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MINHA VIDA GAY

Fantástico testa reação das pessoas a cena de casal gay sendo criticado por adotar um filho.




Semana passada, as cores do arco-íris invadirem os perfis das redes sociais, em apoio a um marco histórico nos Estados Unidos: a legalização do casamento gay.

No Brasil, a união gay é reconhecida desde 2011. E o casamento civil, legalizado desde 2013. Mas tramita no Congresso um projeto de lei que tem como um dos objetivos impedir que casais do mesmo sexo adotem crianças. O projeto quer instituir o chamado "Estatuto da Família", e nele existe apenas uma definição de família: é a união entre um homem e uma mulher e seus descendentes.

Neste domingo (5), o Fantástico (TV Globo) exibiu uma experiência no quadro ‘Vai fazer o quê?’ para descobrir como as pessoas reagem ao preconceito declarado contra uma família formada por um casal gay e seu filho adotivo. Confira no vídeo na página da Globo:


Vídeo viral: Jogadora Abby Wambach beija a esposa ao conquistar a Taça de Futebol Feminino.




Parece que o amor, desta vez, superou a força do futebol. Depois de quatro anos competindo no campeonato mundial de futebol feminino, Abby Wambach conseguiu a taça para o time norte-americano. O momento já seria especial o suficiente, não fosse a jogadora ter corrido para a arquibancada mal soou o apito final para beijar sua esposa, Sarah Huffman.?

As duas atletas são casadas desde 2013, mas o momento parece ter-se tornado uma das imagens da nova lei de igualdade de casamento, recentemente aprovada nos EUA. A comemoração de vitórias, em que os atletas correm para os seus mais-que-tudo, não é um momento estranho para os fãs do esporte, mas esta nunca foi uma área muito inclusiva no que diz respeito a pessoas LGBT. Aliás, um estudo lançado em Maio que envolveu 9,500 pessoas de seis países (Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Canadá e Nova Zelândia) mostrou que a comunidade não se sente segura ou bem recebida na área do esporte em quase nenhum país.

O beijo, contudo, está circulando nas redes sociais com comentários de apoio e regozijo por o amor LGBT começar a ser tão considerado e comovente como qualquer outra história de amor.

Primeiro casal gay coreano que se  casou entra com ação contra cartório.




O primeiro casal gay coreano que se casou entrou com uma ação contra o cartório que se recusou a registrar a união.

O diretor de cinema Kim Jho Kwang-Soo, de 50 anos, e o produtor Kim Seung-Hwan, de 31 anos, se uniram em setembro de 2013 em um cerimônia pública com 2 mil convidados.

Kwang-Soo tentou registrar o casamento em dezembro daquele ano mas ouviu que a lei não reconhecia casamentos homossexuais.

Em maio de 2014, eles apelaram, mas tiveram o pedido rejeitado. Agora, vão levar o caso ao tribunal, acusando o cartório de lhes negar seus direitos constitucionais de igualdade de tratamento.

Mãe e filho criam juntos ONG  para dar apoio a LGBT.


Mãe virou referência entre amigos do filho e ambos resolveram criar uma entidade de ajuda a LGBT


O preconceito e a discriminação podem ser ainda melhor combatidos se as forças forem unidas dentro da própria família.

Foi o que ocorreu com a empresária Renata Rodrigues e o filho, o empresário homossexual Robert Rodrigues, em Campo Grande (MS).

“A gente tem que lutar pela igualdade, pela liberdade, pelo fim do preconceito e a mãe, o pai, a família é a base para que eles possam sair lá fora”, disse Renata ao G1.

A ideia da ONG em apoio aos LGBT surgiu após Robert contar para Renata que é gay e ter total apoio dela. Logo, muitos amigos do empresário, que não tinham abertura em casa, passaram a se aconselhar também com Renata.

Segundo o presidente da comissão de diversidade sexual da Organização dos Advogados do Brasil (OAB) de Mato Grosso do Sul, Julio Valcanaia, no primeiro semestre de 2015, já foram registrados dez homicídios relacionados à homofobia. Ele informa que maioria destes homicídios ocorreram em Campo Grande e, além disso, há registros também de violação de direito em espaço público, como injúria e negação de uso do nome social.

Projeto Chicos fala de pessoas gays, com fotos fortes e textos sensíveis.




Amigos desde a adolescência, Fábio Lamounier e Rodrigo Ladeira dividem um estúdio fotográfico em Belo Horizonte e agora um projeto bem bacana chamado Chicos. No melhor estilo “humans of”, daqueles sites que contam um pouco de anônimos fotografados nas grandes cidades, os mineiros criaram uma vertente bem legal que revela histórias de aceitação, rejeição, preconceito, sexualidade e lindas imagens de corpos nus. Os textos são tão poderosos que conseguem sobressair às fotos super lindas.

“Desde os dezesseis convivemos juntos com o, hoje consumado, fato de sermos homossexuais. Se nos primórdios era algo pesaroso – mais pelos outros, do que por nós mesmos -, passadas as tantas provações pessoais e sociais, e já quase dez anos, sempre quisemos por no papel (ou na tela) estas experiências próprias que envolveram nossa construção da sexualidade e identidade, que hoje abraçamos com orgulho. Não só elas, mas também a consolidação de uma relação estreita que temos com o nosso próprio corpo, entremeio uma sociedade marcada por tantos machismos e padrões pré-estabelecidos de tudo”, explicam os fofos na página do projeto que começou este ano a tomar forma. “Aprender que nosso corpo nu é bonito, pois é nosso, é trabalhoso, mas também libertador”, concluem.

Na história de um dos fotografados, o gato Henrique, de 28 anos, os autores revelam: “A família do Henrique descobriu sobre sua homossexualidade há 04 anos. Durante um final de semana que passou fora com o namorado e amigos, a mãe já começou a desconfiar e na volta aconteceu a pergunta que ele já esperava “você é gay?”. Ele pensou por três segundos e respondeu “Sim, eu sou”. Henrique contou que a partir daí veio diversas perguntas da sua mãe, ela não conseguia entender como ele havia namorado quatro anos uma mulher e agora dizia ser gay. Hoje o relacionamento dele com a família é tranquilo e ri de forma leve, lembrando que ele e sua mãe se chamam de bicha”.

Já o casal Rodrigo e Leo revela um pouco da intimidade dos dois: “Os dois se conheceram em um restaurante, há quatro anos atrás em Juiz de Fora, o Rodrigo chegou quando o Léo já estava sentado em uma mesa conversando com uma amiga. Pouco depois, a comanda do Rodrigo voou caindo nos pés do Léo. Um jura que foi por conta do ventilador, o outro brinca que foi de propósito. Como um bom “stalkear”, o Léo leu o nome do Rodrigo na comanda, procurou na internet e mandou a primeira mensagem “ei, eu sou o menino da comanda”. Mas o namoro não começou de primeira, já que um namorava e o outro não estava buscando namorar”.

Já são 10 pessoas retratadas no projeto, que pode ser conferido no endereço do projeto www.chicos.cc

Clipe LGBT: Jack O'Rourke em "Silence".




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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. O amor supera todo e qualquer preconceito.

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  2. Vdd. Como publiquei uma imagem em que dizia : Talves, um dia, as pessoas vao entender o que e´ o AMOR;

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