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CONTOS DO LEITOR



O Policial gostoso





Meu nome é David, estava indo para um encontro que havia marcado pela net, todo arrumado e perfumado quando passei por 3 policiais. Um deles ficou me encarando com uma cara fechada, mas não disse nada. Fiquei com a imagem deles na cabeça, que devido ao encontro já estava com mil ideias sacanas e até imaginei uma grande suruba entre eu, os policiais e o cara da net.

Cheguei no local e aguardei. Com uns 15 min de atraso chega Nelson. No momento que o vi até a raiva passou, pois ele estava ainda mais bonito que nas fotos. Minha excitação voltou. Dentes brancos perfeitos que formavam um belíssimo sorriso emoldurados por aqueles lábios lindos, braços fortes, peitoral definido coberto por uma regata branca colada e com uma bermuda preta curta que deixava suas coxas grossas à mostra.

Infelizmente não durou por muito tempo meu entusiasmo. O que ele tinha de beleza, ele tinha de arrogância. Se achava muito, além de metido deixei ele falando sozinho de si mesmo até eu terminar meu refrigerante. Disfarçadamente programei o celular para vibrar, inventei uma desculpa e fui embora.

Que raiva eu fiquei, não costumo dar muita moral para perfis com fotos de caras perfeitos geralmente, não generalizado, mas a maioria é bem desse jeito que se acha muito. Este pelo chat está de boa, interessante pensei que seria exceção, mas me enganei.

Já eram sete da noite, as lojas já estavam fechadas ou fechando. Aproximei-me novamente dos policiais. Dois deles ficaram e o que me encarou na ida me deu uma secada antes de entrar na viatura. Até me arrepiei. Virei a esquina. A rua estava deserta e escura. Acelerei o passo alguns minutos depois percebo um carro se aproximando devagar. Quando olho é a viatura da policia. Eu estou só na rua e o policial me pede para parar.






Desce do carro um moreno de 1,90 de altura, lábios grossos, sério, mesmo com aquele uniforme dava para perceber que ele tinha um belo corpo, um peitoral largo, braços fortes  - nossa, aquele uniforme sempre me causou um frisson! Com sua voz grave de comando me pediu para colocar as mãos na parede e abrir as pernas. Suas mãos grandes começam a percorrer meu corpo me apalpando e sua voz de macho me perguntando de onde eu vinha, ia, o que eu estava fazendo ali naquele horário. Não era tarde e certo que ali tinham mais lojas e por ser uma cidade pequena ficava quase deserto a não ser por alguns moradores da região e eu era um deles. Expliquei que vinha de um lanchinho e indo para minha casa que não era muito longe dali.

Aquela situação me excitava, eu tremia de medo e tesão. O policial subia apalpando minhas pernas até chegar a minha bunda que ele vistoriou bem, verificou os bolsos e meteu a mãozona entre minhas pernas e deu uma apertada no meu pau duro. Ninguém na rua além de nós, então ele me encoxa e percebo sua excitação e com sua voz estremecedora fala em meu ouvido:

_ Vi quando você passou e ficou olhando minha mala, eu sei que curte, vi você com aquele mauricinho, ta afim de um homem de verdade?
_ Si... Sim, disse gaguejando
_ Entra na viatura!

Entramos. Eu não estava acreditando, meu sonho era andar em uma viatura assim no banco da frente. Batista, era o nome do policial gostoso, me levou para um galpão abandonado. Fiquei um pouco com medo. Ele percebeu e disse para eu ficar tranquilo que ali ninguém nos perturbaria. Mandou eu sair da viatura, me sentou no capo, ficou entre minhas pernas abertas e começou a me beijar dizendo que eu era muito cheiroso e gostosinho. Tirou minha camisa beijou meu peito liso chupou e mordeu meus mamilos. Dei um grito e pedi para que mordesse mais devagar.





Batista abriu o zíper e tirou um cacete de 18 cm, grosso e cheio de veias. Pediu para eu mamar aquele monumento. Chupei, lambi, sugue. O policial segurou seu pau e passou ele na minha cara, lábios, me deu uma surra de pica. Levantou-me e me colocou apoiado no capô. Empinei a bunda e ele caiu de boca no meu cu. Enfiou o nariz no meu buraquinho, fungou, lambeu, cuspiu, me fez um cunete que quase gozei com meu cu bem molhado e
piscando de tesão. Pegou seu cacete e enfiou sem dó até o talo de uma só vez. Dei um grito e ele disse:

_ Isso grita meu putinho, pode gritar que aqui é liberado!

Batista foi metendo devagar e a dor aos poucos foi diminuindo. Aquele cacete como tocha de fogo entrando em meu rabo foi me enchendo de tesão e comecei a gemer de prazer e rebolar. Batista batia em minha bunda e socava seu cacete, meteu muito nesta posição, me puxou com o cacete cravado em meu cu, virou meu rosto e me beijou, me colocou de frango assado. Levei mais rola agora de frente para Batista. Via aquele macho fardado me fodendo, meu tesão era enorme e aumentou quando Batista iniciou uma punheta em mim. Gozamos ao mesmo tempo. Me vesti e Batista me levou até a esquina da minha casa na viatura.

Passamos a nos comunicar direto pelo Whatsapp até que nossos horários coincidiram e marcamos para irmos no motel.




Batista estava cheio de tesão. Nos beijamos muito tirando a roupa um do outro. Eu sabia que ele tinha um corpo bonito, mas ver aquele monumento de homem nu, moreno, peito peludo, braços fortes peludos, pernas, coxas grosas também peludas, mas sem exagero, aparadas com maquina o que deixava o ar de macho bem cuidado viril e gostoso.

