Slide 1 Slide 2 Slide 3

HOMOFOBIA


Rafael de 14 anos foi morto por parente com quem dividia o quarto, mãe diz que esperava que Deus mudasse o filho.




A polícia de Cariacica, Espírito Santo, prendeu neste domingo Gleisson Pereira Miranda, 26 anos, suspeito de assassinar Rafael Barbosa de Melo, de apenas 14 anos, morto na manhã do último sábado a pedradas e pauladas. O menino que gostava de desenhar e costurar roupas para suas bonecas teria sido morto pelo próprio irmão de criação do seu padrasto. Para um jornal local, a mãe declarou que confiava em Deus para que o filho não fosse gay. O acusado nega ter cometido o crime. A polícia não descarta homofobia no assassinato, já que o acusado praticava bullying contra a vítima e o chamava de “viadinho” e “boiolinha”, outro fato negado pelo acusado.

Os dois dividiam o quarto da vítima há dois meses, quando o acusado se mudou para a casa do parente por não ter onde morar. A polícia também trabalha com a hipótese de tentativa abuso sexual. Em ambos os casos hipotéticos, o fato da vítima ser homossexual e o desprezo por sua vida se mostram presentes. A homofobia internalizada por parte do acusado pode ter sido outro fator que gerou a barbárie. Não é incomum vermos crimes de homofobia relacionados com assassinos que não aceitam a própria homossexualidade uma vez que ouvem todos os dias discursos de ser gay é imoral, antinatural, pecado ou uma abominação.



Gleisson foi autuado por homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima. O crime foi desvendado rapidamente depois que a irmã da vítima, de apenas 11 anos, relatou que viu o homem, o tio, ao lado do corpo do irmão, depois que ela seguiu o mesmo trajeto até a casa da avó onde tomariam café da manhã no sábado. A revelação chocou mais ainda a família que lamentou que o crime foi cometido por alguém que eles acolheram em sua casa.

No local do crime, os peritos recolheram um bloco grande de concreto (parte de uma viga de construção) e pedaços de madeira

A mãe de Rafael disse que não aceitava o filho como gay mas que estava se acostumando, mas que esperava que Deus o modificasse. “Eu tinha fé em Deus que poderia Ele modificar meu filho e talvez o Rafael não seria aquilo. Mas, mesmo assim, eu estava aceitando o jeito dele”, afirmou ela para o site jornalístico local A Gazeta Online.

Gay é espancado por irmã religiosa após discussão sobre transexual crucificada.




Mais um jovem sofreu homofobia no Brasil. Desta vez foi Thiago Azambuja, de 23 anos, morador da cidade de Toledo, no Paraná. O rapaz usou o Facebook para desabafar sobre o espancamento que sofreu da própria irmã, Vanessa Nunes, dentro de casa. Segundo ele, Vanessa é cristã e influente na comunidade católica. A briga teria começado após uma discussão sobre a transexual crucifixada na edição 2015 da Parada Gay de São Paulo.

De acordo com Thiago, ele foi teria sido chamado de “lixo” e agredido pela irmã enquanto a mãe dos dois assistia a cena aos prantos. Vanessa teve ajuda do marido, que segurou Thiago para que ele não se defendesse das agressões.

Abaixo, você confere o texto publicado no Facebook de Thiago.

“Após a parada lgbt, que aconteceu domingo passado, eu vi o protesto que gerou tanta polêmica e até não entendi direito logo de cara, achei que não precisavam ser tão “agressivos” em passar a mensagem de trasfobia. Logo que eu li e debati sobre o assunto, eu entendi o que queriam eles com o ato, e passei a concordar com o protesto.

