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CONTOS DO LEITOR


Surpresa na fazenda





Bom dia, boa tarde, boa noite seja qual for a hora e o local que você esteja! Meu nome é Tião estou de volta para contar o que ocorreu após o termino das minhas férias retratado no conto - Férias na fazendo com meu tio. Voltei para Goiânia para terminar o ensino médio, ficamos meu tio e eu em contato por meio de redes sociais e telefone, mas aos poucos a frequência foi diminuindo pelo ritmo do trabalho, estudo, dia a dia.

Após o fim do ano, meu tio me convidou para ir morar com ele na fazenda. Disse que conseguia um emprego para mim na cooperativa uma vez que eu não estava afim de fazer faculdade no momento. Claro que aceitei conversei com meus pais e eles aprovaram porém algo me intrigou, meu tio me disse que tinha uma surpresa que somente me revelaria na fazenda. Nunca gostei de surpresas, sou ansioso gosto tudo bem explicado, mas não houve jeito.

Já estava louco de vontade de ver meu tio, abraça-lo, beija-lo, trepar gostoso com ele, andar pela fazenda pelado, nadar no rio só nos dois.

Assim que cheguei na rodoviária liguei para meu tio. Ele estava na cidade fazendo compras e me pegou de caminhonete. Logo que saímos da cidade, pois a nossa fazenda eram poucos km fora. Meu tio tirou a camisa, eu fiz o mesmo e nos beijamos com vontade chupando a língua um do outro. Nossa que saudade daquela barba cerrada roçando no meu pescoço, no meu rosto!


Meu tio tocou a camionete e eu disse que a muito queira fazer algo. Ele me perguntou o que e sem responder abri seu zíper tirei seu pau para fora e enquanto ele dirigia eu mamava seu cacete. Nossa que tesão! Um pouco mais para frente meu tio estacionou a caminhonete escondida na entrada de uma fazenda abandonada, abaixou minha calça e me comeu na carroceria da caminhonete. Socava seu cacete em meu cu enquanto passava sua barba em minha nuca o que fazia meu cu piscar ainda mais em seu pau. Virou-me de frente. Eu segurei na caminhonete e ele segurando minhas pernas me comeu socando em meu cu olhando para mim. Gozamos feito loucos.

Meu tio disse que iria passar primeiro em uma fazenda antes da nossa, não era longe resolvi ir andando para esticar as pernas da viajem.


Cheguei na fazenda e já fui entrando chamando por Dona Nena já que a porta estava aberta, porém de lá veio Antônio. Estranhei ele ali.  Cumprimentou-me, deu boas vindas e disse que logo meu tio chegaria, e que Dona Nena já não trabalhava mais na fazenda, porque tinha ficado doente. Com o marido, preferiam ir para a capital para o tratamento.

Logo meu tio chega, me abraça forte. Eu até queria retribuir, mas a presença de Antônio me continha.

- Tião preciso lhe contar uma coisa, este é Antônio ele é o filho do...

- Seu Joça da fazenda aliança eu sei.

- Certo, ele se formou o ano passado e desde outubro está aqui trabalhando como veterinário em algumas fazendas. Bom, ele é homossexual seu pai descobriu e como as pessoas aqui são cabeça fechada não estava tendo muito clima para ele ficar na fazenda do pai dele então ele veio morar aqui. Como a Dona Nena ficou doente, nós dividimos as tarefas. Ele cozinha, é claro porque eu sou uma negação na cozinha e está me ajudando com as vacas aqui da fazenda e com as outras coisas.

- Por mim tudo bem, mas ele sabe de...

- De mim? Sim sabe. É que nos estávamos namorando quando o pai dele descobriu e...

Aquilo foi como se eu tivesse levado um tapa no pé do ouvido. Levantei, peguei meu chapéu no sofá a fui pegar uma água. Meu tio falando atrás de mim me dizendo um monte de coisa. Saí e fui atrás de um cavalo, eu precisava correr.

Peguei um dos cavalos, coloquei a cela rápido e saí cavalgando correndo pela fazenda. Enquanto corria, as coisas que meu tio me disse iam ecoando pela minha cabeça, misturadas com as coisas que vivemos nas minhas férias. Parei, sentei em uma árvore partida e fiquei pensando. Logo Antônio chega.

- Como chegou aqui tão rápido?

- Sou ótimo em montaria além disso, o Pedro me disse onde você poderia estar. Olha eu não vim aqui tomar seu lugar eu só vim te dizer que aconteceu. Seu tio e eu temos muita coisa em comum, recém formados, trabalhos parecidos, cidade pequena, gostamos das mesmas músicas, de homens, poxa você não é mais um menino.

- Ele me enganou, me traiu, se não me queria aqui porque me fez vir aqui passar essa vergonha?

- Sabe que ele não te traiu, vocês tiveram um caso, você teve que voltar. Nos encontramos, começamos a namorar. Ele preferiu te contar ao vivo porque sabia que seria complicado você entender, além disso, nós queremos você aqui. Ele me contou sobre vocês e disse que queria você aqui perto junto conosco para nos ajudar na fazenda, porque ele conhece seu jeito, sabe que é disso aqui que você gosta, aqui você esta feliz. Por que você não se abre para o novo e se permita ser feliz?

