Slide 1 Slide 2 Slide 3

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Só falta a Itália: Político italiano faz greve  de fome pelo casamento gay.


Ivan Scalfarotto é militantes pelos direitos LGBT


O vice-ministro italiano para as relações com o parlamento, Ivan Scalfarotto, anunciou, na quinta-feira, 02, que está em greve de fome desde segunda-feira, 29, para exigir a aprovação do casamento gay no país.

O político decidiu manter a greve de fome “até que tenha a certeza de que acabará essa violação dos direitos humanos”.

Um projeto de lei aprovado pelo primeiro-ministro Matteo Renzi está bloqueado no parlamento, apesar de ter o apoio de uma grande maioria dos parlamentares.

Centenas de alterações foram apresentadas pela oposição de centro-direita, contrárias a direitos tais como a adoção de crianças ou acesso a pensão do parceiro em caso de morte.

No sábado, 27, o casamento gay foi uma das maiores reivindicações da Parada do Orgulho Gay de Milão. A Itália é o único país da Europa Ocidental que ainda não legalizou a união homossexual.

Novos tempos: Igreja Episcopal aprova  cerimônias de casamento gay.


Nova regra passar a valer no fim de novembro.


A Igreja Episcopal dos Estados Unidos anunciou na última quarta-feira (1º) a aprovação das cerimônias matrimoniais entre pessoas do mesmo sexo, poucos dias depois da Suprema Corte de Justiça legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexoem todo o país.

“Como a lei permite, os cânones permitirão de agora em diante o casamento dentro da igreja de TODOS os casais”, anunciou a Igreja Episcopal em sua conta no Twitter, no momento em que celebra uma convenção geral em Utah.

No entanto, a Igreja Episcopal não vai obrigar os clérigos com objeções a oficiar as cerimônias.  A Igreja Episcopal é um braço da Comunhão Anglicana, que tem mais de 80 milhões de integrantes, com igrejas em todo o mundo. No sábado passado, a Igreja Episcopal dos Estados Unidos anunciou a eleição do bispo Michael Curry (foto) como seu próximo presidente, o primeiro líder afro-americano da igreja.

Noruega pode permitir mudança  de gênero a partir dos 7 anos.


País pode abraçar transgêneros desde a infância


A Noruega pode permitir em breve que crianças a partir de sete anos decidam o seu gênero. Elas deverão ter apoio dos pais.

A partir dos 16 anos já poderão pedir a mudança de gênero sem os pais e sem a necessidade de uma autorização médica.

A proposta é histórica, pois segundo o ministro da Saúde do país, as leis se mantêm inalteradas há mais de 60 anos sobre o tema.

Pela proposta, menores de 18 anos poderão mudar o gênero em todos os documentos legais, mas a cirurgia de redesignação sexual para maiores de idade.

As novas regras, propostas pelo governo, serão debatidas por especialistas e depois vão para debate no Parlamento norueguês.

EUA: Gays são menos presentes dentre  os pobres, diz pesquisa.


Gays e bissexuais estão em pontas opostas em relação a estado financeiro


Um estudo realizado com 400 mil pessoas pela Rice University, no Texas, Estados Unidos, revelou que gays são menos pobres que héteros e, por outro lado, bissexuais são mais pobres e têm menos saúde.

Dos entrevistados, 10 mil pessoas disseram ser gays, lésbicas ou bissexuais. Por volta de 25% dos homens héteros e 30% das mulheres héteros disseram que vivem na pobreza. Dente os homossexuais, os índices ficaram em 23% para os homens e 25% para as mulheres.

Já dentre os bissexuais, alarme: 40% dos homens e 42% das mulheres revelaram estar vivendo abaixo da linha da pobreza.

Em relação à saúde, 15% dos héteros descrevem sua saúde como “ruim” e 20% dos bissexuais disseram o mesmo.

“Se os bissexuais são minoria dentro dos minoritários e uma experiência única e mais extremas formas de discriminação, isso pode contribuir para diferenças em coisas como salário, nível de escolaridade, propensão para fumar cigarros e outros fatores que afetam o mal-estar”, disse a autora do estudo Bridget Gorman.

Bahram Radan: Galã iraniano é obrigado a pedir  desculpas após mensagem sobre união gay.


Bahram Radan teve de publicar pedido de desculpas após dar explicações ao governo


Um dos atores mais famosos do Irã foi forçado a pedir desculpas após publicar uma mensagem comemorando o casamento gay.

Após a aprovação da união homo nos Estados Unidos, na semana passada, Bahram Radan comentou em seu Twitter: “A decisão do Supremo Tribunal dos EUA de que o casamento homossexual é legal foi histórico, talvez na escala do fim da escravidão … de Lincoln a Obama.”

Pouco tempos ele excluiu a mensagem após receber muitos protestos. A mídia internacional relata que ele foi convocado para dar explicações para o Ministério da Cultura e Orientação Islâmica.
 
Bahram foi obrigada a publicar um pedido de desculpas: “O que foi publicado na internet como a minha opinião sobre a decisão do Supremo Tribunal dos EUA sobre o casamento gay foi um erro e não reflete a dignidade do povo iraniano, por isso peço desculpas”.

“Nós estamos vivendo em um país que celebra o casamento como uma tradição do profeta. Leis americanas não têm relação com a república islâmica e casamento gay é condenável sob nossas leis sociais e religiosas e de acordo com nossos valores sociais”, escreveu.

Vereador de Goiânia quer obrigar leitura da Bíblia nas escolas: “acho positivo, ao invés de que kit gay”.




