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CONTOS DO LEITOR



Nem todos os tons são cinzas





A gente nunca sabe o que pode encontrar em um passeio por um parque. Assim sendo Júlio jamais poderia imaginar que indo ao Ibirapuera, encontraria alguém que pudesse o levar a repensar no caso. Estava entretido, sentado no gramado, olhando as pessoas que ali circulavam. Garotos, meninas, senhoras senhores, alguns conversavam entre si outros brincavam com seus animais de estimação e tinham aqueles que apenas corriam a pé ou em suas bike. Era um mar de pessoas das mais variadas etnias, o que tornava tudo por ali, muito mais democrático, bom de se ver. Júlio se via perdido em seus pensamentos, revivendo os escaldantes momentos que passara com Andressa, a garota que conhecera na balada.

A menina o encantara com seu porte autoritário, o convencendo a ir para seu apartamento, pois não gostava de perder tempo, queria ação. Sem pudor, dizendo para o que veio, foi logo tirando a roupa e se postando de forma provocativa, se apoiou no encosto da poltrona, empinou o bumbum e ordenou que ele a penetrasse. Não quis saber de preliminares, pois desejava ir aos finalmente com uma velocidade acima da normal. Mal dera tempo dele avaliar o material que ela tinha, pois a sua postura de predador, apenas o mantinha na condição de empalador. Mergulhou seu membro dentro da vagina da garota e a sentiu áspera, devido á pouca lubrificação no canal invadido. Era tudo muito automatizado, o que o desagradou em muito, pois queria tomar a rédea da situação. Agarrou a garota pela cintura e a levantou do solo e com ela, ainda empalada, caminhou até seu quarto. Ela esperneava, pois não queria ceder a submissão e via que estava perdendo o controle da situação.

Júlio, saiu de dentro dela e a jogou sobre a cama. Ela tentou se levantar, mas ele fez um gesto com o dedo, para lhe indicar que não o fizesse. Demonstrou em sua expressão que ele iria mandar e não obedecer. O brilho em seus olhos, assustara Andressa, que estava acostumada a mandar na situação que provocava. Temendo desencadear algum espirito violento, ela se aquietou e o viu, pegar uma bisnaga espremer nos dedos um pouco do seu conteúdo e o passar na glande e descer pelo corpo do membro. Avançou para ela e a virou de bruços, montando a seguir sobre seu corpo. Olhou para sua bela bunda e deu-lhe algumas palmada que avermelharam a superfície atingida, Depois de escuta-la choramingar ele separou suas nádegas, avançou mais o corpo e colocou a cabeça da pica sobre as pregas da garota, que olhou para trás e ficou apavorado com a ideia dele. Quis se desvencilhar e ficar de frente para ele, mas se viu impedida, ao mesmo tempo que percebia a pressão que era exercida em seu ânus. Ele a aconselhou, a não tentar impedir a penetração para que a mesma, não fosse tão dolorosa, mas ela se debatia, pois não queria ser sodomizada, pelo menos, não naquele momento, pois se julgava em desvantagem. Dentro de si ela adorava a submissão á que estava sendo submetida, pois nunca outros tiveram tal comportamento, sempre ela é quem mandara na situação. Pensava assim quando sentiu aquela dor, que nem sempre a acometia, por ter relacionamento anal com pessoas de calibre muito mais fino que o de Júlio.

Ficou impaciente com aquele ato que ela não esperava ter que enfrentar logo de cara, ainda mais com um bem dotado. Mas vendo que estava sem poder reverter a situação, procurou relaxar, para sofrer menos. Júlio, ao perceber que ela cedia, empurrou com mais vigor o pênis, que foi deslizando para dentro do reto da garota que gemia de dor. Aquilo o instigava mais e por isso passou a castiga-la com estocadas cada vez mais violentas. Com o ânus relaxado ela permitia a invasão que se consumava em sua totalidade e tirava uma lição de seu ímpeto de dominadora. O casal ficou naquele ato por muitos minutos, até que temendo que seu membro perdesse a rigidez, ele anunciou que iria gozar dentro dela. A mesma esperou e sentiu os jatos de porra dentro do seu intestino. Quando se retirou dela, o pau ainda pingava esperma. Ela não quis ficar em sua companhia e depois de se arrumar, recusando até um banho, foi embora.


Olhando, naquele momento as pessoas passeando pelo parque, ele sorriu balançando a cabeça ao recordar tudo. Num bebedouro a sua frente ele viu uma pessoa que se curvara sobre a pia e estava bebendo água. Achou sua postura, muito convidativa e o imaginou nu, exibindo uma bela bunda, que se oferecia para ele, o convidando para uma batalha onde só haveriam vitoriosos. Sua queda por um belo corpo masculino, vinha de longa data, porem nunca se manifestara. Achava que o corpo de um homem tinha muito mais segredos prazeroso, para oferecer, que o da maioria das mulheres.

