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CONTOS DO LEITOR



O Conto do Padeiro




Era uma sexta-feira quando a padaria foi inaugurada. A nova família que tinha se mudado pra minha rua era uma mãe, um pai e um filho único. Com braços fortes, olhos castanhos, pele clara e cabelos lisos e preto. O filho do padeiro meio que seguia os passos do pai e se dedicava muito na escola, embora estivesse um pouco atrasado. Seu nome era Lucas.

Lucas e eu nos tornamos amigos no colégio e fizemos muito trabalhos juntos. Ele era legal pra alguém que tinha 20 anos e era muito bonito a ponto de conquistar todas as garotas no colégio. Um dia ele disse que estava precisando de ajuda na padaria e eu me ofereci, pois estava com bastante tempo livre e não tinha nada pra fazer em casa.

Passei a trabalhar com ele fazendo alguns pães... Ele me ensinou tudo. Nossa amizade foi evoluindo. Ele ouviu os boatos sobre eu transar com os garotos populares da escola e não me julgou e até me defendeu uma vez. Mas houve um certo dia em que cheguei a padaria e seus pais não estavam.

- Cadê a Dona Luiza? - Perguntei.
- Ela e meu pai foram até o centro comprar material. Não vão voltar tão cedo. - Disse ele arrumando umas coisas na pratilheira.
- Vai precisar de ajuda?

- Sempre estou precisando. - Ele se levantou, pois estava agachado arrumando as prateleiras de baixo. Quando ele se levantou notei seus fortes braços pelos os quais eu tanto babava. Mas nesse dia ele estava sem camisa, só com o avental e a calça jeans. - Pode ir lá dentro e vestir um avental. - Ele disse - Me ajuda com as baguetes.

- Claro que sim! - Eu disse, me arrependendo depois quando soou estranho.
Depois de um tempo ele apareceu.
- Então... vamos ao trabalho?
- Claro! - Eu disse com um enorme sorriso.

Começamos a preparar a massa. Toda hora ele alisava a barriga por cima do avental. Ele apertava o volume de suas calças o tempo todo. Lambia os próprios lábios. Cantava músicas com terceiras intenções e eu fiquei me perguntando se realmente poderia acontecer o que eu acho que iria acontecer. Mas a confirmação veio depois que a massa ficou pronta botamos pra descansar.

Comecei a mexer no meu pescoço que estava meio dolorido.
- O que houve? - Ele perguntou.
Demonstrei surpresa, mas depois agi normalmente.
- Eu dormi de mal jeito e agora meu pescoço tá doendo.
- Putz! Deixa eu dar uma olhada.

Antes que eu pudesse dizer alguma coisa ele apertou meu pescoço com suas fortes mãos. Eu revirei os olhos automaticamente.
- Ah, ele ficou tenso. Vai precisar de uma massagem. - Ele disse como se estivesse conversando com um cliente, normalmente.

Ele usou suas mãos de padeiro pra apertar com força meus ombros. Ele foi massageando e me senti como as massas do baguete. Ele continuou apertando, descendo e subindo suas mãos fortes e ao mesmo tempo delicadas sobre meus ombros. Eu estava murmurando baixinho de olhos fechados e nem percebi, mas quando soltei um baixo gemido arregalei os olhos. Olhei pra trás e meus olhos foram de encontro deles.

- É hora de preparar as baguetes. - Ele disse com um sorriso simples e foi até a massa.

Ajudei ele a preparar o molde das baguetes e depois colocamos no forno. Ele se virou pra mim e eu disse:
- Acho que posso ir embora, já.
- Espera aí. - Ele pegou meu braço. - Não se excita um cara e depois vai embora assim.