O vereador Mizair Lemes Jr. (PMDB) propôs, nesta quinta-feira (2), um projeto de lei que obriga a leitura de trechos da bíblia antes das aulas na rede pública de educação. “Sei que é polêmico, sei que tem gente contra, mas fiz uma pesquisa e tive aprovação de 70 a 80% das pessoas”, afirmou ele.

Ele justificou a criação do projeto dizendo que, mesmo não sendo muito religioso, recebeu o pedido de pessoas que são e achou a manifestação justa.  “A Bíblia é um livro sagrado que tem em seus escritos várias partes interessantes que ajudariam os professores a ter um momento de reflexão e poder iniciar as aulas do dia com uma mensagem positiva”, acrescentou ele.

“Acho que é um projeto positivo, ao invés de kit gay, de questões de ideologia de gênero que estão querendo colocar aí, isto não é positivo”. Mizair disse ainda que a Bíblia é um livro universal que tem um grande número de seguidores principalmente no Brasil. “A gente vê que quase a totalidade da população é cristã e o livro é usado pelo catolicismo, pelos evangélicos, até mesmo por pessoas do Espiritismo”.

Questionado se isso não ia contra o estado laico, o vereador afirmou que “O Estado é laico, mas também não é ateu”. Segundo ele, a medida não desrespeitaria os alunos que não seguem a Bíblia. Para Mizair, eles têm “o direito de não concordar, mas também têm que respeitar” aqueles que creem no livro sagrado do cristianismo.

Câmara do DF aprova projeto que limita família à união heterossexual.


Michel Platini, do Estruturação, diz reprovar a decisão. “Não é claro quanto aos homossexuais.”


Deputados distritais aprovaram, na última sessão antes do recesso da Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta terça-feira (30), um projeto que restringe o conceito de família ao núcleo formado a partir da união entre um homem e uma mulher. A proposta é do parlamentar Rodrigo Delmasso (PTN) ligado a igrejas evangélicas. ONGs reprovaram a proposta.

O segundo artigo do projeto de lei 173/2015 diz: “Entende-se por entidade familiar o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou união estável, ou por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”.

A proposta prevê a implantação de políticas públicas para valorização da família. “O projeto, ele reconhece, ele só explica aquilo que está na Constituição Federal, que é o seguinte: a família é a formação, é a união estável entre um homem e uma mulher”, afirma Delmasso.

Representante do Grupo LGBT Estruturação de Brasília, Michel Platini diz reprovar a decisão. “Ele diz que o projeto de lei também contempla outros tipos de família além da formada por pai e mãe, mas não é claro quanto aos homossexuais.”

“Além dos LGBTs o projeto deixa de contemplar adoção, irmãos que cuidam dos irmãos mais novos, tios e avós que assumem a responsabilidade de criar seus sobrinhos ou netos. Em suma, a lei aprovada afronta a constituição e a Lei Orgânica” aponta Platini.

O projeto de lei ainda será encaminhado para sanção do governador Rodrigo Rollemberg. Estruturação vai questionar a legalidade da lei na justiça.

Ministro diz que lei homofóbica aprovada pela Câmara do DF fere a constituição.


O ministro aposentado, Carlos Ayres Britto, diz que o texto fere a constituição

Projeto restringe o conceito de família ao núcleo formado a partir da união entre um homem e uma mulher.

Deputados distritais aprovaram, na última sessão antes do recesso da Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta quarta-feira (1), um projeto que restringe o conceito de família ao núcleo formado a partir da união entre um homem e uma mulher. A proposta é do parlamentar Rodrigo Delmasso (PTN) ligado a igrejas evangélicas.

O segundo artigo do projeto de lei 173/2015 diz: “Entende-se por entidade familiar o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou união estável, ou por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”.

O ministro aposentado, Carlos Ayres Britto, diz que o texto fere a constituição. "A redação do acórdão do Supremo Tribunal Federal é claríssima, não deixa nenhuma duvida interpretativa. Foi uma afronta direta à decisão do supremo e por consequência um desrespeito frontal a constituição federal no tema".

"Nos da ONG Estruturação, iremos entrar com uma ação direta pedindo a declaração da inconsolidade da lei, porque nós reconhecemos uma inconsolidade gravíssima" diz Michel Platini, representante do Grupo LGBT de Brasília.

Ativistas LGBT estão se mobilizando para uma manifestação na próxima terça-feira (7), às 10h em frente ao Palácio do Buriti para pedir o veto do governador Rodrigo Rollemberg ao projeto.

Vergonha: Deputado Rodrigo Delmasso pede veto a  artigo homofóbico de seu próprio PL.


Parlamentar retrocedeu em seu projeto de lei homofóbico


As críticas vieram de todos os lados, até do Judiciário. Por causa disso, o deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN) propõe que o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) vete um artigo de um projeto de lei sobre a família que afirma que entidade familiar é um “núcleo social formado a partir de uma união entre um homem e uma mulher”.

“A lei municipal entrou em rota de colisão mortal com a decisão do Supremo Tribunal Federal”, disse Aires Brito, ex-ministro do STF, ao telejornal “DF TV”.

O PL, de autoria de Delmasso, foi aprovado na Câmara Legislativa do DF, na terça-feira, 30. O homofóbico não reconhece o teor discriminatório de seu projeto, mas pede o veto a este artigo para que “o projeto não fique contaminado por esta polêmica e as famílias não percam seus direitos”, disse à reportagem.
Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...