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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Suécia apresenta campanha de orgulho LGBT no Exército.




A Suécia deu exemplo ao mundo de tolerância ao lançar uma campanha de orgulho LGBT nas Forças Armadas.

Nos cartazes, que estão espalhados por todo o País, há uma mulher toda camuflada com um distintivo arco-íris se destacando no braço.

No pôster o título é: “Algumas coisas você não deveria ter de camuflar”. Abaixo, a instituição explica que a “igualdade é um ingrediente essencial da democracia”.

“Nas Forças Armadas, nós tratamos uns aos outros com respeito e vemos as diferenças de outras pessoas como uma força. Nós somos uma organização inclusiva onde todos servindo e contribuindo se sentirá acolhido e respeitado”, diz o texto.

As Forças Armadas da Suécia permitem que gays e lésbicas sirvam “fora do armário” desde 1976!

Mais de 80% dos filipinos  são contra o casamento gay.


Mais de 10% dos filipinos já tiveram relações sexuais com alguém do mesmo sexo


Enquanto o Brasil e Irlanda já legalizaram a união homossexual e a Itália discute o assunto, outro país de maioria católica vai na contramão. Nas Filipinas, a grande maioria da população é contra o assunto.

Uma pesquisa realizada em maio mostrou que 84% dos habitantes do país repelemo casamento gay (70% deles disseram se opor “fortemente”).

Apenas 4% disseram ser “fortemente” a favor, 14% se opõem de “alguma forma” e 12% de “alguma forma” são favoráveis.

O estudo também apontou 8% dos filipinos já tiveram relações com alguém do mesmo sexo (12% dos homens e 5% das mulheres). Foram entrevistadas 1.500 pessoas.

 Lei que pune discriminação sexual ou de gênero em R$ 60 mil entra em vigor no Rio.


Em março, ativistas promoveram um beijaço na Praça São Salvador, em Laranjeiras, na Zona Sul, onde dois homens foram agredidos depois de um beijo em um restaurante

Projeto abrange estabelecimentos comerciais e agentes públicos.

A lei nº 7041, que estabelece a punição a agentes públicos e estabelecimentos comerciais por discriminação de preconceito de sexo, orientação sexual e identidade de gênero, foi publicada nesta quinta-feira (6) no Diário Oficial. Aprovado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) no final de junho, o projeto foi sancionado pelo governador Luiz Fernando Pezão e pode significar multa de até R$ 60 mil aos condenados.

A discriminação, segundo o texto, pode ser entendida de várias maneiras. Hotéis ou motéis não poderão impedir acesso ou permanência de pessoas do mesmo sexo, assim como a administração pública não poderá dificultar o acesso a cargos ou vagas do ensino público. O agente que for flagrado cometendo discriminação poderá ficar afastado do emprego por 60 dias e, depois, ser cassado. A responsabilidade será apurada em procedimento administrativo.

A lei, no entanto, não se aplica às instituições religiosas. Desde outubro de 2013, o projeto estava parado na Alerj justamente por conta da resistência da bancada evangélica contra o projeto. Na ocasião, somente ela votou contra a lei.

Aprovação na Alerj
O projeto foi aprovado no dia 25 de junho em sessão plenária da Assembleia Legislativa do Rio. Uma lei anterior de autoria do deputado Carlos Minc (PT) de 2000, havia sido derrubada na justiça em 2013 por inconstitucionalidade. Mesmo com o projeto de lei enviado pelo governador Sérgio Cabral, o projeto estava parado nas comissões da casa.

Como discriminação, segundo o texto, entende-se "recusar ou impedir o acesso ou a permanência ou negar atendimento", impor tratamento diferenciado ou cobrar preço ou tarifa extra para ingresso ou permanência e negar oportunidades do trabalho devido à orientação sexual ou identidade de gênero de alguém. Em um dos incisos do projeto de lei, está a proibição da prática, indução e incitação "pelos meios de comunicação social ou de publicação de qualquer natureza, a discriminação, preconceito ou prática de atos de violência ou coação contra qualquer pessoa em virtude de sua orientação sexual e/ou identidade de gênero".

Histórico de agressão a casais
No dia 1º de março, um grupo de homens arremessou copos contra um casal que se beijava na praça São Salvador, em Laranjeiras, na Zona Sul. Em abril, três pessoas afirmaram ter sido agredidas pelo dono e por um funcionário de um bar em Botafogo na Rua Voluntários da Pátria.

