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NOTICIAS DO MUNDO GAY

ONU diz que reconhecimento de casamento igualitário nos EUA é grande passo.


Ativistas LGBT comemoram a decisão histórica da Suprema Corte dos EUA, que derrubou vetos estaduais ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, legalizando a prática para o todo o território americano.


O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, parabenizou decisão "histórica".

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, parabenizou nesta sexta-feira a decisão "histórica" do Tribunal Supremo dos Estados Unidos de reconhecer em todo o país o casamento entre pessoas do mesmo sexo e afirmou que representa "um grande passo para os direitos humanos".

Através de seu porta-voz, Ban disse que a decisão "abre a porta para que gays e lésbicas americanos vejam reconhecidas suas relações, sem importar em que parte do país vivem". Segundo o diplomata coreano, negar a estes casais o reconhecimento legal consiste em "uma discriminação generalizada" e a decisão de hoje terminará com essa situação.

A decisão do Tribunal Supremo anula o poder dos estados de proibir as uniões entre entre pessoas do mesmo sexo e transforma o casamento igualitário em um direito constitucional.

Ela determina que os 13 Estados do país que ainda proibiam as uniões legais passem a permiti-la e foi festejada, entre outros, pelo presidente americano, Barack Obama, como um "grande passo rumo à igualdade".

Casamento gay vai gerar 13 mil empregos e US$ 2,6 bi na economia dos EUA.




A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que aprovou o casamento homoafetivo em todo o país, ainda está rendendo boas pautas. Como você sabe, o capitalismo nasce naquela terra e a vida dos americanos é movimentada por dólares. E quanto mais, melhor!

Você também sabe que casar não é barato. A gente precisa de fotógrafos, cozinheiros, músicos e outros profissionais envolvidos na cerimônia. Agora, milhares de casais gays devem se unir aos olhos da lei e, ao mesmo tempo, injetar dinheiro na economia americana.

Um estudo do Williams Institute, da Escola de Direito da Universidade da Califórnia em Los Angeles, estimou o tamanho do impacto do casamento gay. No país inteiro, ele deve disparar US$ 2,6 bilhões em gastos que devem gerar US$ 185 milhões em receita para cidades e estados e a criação de 13 mil empregos.

A maior parte deste impacto, no entanto, já foi começando na medida em que os estados foram legalizando o casamento gay individualmente. Um estudo de 2009 sobre Massachusetts, primeiro estado americano a legalizar o casamento gay, concluiu que isso teve um impacto positivo de US$ 111 milhões na economia do estado ao longo dos 4 anos e meio anteriores.

A parcela de impacto dos 13 estados que vão liberar o casamento só a partir de agora é de US$ 550 milhões destes US$ 2,6 bi. Só no Texas, o estudo estima que 23.200 casais do mesmo sexo escolham se casar nos primeiros 3 anos de legalização. No primeiro ano, isso significa um impulso de US$ 116 milhões na economia.

República Checa se divide em  relação ao casamento gay.


País conta com parceria civil entre homossexuais, mas não o casamento


Os moradores da República Checa estão bem divididos sobre o casamento gay. Uma nova pesquisa mostra que 49% apoiam a união homossexual e 47% são contra.

Em relação à adoção gay, o número de apoiadores diminui: 44%. Ainda assim, ele mais que dobrou em dez anos. Em 2005, apenas 19% eram favoráveis que casais homossexuais adotassem crianças.

Vale lembrar que os números são para lá de positivos se lembrarmos que o país pertence ao Leste Europeu e estes são dados muito mais próximos da Europa Ocidental.

A República Checa já possui parceria civil para casais de gays e lésbicas desde 2006, mas ainda não legalizou o casamento homo.

Medieval: Quirguistão deve aprovar lei  homofóbica pior que a da Rússia.


Última leitura da lei será feita ainda este ano no Parlamento


Desde 2013, vigora na Rússia uma lei que pune a “propaganda gay”, ou seja, falar de qualquer outra relação que não a considerada por eles como tradicional em frente a menores de idade.

No Quirguistão, que já foi uma república soviética, uma lei similar, mas ainda mais rígida, foi aprovada, na quarta-feira, 24, em uma segunda leitura pelo Parlamento do país – foram 90 votos a favor e apenas 2 contra.

A terceira e última leitura da lei será em outubro e, como se viu pelo número de deputados que a apoiam, ela tem tudo para ser aprovada.

Na Rússia, quem transgride essa lei, paga uma multa. No Quirguistão, haverá além da multa (equivalente a mais da metade de um salário médio no país), pena de um ano de prisão.

Ativistas arco-íris avisam à imprensa que quase nenhum político tem coragem de se declarar contra a infame legislação para não ser taxado de homossexual ou de ir contra os “valores da família”.

 Atraso: Gay é preso no Egito após  marcar encontro pelo Grindr.


Polícia usa aplicativo para encontrar gays e prendê-los


Um homem foi sentenciado a um ano de prisão no Egito após marcar um encontro pelo Grindr, famoso aplicativo gay.

O homem é sírio e fugiu de seu país com medo dos extremistas islâmicos. No Egito, ele marcou um encontro, mas foi ludibriado, pois se tratava de um policial passando-se por gay para prendê-lo.

