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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Cazaquistão rejeita lei que  proibiria 'propaganda gay'.


País quase aprovou lei homofóbica bem parecida com uma existente na Rússia


Uma proposta de lei que tornaria crime a disseminação de notícias sobre casamento gay a menores de idade foi rejeitada pelo no Cazaquistão.

O projeto já havia sido aprovado por duas vezes no Parlamento, mas foi barrado pelo Conselho Constitucional do país, de acordo com agências de notícias locais.

O país estava indo na mesma linha da vizinha Rússia que desde 2013 proíbe menção á homossexualidade em frente a crianças.

Quem pode ter ajudado a engavetar o projeto é a ex-tenista Martina Navratilova. Lésbica declarada, ela fez intensa campanha nos últimos dias conseguindo assinatura de diversos atletas famosos pedindo que a candidatura do Cazaquistão como sede dos Jogos de Inverno de 2022 fosse retirada por causa desse projeto homofóbico.

Evolução: Em junho, sexo gay será  descriminalizado em Moçambique.


Homossexuais podiam ser punidos com até três anos de prisão em reformatório


A partir de 29 junho os homossexuais poderão ficar mais tranquilos em Moçambique. No país africano que fala português, o sexo gay deixará de ser ilegal.

Pelo antigo Código Penal do país, que agora foi revisado, “medidas de segurança” poderiam ser tomadas contra pessoas “que habitualmente praticam vícios contra a natureza”. Era nesse ponto que os homossexuais poderiam ser enquadrados.

A pena era prisão em um reformatório por até três anos ainda que geralmente ela não fosse dada.

Segundo a Agência de Informação de Moçambique, “o novo Código Penal varre para fora uma grande parte do legado colonial mofado, incluindo a menção dos ‘vícios contra a natureza’”.

“Agora nem mesmo o mais contorcido dos argumentos poderia alegar que os atos de sexo gay consentidos entre adultos são de alguma forma ilegal”, disse a agência

Polônia rejeita união  civil gay pela 4ª vez.


Projeto de lei ajudaria a casais homossexuais direitos reservados até agora só aos héteros


Pela quarta vez o Parlamento polonês rejeitou um projeto de lei sobre parceria civil entre homossexuais.

Apenas 146 deputados votaram a favor, enquanto 215 votaram contra, 24 se abstiveram e 75 se recusaram a votar.

O projeto de lei concederia aos casais de gays e lésbicas uma série de benefícios que os casais héteros já possuem, como herança, fundos de pensão e direitos médicos, dentre outros.

O artigo 18 da Constituição do país define casamento como uma união entre um homem e uma mulher.

Ministério Público do DF lança  campanha em prol do casamento gay.


"Casamentos entre iguais são legais" é o nome da campanha


No dia 25 de maio, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) lançou a campanha “Casamentos entre Iguais são Legais”, com orientações sobre os procedimentos necessários para realizar a cerimônia de casamento entre pessoas do mesmo sexo – que não pode ser negada pelos cartórios.

A campanha é uma iniciativa conjunta entre o MPDFT, o Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg) e a Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Semidh).

Para se casar, os noivos precisam ir ao cartório de registro civil mais próximo com RG e certidão de nascimento originais e declaração de duas testemunhas maiores, que atestem conhecer os noivos e que não há impedimento ao casamento.

Os noivos pedirão a habilitação para o casamento e o cartório vai se certificar de que não há impedimento algum. Se já foi casado antes, é necessário apresentar a certidão de casamento anterior com a averbação do divórcio. Se um dos dois for viúvo, é preciso apresentar o atestado de óbito do cônjuge falecido.

Após concedida a habilitação, deve-se marcar a data, pessoalmente, no cartório, que pode ser lá mesmo ou num salão de preferência dos noivos. Para o juiz ir até o local escolhido, há uma taxa específica, informada no cartório.

No dia do casamento é indispensável a apresentação das duas testemunhas, com identidade original em mãos.

Os serviços do cartório são pagos, mas quem não tem condições pode assinar um atestado de pobreza. O cartório tem direito de pedir a apresentação do comprovante de renda.

Dentro do metrô, homem se masturba e ejacula em calça de repórter.




Um relato da repórter Caroline Apple, do portal R7, mostra a situação absurda pela qual passam milhares de mulheres nos transportes e vias públicas do Brasil. Ela afirma ter sido vítima de um maníaco que se masturbou e ejaculou em sua calça dentro do vagão de um metrô da Linha 3 - Vermelha.

No relato, Caroline afirma que estava na estação Brás, sentido Corinthians-Itaquera, por volta das 19h30. Segundo ela, no momento em que a porta abriu e várias pessoas entraram e saíram, o homem em questão aproveitou para se masturbar e, no trecho entre Brás e Bresser-Mooca, ejaculou na parte de trás de calça da repórter.

“Chamei um funcionário do Metrô e aí que tudo ficou ainda mais estranho. Ele me acompanhou, procurando o tal homem que eu sabia que tinha embarcado no vagão do lado. Enquanto isso, ele me dizia que não tinha o que fazer. Que eu deveria ter gritado, feito alguma coisa e que se tivesse me manifestado os próprios passageiros ajudariam”, escreveu Caroline.


Caroline fotografou sua calça após homem ter ejaculado nela dentro do metrô (Reprodução/Arquivo

O caso é mais um de violência sexual que assusta vindo do metrô paulistano. Ainda neste ano uma mulher foi estuprada dentro da estação República, que também fica na Linha 3, e as autoridades “comemoraram” o fato de, no episódio, o caixa da estação de recarga do Bilhete Único não ter sido roubado. Em 2014 foram registrados diversos casos de homens linchados após se masturbarem dentro do trem.

Portal no qual Caroline trabalha, o R7 entrou em contato com o Metrô que, em nota, declarou que a repórter agiu corretamente e explicou que a afirmação de que “nada poderia ser feito” é “totalmente contrária à orientação de amparar as vítimas e auxiliá-las para a realização de um BO”.
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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