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CONTOS DO LEITOR



O Vizinho Cuidou de Mim





Passei a morar com o meu pai depois que minha mãe se mudou com outro namorado dela. Eu fiquei bastante amigo do vizinho, um cara de 28 anos, mas com alma de adolescente que era bombeiro e filho do melhor amigo do meu pai.

Meu pai consegui férias no mesmo mês que eu e meus irmãos, então ele e minha madrasta decidiram tirar férias em família em Fernando de Noronha, mas iria haver um evento muito incrível de livros e eu não podia deixar de ir. O problema é que eu tinha apenas 17 anos e meu pai que é super protetor, não queria deixar eu sozinho. Depois de inúmeros dias implorando, ele deixou que eu ficasse, mas com um porém, e esse porém era o Enzo, meu vizinho.

Durante um mês inteiro, Enzo teria as chaves da minha casa, viria me ver todos os dias e se quisesse dormir aqui, ele ficaria no quarto de hóspedes. Nisso, o mais legal, era que Enzo era tranquilo demais e deixava eu ficar de boa na casa dos meus amigos e na rua.

Comíamos pizza quase todo dia, mas ele trabalhava muito. Ás vezes chegava em casa tarde, então só passava pra ver se eu estava bem.

Jogávamos video game juntos e nos tratávamos feito irmão. Até que chegou o dia do evento. Enzo me mandou uma mensagem avisando que chegaria tarde e que iria direto pra casa dormir, ele vivia muito cansado. Então eu resolvi aproveitar bem o meu dia e saí com uns amigos depois do evento.

Quando cheguei em casa achei que Enzo estaria no trabalho ainda ou em casa, mas não. A porta do quarto de hospedes estava aberta e ele dormindo só de cueca. Eu me aproximei dele e vi que estava molhado. Devia ter acabado de tomar banho e foi dormir. Ele vive cansado e tem um sono pesado. O mais engraçado é que sempre o vi como um amigo, nunca me interessei nele. Tinha um corpo bem definido, era loiro de olhos azuis, caridoso e generoso... Perfeito demais. Mas ele dormindo...

O licor já estava mexendo com minha cabeça. Eu toquei as costas dele. Agradeci aos deuses por seu sono ser pesado. Alisei suas costas e passei a mão em seu rosto. Ele era lindo para um cara de 28 anos. Eu desci a mão e apertei sua bunda. Ele tinha um bumbum lindo. Definido e redondo. Eu adoro bunda de homem. Eu me sentei na ponta da cama e fiquei ali um tempão alisando as costas dele até que ele se mexeu. Me espantei e me levantei rápido, quase na porta. Mas ele apenas ficou de barriga ora cima. Minha nossa! Que abdômen. Pitei nos seus gominhos. Mas ele ainda esta dormindo.

O álcool mexeu comigo e me fez fazer uma loucura: Deitei do lado dele e fiquei encarando aquele corpo. Eu comecei a alisar aquele abdômen. Com a mão aberta eu subia ele pelo seu peitos e a desliza até abaixo de seus umbigo. Eu beliscava seus mamilos de leve e depois eu desci a minha mãe enfiei meus dedos devagar por dentro de sua calça. Seu pau estava molhe, mas eu não me importei e comecei a acariciar. E eu brincava com as bolas dele e passava o dedo de leve na cabecinha. E o pau começou a endurecer na minha mão e eu comecei a senti um arrepio e uma sensação de prazer. Eu continuei mexendo, e mexendo... Então ouvi ele gemer. Sua voz grossa gemeu em murmúrios me deixou louco.


- Caio! - Ele gemeu, mas sua voz se misturava a um prazer e de quem acabou de acordar. - O que está fazendo na minha casa? - Ele perguntou. Estava com os olhos semicerrados.

- Eu não estou na sua casa. Você está na minha! - Eu continuei mexendo no pênis dele. Sua piroca já estava dura. Bem dura. sei que soa clichê, mas estava dura feito pedra! E eu não precisei olhar pro pau dele pra saber que era grosso, eu podia sentir isso.

- Como eu vim parar aqui? - Ele disse entre gemidos.

- Você deve estar tão cansado que confundiu minha casa com a sua.

- Que bom que eu fiz isso. Eu acho que estou sonhando!

