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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Arkansas: Mais um Estado americano  aprova lei anti-gays.


Deputados do Estado aprovaram e lei necessita apenas da assinatura do governador


Enquanto o governo do Estado norte-americano de Indiana é alvo de protestos nas ruas e pode sofrer boicote econômico por legalizar a discriminação a gays, o que o Estado sulista do Arkansas fez? Aprovou lei idêntica.

Os deputados do Arkansas aprovaram, na terça-feira, 31, uma lei de “liberdade religiosa”. Nos mesmos termos de Indiana, a lei também dá direito de qualquer pessoa negar serviço a um LGBT baseado em suas “crenças religiosas”.

A diferença é que o governador do Arkansas ainda não a assinou, mas tudo indica Asa Hutchinson não demore a fazê-lo.

“Os projetos de lei são praticamente idênticos. Eles colocam as pessoas LGBT, negros, minorias religiosas, mulheres e muitas mais pessoas em risco de discriminação”, disse Sarah Warbelow, diretora jurídica da Human Rights Campaign, uma das maiores ONGs arco-íris dos EUA, ao Huffington Post.

USA: Milhares de pessoas tomam ruas de Indiana  em protesto contra lei anti-gay.


Lei que permite discriminar gays irritou habitantes de Indiana


Milhares de pessoas foram para frente da sede do governo de Indiana, nos Estados Unidos, protestar contra uma lei anti-gay, no sábado, 28.

A Lei de Restauração da Liberdade Religiosa foi assinada pelo governador Mike Pence na semana passada e dá direito a um comerciante se negar a oferecer serviço a alguém baseado em suas crenças religiosas.

Manifestantes seguravam cartazes com dizeres como “Eu tenho certeza que Deus não odeia ninguém” e “Sem ódio em nosso Estado”.

Os protestos têm acontecido também nas redes sociais com a hashtag #BoycottIndiana. Empresários e prefeitos do Estado temem que a cidade perca lucro com o turismo e eventos realizados no Estado, já que algumas organizações estudam trocar cidades dali por de outros Estados para seus eventos.

Indiana (EUA): Protestantes mudam convenção por  discordar de lei homofóbica.


Evento colocaria quase 20 milhões de reais ao Estado


O boicote à lei que discrimina gays no Estado norte-americano de Indiana continua e, vejam só, atraiu até grupos religiosos.

O grupo protestante Discípulos de Cristo escreveu uma carta aberta ao governador do Estado, Mike Pence, na semana passada, clamando que ele não assinasse a lei.

Como ele assinou, os religiosos não pretendem fazer mais sua convenção de 2017 no local. Detalhe: o evento deve movimentar US$ 5,9 milhões (em torno de R$ 18,9 milhões) e reunir mais de 8 mil pessoas.

“Como uma igreja cristã, nós somos particularmente sensíveis aos valores da Daquele que seguimos – alguém que se sentou à mesa com pessoas de todas as esferas da vida, e amou todos eles”, dizia a carta. “Nossa igreja é diversificada no ponto de vista, mas nós compartilhamos o valor de que a Mesa do Senhor esteja aberta.”

O grupo afirma que está disposto a rever o local da convenção caso a lei seja alterada. Chamada de Lei da Restauração da Liberdade Religiosa, ela prevê que qualquer pessoa possa negar serviços alegando por motivo suas crenças religiosas. LGBT, mulheres, minorias religiosas e uniões inter-raciais estarão na mira dos preconceituosos que poderão de deixar de atendê-los.

Distrito de Tóquio se torna o primeiro a reconhecer união gay no Japão.




Uma assembleia distrital em Tóquio se tornou nesta terça-feira (31) a primeira no Japão a reconhecer a união entre pessoas do mesmo sexo, um grande avanço para casais homossexuais em um país onde ser abertamente gay ainda é um tabu.

A decisão do distrito de Shibuya, em Tóquio, pode parecer insignificante se comparada com os Estados Unidos, onde o casamento gay só não é legal em 13 Estados, mas a proposta incentivou uma discussão sem precedentes sobre igualdade e pode abrir caminho para medidas similares em outros pontos do Japão.

A comunidade LBGT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) tem sido praticamente invisível no Japão, e as uniões civis legais ainda são um sonho distante. Casais do mesmo sexo costumam não poder alugar apartamentos.

Pessoas reunidas do lado de fora da assembleia de Shibuya comemoraram a aprovação da medida por grande maioria, e ativistas mostravam um cartaz de arco-íris com o dizer “obrigado, Shibuya”.

"Não é que queremos algo muito grande. Tudo que queremos é poder viver com as pessoas que amamos”, disse Fumino Sugiyama.

Pelas novas regras, que começam a valer no primeiro dia de abril, Shibuya, um dos 23 distritos de Tóquio e região de muitas embaixadas e também um ponto jovem da moda, vai emitir um certificado reconhecendo casais do mesmo sexo, com base em várias condições. Esse documento deve permitir que casais aluguem apartamento e se visitem quando num hospital.

O debate tomou as redes sociais no momento em que o projeto foi lançado, com os jovens geralmente a favor. Perguntado no Parlamento, o primeiro-ministro Shinzo Abe afirmou que parlamentares precisam ser “muito cuidadosos” quando avaliassem se fariam ou não mudanças constitucionais para reconhecer o casamento de pessoas do mesmo sexo.

Alguns na comunidade LGBT também têm se mostrado cautelosos, dizendo que a medida estava sendo usada politicamente para melhorar a imagem do Japão no exterior. No entanto, a maioria celebrou as novas regras. Dois outros distritos de Tóquio e a cidade de Yokohama estão considerando medidas similares.

"Acho que para os gays isso foi realmente um avanço”, afirmou Bob Tobin, escritor e morador de Tóquio, cujo casamento com o seu parceiro japonês nos Estados Unidos não tem reconhecimento legal no Japão.

"Tomara que todo o Japão se dê conta, e eu espero que outras regiões e cidades sigam o exemplo.”

 RJ: Conduta adequada- Rio Sem Homofobia capacita policiais para proteger comunidade gay.





No dia 1º de março, um casal que se beijava em uma praça do bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, foi violentamente atacado em mais um episódio de homofobia. O crime reacendeu o debate sobre possíveis atitudes que contenham agressões contra a população LGBT a poucos dias da inauguração do programa Rio Sem Homofobia.

A parceria, idealizada com a Secretaria de Estado de Segurança (Seseg), tem como objeivo ampliar a formação de policiais civis e militares para casos de homofobia. O projeto, que deve ter início a partir de abril, pretende aumentar os 12% da corporação já capacitado, por meio de videoaulas e outros recursos.

“Os vídeos vão ensinar, por exemplo, como detectar agressões do tipo, como abordar transgêneros de maneira adequada, e como conduzir casos de homofobia. O material poderá ser visto a todo momento nos batalhões, para que o discurso seja reforçado” disse o subsecretário de Educação, Valorização e Prevenção da Seseg, Pehkx Jones Gomes da Silveira, ao jornal "O Globo".

A partir de agora, será exigido que policiais façam cursos de atendimento a LGBTs, mulheres, menores e idosos para que sejam promovidos. Coordenador do Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento acredita que, desde 2007, quando o programa foi criado, a conduta policial vem melhorando.
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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