Deitei-o na cama, montei em cima beijei e lambi cada cantinho daquele macho da boca ao queixo, pescoço, peito, lambi muito cada uma daquelas axilas cheirosas, mamei feito um bezerro naqueles mamilos bicudos durinhos com dois dedos lubrificados entrando e saindo do meu cuzinho. Beijei sua barriga lambendo cada um de seus gominhos, dei uma lambida naquela delicia de cacete, naquele sacão de touro reprodutor e desci para as coxas.

Batista perguntou se eu curtia pés, entendi o que meu macho queria fui até seu pezão 44. Vi que estava bem limpo planta branquinha e passei minha língua com uma cara bem safada e coloquei seu dedão todo em minha boca. Batista pirou. Chupei todos seus dedos e fiz o mesmo no outro pé. Meu policial gostoso me colocou de quatro e enfiou sua enorme língua em meu cu me masturbando o pau. Eu rebolava feito louco na cara dele. Que língua, foi o melhor cunete da minha vida! Com meu cu bem babado e lubrificado foi a vez de sentir novamente aquele cacete maravilhoso, mas desta vez aproveitei que estava na cama e cavalguei meu delicioso de frente e de costas.

Batista me colocou de quatro e me fudeu até gozar em meu cu. Então fomos para a banheira relaxar um pouco. Na banheira conversamos, falamos sobre nossas vidas, eu de um lado e ele do outro. Então Batista me surpreendeu, chamando-me para ficar juntinho dele. Sentei entre suas pernas deitando minhas costas em seu peito, minha cabeça em seu ombro e ele ficou acariciando meu peito, meus braços, me falando do seu dia a dia. Claro que já tinha percebido que ele havia gostado de mim do contrario não continuaríamos conversando durante a semana, mas não estava querendo me envolver. Porém com todo aquele carinho era quase impossível.

Batista me disse que eu era muito gostoso, mas não era só isso me achou maduro para minha idade de 19 anos, iria iniciar faculdade, já trabalhava. Pela nossa conversa era bem consciente do que queria, não estava vagando pela vida sem rumo e que isso o tinha conquistado. Nesse momento meu coração disparou, então ele disse:

Sei que sou bem mais velho, que está gostoso nós ficarmos, mas eu queria algo mais, mas se você não. ..

Nem esperei Batista terminar me virei e beijei aqueles lábios grossos macios gostosos.

_ Sim eu quero algo serio.
_ Tem certeza que quer namorar um policial de 36 anos? Sabe que tenho que manter uma postura e se for para ser serio eu prezo por relação de fidelidade.
_ Sei de tudo isso e neste momento é o que mais quero.

Batista me abraçou e nos beijamos muito, se levantou da banheira e me levou no colo com minhas pernas em torno do seu corpo, meus braços em seu pescoço e ele me apoiando segurando minha bunda. Me colocou na cama e veio por cima de mim esfregando seu corpo no meu, me beijando a boca. Rolamos na cama e fiquei por cima beijando Batista. Enquanto nos beijávamos e nos acariciávamos meu policial posicionou seu cacete e me penetrou. Colocou tudo e me abraçou forte contra seu corpo e me beijou demoradamente. Iniciou então os movimentos de seu quadril. Estava muito bom, alguns minutos depois cavalguei e rebolei muito em meu macho e para gozarmos gostoso Batista ficou em pé e de frango assado meteu até quase gozar. Iniciou uma punheta em mim e gozamos juntos. Deitou sobre mim e ficamos nos acariciando.

Nosso namoro era muito bom, debaixo daquele jeito sério Batista me fazia sorrir, era super carinhoso e presente, me mandando várias mensagens ao longo do dia. Se mudou da casa da mãe e passou a morar sozinho o que facilitou nossos encontros. Aos poucos fui ficando mais e mais tempo na casa de Batista. Sem perceber, iniciamos uma vida a dois e agora a pouco mais de um mês oficializamos uma união estável.
Alguns dias antes da nossa união estável contamos à mãe de Batista. Ela não ficou feliz, mas também não nos recriminou disse que se era nosso desejo que tivéssemos cuidado se referindo ao preconceito.
Por mais que eu não escondesse dos meus pais e no fundo eles desconfiarem, eu apresentar Batista como namorado e as vésperas de nossa união os chocou. Meu pai ficou muito nervoso, minha mãe teve uma crise de choro, e minha irmã uma crise de risos. Enfim ainda tem um clima quando vou visita-los. Batista geralmente não fica, mas aos poucos vamos vencer este obstáculo.



Lá em casa é só amor, estou trabalhando meio período. À tarde arrumo a casa e espero meu policial. Nos fins de semana Batista me ajuda a arrumar uma faxina mais pesada. Ele é muito carinhoso, somente amigos mais íntimos sabem e frequentam nossa casa. Amo estar com Batista, tento ao máximo dar um ambiente tranquilo e acolhedor quando ele está em casa e ele me retribui com atenção, proteção, companheirismo.
Terminei de escrever este conto sentado no colo de Batista e agora vamos comemorar nossa felicidade...
 
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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Lindo conto, parabéns.
    Um cara de farda é meu sonho de consumo, mas nunca tive este privilégio, aqui no sul os fardados são meio machista, mas espero que alguem leia e entre em contato. Sou gaúcho da grande Porto Alegre tenho 54 anos, sou passivo, discreto em todos os sentidos e gosto de novinhos.
    meu whatt 5197650560
    Meu nome é Martin

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