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CONTOS DO LEITOR


No Meio do Campo de Futebol





Alto, forte, mulato, olhos castanhos e cabelo liso. Boa definição para Wellington, o atleta mais atraente da escola. Mas é claro que um colégio particular teria um centro esportivo com variedades. E algumas delas vale a pena apreciar. Nunca pensei que valeria tanto a pena ter que dividir a sala com aqueles atletas ridículos.

Nós alunos do teatro detestamos esse jogadores de futebol metidos, mas para cumprir castigo, alguns meninos do futebol tiveram que ajudar no cenário da peça da escola. E lá estava eu, admirando Wellington, o garoto mais gostoso daquele time. Eu não conseguia nem mesmo me concentrar no meu texto. Eu sabia que ele queria algo comigo, porque era o único que puxava assunto comigo, o único que me olhava de cima a baixo e que parecia nervoso a falar comigo.

Um dia eu estava decorando meu texto na coxia e ele havia entrado lá com uma lua de papelão enorme. Pediu desculpas por me atrapalhar, mas eu disse que tudo bem. Eu percebi que ele não tinha ido embora e ficou me espionando, então decidi pedir ajuda dele pra ensaiar. Digamos que foi assim que nos tornamos amigos. Trocamos número no whatsapp, conversávamos bastante e até aí não passava de amizade, até que um dia, recebo uma ligação...

- Alô? - atendo.

- Está ocupado? - Ele diz.

- Quem é?

- Sou eu, o Wellington.

- O que foi?

- Tem como você vir até aqui. Preciso de você. Você é a única pessoa que me acalma.


E era verdade. Wellington costumava se estressar bastante, mas toda vez que eu conversava com ele, ele se acalmava. Tinha problemas com o pai, a escola, o futuro no esporte...

- E onde seria, aqui? - Perguntei.

- No campo da escola.

- Você está maluco, se você...

- Eu sou capitão do time, eu tenho a chave.

- E se um dos seguranças...

- Você vem ou não vem?

Sua voz estava fria.

- Ok, estou indo....


A noite estava fria. Peguei um táxi até a escola. Tinha seguranças na porta da frente, mas na parte de trás da centro esportivo estava vazio e ele estava esperando na portinha de saída.

- Você demorou. - Ele disse com seu sorriso lindo.

- Desculpa. Mas o que você quer aqui?

- Venha.


Entrei com ele e no meio do campo tinha uma mochila jogada no chão, uma toalha forrada e uma cesta de piquenique.

- O que significa isso? - Perguntei.

Ele me pegou por trás e me fez sentar. Consegui sentir o cheiro do perfume dele, me fez contorcer a cabeça.

- É uma forma de agradecer sua amizade. Eu andei descobrindo que não posso confiar muito nas pessoas. Mas você é diferente. Sempre se mostrou fiel.

- Anh... Obrigado. Era por isso que estava chateado? Alguém traiu sua confiança.


Ele balançou a cabeça positivamente e depois disse:

- Vamos esquecer os problemas. Faz tempo que venho planejando um momento como esse. - Ele sorriu pra mim e me entregou uma taça de vinho. Brindamos e demos um gole na bebida.

Depois de muitas taças de vinho e alguns aperitivos, já estávamos bastante alegres e meio bêbados... Contamos piadas e falamos de várias coisas, depois nos vimos falando de sexo.

- Ah, você está zuando comigo! - Eu disse.

- Não estou, não! Essas garotas são assim mesmo. - Disse Wellington. - E nem conto o que a Alana Rodrigues fez comigo.

- O que ela fez?

- Bem, ela inventou que precisava de ajuda em matemática e foi na minha casa quando eu estava sozinho. De repente quando me dei conta, ela estava alisando meu pau por cima da calça. Logo depois, ela já estava com a mão toda no meu pinto... - Ele fechou os olhos como se estivesse sentindo o mesmo que sentiu naquele dia. - Nossa! Ela tinha muitos anéis. - Ele disse. - E estavam gelados. Aquele puta me bateu uma e depois foi embora.

- Então está me dizendo que todas essas meninas são provocadoras.

- Poucas vão direto ao ponto, Caio. Elas são assim... Elas gostam de provocar. E eu... gosto de ser provocado.


Eu ri e ele riu também. Ficamos olhando um para o outro naquele momento.

- E você? - Ele perguntou.

- Eu não... não saio muito com as garotas.

- E com garotos?

- O que?

- Ah, somos amigos, não é? Eu não vou contar pra ninguém.


Não sei se era porque eu estava bêbado, ou se eu realmente confiava nele...

- Bem... Eu costumo sair com muitos caras.

- O que você faz com eles?

- De tudo... um pouco. kkkk, eles gostam da minha timidez.

- Não são os únicos. - Ele murmurou.

- O que?

- Continua... Me conta o que costuma fazer com eles.

- Ah... Bem, eu do pra eles... Mas o que mais gosto de fazer é chupar. Ah, meu deus! Eu adoro chupar um delicioso pau.

Ele riu.

- Tipo esse?

Quando olhei, arregalei os olhos. Não era tão grande, mas era grosso. Moreno, lindo, cheio de veias, estava escorrendo a gala. Eu não sei o que deu em mim. Acho que simplesmente me deixei levar, não me liguei se alguém podia ou não ver e abocanhei aquele pau.

Eu poderia descrever a sensação de ter aquela coisa gostosa na minha boca, mas não sei como explicar. Era uma piroca macia, mas ao mesmo tempo dura feito pedra. Eu lambia a cabecinha com todo vigor, enfiava na minha boca até o fundo da garganta. Chupava fazendo um delicioso vai e vem.






