos os dias, no corredor da escola, quando eu estava rindo com as minhas amigas, percebia de rabo de olho que ele não parava de me olhar. Seus olhos lembravam a água do mar, me fazendo flutuar sobre as ondas. Quase sempre eu estava hipnotizado com aquele olhar. Ele começou a puxar assunto comigo na hora do almoço. No começo era só "Oi Caio" e depois passou a ser conversas sobre nossos gostos, musicais, literários e etc.

-       Não sabia que gostava de ler. - Eu disse.

-       E eu não gosto. - Ele respondeu.

- Então... Por que estamos falando sobre livros? - Eu ri sem graça.

-       Porque sei que você gosta de livros e eu queria puxar assunto com você.

- Mas... Por quê?

-       Porque te achei interessante. - Ele piscou pra mim, abrindo um sorriso lindo, me fazendo sorri também.


Desde então, passamos a conversar bastante. Trocávamos mensagem no celular e nos falávamos direto no bate papo do Facebook. Até que um dia ele falou pra uma amiga minha que estava bastante interessado em mim. Parecia que ele não queria que eu soubesse, então quando ela me contou, fiquei calado, mas só depois, quando vi que ele sorria olhando pra gente, enquanto nós conversávamos, saquei que era exatamente o que ele queria, que eu soubesse.

-       Ei, Caio! - Disse ele na saída.

- O que foi?

-       Eu e uns amigos vamos surfar, quer vir?

- Ah... Eu não sei surfar...

-       Eu te ensino! - Ele piscou pra mim.


Na praia, eu surfava muito mal. Não importava o quanto Bernardo me ajudava, eu sempre ia mal. Decidi ficar na areia, sentado, observando ele e seus amigos surfarem. Era inexplicável a beleza de Bernardo. Quando ele saía da água, era possível ver seu corpo bronzeado, brilhando com o mar e o por do sol, enquanto sua pele está toda molhada.

-       Me acompanha? - Ele disse me tirando do transe.

- A-aonde? - Perguntei.

-       Vem! - Ele fez um gesto com a cabeça e peguei minhas coisas, caminhando com ele pra fora da praia.


Fomos até uma casa em frente a praia. A porta pela qual passamos era de correr e parecia uma espécie e varanda.

-       Onde estamos? - Perguntei.

- Bem vindo a minha casa! - Ele olhou pra mim, reparando que eu olhava mais pra seu corpo que seu quarto, então sorriu.

-       Ah... É...

- Tudo bem! Ninguém resiste a me olhar...

-       Ah...

- Eu vou tomar um banho. Você devia tomar um banho também, está todo sujo de areia. Ele foi até lá fora e apoiou a prancha na parede da varanda.
- Ah, verdade! Acho melhor eu ir embora pra tomar um banho...

- Bobinho! - Ele sorriu e arriou seu short e depois veio na minha direção. Esbarrando em meu ombro, ele passou por mim e foi até uma porta aberta.
Depois de uns segundos, ouvi o barulho do chuveiro. Certo, era o banheiro. Eu caminhei bem devagar, deixando minhas coisas no chão. Olhei dentro do cômodo e vi aquele lindo corpo nu, se banhando. Ele esfregava o sabonete de costas pra mim. Meu pau enrijeceu ao olhar aquela figura magnífica. Ele se virou e me viu. Sorrindo, disse:

-       Podemos dividir o sabonete.


Isso me fez ir até ele, tirando minhas roupas depressa. No chuveiro, estávamos um de frente pro outro. Não consegui pensar em mais nada quando seus lábios tocaram os meus. Sua boca beijava a minha e sua língua ia de encontro com a minha, entrelaçando e chupando. Nossos pênis estavam bastante duros. O meu pelo menos como pedra. Ele agarrou a minha cintura e se movimentando, eu podia sentir seu pau roçar no meu. Eu vibrava de tanto tesão. Ele agarrou a minha bunda, sem tirar seus lábios do meu. Depois foi beijando meu pescoço e senti seus dedos penetrarem meu ânus. Lubrificado pelo sabonete em suas mãos, seus três dedos faziam um perfeito vai e vem, me fazendo gemer. A nossa roçada estava tão gostosa, que eu podia ver seu gemidos e sua respiração ofegante. Bernardo parou.

-       Não! Por favor! - De olhos fechados eu implorei. Ele desceu seus lábios sobre meus mamilos, com seus braços em volta de minhas costas. Ele desceu seus dantes, que arranhavam minha barriga, e com sua língua, ele envolveu a cabeça do meu pinto, e depois a sugou, me fazendo gemer e levar a cabeça pra trás. Sua boca foi descendo bem devagar até chegar a base do meu pau. Aquilo era bom pra caralho, pois seu vai e vem era lento, o que me fazia implorar por mais.

-       Sim! Por favor! - Eu dizia, virando a cabeça, sem parar de gemer, acariciando seus cabelos, enquanto sua boca quentinha descia e subia em meu pau. Sua saliva o babava e eu sentia aquela coisa escorregadia, me fazendo gemer mais e mais.


