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MINHA VIDA GAY

Perfil no Grindr arranca republicano do armário nos EUA.


Nos EUA republicano é arrancado do armário depois de mandar fotos pelo Grindr


 Conhecido por suas posições conservadoras com relação aos LGBT, o republicano Randy Boehning (Dakota do Norte) votou no começo do mês contra a lei que iria evitar que a orientação sexual pudesse ser usada nas decisões relacionadas com o emprego e arrendamento de casas, mas agora está no centro de um escândalo, por ter sido descoberto que é homossexual e que está inscrito num site de encontros gay.

A revelação foi feita por Dustin Smith, de 21 anos, que contou a um jornal local que, em março, Randy lhe tinha enviado duas fotos do pênis. "Como pode discriminar as pessoas que tenta encontrar?", perguntou o usuário do Grindr, que acusa o político de hipocrisia.

Randy já comentou a situação e revelou que alguns amigos próximos sabiam que ele era gay, mas recusou as acusações de atitude inapropriada por enviar as imagens. "É o que se faz nos sites gays, não é?", questionou.

Boehning considera que esta revelação é uma retaliação contra o seu voto, mas afirma que está aliviado, por já não ter de pensar que um dia seria descoberto. No entanto, não se arrepende do voto e considera que está a ser coerente, já que os seus eleitores são contra a lei que também iria impedir a discriminação baseada na etnia, cor, religião, sexo, idade ou baseada em deficiências físicas ou psicológicas.

A situação não é nova e já atingiu, por várias vezes, republicanos conservadores que votam contra leis que dão direitos iguais aos homossexuais, mas que, no fim de contas, acabam por assumir que também eles são gays. Phill Hinkle, antigo membro da Casa dos Representantes de Indiana, foi descoberto, em 2011, combinando um encontro no "Craiglist" com um homem de 18 anos, a quem tinha pago por sexo.

Pai pinta as unhas em apoio ao filho após bullying na escola em Minas Gerais.


Para Thiago e Laura, o apoio é o mais importante para o filho Arthur, de quatro anos


Na terça-feira, quando o enteado de quatro anos, que Thiago Moreira chama de filho, chegou em casa cabisbaixo contando que outra criança tinha falado que “ele parecia uma menina” por causa das unhas pintadas, o rapaz não pensou duas vezes: pediu para que o menino pintasse as unhas dele, demonstrando apoio à brincadeira do pequeno Arthur. Tal como a criança, Thiago acabou sendo questionado sobre a atitude.

Thiago Moreira publicou a história no Facebook após ser questionado pelo apoio ao filho

"No trabalho, me perguntavam sobre o esmalte, eu explicava a história e as pessoas entendiam. Só uma pessoa questionou, falando que éramos muitos novos para dar essa liberdade para ele" contou Thiago, por telefone.


Thiago e Laura com o pequeno Arthur.


Incomodado com o preconceito, Thiago, que trabalha como recepcionista em uma pousada em Ouro Preto, em Minas Gerais, publicou a história no Facebook na sexta-feira. Um dia depois, a publicação já teve mais de 7 mil compartilhamentos e está recebendo diversas mensagens de apoio. A repercussão da história impressionou e as mensagens de apoio chegam de todos os lados. "Eu imaginava que daria uma repercussão entre nosso grupo de amigos, mas chegou no Brasil inteiro e nós estamos recebendo muitas mensagens de apoio. Na minha caixa de mensagens tem mais de 40, todas nos apoiando. É muito bom."

Arthur, de quatro anos, é descrito por Thiago como uma criança que adora cores e, sempre que vê sua mãe, Laura, pintando as unhas, tem vontade de fazer o mesmo. Não pelo ato de pintar as unhas em si, mas pelas cores usadas pela mãe.

"O apoio é importante para a criança, e nós vamos apoiá-lo em tudo. O que ele quiser ser no futuro, nós vamos estar aqui dando apoio e sempre vamos amá-lo, ele é nosso filhão" completou Thiago.