Definitivamente adoro um boquete. Eu não conseguia parar. Acelerei o ritmo do meu vai e vem e depois fui parando, trazendo minha boca de volta ao topo. Eu podia ouvir os gemidos dele. Podia ouvir ele falar safadezas pra mim. Ele me xingava, me desmoralizava e agarrava meus cabelos me forçando a chupar mais. Eu descia devagar e depois subia fazendo um rápido vai e vem. A minha língua contorcia aquele mastro delicioso. Ai, eu estava sedento, eu queria engolir toda porra que ele tinha guardado pra mim. Ele não parava de gemer e eu também. Gemia com aquele pau na minha boca. Eu lambia a cabecinha toda, minha língua passava na dobrinha. E as bolas Eu enfiava tudo na boca. Fiz exatamente o que ele mandou. Mamei as bolas como duas bolas de sorvete de creme. Eu sugava elas e ele ia ao delírio. Jogando a cabeça pra trás e gemendo alto. Depois ele anunciou:

- Vou gozar!

E ele gozou. Jorrou litros bem dentro da minha boca. Não deixei derramar uma gota sequer. E depois eu chupei mais, fazendo ele revirar os olhos, enquanto minha cabeça enfiava tudo até o talo. Ele enlouqueceu. Me pegou no colo, me pôs em cima dele e começou a me beijar.

- Não sabe quanto tempo eu quis isso. - Disse entre o beijo.

- E eu quero mais de você.

- Você vai ver eu marcar o gol agora. - Ele disse.

Eu ri... Era engraçado, mas excitante.




Estávamos em pé, trocando beijos. Ele sentia o gosto da própria porra na minha boca. Sua língua sugava a minha e ele mordia meus lábios. Sua pegada na minha bunda era forte. Forçava meu quadril no seu volume. Sem tirar a boca da minha, ele foi me virando e começou a sarrar. Desceu minha calça bem devagar e deu um forte tapa na minha bunda. Olhei para o gol e disse a mim mesmo que me sentia mais realizado do que nunca. Ele mordia meu pescoço e sarrava aquele pau grosso nas minhas nádegas.

- Eu quero você todas as noites assim pra mim. - Sussurrou no meu ouvido. - Vou meter em você de um jeito que nunca vai esquecer.

Ele me jogou no chão, ergueu minhas pernas no ar. Foi me alisando até o meu pau, o agarrou e começou a me punhetar. Mordendo meus lábios, ele pegou o vinho e jorrou na direção da minha virilha, no meu peito e foi lambendo meu mamilo, enquanto seus dedos deslizavam até o meu cu, que também estava encharcado. Foi me dedando, enquanto seus dentes mordiam de leve meu mamilo direito. Ele foi lambando, enfiando dois, três, quatros dedos. Encharcou mais meu cu de vinho, até que em seguida, ele enfiou todo o seu pau.

- AAAAh! - Eu gritei e deixei ele me possuir.

Sinceramente? Não sei explicar como era aquela pressão que ele tinha. Ai, senhor! Ele enfiava aquele pau com muita fome, era voraz, sagaz. Ele sabia meter. Ai, ele mordia meu pescoço, arranha meu peitoral. Era tão delicioso sentir aquela grossura dentro de mim.

Ele me jogou de bruços e começou a mexer seu quadril. Ele rebolava com o pau no meu cu. Eu estava todo sujo de terra, grama, mas não ligava. Ele lambeu minhas orelhas.

- Está sentindo isso, gostoso? Você gosta disso meu lindo?

- Ah! Acaba comigo.

Ele empinou bem a minha bunda e feito uma metralhadora, foi atirando seu pau dentro do meu cu numa velocidade sem limites. O som se propagava naquele campo. Eu gemendo alto, ele xingando alto e nossos corpos se chocando com violência, seu quadril batendo no meu, enquanto até as bolas batiam na minha bunda.

Agora eu estava de frango assado. Ele alisava todo o meu corpo. Num ritmo bem devagar, mas sem perder o rebolado, ele me beijava na boca, mordia o pescoço e lambia meu mamilo. Seu pau cavava cada vez mais fundo, ele ia até dentro do meu intestino, me fazendo revirar os olhos e perder o controle. Eu estava possuído.





Foi exatamente quando ele começou a bater uma pra mim, comecei a sentir algo dentro de mim que era totalmente inexplicável. O prazer foi batendo em todas as extremidades do meu corpo e eu senti meu pau latejar, quando um orgasmo me atingiu bem forte, e no exato momento, ele gozou dentro do meu cu. Eu jorrava litros de porra que pegou até na cara dele e ele jorrou tudo dentro de mim, pude sentir seu liquido quente percorrer todo meu corpo...


Cansados, exaustos... Nós estávamos ali deitados descansando, olhando as estrelas.

- Ah meu deus! - Eu disse. - Não acredito que dei pro jogador mais cobiçado da escola.

- E eu não acredito que comi a bunda mais cobiçada da escola... - Ele disse.

- O que?

- Você tem razão, muitos meninos desse colégio querem comer esse cu. Seu jeito tímido e essa bunda grande. Ninguém para de falar em você desde que o Pedro te comeu...

De repente, comecei a me sentir maravilhado. Saber que muitos garotos daquele colégio, inclusive os que eu desejava em segredo, me desejavam, fez meu coração acelerar, meu sangue ferver e um sorriso se alargar no meu rosto.

- Caio... Está me ouvindo?

- Oi! Anh, desculpa, me perdi nos meus pensamentos.

- Bem, é melhor tomarmos um banho. Está pronto pro chuveiro?


- Com certeza!



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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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