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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Louisiana: Mais um Estado norte-americano  quer aprovar lei homofóbica.


Projeto de lei deve ir para o Congresso do Estado em breve


O Congresso do Estado norte-americano de Louisiana deve votar nas próximas semanas um projeto de lei que privilegia homofóbicos.

Pela Lei Casamento e Consciência, funcionários que não quiserem processar papéis de casamento de pessoas do mesmo sexo não serão punidos.

O governador Bobby Jindal já sinalizou que deve tornar o projeto em lei se ele passar pelo Legislativo. E ninguém admite que o projeto é discriminatório.

“Não se trata de discriminação contra qualquer pessoa ou sobre julgar as pessoas”, disse o governador sobre a lei do deputado republicano Mike Johnson, ao site MSNBC.

“Isto é simplesmente sobre a proteção dos direitos essenciais à liberdade religiosa na Primeira Emenda,” continuou o governador.

No início do mês, o Estado de Indiana teve de alterar uma lei passada recentemente pelo seu Congresso que permitia qualquer pessoa negar um serviço a outra baseada em crenças religiosas. Após uma rejeição nacional à lei, deputados pediram uma alteração deixando explícito de que não seria tolerada a discriminação a LGBT, que seria o alvo principal da lei.

'Valores religiosos': Justiça no Egito pode deportar e  barrar estrangeiros LGBT no país.


País tem prendido muitos gays sob alegação de 'indecência pública'


Um tribunal de justiça egípcio determinou, na terça-feira, 14, que LGBT estrangeiros podem ser deportados ou proibidos de entrar no país africano.

A decisão foi motivada por um homem líbio, supostamente gay, que foi impedido em 2008 pelo Ministério do Interior de voltar ao país.

O homem, um estudante de pós-graduação, recorreu da decisão da pasta para tentar retomar seus estudos na Academia Árabe para a Ciência, Tecnologia e Transportes Marítimos, mas o tribunal decidiu em favor do ministério.

Um oficial de justiça, disse, anonimamente, aos jornalistas, que o ministério tem o direito de proibir os LGBT para proteger o interesse público e os valores religiosos e sociais.

A homossexualidade não é explicitamente proibida na lei egípcia, mas os gays são constantemente processados sob a acusação de devassidão e indecência pública.

Vergonha alheia: Câmara quer ouvir 'ex-gays' na  Comissão de Direitos Humanos.


Feliciano disse que "ex-gays" são taxados de mentirosos por gays e héteros


A Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados fará audiência pública para ouvir nove “ex-gays”.

A audiência, ainda sem data para acontecer, veio de uma proposta (adivinhe!!) do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) que disse que os “ex-gays” são alvos de discriminação e apontados, por seus antigos “pares homossexuais”, os companheiros, como fingidores. Segundo o deputado, também as pessoas que sempre foram heterossexuais consideram que os “ex-gays” estão mentindo.

“Assim, os homossexuais e os heterossexuais consideram os ex-LGBTTs mentirosos, dissimulados e até mesmo doentes mentais”, disse o nosso velho conhecido e homofóbico Feliciano.

Dos nove convidados, cinco são homens e quatro mulheres. No grupo, há três pastores, um cantor evangélico, uma missionária, uma psicóloga e um estudante de psicologia. Para o deputado, os programas de TV tratam os ex-homossexuais como pessoas caricatas e que enganam a sociedade, sobretudo os cônjuges.

“Esses cônjuges são mostrados como quem estaria embarcando numa aventura, ao se casarem com pessoas que praticariam fraude sentimental, dizendo haver mudado a orientação sexual quando, na verdade, apenas enganam e tripudiam sobre a confiança de terceiros”, disse.

( Ex-gays evangelicos ? Ai tem coisa,  Engraçado que quem se diz ex-gays sao geralmente pertencentes  a alguma igreja fundamentalista. Ja vi uma noticia de um ex-gay que virou pastor e foi ´pego mantendo um `caso`` homossexual...so o futuro dira com esses supostos).

Hilário de não fosse verdade: Siri mal educada e homofóbica é o primeiro bug da versão russa.




E já encontraram o primeiro bug da versão russa da Siri, a assistente de voz da Apple, lançada este mês. Um russo chamado Alex que mora em Londres postou um vídeo em que acusa o programa de ser rude e homofóbico em suas respostas ao ser questionado sobre casamento gay ou baladas LGBT. A empresa diz que já corrigiu o bug mas o vídeo é hilário.