Vídeo mostra momento em que jovens são agredidos após Parada em Santo André.




Caso aconteceu no dia 5 de julho, depois que grupo queria buscar carro no estabelecimento.

Jovens que foram agredidos por seguranças de shopping após voltar da Parada LGBT de Santo André publicaram vídeo nesta quinta-feira (16) mostrando o momento em que os profissionais começam a bater neles.

Ação foi toda filmada pelos jovens.Jovens que foram agredidos por seguranças de shopping após voltar da Parada LGBT de Santo André publicaram vídeo nesta quinta-feira (16) mostrando o momento em que os profissionais começam a bater neles.

Revoltados, eles gritam estar sendo vítimas de homofobia. O caso aconteceu no dia 5 de julho, depois que o grupo queria buscar o carro no estabelecimento.

Em entrevista, os jovens contaram como aconteceu toda a ação dos homens. Segundo os jovens, quando chegaram ao estabelecimento, os acessos estavam fechados e eles foram barrados pelos seguranças. As agressões teriam começado quando os funcionários perceberam que estavam sendo filmados.

Assista ao vídeo:

Shopping impede entrada de  manifestantes para beijaço gay.


Shopping fechou as portas para beijaço na Grande São Paulo

O Grand Plaza Shopping, em Santo André, na Grande São Paulo, impediu que manifestantes entrassem no local para a realização de um beijaço gay, no sábado, 18.

O protesto foi marcado por causa da agressão de seguranças do shopping a participantes da  11ª Parada do Orgulho LGBT de Santo André, no último dia 5.

Tudo começou, segundo Marcelo Gil, presidente da ABCD’s (Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual), que organiza a parada, por causa da ação da Polícia Militar.

A PM não seguiu o acordo com o evento e dispersou os manifestantes, com truculência, uma hora antes do combinado. Por causa disso, os participantes da parada, cerca de 3 mil, começaram a entrar no shopping.

A direção do estabelecimento mandou fechar os portões. Três meninas e um rapaz, que após foram ao shopping para comer, precisaram insistir muito com os seguranças para entrar e pegar o carro que estava no estacionamento. Lá dentro, os amigos filmaram os seguranças, que revoltados, passaram a agredi-los chutes por seguranças e chamando o rapaz de “viadinho”.

Segundo o site, “ABCD Maior”, uma garota chegou a desmaiar ao ter o nariz quebrado e rapaz ficou com o pulso fraturado e o ombro deslocado. O caso foi parar na delegacia.

Jornalista é identificado como "gay" em pacote enviado por assessoria de imprensa.



Nesta semana, entrou em vigor no Rio de Janeiro a Lei nº 7041 que determina a punição a agentes públicos e estabelecimentos comerciais por discriminação de preconceito de sexo ou orientação sexual. Sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão, a infração pode custar multa de até R$ 60 mil. E não demorou muito para que a nova lei pudesse ser colocada na prática.

Passou a viralizar nas redes sociais uma denúncia feita pelo jornalista Christovam de Chevalier, autor da coluna “Parada Obrigatória”, do jornal O Globo. O episódio de discriminação aconteceu por meio de um pacote endereçado a ele com os dizeres.“Colunista (Gay) filho de Scarlet Moon", enviado à redação por uma empresa de assessoria de imprensa. Ao saber do conteúdo da material, Christovam afirmou que registrará um boletim de ocorrência e entrará na Justiça conta a empresa responsável.

Pelo Facebook, o jornalista comentou o caso. "O que me enoja na referida etiqueta é ver que o nome da minha mãe, já falecida e de quem tenho também muito orgulho, foi também inserido como aposto. SIM, sou GAY e filho da Scarlet Moon. Mas será que esse aposto fará diferença para as pessoas em cujas mãos esse envelope passou?". E ainda completou. “Bom, o caso já está com o advogado Ricardo Brajterman e com Raquel Castro, presidente da Comissão de Direitos Homoafetivos da OAB. Não sou de brigar, mas não vejo outra forma de me fazer respeitar, honrar minha dignidade e, sobretudo, a memória da minha mãe. Se eu me acovardar, só vou colaborar para o crescimento já gritante do desrespeito às diferenças nesta cidade e neste país”.

Segundo a empresa responsável, o episódio representa um caso isolado que não condiz com a política da empresa. A pessoa responsável pela discriminação foi desligada da assessoria.
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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