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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Aprovação do Papa Francisco  cai entre americanos.


Falas favoráveis aos gays do pontífice desapareceram


 Aprovação do Papa Francisco caiu dentre os norte-americanos. Uma pesquisa do instituto Gallup mostrou que a porcentagem dos moradores dos EUA que aprova o pontífice caiu de 76 para 59 pontos entre fevereiro de 2014 e julho de 2015.

Já os que desaprovam subiram de 9% para 16%. Dentre os liberais, a aprovação caiu 14 pontos e está 68% e dentre os conservadores a queda foi ainda maior – 27 pontos – e a aprovação do Papa está em 45%.

Francisco inicialmente ganhou simpatia de LGBT e defensores dos direitos humanos por declarar que gays não deveriam ser julgados. Mas de um ano para cá sua agenda anda bem conservadora em relação aos arco-íris.

O próximo sínodo (encontro dos bispos), em outubro, não discutirá a união homossexual, em abril, o Papa rejeitou um diplomata francês no Vaticano apenas por ser gay, e em junho, disse que as crianças precisam de pais héteros.

No Quênia, Barack Obama pede igualdade e avanços nos direitos LGBT na África.


Barack Obama (dir.) e o presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta (esq.)


Presidente queniano diz que os 2 países não compartilham mesmos valores em todos os temas. Ser LGBT é ilegal no país africano.

O presidente americano, Barack Obama, defendeu neste sábado (25) no Quênia a igualdade de direitos para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais e comparou a homofobia com a discriminação racial que sofreu nos Estados Unidos.

"Fui coerente em toda a África sobre este tema. Acredito no princípio de tratar as pessoas com igualdade ante a lei (...) e o Estado não deveria discriminar com base na orientação sexual", disse Obama durante uma declaração conjunta com o presidente queniano, Uhuru Kenyatta, segundo a agência France Press.

Além disso, Obama disse aos jornalistas que como "americano de origem africana" é dolorosamente consciente das consequências da discriminação. O presidente dos Estados Unidos disse que o Estado não deve discriminar pessoas com base na orientação sexual ou identidade de gênero e que tratar as pessoas de forma diferente prejudica a liberdade e, com isso, "coisas ruins acontecem".

De acordo com a Reuters, Kenyatta disse que o Quênia e os EUA compartilham muitos valores, mas não em todos os temas. Ele disse ainda que o direito LGBT não é uma questão para o povo queniano.

No Quênia, assim como em muitos países africanos, a ser lésbica, gay, bissexual, travestis ou transexual é ilegal.

O vice-presidente queniano, William Ruto, disse em maio que "não há espaço" para LGBTs no Quênia. Obama, por sua vez, recentemente saudou uma decisão da Suprema Corte dos EUA que permitiu o casamento entre pessoas do mesmo sexo em solo norte-americano.

Suprema Corte da Itália aprova  lei de direitos a transgêneros.


Transgêneros não precisarão mais de autorização médica para alterarem o gênero em documentos


A Itália se tornou esta semana como o quinto país do mundo a reconhecer que pessoas trans podem definir a sua identidade de gênero sem necessidade de cirurgia ou aprovação de um médico.

A decisão da Suprema Corte do país deu parecer contrário aos tribunais inferiores em relação a uma pessoa trans de 45 anos que em 1999 teve permissão legal para se submeter à cirurgia.

No entanto, após 25 anos de reconhecimento social como uma mulher, eles viram que não é mais necessário a cirurgia para identificar e ser vista como uma mulher.

Mas um tribunal em Piacenza e o tribunal de recursos em Bolonha disseram que não. Então, o caso parou na Suprema Corte.

“O desejo de alinhar corpo e espírito é, mesmo na ausência de uma intervenção cirúrgica, o resultado de uma viagem muito pessoal à identidade de gênero, apoiada por uma gama de tratamentos médicos e psicológicos que irão variar de acordo com a personalidade individual e necessidade”, disse a mais alta instância do Judiciário em sua decisão.