A Rússia, como se sabe, é um país que proíbe qualquer menção à cultura gay, com risco de ser enquadrado na lei que chama de propaganda gay qualquer exposição de menores a ícones ou assunto que envolvam os homossexuais.  Mas o russo estava em Londres...

Alex pergunta: “Siri, onde tem clubes gays por perto?” E ela responde: “Eu ficaria vermelha se pudesse”, ele repete a pergunta e ela o ignora, depois ele pergunta onde pode registrar um casamento gay no Reino Unido e Siri não responde. Ele tenta novamente e ela diz: “Eu irei fingir que não ouvi” e depois ela responde:  “Alex, você é grosso”... depois ela diz novamente que ele a deixaria envergonhada, quando ele pergunta se o casamento gay é normal a Siri responde: “Eu acredito que este sentimento deve ser considerado negativo”... quando ele insiste sobre onde registrar um casamento gay a Siri fica nervosa: “ Então, agora você fica falando obscenidades  e você vai ter que engolir tudo isso”.

Para Alex, a empresa vacilou provavelmente por deixar o projeto na mão de terceirizados que não partilham a cultura da empresa que tem um presidente gay assumido. Não se sabe se a empresa adequou o programa aos termos legais da Rússia, seguindo as determinações de Moscou para não ser enquadrada na lei que pune a “propaganda gay”.

Confira:


Lamentável: Câmara do DF aprova repúdio  a direitos das pessoas trans.


Moção, no entanto, não tem nenhum valor prático


A Câmara Legislativa do DF se mostra cada vez mais homofóbica e transfóbica. Com 12 votos a favor e cinco contra, foi aprovada, na terça-feira, 14, a moção nº 28/2015 que repudia as resoluções 11 e 12 do Conselho Nacional de Combate à Discriminação de LGBT.

A moção, de autoria da deputada Sandra Faraj (SD) é contra a resolução federal que indica que travestis e transexuais devem usar banheiros de acordo com sua identidade de gênero e o uso do nome social para trans em escolas.

O debate em plenário foi acompanhado por dezenas de representantes de igrejas evangélicas, a favor da moção, e do movimento de defesa dos direitos de homossexuais, contrários à proposta, que se manifestavam nas galerias de acordo com o teor dos pronunciamentos dos distritais.

As resoluções repudiadas na moção são: a Resolução nº 11/2014, que trata do “nome social” a ser inserido em formulários e sistemas de informação utilizados em procedimentos de inscrição, matrícula e similares, para que o estudante tenha o direito de ser chamado pelo nome social quando a identificação civil não corresponder à sua orientação; e a Resolução nº 12/2015, que estabelece parâmetros para o acesso de pessoas travestis, transexuais e cuja identidade de gênero não seja reconhecida em diferentes espaços nas instituições de ensino.

A polêmica em plenário, que rendeu debate nas três últimas sessões ordinárias, foi gerada, sobretudo, pelo artigo da Resolução nº 12/2015 que garante o uso de banheiros e vestiários de acordo com a identidade de gênero de cada pessoa. Ao justificar a moção, a deputada Sandra Faraj destacou o aspecto da segurança e apresentou diversas notícias de crimes ocorridos em banheiros públicos. “Esse é um espaço que deve ser respeitado. Uma mulher não pode dividir o banheiro com um homem, é uma questão biológica”, podenrou.

O deputado Rodrigo Delmasso (PTN) também defendeu o mesmo argumento para definir o uso de banheiros. Para ele, “a identidade de gênero não pode sobrepor-se à identidade biológica dos seres humanos”.

Já o deputado Chico Vigilante (PT) afirmou que a moção é inócua, uma vez que, segundo ele, já existe uma portaria baixada pela secretaria de Educação, ainda no governo Arruda, com o mesmo teor das resoluções do Conselho. Para ele, é hora de acabarmos com a intolerância, que acaba gerando violência contra gays e lésbicas.

Também discursaram a favor da moção os deputados Sandra Faraj (SD), Júlio César (PRB), Dr. Michel (PP), Raimundo Ribeiro (PSDB), entre outros. E contra a proposta falaram os deputados Chico Vigilante, Ricardo Valle Reginaldo Veras (PDT). Outra distritais defenderam um diálogo maior sobre a temática.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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