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CONTOS DO LEITOR


Uma forma diferente de amar





Paulo, sempre que podia, quando saia da faculdade, antes de ir para casa, passava com o carro por um certo ponto específico da cidade, onde ficava observando aqueles seres de formas sensuais que desfilavam toda plástica adquirida com artifícios ou naturalmente. Admirava, por tudo que via, que aquelas pessoas eram predestinadas a fazer o que faziam. Quando uma delas se aproximava do carro e oferecia seus serviços ele dizia que estava sem muito tempo ou que precisava retirar dinheiro, mas nunca se atrevia a ter uma intimidade maior com aquelas pessoas.

De tanto passar por ali, começou a se familiarizar com muitas delas e até a saber alguns nomes. Um deles era Samanta. Uma tremenda loira, com mais de 1,80m, cabelos longos, seios avantajados e um traseiro que chamava a atenção pela perfeição, e uma voz deliciosa de se ouvir.

A primeira vez que se falaram, Paulo ficara fascinado pelo modo delicado daquela travesti. Samanta era uma perfeita mulher de rara beleza. Fora um amor a primeira vista e ele não conseguia compreender porque estava sentindo aquele sentimento tão forte.

O primeiro encontro formal se dera num motel da redondeza. O corpo nu da travesti era uma coisa de endoidecer qualquer homem. Sua plástica causava inveja a mais bela ou perfeita mulher. O membro, de grosso calibre, não tirava o encanto daquela deliciosa trava.

Paulo se perdeu nas curvas dela e não teve constrangimento quando se apossou daquele pênis e o levou a boca, sentindo-se bem com aquele ato. Gostou de ver Samanta se contorcer e gemer. Com delicadeza tomou os ovos na boca e passou a brincar com eles. Achava que tinha encontrado um estado de prazer até aquele momento ignorado. Pegou no pênis do travesti e passou a manipula-lo. Samanta sorria entendendo que tinha diante de si um cara que era muito macho e se entregou ao prazer que chegara em jatos de espermas que Paulo aparou na boca engolindo.

Depois que se saciou com aquele néctar masculino, ele pediu a Samanta que ficasse de quatro. Ela lhe passou uma camisinha e pegou um pouco de lubrificante que sempre trazia consigo, e lubrificou seu ânus e depois se posicionou na posição que sempre adotava para uma relação anal e esperou.

Calejada como era, não sentiu dor quando o membro forçou a entrada do ânus. Sabendo como podia facilitar a penetração ela se concentrou e o pau entrou. Paulo segurou em sua cintura e passou a bombar naquele corpo a sua frente. Via o pau entrar até que seus pentelhos encostava na bunda do travesti que rebolava muito. Levou em dado momento a mão até a pica que começava a ganhar novamente vida, passando a alisa-la sem parar.


Paulo estava entusiasmado com a possibilidade de experimentar uma
relação homo. Ia se arriscar em sentir o que era um sexo anal em si. Não era homossexual, mas queria sentir o que era ter um pênis a lhe invadir o reto. Retirou o pau do cu do traveco e o ofereceu para chupar. Paulo segurava a emissão da porra naquela boca. Procurou desviar a atenção do que acontecia e vendo que podia se trair, retirou o pau da boca de Samanta e depois ficou de quatro dando a entender o que desejava.

Samanta estranhou e perguntou a ele se era isso mesmo que desejava, pois seu membro era bem grosso e ele poderia sofrer. Paulo ignorou o conselho, continuando a na posição. Viu o travesti pegar uma camisinha e depois lubrificar seu ânus. A dor foi intensa, quando a glande começou a passar pelo perímetro anal. Quando ele conseguiu acomodar o membro, sentiu que estava sendo dilacerado. Lágrimas afloraram em seus olhos mas não pediu para tirar. Foi aos poucos incentivando Samanta a se movimentar até que achou suportável o vaivém do membro dentro de si. Um calor intenso tomou conta de todo seu corpo e quando Samanta passou a excita-lo com uma punheta e passou a suar e ter o cu apertando o pau que envolvia. Paulo, nunca tinha sentido um prazer tão intenso em toda sua vida. Segurou até onde pode, mas quando o gozo veio ele explodiu lançando sua porra em jatos contínuos que manchou o lençol.





Samanta passou a ter encontro com Paulo semanalmente e uma paixão começou a nascer entre os dois. Paulo já não sofria mais durante as relações em que se deixava possuir pela bela travesti. Paulo estava inquieto, pois estava gostando daquele mundo diferenciado e tinha tomado uma decisão que mudaria sua vida radicalmente. Quando contou a Samanta o que decidira ela o aconselhou a pensar muito pois não haveria volta. Diante da sua vontade categórica ela prometeu que ia ajuda-lo.


Algumas noites depois, naquela esquina famosa onde os travesti faziam seu ponto de encontro, um novo personagem se juntava aos demais. Uma bela travesti chamada Paula.




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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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