No mundo, apenas Dinamarca, Argentina, Malta e Irlanda permitem que transgêneros possam se identificar como quiserem sem autorização médica ou necessidade de cirurgia.

Presidente da Irlanda assina  lei de reconhecimento de gênero.


Irlanda se tornou um dos países com legislação mais inclusiva a LGBT


O presidente da Irlanda, Michael Higgins, assinou uma das leis a respeito de transgêneros mais avançadas do mundo.

Aprovada este mês pelo Parlamento do país, a lei garante reconhecimento de gênero às pessoas trans sem necessidade de cirurgia ou de autorização médica.

A nova lei deve começar a valer por volta de setembro. Em maio, a Irlanda se tornou o primeiro país do mundo a aprovar o casamento gay por meio de um referendo.

Grupo entrega rosas em repúdio a suposta agressão contra gay.




Jovem afirma que foi agredido em supermercado de Bauru (SP). Ele chegou a publicar um vídeo sobre o fato em rede social.

Integrantes da Associação Bauru pela Diversidade participaram neste sábado (25) de um ato contra a discriminação sexual. O ponto de encontro foi na Praça Portugal na zona sul da cidade. O movimento foi uma resposta a suposta agressão sofrida pelo representante de vendas, Pedro Guimarães, na semana passada em um supermercado de Bauru.



Ele afirma que logo que saiu do banheiro do estabelecimento foi discriminado. “Eu entrei no banheiro, já havia feito as compras e quando sair da cabine reservada, dois caras disseram que sabiam o que estava fazendo ali e que aquele não era lugar de gay estar”, afirma.

O grupo seguiu a pé da Praça Portugal até o supermercado que fica na Avenida Getúlio Vargas. No local eles entregaram rosas brancas em um gesto de paz. Sobre a suposta agressão, a gerência do supermercado informou que ainda analisa os fatos e, por enquanto, não irá se manifestar.




Entenda o caso

Pedro divulgou na semana passada um vídeo em uma rede social revelando que foi agredido dentro do banheiro do supermercado por ser gay.

Segundo o representante de uma empresa de cosméticos, a agressão gratuita foi provocada por um homem que trabalha no comércio.

O caso teria ocorrido no último sábado (18), por volta das 12h30. Pedro chamou a Polícia Militar e fez boletim de ocorrência na delegacia da cidade. A polícia vai investigar o caso. O G1 entrou em contato com o supermercado Paulistão, unidade da avenida Getúlio Vargas, onde teria acontecido a agressão, e o gerente informou que eles estão apurando o caso.

Conforme Pedro, o suposto agressor fazia a segurança do supermercado. “Eu comprei algumas coisas no mercado e depois fui ao banheiro. Além de me agredir, o rapaz disse que eu não deveria estar ali, que não era lugar de gay. Não era por ser cliente do mercado que precisava estar ali. E disse ainda que era para eu imaginar a situação de um pai entrar com uma criança e encontrar um 'viado' no banheiro”, relata o jovem.

Pedro afirma que foi agredido no supermercado
(Foto: Reprodução / TV TEM)

Segundo Pedro, havia dois rapazes, um com uniforme do supermercado e outro sem. O que o agrediu estaria sem o uniforme. O outro ficou acompanhando, sem fazer nada, apenas impediu que o agressor desse um soco com uma caneta.

Além de registar boletim de ocorrência, Pedro pediu apoio das pessoas em sua página no Facebook. O vídeo teve mais de 35 mil visualizações.

“Fiz o vídeo pensando nos lugares que os gays vão, para evitar lugares que tratam dessa maneira. Não estava pelado, não fiz nada, não mexi com ninguém. Foi violência gratuita”, explica Pedro.

O boletim de ocorrência foi registrado como injúria e vias de fato. De acordo com informações da Polícia Civil, os suspeitos serão identificados e ouvidos.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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