Eu nem precisei falar nada quando seus lábios grossos tocaram os meus. Seu beijo era intenso. Sua pegada era forte, mas ao mesmo tempo. Como se ele ainda preparava uma massa, ele me apertava no quadril e na coxa e minhas mãos subiam e desciam suas costas. Eu estava melado e tomado de prazer. Gemia entre os beijos. Seu beijo era bem forte... devorador. Ele então me colocou sentado no balcão e tirou minha blusa. Sua língua saiu de dentro da minha boca e foi descendo ao meu pescoço, onde ele me deu chupão bem forte, sem tirar as mãos do meu quadril. Suas mãos fortes alisavam meu corpo, enquanto ele mordia minha nuca. Rangendo os dentes até meu mamilo, ele o chupou. Depois passou em volta a língua, apertando o outro com a outra mãos. Ele desceu mais a sua língua, me olhando nos olhos. Levei a cabeça pra trás, fechando os olhos, quando ele chegou no meu umbigo e foi mais embaixo. Chupando meu volume por cima da calça, me arrancando suspiros e múrmuros.

Ele mordia o volume e chupava, apertando meu peito com as duas mãos. Sem tirar a boca daqui debaixo, ele desceu suas mãos pesadas até meu pau, onde desabotoou minha calça e a arriou. Eu estava nu em cima daquele balcão e sujo de farinha de trigo. Quando pensei que ele iria me chupar, ele ergueu minhas pernas. Ele beijou a palma do meu pé e foi levando sua língua por toda minha perna até chegar a região direita da minha virilha. Passando sua língua varias vezes ali como se fosse uma xana. Depois ele desceu. Onde essa língua perversa vai parar agora?, eu pensei. Ele ergueu mais minhas pernas e lambeu meu cu. Seu cunete era maravilhoso. Ele acariciava minhas pernas enquanto a língua trabalhava bem no meu ânus. Lambendo tudo... mordendo... Enfiando aquela língua lá dentro e cavando. Ele lambeu das bolas até a cabeça do meu pau. Estou gemendo agora mesmo só de lembrar. É possível ver na minha calça meu pau melado. Era tão gostoso que estou bem excitado agora mesmo.

Ele então chupou. E como meu cu estava bem lubrificado de sua saliva, ele enfiou um dedo e foi fazendo o vai e vem com aquele dedo travesso. Nossa, como eu me contorcia e gemia alto. Ele chupava com força meu pau, descendo e subindo sua boca bem devagar. Ele enfiou outro dedo. Sua língua passeava pela a cabeça do meu pinto enquanto ele apertava pra baixo minhas bolas com uma mão e me dedava com dois dedos. Terceiro dedo! Logo assim, ele desceu a língua até minhas bolas onde as chupou. E ele foi chupando as bolas e sugando e sugando. Quarto dedo! Eu gritei, literalmente. Bem alto. AAAh! Ele me chupou com força e ao chegar na minha boca ele me beijou de novo. Pude sentir o gosto do meu pênis em sua boca. Ele sussurrou em meu ouvido:

- Você é um doce menino. Tão gostoso. - Ele acariciava minha barriga enquanto dizia: - Eu quero me tomar de você. É tão doce que minha boca fica querendo mais. - Ele mordiscou de leve minha orelha.
- Isso! - Eu disse. - Aah!

Na verdade, eu mal falava. Eu só gemia.
- Eu quero que você goze pra mim. Me dê seu leite doce menino. Me dê mais do seu doce. - Ele sussurrou.

Beijando minha boca, suas mãos firmes me masturbou. Eu gemia com os lábios grudados no dele. Minhas língua ia de encontro com a dele. Nossa!, como ele sabia beijar. E ele ia me punhetando. Devagar, mas forte. E forte. E mais forte. Ah!, eu gemia. Ele punhetava. E me beijava. Eu agarrei seu rosto e devorei sua língua com a minha e explodi. Gozei. E gozei. E fui gozando. Eu senti um estalo na cabeça do meu pau e eu me tremia todo. Estava tomado de orgasmo. Cheguei a revirar os olhos. Quando parei, ele tirou a boca da minha e eu comecei a respirar ofegante. Meu peito estufava... Eu tentava recuperar o folego. A campainha do relógio tocou. As baguetes estavam prontas. Ele levantou e lambeu a goza que ficou em sua mão, sem tirar os olhos do meu.