Estava ficando enjoado de ter a sua frente, seios e xoxotas, que era objetos do desejo de muitos, mas que ficara sem uma desejável apreciação ao longo dos anos, devido a artifícios que as deixavam plastificadas. O fato de achar que as mulheres estavam vazias, era visível, quando elas se interessavam por filmes onde o flagelo das mesmas, era o tema principal. Estavam se submetendo ao sadomasoquismo, como uma forma de apreciar uma nova mentalidade para seus corpos cansados de tantos artifícios. Claro que o homem, também tinha sua parcela de culpa, ao não procurar inovar, deixando que elas ficassem sozinhas com a tecnologia maldita que afasta as pessoas. Na verdade para ele, Júlio, o corpo de um homem era mais provocante e ele olhava para aquele cara e o analisava, sentindo que dentro do seu íntimo, uma centelha começava a crescer.


Depois da noite que tivera com Andressa, ele se sentia muito a vontade para sair a caça de um cara que suprisse sua necessidade de prazer real. Como seria ter aquele cara na boca ou debaixo de si, numa bela e gostosa enrabada. Acariciou o pau que estava duro sob a roupa e não percebia que o rapaz o estava olhando. Quando saiu daquele torpor, o rapaz tinha desaparecido. A raiva que tomou conta dele só foi apaziguada, quando alguém sentou-se do seu lado. Voltando o rosto para sua direita, deparou com o mesmo rapaz que estava observando e que sumira do seu raio de visão, mas que naquele momento estava do seu lado e sorria abertamente. Sentiu um calafrio a percorrer-lhe todo o corpo. Era bonito e forte.

__Dia bom para se ficar curtindo uma preguicinha aqui, não acha? - perguntou o rapaz puxando conversa.
__É. Muito bom o dia.

__Meu nome é Marcelo . disse estendendo a mão que Júlio apertou com a sua. Era uma mão macia, mas de torção bastante forte.
__Sou Júlio. Vem sempre por aqui? - quis saber, percebendo que o rapaz estava mesmo interessado em conversar.
__Sim. Frequento mesmo, mais o outro lado, principalmente á noite, quando se abre a temporada de caça, se é que você me entende.
__Nunca vim aqui a noite. Sempre achei que era perigoso.
__Perigoso é, mas se a gente quer ter um encontro legal, tem muitos boyzinhos, que estão sempre disposto a ter um encontro. Sabe como é, deixam as namoradinhas em casa ou nas baladas e dão uma chegada aqui para uma boa aventura.

__Você curte esses tais boyzinhos? Não acha eles muitos imaturos?
__De fato o são, mas como pagam bem, que mal há? E você? Curte uma pegação? Estou lhe perguntando, porque o notei me observando.
__Na verdade, eu o observava, por acha-lo um cara interessante.

__Interessante para ter um relacionamento?
__Sim.
__Então eu não me enganei. Ativo ou passivo?
__Para ser bem exato, eu não sei o que sou. Apenas sinto, que o corpo de um homem, me agrada.
__Bom. Muito bom. Acha que tenho chance?
__Por que não?
__Tens algum local que possamos conversar melhor.
__Moro aqui perto. Se quiser passar o resto do dia lá...


Assim o fizeram. Júlio estava eufórico por aquele que seria seu primeiro caso homossexual. No seu apartamento, ele foi preparar alguma coisa para lancharem e abriu uma boa garrafa de vinho. Na sala, foram ver um filme.

Sentaram juntos. Ele estava em dúvidas se devia ser a parte passiva ou ir para o ataque. Em dado momento do filme, os dois se olharam e não resistiram. Quando a boca de Marcelo, se apoderou de Júlio, o coração do mesmo, disparou. Era diferente, pensar em como seria e ter a oportunidade de naquele momento estar nos braços de um macho. Ele experimentava o seu primeiro beijo gay e o estava adorando. Seu pau estava doendo de tão duro e quando a mão de Marcelo tocou no mesmo, não foi possível conter o choque, e quando ele viu seu pau ser posto para fora da roupa e acariciado pelo rapaz, o desejou mais que antes. Queria saber como era ter um pau na mão e por isso mesmo, se desvencilhou do rapaz e se ajoelhando a sua frente, abriu sua calça e viu surgir um pau, tão grosso quanto o dele e tão belo, que o impulsionou a te-lo na boca.