A vítima foi obrigada a passar por “teste anal” e foi condenada por “incitar a libertinagem” e “solicitação para cometer atos imorais em público”, segundo o jornal “Times of Israel”.

Este sistema da polícia de usar o Grindr para encontrar gays já havia sido denunciado aqui em setembro. No último ano, vários relatos na mídia internacional informaram sobre dezenas de prisões de homossexuais pela polícia egípcia.

Procurador da República quer que  Congresso criminalize homofobia.


Rodrigo Janot procolou documento no STF no último dia 19

Se o Congresso, rendido e/ou dominado por fundamentalistas, não toma uma atitude contra a violência a LGBT por iniciativa própria, eles podem ser pressionados pelo Judiciário a tomar.

Rodrigo Janot, procurador-geral da República, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) recomendando que a Corte dê ao Congresso prazo “razoável” para concluir a votação de projeto que criminaliza a homofobia e a transfobia.

Segundo o portal G1, o documento, protocolado no STF no último dia 19, é a favor de uma ação do PPS que pede que o Congresso seja considerado omisso por não editar uma lei sobre o tema.

Janot recomenda que, caso o Congresso não cumpra o prazo a ser determinado pela Corte, o próprio Supremo determine punição para a homofobia. A ação foi protocolada no fim de 2013 e o relator é o ministro Celso de Mello.

Rio aprova projeto de lei  que pune a homofobia.


Governador do Estado provavelmente sancionará projeto de lei



A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, na quinta-feira, 25, o Projeto de Lei 2054/2013, apresentado pelo então governador Sérgio Cabral, que pune estabelecimentos comerciais e agentes públicos do Estado que discriminarem pessoas em razão de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Segundo o deputado estadual Carlos Minc (PT-RJ), um dos maiores defensores do PL, o governador Luiz Fernando Pezão pretende sancionar o projeto em breve.

Quem infringir a lei poderá ser penalizado com advertência, multa, suspensão da inscrição estadual por até 30 dias ou cassação da inscrição estadual, em caso de reincidência.

Também podem ser aplicadas sanções alternativas, como confecção de materiais informativos sobre enfrentamento à discriminação.

Estão enquadrados, no texto, como atos discriminatórios: recusar o acesso ou a permanência de indivíduos em estabelecimentos esportivos, culturais, casas de diversões, associações, fundações ou repartições públicas; negar ou dificultar o acesso de pessoas, devidamente habilitadas a qualquer cargo ou emprego; impedir o acesso ou o uso de transportes públicos; negar o atendimento em qualquer hospital, pronto socorro ou ambulatório; cobrar tarifa extra para ingresso em recinto público ou particular; dificultar a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado; entre outros. Atos de coação, violência física ou verbal ou omissão de socorro também são punidos.

Um dos incisos mais polêmicos da lei, que pune a prática ou incitação de preconceito pelos meios de comunicação, também foi aprovado pela Alerj, apesar da oposição de setores conservadores.

Cristianismo do bem.




A paróquia Nossa Senhora do Carmo do bairro de Itaquera, Zona Leste de São Paulo, distribuiu no último Domingo durante a missa um folheto que pede aos fiéis durante a oração agirem contra "a ofensiva homofóbica, fundamentalista e histérica presente no Congresso Nacional seja enfrentada com ousadia e serenidade pelo ascenso das causas libertárias". O panfleto pede ainda a criminalização da homofobia e os direitos de LGBTs:  "para que o diálogo sobre sexualidades leve as Igrejas cristãs a superar a demonização das relações afetivas; suplicamos. Para que cesse no Brasil a criminalidade sexual, e a todas as pessoas sejam garantidos os direitos quanto à orientação da sua própria sexualidade; suplicamos".
 
A iniciativa faz parte de um projeto de debates semanais que ocorre durante as missas, com a inclusão de temas diversos na liturgia da missa, com a proposta de promover o debate social. “O próprio Papa Francisco desencadeou a oportunidade de falarmos livremente sobre isso em seus posicionamentos. A intolerância religiosa faz mal para qualquer pessoa. Então, acho muito importante discutir esse assunto”, afirmou o padre Paulo Sérgio Bezerra, que celebrou a missa da semana, para a imprensa. “As religiões sérias precisam se organizar para combater esse fundamentalismo”, disse ele.

Agressores homofóbicos de universitário são multados em R$ 21 mil cada um.


André Cardoso Gomes Baliera sofreu um corte na cabeça e ficou com hematomas abaixo do olho esquerdo


Um empresário e um personal trainer que agrediram um universitário por homofobia em 2012 em SP vão ter que pagar, cada um, multa de R$ 21.250. A punição foi aplicada pela Secretaria de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania. André Cardoso Gomes Baliera foi xingado ao sair de uma farmácia em Pinheiros e revidou os insultos. Os autores desceram do carro e deram socos e chutes no estudante de direito.

A defesa deles tentou caracterizar o caso como briga de trânsito, tese rejeitada pelo secretário Aloísio de Toledo César. Com base na fala de testemunhas, ele concluiu que o motivo das agressões foi discriminação em razão de orientação sexual. A vítima sofreu um corte na cabeça e ficou com hematomas abaixo do olho esquerdo.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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