Assim como muita gente minha irmã Vanessa Nunes, também postou sua opinião no facebook, ela se posicionou contra o ato, alegando “Cristofobia” e dizendo que era o “apocalipse” compartilhando postagem do Malafaia, eu me senti ofendido por ser gay e abismado vendo ela se sentir oprimida pela tal “cristofobia” (?) então eu fui e comentei sua postagem discordando da opinião dela e iniciando um debate racional.
Até aqui parece apenas um conflito de opiniões dentro da família, mas o resultado disso foi além do que eu esperava de uma mulher Cristã.

Eu fui agredido, na minha própria casa, pela minha própria irmã, na frente do meu sobrinho de nove anos e na frente da minha mãe que me protegeu/defendeu o tempo inteiro, POR SER GAY e por não concordar/aceitar a opinião/religião dela.

Ontem por volta das 23 horas, Vanessa e seu marido Alex Nunes, chegaram na minha casa, pra me ofender e agredir. Primeiro foram as palavras, eu ouvi da boca da minha irmã que eu sou uma vergonha, um lixo, que os gays deviam se isolar da sociedade, que eles devem ficar quietos no canto deles, que eu sou um mal exemplo pros meus sobrinhos. Eu ouvi isso e muitas outras ofensas que não me faz bem nem lembrar. A minha reação foi gritar pra ela sair da minha casa, foi dizer pra ela que o amor que tanto se prega na igreja ela não prática, foi aí que eu apanhei, ouvindo os gritos de choro da minha mãe enquanto o meu cunhado Alex me segurava pra eu não me defender das agressões, enquanto eu ouvia que era um lixo… Além de tudo isso, eu também tive que ouvir ameaças contra mim e meu namorado que frequenta minha casa com o consentimento da minha mãe (dona da casa). Eu tive medo e não quis me pronunciar publicamente, pois não sei do que ela pode ser capaz, mas é se calando que pessoas assim ganham mais força, e eu não posso permitir que ela não seja reconhecida pelo que fez.

Quem é Vanessa? Vanessa é uma mulher cristã, mãe de 2 filhos, casada, pregadora e serva dos grupos de oração, influente na comunidade católica do bairro jd. Panorama, respeitada por ser gentil, amorosa, por fazer doações, por amar os oprimidos, por ajudar os pobres e doentes. Essa Vanessa é a mesma que me bateu por ser feliz, por AMAR outro homem, essa Vanessa me disse que é uma pouca vergonha eu namorar em casa, que é uma ofensa eu demonstrar carinho, que é PECADO SER EU MESMO!

Eu não sei se todos que lerem isso vão compreender a minha dor, eu só quero com esse post, mostrar que quem prega amor nos dias de missa, são os mesmos que ofendem, espancam, matam…. Eu quero com este post, mostrar que a gente (lgbt) temos voz também e que eu não vou me calar mais do que ja me calei a vida toda.

Pra vocês que tinham dúvida se o protesto é realmente necessário, pensem de novo, vejam o que aconteceu comigo por discordar da opinião de um cristão, vejam que não são os gays que machucam os cristãos, nenhum gay vai entrar na casa de um religioso e bater nele por ter suas convicções, e pensem que poderia ser um filho de vocês no meu lugar, apanhando por amar assim como jesus!”

?Eu também fui crucificado! Após a parada lgbt, que aconteceu domingo passado, eu vi o protesto que gerou tanta polê…

Posted by Thiago Azambuja on Quarta, 10 de junho de 2015.

Covardia: Cross-dresser é atacado  nas ruas de Londres.


Ataque aconteceu na região leste da capital britânica


Um homem cross-dresser foi violentamente atacado enquanto esperava por um ônibus na região leste de Londres, Inglaterra.

A vítima, que não foi identificada, estava em Forest Gate. Um rapaz, que tinha, por volta de 17 a 20 anos, gritou da janela de um carro: “Quanto você quer?”.

Logo depois, o criminoso desceu e começou a socar a vítima enquanto outros homens no carro gritavam “mate-o”. O caso aconteceu em 16 de maio, mas foi revelado só agora pelo jornal “Evening Standard”. A polícia procura pelo agressor.
Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...