O gosto da pica tomou conta de todos os seus sentidos e ele chupou, saboreando, sentindo nas bochechas e língua a textura daquilo que ele sempre via suas companheiras terem na boca. A dureza do pau, que entre seus dedos, deslizava em contato com seus lábios, o deixava excitado. Sentiu a mão de Marcelo correr pelas suas costas e se perder no meio da sua bunda. O dedo que deslizou pelo rego e encontrou o enrugadinho daquele orifício, pressionou o mesmo. Foi uma sensação que o preencheu de uma euforia que nunca havia sentido. Marcelo tirou a mão da sua bunda e levou os dedos a boca os umedecendo. Levou-os de volta para o rego de Júlio, onde lubrificou o local da invasão. Era uma sensação que Júlio jamais tinha sentido e imaginou como seria ser penetrado pelo pênis de Marcelo.

Quando se ergueu, terminou de se despir e viu o frescor da nudez daquele outro macho, se apresentar aos seus olhos, o deixando com aquela sensação de querer tê-lo atrás de si, projetando o seu falo para dentro do seu canal. Os dois se abraçaram e os pênis se tocaram. Mãos acariciavam as nádegas expostas e sempre procuravam entre elas o alvo principal. Marcelo estava adorando aquela situação e quando empurrou Júlio para se ajoelhar sobre a poltrona este sabia o que viria. O rapaz, salivou o rego dele e brincou com seu orifício e a seguir, segurando Júlio, pelos quadris, levou o pau para o meio das nádegas dele. O contato com a cabeça da pica deixara-o muito compenetrado.



A dor, começou a se fazer presente, quando a invasão começou a acontecer. Voltou a cabeça para trás e admirou o porte atlético do cara que se preparava para enraba-lo. Estava doendo demais e ele se pôs no lugar das mulheres que ele costumava enrabar como acontecera com Andressa, na ultima noite. Resolveu ver se conseguia, acelerar a investida do membro e com isso foi empurrando a bunda de encontro ao pau, permitindo assim que a rola fosse escorregando para o interior do cu. Queria expulsa-la, mas a prendia em seu anel de couro. Marcelo segurou nos quadris dele e passou a estocar com uma lentidão que deixava Júlio sob pressão anal, sem poder se controlar, temendo que fizesse algo de inconveniente no pau que o penetrava.

Não queria passar por esse vexame e por isso mesmo, apesar de ainda doer, ele se esforçava por espremer aquele mastro em toda sua extensão para o deixar limpo. Marcelo se debruçou sobre ele e pegou em seus mamilos , os torcendo, levando Júlio a gemer.

Marcelo, levou a boca até a nuca dele e a mordicou. Viu, como a pele ficara arrepiada e ele aproveitou para chegar até o pavilhão auditivo, onde passou a ponta da língua. Combinado com aquela provocação, ele levou a mão até, abaixo do ventre de Júlio, tocou em seus pentelhos de depois agarrou seu pau. Marcelo também estava desejoso de poder curtir aquele membro. Ele, que não se importava, de penetrar ou ser penetrado, tinha o costume de se entregar por completo e com isso despejava para fora o conceito de ser o macho e o outro a parte mais afeminada, ao se permitir a penetração. Curtia o ato sexual para ter o máximo de prazer e não se deixava embotar no velho chão homossexual. Ele dava e recebia na mesma medida e com isso só via o tesão aumentar. Procurou fazer com que Júlio o acompanhasse em seus movimentos que procurava se sentar e leva-lo com ele. Júlio sentiu que a penetração ficara muito mais profunda. Apoiou-se nas pernas de Marcelo e com as solas dos pés no chão começou a rebolar, ao mesmo tempo que fazia o movimento de sobe e desce sobre o pau ereto. Seu pau era manipulado com delicadeza, pois Marcelo não desejava que ele gozasse antes de o receber dentro de si.




Quando ele ficou de quatro e Júlio, lubrificou o orifício que ali se mantinha fechado, Marcelo levou a mão ao próprio pau passando a se masturbar. Júlio, colocou a glande sobre as regas dele e foi empurrando lentamente até que a mesma sumiu. Segurou firme nos quadris, passando a executar as estocadas. Estava com o tesão a flor da pele e escutar o barulhos dos corpos se encontrando, naquele momento bem suados, o excitava. Marcelo aplicava uma certa pressão no pau do amigo. como que presenteando-o com o mesmo tratamento que ele lhe dera. O prazer de por o líquido seminal para fora se aproximava nos dois e por isso mesmo decidiram terminar aquela contenda, com um meia nove. Os pênis, eram engolidos, indo as glande se chocar no começo das gargantas. Chupavam com vontade e brincavam com os ânus que se expunham aos ataques dos dedos permissivos, sentindo que o momento crucial se aproximava. Um procurou sentir o momento do outro e quando o esperma começou a fluir, cada um o sentiu inundar suas bocas e perfumar seus sentidos olfativos.

A tarde, começava a dar sinal de vida, quando os amigos se despediram, com aquele sabor de que haveria novos encontros no futuro.



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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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