- Como?

Antônio se aproximou de mim, ele tinha os cabelos claros, uma barba por fazer. Seu perfume misturado com seu suor, sua camisa com os botões abertos deixavam a mostra seus poucos ralos cabelos no peito. Fiquei imóvel vendo seus olhos se aproximarem dos meus. Sua mão em minha nuca me puxou para perto. Sua boca se encaixou na minha. Tentei empurra-lo, mas ele me segurou firme contra seu corpo com sua boca beijando meus lábios que aos poucos se entregaram. Minha boca se abriu e sua língua a invadiu. Seus braços já não precisavam mais de tanta força para me imobilizar, deixando suas mãos livres para explorarem meu corpo. Minha camisa foi retirada. Ele tirou a dele também, minhas calças caiu. Ele se abaixou e abocanhou meu cacete chupando de uma forma incrivelmente prazerosa. Com a outra mão foi afundando seus dedos em meu cu. Percebeu que meu tio já havia gozado lá. Deu um sorriso, se levantou, me deu outro beijo e se virou. Nossa que bunda firme, redonda! Dei um tapa e abri. Coloquei meu pau e soquei com tudo segurando em seu ombro. Nem me importei, soquei com toda a fúria que estava dentro de mim, mas Antônio não reclamava gemia de prazer. Gozei no fundo do seu cu. Antônio pediu para eu continuar socando que ele iria gozar com meu cacete enfiado. Peguei em seu pau e bati uma punheta para ele com meu pau estocado em seu cu.

Voltamos para a fazenda, tomei meu banho. Antônio tomou o dele e fez uma deliciosa janta. Conversamos bem. Eu ainda estava meio chateado com meu tio e logo fui deitar. Do meu quarto eu escutei os gemidos e barulhos dos dois até eu pegar no sono.

No outro dia acordei com meu tio me dizendo o itinerário do dia. A noite chegamos um a um, tomamos banho e ficamos conversando assistindo o jornal.

- Ei por que você está de roupa Tião e você com essa bermuda Antônio?

- Queria que eu estivesse como ?

- De cueca ou tá com vergonha do Antônio ?

- Eu não tenho! Se for este o caso. Disse Antônio tirando a bermuda e a cueca e jogando na cara do tio Pedro.

- Vamos Tião.

- Há não tio, me deixa assim.

- Nada disso garoto.

Veio o tio e tirou minha roupa.

- Veja se um rapagão bonito desse pode ficar todo coberto não é Antônio?

- De jeito algum, Pedro.

Meu tio segurou firme em meu pau e começou a chupar. Eu tentei tirar a cabeça dele.

- Hummmm já provou isso aqui?

- Já, é uma delicia, quero até mais.

Antônio se aproximou e agora os dois repartiam meu cacete. Chupavam meu pau e minhas bolas, minha virilha, minha barriga. Deram-me um banho de língua. Logo eu estava chupando meu tio de quatro no sofá enquanto Antonio lambia meu cu.






Meu tio se virou fazendo um 69 comigo e Antônio cravou seu pau em mim. Que tesão aqueles machos gemendo urrando suando! Meu tio foi para trás de mim e passou a meter no meu cu. Antonio veio para minha frente e ofereceu seu cu de frango assado. Agora eu dava e comia.

Pausa para a janta, comemos uma deliciosa refeição feita por Antônio auxiliado por mim. Conversamos coisas do dia a dia, estabelecemos algumas funções para o dia posterior então meu tio disse que era hora de ir para o quarto. Eu fui para o meu e eles para o deles. De repente Antônio chega na porta e diz:

- Ué, você não vem? Ontem você estava digerindo a ideia cansado da viajem hoje você já faz parte da festa.

Pegou-me pela mão e me levou para o quarto. Começamos nos beijando e alisando, comigo de recheio. Depois foi a vez de Antônio de recheio da chupação e depois a meteção correu solta. Foi ótima nossa primeira noite a três!

Logo as tarefas já estavam organizadas e divididas. Eu ficava mais por conta das vacas e das plantações, verduras e pomar que tinha na fazenda. Antônio ficava mais por conta da cozinha, arrumação da casa. Meu tio Pedro fazia a parte das compras, organização das contas e nos auxiliava nos afazeres da casa e da fazenda sempre um apoiando o outro.


É ótimo morar aqui, ficamos praticamente sempre que estamos em casa pelados ou de cueca, tomamos banhos de chuveiro e rio juntos, dormimos juntos. É gostoso, quentinho, me sinto protegido e bem quisto por eles. Claro que já saiu comentário na cidade que é do tamanho de um ovo, mas não damos tanta importância para isso. E qualquer um que quiser se meter com a gente, vai enfrentar três caras bem machos e bom de briga e com muito amor carinho e respeito entre eles.



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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. História muito legal e interessante, li a primeira e agora a segunda..terá uma terceira??rsrs. Espero q sim..Bjos ^^

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