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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Principal igreja protestante da  França vai abençoar casais gays.


Maioria esmagadora dos bispos no sínodo protestante votou a favor da união homossexual


A principal igreja protestante da França passará a abençoar casais homossexuais se os pastores quiserem. No sínodo protestante, no domingo, 17, a decisão foi aprovada por 94 votos a favor e 3 contra.

Para serem abençoados, os casais de gays e lésbicas precisarão ter se unido no civil, o que já é legalizado no país desde 2013.

Segundo o pastor Laurent Schlumberger, que participou do sínodo ocorrido em Sète (sul do país), o clima durante a votação era “excelente” e ela foi marcada pela “confiança e fraternidade” entre os participantes. Schlumberger é presidente do conselho nacional da Igreja Protestante Unida (Epuf), a mais antiga corrente do protestantismo instalada no território francês. A instituição reúne 250 mil fiéis e 500 pastores em todo o país.

Ministro da Colômbia está determinado  a aprovar casamento gay no país.


Casamento gay tem apoio de alguns dos principais políticos do país


Juan Fernando Cristo, ministro do Interior da Colômbia, está determinado a aprovar a união entre pessoas do mesmo sexo em seu país.

Ele afirma que o maior partido político colombiano, que é de esquerda, tem a intenção de legalizar esse direito em breve.

“O governo apóia a luta pela igualdade e vamos adotar medidas que assegurem os direitos do casamento igualitário para todos”, disse Cristo, na Universidade dos Andes, em Bogotá, na quinta-feira, 14.

Reino Unido lidera ranking de  países mais arco-íris da Europa.


Pesquisa avaliou todos os países europeus em 48 critérios



O Reino Unido conseguiu a posição mais alta no Índice Arco-Íris Europa 2015 divulgado pela ILGA-Europa – Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexos.

Dentre os 48 critérios avaliados, o país reuniu 86% de pontos. Atrás ficaram Bélgica, Malta, Suécia e Croácia.

Na outra ponta – os países que menos respeitam os direitos LGBT – estão Azerbajão, Rússia, Armênia, Ucrânia e Mônaco.

Foram levados em conta temas como casamento e adoção gay, criminalização de discursos de ódio e reconhecimento da identidade de gênero, dentre outros pontos.

Aumenta apoio à homossexualidade  na Turquia, aponta estudo.


Cerca de 60% disseram ser favoráveis à homossexualidade


As coisas estão mudando na Turquia, país que fica entre a Europa e a Ásia e mesmo sendo de maioria muçulmana tem cada vez mais influência dos costumes ocidentais.

Uma pesquisa realizada em 26 cidades do país a respeito de diversos temas descobriu que 60% dos entrevistados disseram que relações homossexuais são aceitáveis.

O estudo também apontou que 18% afirmaram que as relações com alguém de mesmo sexo não são violações de ordem moral.

Em outra pesquisa, realizada pelo Instituto Pew, em 2013, 78% das pessoas afirmaram que desaprovavam essas relações. A diferença entre dois anos sobre o assunto é gritante, mas a questão pode ter sido colocada de forma diferente na primeira.

80% já presenciou ou foi vítima  de homofobia nos esportes.


Estudo se concentrou em seis países de língua inglesa


Uma pesquisa revelou o que muitos já sabem e que alguns já experimentaram até na pele: a grande maioria já presenciou ou vivenciou situações homofóbicas nos esportes.

O estudo, que entrevistou 9.500 pessoas, revelou que 80% dos participantes e 82% dos participantes LGB já foram testemunhas ou foram alvo de homofobia nos esportes (não foram identificadas quais modalidades).

Dos que tiveram uma experiência pessoal com a homofobia, 84% dos gays e 82% das lésbicas disseram ter recebido insultos verbais como “bicha” e “sapatão”.

Apenas 1% dos entrevistados disseram que lésbicas, gays ou bissexuais são pessoas “completamente aceitas” no ambiente esportivo.

O estudo, intitulado “Out on the fields” (Assumido nos campos), focou sobretudo em seis países – Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda). Destes, os EUA tiveram o maior índice de entrevistados que já viram ou foram vítimas de homofobia nos esportes e o Canadá, o menor.

4 milhões de gays foram vítimas  de violência de 2014.



Foram entrevistados mais de 100 mil pessoas em 127 países


Quatro milhões de gays sofreram violência física grave em 2014. Os dados são de um estudo conduzido pela Universidade de Mainz, na Alemanha, com o site de encontros PlanetRomeo.

Foram entrevistados 115 mil homens em 127 países. “Ao aplicar os resultados da pesquisa para toda a população mundial, o resultado estimado é chocante”, disse a empresa em comunicado.

Supondo que 2,5% de todas as pessoas são gays e há pelo menos 175 milhões no mundo, a pesquisa também descobriu que 13 milhões de homens homossexuais foram expulsos da casa da família e 41 milhões querem sair de seu país de origem.

Outras 22 milhões perderam o emprego ou tiveram um pedido de emprego negado por serem gays e 7 milhões estão em casamentos heterossexuais.

DF tem um casamento  gay a cada três dias.


Registros de uniões no DF permanece estável nos dois últimos anos


Desde que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou (em 14 de maio de 2013) resolução determinando que todos os cartórios do País são obrigados a realizar o casamento gay, o Distrito Federal teve, em média três dessas uniões por dia.

Foram 245 casamentos entre pessoas do mesmo sexo até agora no DF, segundo a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR).

Os registros de uniões gays ou lésbicas permanece estável: dessas 245, foram 122 no primeiro ano e 123 no segundo ano de vigência da resolução.

“Aqui no Distrito Federal, eu te garanto que não houve nenhuma objeção dos cartórios. Os procedimentos, atendimentos e efeitos são rigorosamente iguais aos do casal de sexo diferente. Quando o casal chega ao cartório, é orientado sobre todo o passo a passo, inclusive sobre o regime de bens”, esclareceu Allan Guerra, presidente da Anoreg no DF, ao G1.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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