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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Paraguai proíbe cartazes sobre  união gay durante visita do Papa.


País vai censurar ativistas LGBT durante visita do Papa


A homofobia no Paraguai vai aumentar no próximo fim de semana. A polícia do país proibiu cartazes que façam alusão ao casamento gay, ao aborto ou aos camponeses sem terra durante a visita do Papa Francisco à nação entre sexta-feira, 10 e domingo, 12.

“A polícia, no seu papel de garantir o desenvolvimento normal das atividades (…) adotará medidas especiais de segurança para este evento tão esperado pelos paraguaios”, disse o comunicado da polícia nacional.

“Não será permitida a colocação de faixas e/ou levar bandeiras obstruam a visibilidade, nem que contenham mensagens alusivas aos movimentos sociais, a favor do aborto, casamento gay e sem-terra”, listou a polícia.

Amor venceu: Derrubada proibição ao  casamento gay em Porto Rico.


Casamentos poderão ser realizados a partir da próxima semana


A proibição ao casamento gay em Porto Rico foi derrubada pelo Primeiro Circuito da Corte de Apelações do país, na quarta-feira, 08.

Um painel de três juízes derrubou uma decisão anterior que confirmava a proibição. Apesar de ser território norte-americano, a decisão no final do mês passado da Suprema Corte dos EUA, que derrubou a proibição da união no país, não valia para Porto Rico.

Em março, o governo porto-riquenho já havia dito que não defenderia mais a proibição ao casamento homo. As uniões devem começar a valer já em 15 de julho.

Austrália: Ministro diz que legalizar união  gay pode prejudicar exportações.


Político acredita que Austrália será julgada por nações asiáticas


Os políticos australianos não têm mais desculpas para inventar para se declararem contra o casamento gay. O mais novo absurdo foi o ministro da Agricultura dizer que se o país legalizar a união homo as exportações de gado podem ser prejudicadas.

Para Barnaby Joyce, o país pode ser “julgado” pelas nações do Sudeste Asiático que são os principais importadores de gado da Austrália.

O ministro disse ao canal “ABC” que as nações asiáticas acham que a Austrália é “decadente” por causa de ações pró-LGBT.

O casamento gay tem grande aprovação pelos australianos, mas sofre intenso boicote do governo há anos e até agora não foi legalizado por lá.

Retrógados: Quenianos fazem marcha  contra a homossexualidade.


Homofóbicos não querem que Obama imponha pauta pró-gay em sua visita ao país


Dezenas de quenianos foram às ruas de Nairóbi, na segunda-feira, 06, para protestar contra a homossexualidade em Nairóbi.

Os homofóbicos pediam que o presidente norte-americano Barack Obama não tem impor pautas pró-gays em sua visita ao país africano no fim deste mês.

“Estamos dizendo ao senhor Obama quando ele vier ao Quênia este mês e tentar trazer a pauta do aborto, a pauta gay, diremos a ele que se cale e vá para casa”, disse o parlamentar Irungu Kangata aos manifestantes do lado de fora do Parlamento, segundo a Agência Reuters.

Confeitaria terá que pagar indenização por recusar fazer bolo para casamento lésbico.


Confeitaria terá que pagar indenização por recusar fazer bolo para casamento lésbico.


Os donos de uma confeitaria do estado norte-americano de Oregon que se recusaram a fazer um bolo para um casamento entre duas mulheres foram condenados a pagar 135 mil dólares (perto de 122 mil euros) de indemnização às queixosas por sofrimento emocional.

A situação aconteceu há dois anos, como recorda o jornal local The Oregonian, mas só agora um departamento governamental do Oregon decidiu que seria essa a sentença a aplicar a Melissa e Aaron Klein, donos da confeitaria “Sweet Cakes by Melissa”, em Portland, capital daquele Estado. Na altura, o casal alegou que eram as crenças religiosas o que os impedia de fazer o bolo para o casamento de Laurel e Rachel Bowman-Cryer.

“Este caso não tem a ver com um bolo de casamento ou um casamento. Tem a ver com a recusa de um comércio em servir pessoas devido à sua orientação sexual”, explicou Brad Avakian, o responsável por esta sentença, acrescentando que “isso é ilegal”. Já uma das advogadas dos Klein afirma que a decisão agora tomada é inconstitucional por pôr em causa a liberdade de pensamento e expressão. “O direito de falar livremente, de pensar sozinho e de viver de acordo com a fé de cada um é a pedra angular deste país”, defendeu Anna Harmon.

O casal Klein, que deixou de ter uma confeitaria em 2013 e agora faz os bolos em casa, deverá agora recorrer da sentença para um tribunal superior do Oregon. Segundo Melissa e Aaron, o negócio ressentiu-se quando a notícia se espalhou, no início de 2013, e mesmo o carro de ambos foi vandalizado. O caso originou um circo mediático que teve um grande impacto nos Estados Unidos e que, além da recusa em si, também foi dado como justificação por Rachel e Laurel, que se afirmaram “mentalmente violadas” com a situação.

Em maio, também uma padaria irlandesa foi condenada a pagar uma coima por se ter recusado a fazer um bolo com uma mensagem homossexual. Neste caso, os donos da Ashers Baking Company tiveram de pagar 500 libras (perto de 700 euros) mais custas judiciais.

Polícia investiga possível ataque homofóbico em prédio de Brasília.


Polícia investiga possível ataque homofóbico em prédio de Brasília


A Polícia Civil do Distrito Federal investiga a agressão a dois rapazes em um prédio na 216 Norte, em Brasília, na madrugada do último sábado (4). A câmera de segurança do edifício flagrou o momento em que quatro homens e uma mulher agridem a dupla e fogem. As vítimas voltavam de uma festa com mais dois amigos quando foram abordadas e suspeitam se tratar de um ataque homofóbico.

Veja a reportagem do DFTV, com as imagens do ataque:

http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/07/policia-investiga-suposto-ataque-homofobico-em-predio-no-df.html

À TV Globo, uma das vítimas, que preferiu não se identificar, disse que em um primeiro momento achou que se tratava de um assalto. “Só que quando eu identifiquei que um deles estava com um taco de baseball, imaginei que não era um assalto. Por se tratar de um grupo com quatro homossexuais [dentro do carro], imaginei que poderia ser um ataque homofóbico”, disse. “A primeira reação da gente foi correr e tentar se defender.”

Dois dos amigos conseguiram fugir, mas os outros foram seguidos pelos suspeitos de agressão, que aparentavam ter entre 23 e 29 anos. Nas imagens é possível ver quando uma das agressoras aponta para as vítimas dentro do prédio — onde foram atacados com socos, chutes na cabeça e nas costas.

“A gente pedia para eles pararem, a gente falava que não estava entendendo nada. Perguntava o porquê daquilo, e eles só batiam”, relatou uma das vítimas. Ele afirmou que o ataque durou cerca de três minutos.

O jovem disse estar com ferimentos na cabeça, no braço, no peito e nas costas. Ele contou que o amigo está com a cabeça inchada por causa dos golpes. “O que espero hoje é justiça e que eles sejam punidos por isso, pela intolerância deles. Seja qual for o motivo que tenham feito isso, só espero que a justiça seja feita.”
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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