Ele então parou, subindo seus lábios e beijando os meus. Ele desligou o chuveiro e me guiou pra fora do banheiro. Ele me deitou em sua cama e senti o calor do raio do sol, que ainda se despedia do dia, beijando o mar em frente o seu quarto. Suas mãos acariciaram meu corpo nu e seus lábios me lambia e me beijava todo.

-       Ah, isso! - Eu dizia.


Beijando meu corpo, ele chegava a meu pênis. Ainda lentamente, ele lambia, chupava, sugava a cabeça e eu me contorcia entre seus lençóis macios. Minha cabeça dava voltas e mais voltas. Ele lambeu minha virilha e continuou até me virar bem devagar, me forçando a esfregar meu pênis naquele lençol macio. Enquanto isso, sua língua penetrava meu cu. Ele lambia, cuspia, mordia e beija. Aquelas cócegas que sua língua fazia. Eu já não tinha mais voz de tanto gemidos que eu dava. Sua língua trabalhou bem no meu cu.

Aquele filho da puta sabia o que fazia, pois eu estava tão embriagado pelo desejo que seus lábios tinham pelo meu corpo. Sua língua subiu pelas minhas costas e sua mão acariciava minha bunda. Quando sua língua chegou em meu pescoço, sua mão subiu nas minhas costas e ela parou no meu pescoço.

-       Doce menino! - Ele sussurrou em meu ouvido.

- Ah! - Gemi com a estocada que ele deu no meu cu. Seu pênis entrou com força.

-       Eu adoro esse corpinho.

- Ah! - Gemi mais!

-       Eu vou gozar dentro de você e te deixar ir sujo pra casa do seus pais.

-       Por favor! - Implorei.


Ele começou seu vai e vem. Seu pênis duro e enorme ia bem fundo. Seu quadril mexia, fazendo o meu remexer junto. Ele metia devagar, mas ao mesmo tempo com força, ele ia penetrando bem fundo e eu sentia ele todo dentro de mim. Depois de um longo tempo, senti seus lábios pararem de beijar os meus e meu pescoço então ele saiu de cima de mim, se deitando do meu lado.

-       Ah! - Ele gemeu. - Seu cu é tão gostoso! Eu quero muito gozar dentro de você.

-       Então goze! - Beijei seus lábios.

-       Sobe aqui! - Ele disse.


Eu subi em cima dele. Seu pênis estava grudado no meu. Nós roçávamos e meus lábios o beijavam. Ele mexeu na gaveta do criado mudo e tirou de lá uma camisinha.

-       Já ia me esquecendo. - Ele disse.


Eu peguei de sua mão e a desembrulhei, vestindo seu membro. Depois de encapa-lo, subi em cima do seu pau. Enquanto eu ia descendo bem devagar e sorrindo, ele gemia. Quando suas bolas tocaram minhas nádegas, senti que ele estava todo dentro de mim. Seus olhos penetraram os meus e suas mãos acariciaram meu corpo. Eu comecei a me mover. Debaixo de mim, seu quadril também se mexia. Eu pegava fogo e ele também. Sentia as chamar arder dentro de mim.

O sol ainda nos iluminava. Nem parecia que as horas, os minutos tinham passado, pois parecia que o tempo havia parado pra nós, como se o mundo fosse acabar e aquela era nossa chance de gozarmos juntos por toda uma eternidade. Eu não parava de me mover. Seus dedos apertavam meus mamilos. Seus gemidos eram altos. Ele urrava de prazer. Seu quadril remexia em baixo de mim, seu pênis entrava e saia do meu cu, e eu comecei a sentar. E eu sentava e sentava, gemendo feito uma bicha louca. Eu revirava os olhos e gemia alto. Suas mãos batiam na minhas nádegas com força. Ele agarrou minha bunda e abrindo mais. Ele ergueu e deu umas estocadas fortes. Nosso ritmo acelerou, estávamos rápidos mais controlados. Tomados de tesão. Depois nosso ritmo foi desacelerando. Abri os olhos e fui hipnotizado pelo o olhar dele. Como se eu estivesse no mar, numa prancha e a onda me guiava pelo o oceano. Nosso ritmo era constante. Ele gemeu mais alto fechando os olhos. Suas mãos me punhetavam e eu também gemi. Senti um líquido escorrer pelo o meu cu enquanto ele gemia alto. Eu explodi num gozo de alegria. Meu pênis gozou tanto que foi até na cara dele. De boca aberta ele engoliu as esguichadas e saboreando meu gozo em sua boca, ele se levantou e me beijou. Senti seus lábios trocarem comigo a porra. E sua língua foi dançando com a minha, ainda estávamos remexendo. Com os lábios grudados um no outro, nós gemíamos.

Ele parou e olhou nos meus olhos. Ele sorriu.

-       Quer saber? Acho que não vou te mandar sujo pra casa dos seus pais...

- Não? - Perguntei.

-       Não! Eu vou limpar você.



Comigo no colo, ele se levantou da cama e fomos juntos até o banheiro. Seu pênis ainda estava dentro de mim. Quando ele ligou o chuveiro e me beijou de novo, entrei em transe novamente.





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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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