- E é um sonho bom Enzo? - E perguntei, mexendo e apertando aquela teta.

- É maravilhoso. Eu não quero acordar.

- Então não acorda. Sonha! - Eu sussurrei em seu ouvido.


De repente me vi beijando ele. Ele ainda estava de olhos fechados. Fechei os meus olhos e deixei o prazer me possuir. Fui beijando aqueles lábios finos e densos, sua língua ia até a minha e se enrolava nela. Se ele fosse usar o caule da cereja pra provar que sabia beijar de língua, o caule teria mais de um nó. Ele mordiscava meus lábios de leve. Seu beijo era intenso. E sua pegada? Era bem forte. Suas mãos fortes de bombeiro apertavam minha bunda e minha coxa. Ele alisava minhas costas e agarrava o meu corpo como se não quisesse se soltar de mim. Eu abri os olhos e os revirei quando ele começou a descer a sua boca pelo o meu pescoço. Minha mão estava grudada na pica dele e suas mãos trabalhavam bem nas minhas costas e na minha bunda. Eu olhei nos olhos dele e subi em cima dele. Agora com as mãos no rosto dele eu o beijava. Descia minhas mãos pelo o seu peito estufado e definido. Sentia o calor de seu corpo quando ele conseguiu tirar minha blusa. Ele atirou longe e nem vi onde foi parar. Ele continuava a mordiscar meus lábios e quanto mais eu me esfregava em cima dele, mas ele gemia entre os beijos. Desabotoou minhas calças e foi enfiando suas mãos fortes pela a minha bunda. Ele a apertou com bastante força.

- Tem camisinha? - Ele disse parando o beijo.

- Tem, acho que no banheiro!
Eu me levantei pra ir buscar.

-       Espera! - Ele me impediu e me pegou no colo. Levanto da cama comigo no colo. Ele não queria se desgrudar de mim. Me lembrei de Adão, da vez em que estive com ele na casa dele (Conto - Em Quatro Extremidade), mas Enzo era diferente de Adão. Ele não era bruto, era calmo e paciente. Generoso. Me dando prazer.

Ele abriu a gaveta do armário do banheiro, pegou uma camisinha, arrancou com o dente a embalagem e botou ela na minha boca. Desci do seu colo, me abaixando, coloquei a camisinha em seu pau com a minha boca. Ele pegou o lubrificante e me pôs no colo de novo e nós retornamos ao quarto de hospedes. Dessa vez ele estava por cima. Me deitou e eu continuei com a perna entrelaçada na dele. Gemendo, enquanto ele beijava meu pescoço. Ele jogou lubrificante na mão e começou a brincar na entrada do meu cu. Sem tirar os lábios do meu pescoço, onde me marcava com beijos. Ele lubrificou meu cu e com o dedo indicador, ficou fazendo voltinhas na entrada do meu ânus, até que ele enfiou um dedo. Ele foi enfiando bem devagar e eu comecei a gemer um pouquinho mais alto. Devagar, olhando pra mim, ele foi enfiando o dedo no meu cu. Seu vai e vem era maravilhoso.

- Vou te comer nessa posição! - Avisou ele - Quero ver suas expressões quando eu estiver comendo o seu cu.

- Me devora! - Eu gemi.

Ele me respondeu com um beijo e enfiando outro dedo, ele foi fudendo meu cu, com seus dedos perversos e sua boca devorava a minha, ele chupava a minha língua, mordia os meus lábios.

- Te ensinaram isso na academia? - Eu perguntei.

- Não! Isso eu aprendi com um carinha quando eu tinha sua idade. - Ele disse abrindo um sorriso largo.





Eu ia perguntar mais uma coisa, quando meus olhos se arregalaram com algo mais grosso que seus dedos dentro do meu cu. Eu senti uma dor da qual não vou negar. Ele entrou rasgando. Mas depois que tudo estava lá dentro e ele pedindo calma, com aquela voz mansa e grave. Era tão grosso que eu senti meu cu alargar. Mas eu sorri e agarrando o corpo dele eu fiz que sim com a cabeça, prendendo a respiração. Se ele realmente queria ver as expressões do meu rosto, ele viu cara de dor nos primeiros momentos. Mas sabe aquele homem, com uma voz mansa, grave e uma lábia boa pra falar contigo? Ele dizia:

- Oh!, meu lindo! Isso! Tenha calma, meu bem. Está tudo bem! Que cuzinho delicioso! Isso! Aperta mais! Isso! Pisca no meu pau, meu bem! Você sabe o que faz! Você está me deixando louco! Que sonho maravilhoso! Isso! Assim! Desse jeito meu lindo. - Ele dizia isso tudo enquanto metia em mim.