- Fique assim! Não saia daí, doce menino. - Ele disse.
Ele foi até a pia. Lavou as mãos e colocou as luvas. Tirou as baguetes do forno e colocou sobre a mesa. Clientes chamaram. Já era hora do pão do café da tarde. Ele foi atende-los. Mas ficou lá por horas. Quando voltou ele disse:

- Que bom que não saiu daí.
- Eu ainda estou tentando recuperar o fôlego. - Eu disse.
- Ótimo! Por que eu fechei a padaria. Espero que esteja preparado pra mais uma rodada.

Ele lambeu a goza que ficou na minha barriga e chupou meus mamilos. Eu agarrei a cabeça dele, acariciando seus cabelos negros e lisos enquanto ele me lambia todo. Ele se levantou e tirou o avental. Revelando um peitoral enorme, eu me levantei e o acariciei. Nos beijamos, nos agarrando e então ele me virou. De bruços me inclinei no balcão. Ele arriou sua calças e pegou uma camisinha. Abriu-a com os dentes e pegou o mel em cima da prateleira da cozinha e lubrificou meu cu. Vestiu a camisinha. Me abraçando por trás, ele foi enfiando bem devagar. Era torturante, como aquele cara poderia ser tão gentil, mas quando ele decidia ser intenso...

Depois que tudo estava dentro de mim, eu comecei a gemer alto e dessa vez eu falava. Chamava ele de puto, de gostoso. Mandava ele meter em mim tudo que tinha direito. E ele mexia bem o quadril, como um ritmo de arrocha. Ele urrava e eu gemia. Seu quadril ia rebolando e seu pau entrando e saindo. Ele ia devagar. Me beijou na boca por trás e mordeu meu pescoço. Foi quando eu disse:
- Ai, seu puto! Acaba comigo!




Como quem obedeceria, ele fez uma vai e vem um pouco mais rápido. Ele parecia um dançarino de funk, pois seu quadril mexia bem e o pau viajava dentro do meu cu. E eu delirava, pedindo bis. E ele urrava. E urrava. E metia mais rápido e mais rápido. Depois estávamos num ritmo acelerado. Então ele começou a meter bem forte e seu quadril se chocava com o meu, fazendo um barulho: Flap! Flap! Flap!
Urrando mais alto, ele meteu com mais força. Depois começou a pedir pra eu rebolar. Ele parou.

- Rebola no meu pau. - E eu fiz. - Rebola essa bunda no teu macho. - E eu remexia o quadril. - Agora treme essa bunda gostosa. Isso! Rebola no teu macho. - Ele lambeu a mão e bateu com força na minha bunda.
O meu "Ai!" foi de prazer. E ele bateu mais. Paradinho, enquanto eu rebolava.
- Isso! Não para! Faz que nem aquelas vadias. Não! Faça melhor que elas. Isso.

Depois de um tempo fazendo movimentos circulares naquele pau grosso e duro feito pedra, ele me agarrou e urrou no meu ouvido:
- Muito doce! - E mordeu meu pescoço.

E começou a meter de novo. Forte! E mais forte! E rápido! Sem dó. Ele foi metendo e começou a gemer no meu ouvido. Aquela voz grossa gemendo me levou ao delírio. Então ele urrou mais alto e gozou.
Ele caiu em cima de mim no balcão.

Ficamos um tempão tentando recuperar o folego.
- Quer me ajudar com as baguetes amanhã? - Ele perguntou.
- Não! - Eu respondi. Me vesti e fui embora.

Ele me ligou no dia seguinte, mas eu não atendi. Eu já tinha conseguido o que eu queria. Agora... não quero mais! Eu sou doce... mas também travesso...


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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