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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Vaticano fala de desafio para católicos  após aprovação de união gay na Irlanda.


Igreja quer reconquistar os jovens, que mais são a favor da união gay


Um jornal do Vaticano lamentou a aprovação do casamento gay em referendo na Irlanda, na sexta-feira, 22, e destacou que a Igreja Católica tem um desafio pela frente.

O Osservatore Romano disse que eles foram “derrotados”, citando a diferença entre seus pontos de vista datados e os dos 62% dos eleitores irlandeses que votaram a favor da união homossexual.

A publicação diz que é um “desafio para toda a comunidade católica” agregar os jovens que em uníssono votaram a favor da união gay.

“A margem entre o ‘sim’ e o ‘não’ foi grande demais para não ser aceito como uma derrota. Foi o resultado da alta participação dos eleitores, nomeadamente dentre os jovens”, disse o jornal do Vaticano, segundo a Agência France-Presse.

Alemanha amplia direitos  para casais gays.


País ainda não propicia alguns direitos, como o casamento gay

Casais de gays e lésbicas terão seus direitos ampliados na Alemanha chegando mais perto dos direitos que héteros já possuem.

Segundo o ministro alemão da Justiça, Heiko Maas, o gabinete de governo aprovou um projeto de lei, na quarta-feira (27/05), que ajudará os homossexuais que querem assumir uma união civil no exterior.

Com a mudança, homossexuais alemães que desejem iniciar uma parceria civil no exterior poderão solicitar às autoridades alemãs um atestado de que não há impedimentos legais, por parte da Justiça, para que a união civil no exterior seja concretizada. Hoje esse atestado pode ser solicitado apenas por heterossexuais que pretendam casar no exterior.

De acordo com a Agência France-Presse, o projeto de lei estabelece ainda que requerentes de asilo não precisam mais permanecer num centro de acolhimento se estiverem numa união civil com um cidadão alemão. De acordo com Maas, serão alteradas 23 leis e diretrizes, de forma a ampliar os direitos dos casais homossexuais aos dos heterossexuais.

Na Alemanha, a união civil entre pessoas do mesmo sexo existe desde 2001. Desde 2013, os casais do mesmo sexo também gozam das mesmas vantagens fiscais que os heterossexuais. E, desde o ano passado, gays e lésbicas têm o direito de adotar uma criança que já havia sido adotada pelo parceiro ou parceiro.

A oposição disse que as alterações são insuficientes. O casamento para casais homossexuais e a equiparação dos direitos de adoção de crianças estão entre as principais exigências.

Primeiro-ministro da Austrália não  quer referendo sobre casamento gay.


Político acredita que Parlamento do país já deu resposta sobre o assunto


Tony Abbott, primeiro-ministro da Austrália, disse que seu país não terá um referendo sobre o casamento gay, como a Irlanda, que legalizou a união homo no sábado, 23, por meio de voto popular.

“Os referendos são realizados neste país quando há uma proposta para mudar a Constituição”, disse ele a repórteres. “Eu não acho que ninguém está sugerindo que a Constituição precisa ser alterada nesse sentido.”

Para o primeiro-ministro, a questão já foi tratada e respondida quando o Parlamento australiano rejeitou, em 2012, a proposta de legalização da união entre pessoas do mesmo sexo.

O politico é contra o tema e a Austrália, um país moderno, rico e liberal, sofre com o conservadorismo de seus políticos e destoa completamente da vizinha Nova Zelândia e da Europa Ocidental, que respeitam muito mais os direitos LGBT.

Hong Kong pode começar a debater  o casamento gay este ano.


Proposta foi apresentada no começo do ano e pode ser discutida antes de 2015 acabar


 Aos poucos, a Ásia começa a se mobilizar pelos direitos LGBT. O Parlamento de Hong Kong pode discutir o casamento gay até om fim deste anos.

Quem diz isso é Ray Chan, primeiro deputado declaradamente gay do país. No domingo, 24, o parlamentar afirmou, em sua página no Facebook, que propôs um projeto sobre o tema no começo do ano.

“Em janeiro deste ano, apresentei uma moção para o Conselho Legislativo pedindo ao governo que conclua uma lei de união civil e legisle para proteger os direitos dos casais do mesmo sexo que estão em um relacionamento”, escreveu Chan.

Segundo ele, o primeiro debate sobre o assunto deve acontecer até om fim de 2015. Em dezembro passado, um projeto semelhante começou a ser debatido no Legislativo de Taiwan, fazendo com que o país se tornasse o primeiro na Ásia a discutir a união homossexual.
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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