O pai biológico de Arthur, Luiz Ernesto, que mora em Santa Catarina, está acompanhando e apoiando a atitude de Thiago.

“Eu assino embaixo e quero que alguém venha falar algo sobre o Arthur, sobre a mãe dele e sobre o novo pai dele”, desafiou Luiz no Facebook.

Leia o desabafo de Thiago na integra:

Uma breve história.

Sempre que a Laura pinta as unhas, o Arthur quer pintar também, porque afinal de contas, são cores, e ele quer tê-las em suas unhas também.

Pois bem, deixamos que ele pinte.

Certo dia ele chegou em casa de cabeça baixa começou a tirar o esmalte de suas unhas e a Laura quis saber o porquê, ao que ele disse:

- Um menino mais velho disse que eu tava parecendo uma menininha.

Imediatamente peguei a bolsa de esmaltes da Laura e pedi para que ele escolhesse uma cor para pintar minhas unhas, e a cor escolhida foi essa da foto.

Desde então, vou levá-lo e buscá-lo na escola com as unhas pintadas por ele.

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Hoje no trabalho - pra quem não sabe, trabalho como recepcionista em uma pousada - um guia turístico veio buscar um de nossos hóspedes para um passeio e, assim que entrou na pousada, uma das primeiras coisas que ele notou foi:

- Você pinta a unha?

Contei pra ele a história e ele imediatamente fez questão de dar sua opinião a respeito:

- Mas você não acha que é prejudicial pro seu filho?

- Não, não acho. Por que seria? Ele é uma criança, ele não sabe preconceitos, não ensinamos isso em casa.

- Ah, mas pensa bem. Se você pinta a unha dele, VOCÊ tá contribuindo pra que ele seja alvo de bullying na escola... [...] Quando tiver com ele em casa e ele quiser pintar a unha, pegue uma base, sei lá, e diga "olha, filho, esse aqui é o esmalte do papai, esse aqui você pode passar que ninguém na escolinha vai rir de você.

- Hei, mas a graça pra ele está JUSTAMENTE nas cores, ele gosta das cores, nós não vemos problema nenhum com isso e eu não irei privá-lo das cores porque outros pais ensinam seus filhos a ter preconceitos.

Após perguntar minha idade, ele emenda:

- Eu tenho uma filha de 20 anos, ela nunca namorou e ela gosta dessas coisas mais Heavy Metal, mas se eu vejo ela usando uma bota de HOMEM eu digo "Filha, não tá legal"... [...] Veja só, vocês são novos, não sejam tão liberais, hoje você pinta a unha dele, amanhã ele pode querer usar uma calcinha e se um dia ele chega de mãos dadas com um "coleguinha" na sua casa?

- Meu! PELAMOR! Ele gostar agora de pintar as unhas não interfere na sua sexualidade!

- Você acha que não?

- ÓBVIO que não! Se no futuro ele SE DESCOBRIR gay, se no futuro ele chegar de mãos dadas com um "coleguinha", se no futuro ele quiser/gostar de usar calcinha, ele saberá que poderá contar com todo nosso apoio, pois somos seus pais e isso jamais deixaremos de ser. No mais, ele no momento é só uma criança que não tem preconceitos e nem é criada com eles.

Aí o hóspede chegou e acabou a conversa.

Bom dia.

P.S: Vai ter unha das mãos pintadas pelo filho SIM e se reclamar pinto as dos pés também.

NÃO à Lesbofobia!



MÃE, EU DEI



Põe Na Roda Repórter: DRAG QUEENS


 

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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. É mesmo muita hipocrisia a desse político estadunidense...

    E adorei a história do pai que pintou as unhas para apoiar o filho!

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  2. E´bom saber, que o preconceito esta em decadencia por bons exemplos. Os preceitos religiosos so valem para a epoca dos 2000 anos atras e .nao para os dias atuais. Meus amigos, o mundo anda pra frente e nao pra tras.

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