E entre aqueles elogios, ele e eu estávamos num ritmo. Nos movimentávamos juntos. Até que ele ergueu o corpo pra trás e nós dois acabamos sentados na cama. Minha bunda rebolava. Meu quadril balançava e meu lábios era mordidos e minha boca beijada por aquele homem que só me chamava de lindo, de gostoso. De puto delicioso. De coisa mais prazerosa. E apesar da dor, acredite doía, mas eu me sentia tão bem. Me sentia gostoso, lindo e um puto delicioso. Eu rodava a cabeça, enquanto ele beijava meu pescoço e caiamos de novo na cama. Eu virei e acabei em cima dele. Seu pau grosso dentro de mim. Completamente dentro! Eu agora me mexia. Me ergui, sentado nele, que estava deitado, com as mãos na cabeça, sorrindo e me olhando, enquanto eu de olhos fechados, passava a mão no meu cabelo, rebolando naquele pau. Eu estava duro de novo. Mas foi quando aquela mão grossa que tinha uma pegada maravilhosa agarrou meu pau, que eu me descontrolei e em meio a gemidos eu rebolei naquele pau. E os únicos movimentos que aquele desgraçado fazia, eram suas duas mãos brincando com meu pinto, pois ele me punhetava com uma mão cheia de lubrificante e acariciava minhas bolas, puxando-as pra baixo com a outra. E eu abri os olhos quando senti meu corpo tremer. Eu gemi. Fechei os olhos de novo e senti um estalo na cabeça do meu pau. Já havia me esquecido da dor, quando uma coisa gostosa acontecia no meu pênis e meu corpo tremendo, senti derramar um liquido da cabeça do meu pau e quando abri os olhos e parei de me tremer. Caí em cima de Enzo, que estava lambendo os lábios. Olhei em volta, me ergui de novo, não vi nenhum vestígio da goza. Como quem lia meus pensamentos, o puto disse:

- Eu bebi tudo! Você tem uma ótima pontaria! - Ele sorria.

Eu ia dizer mais algo, só que ele inverteu o jogo. Meu corpo foi pra trás e ele ficou em cima de mim. Começou um ritmo mais acelerado do que estávamos, mas não rápido demais. Apenas intenso. O ritmo certo. Metendo no meu cu.




- Que goza doce! Gostosa. Seu leite é docinho. Me faz gozar, vai! Vai, meu menino doce. Aperta esse cu no meu pau. Pisca pra mim, safadinho! Pisca! Vai! Isso, meu lindo. Meu doce menino! Ah! Aaaah! AAAAAAH!

E ele urrando com aquela voz grossa gozou. Caiu em cima de mim. Nossas respirações estavam ofegantes e tentávamos recuperar o folego, mas estávamos cansados.

No dia seguinte, acordei me sentindo sujo. olhei em volta e eu estava no quarto de hóspede. Zonzo e cansado, levantei da cama. Fui até o banheiro do quarto de hóspedes e escovei os dentes. Lavei o rosto e sorri me olhando no espelho. Fui até meu quarto e vesti um short simples. Voltei a cozinha e senti um cheiro gostoso de misto quente.

- Café da manhã! - Anunciou Enzo colocando um prato na mesa com dois mistos e se sentou no outro lado, onde outro prato estava. Vi uma vitamina de banana na jarra e me sentei.

- Dormiu bem? - Ele perguntou.

- Incrivelmente bem! - Eu respondi com um sorriso.

Comemos em silêncio até que ele se levantou e fez questão de lavar a louça. Mas depois de colocar os pratos na pia, ele me deu um beijo e me fez levantar da cadeira. Ele me colocou em cima da mesa e sorrindo, olhou pra mim e disse:

- Nós ainda não terminamos o nosso café da manhã! E ela é a refeição mais importante do dia!

- Você tem toda razão! - Eu disse, deslizando a mão até dentro da sua calça de moletom...
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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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