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Mãe de todos! Ivete Sangalo defende fãs LGBT: nunca segmentei meu público!




Agora, foi a vez de Ivete Sangalo sair em defesa da comunidade LGBT, em entrevista ao jornal Bahia Notícias, e falou que não tem o hábito de reparar a orientação sexual de seu público. "Tenho 22 anos de carreira, sempre tive fãs de todas as orientações sexuais. Na verdade eu nunca notei o gay, o hétero, sempre respeitei minha relação com os fãs, que é de amor mútuo. Então, nunca segmentei qualquer parcela do meu público", afirmou.

Com empolgação, a cantora falou que estar na preferência da comunidade LGBT é uma honra para ela. " Muitos me contam que ao terem passado por problemas com suas famílias, eu de certa forma os ajudei com a minha música, com a minha arte, alegrando momentos difíceis pelos quais eles passaram", disse.

Para Ivete Sangalo, é "ignorância" discutir a orientação sexual de alguém. "Soa até estranho abordar essa questão porque ela é tão orgânica: você ama aquela pessoa e pronto, é muito simples. Não importa a altura, a cor, o sexo. É amor, puro e simples. Discutir isso é louco, é até ignorância", afirmou.

 ‘Teria orgulho’, diz Ivete Sangalo sobre possibilidade do filho ser gay.



Ivete Sangalo não tem papas na língua. Antes de se apresentar na festa “Chá da Veveta” na madrugada deste sábado, 1º, a cantora recebeu a imprensa em seu camarim no Riocentro, na Zona Oeste do Rio. Perguntada sobre qual seria sua reação se seu filho fosse gay, ela respondeu: "Qual problema teria É a vida dele, é a escolha dele. Eu poderia tentar segurar, mas não conseguiria impedir nunca. E também por que faria isso? Teria orgulho”, afirmou.

Ivete contou também como faz para conciliar sua vida profissional com a pessoal: “Dá para conciliar porque me utilizo desse meu tempo de carreira para ficar na minha vida pessoal. Você acaba sabendo dividir. Tenho a possibilidade de ser a mãe que quero ser e de ser a mulher que quero ser. Tenho a rotina adequada aos meus sonhos. Sou muito feliz. Faço 80% das coisas com o meu filho. E não falo de dever de casa. É trocar de roupa, dar banho, coisa de mãe. Também faço comida, lavo louça…”

Tietes da Ivete
Atração pela primeira vez da festa destinada ao público GLS, a cantora baiana falou da expectativa de se apresentar no evento. “É tanto carinho que virou ‘Chá da Veveta’. Eles queriam muito e eu também, foi um encantamento, virou uma coisa mais pessoal. Essa festa já tem muita tradição e eu venho para brilhar junto com essa festa. Muita gente de fora que veio para curtir a festa”, disse Ivete – que dividirá o palco com as cantoras Anitta e Alinne Rosa.

Com lotação esgotada, Ivete Sangalo se apresentou para um público de mais de 15 mil pessoas. A entrada da cantora foi com o tema de “Alice no país das maravilhas” e Ivete usou fantasia de dama de copas. A cantora começou o show cantando “Tempo de alegria”. Depois emendou “Acelera aê”, “Festa” e “Sorte grande”

Ator Felipe Titto anuncia papel de travesti no teatro.




Galã que arrancou suspiros da mulherada interpretando o mordomo Wagner, em "Amor à Vida" (2013), Felipe Titto anunciou que irá se transformar em travesti no teatro. Titto disse que fará o papel de Astrid na peça "0300 para salvar o seu casamento".

"Sou eu mesma essa menina", disse ele durante o "Encontro", nesta sexta-feira (31). "[Na peça] somos eu, o Marcelo Marrom, a Michelle Machado, com direção do Robson Nunes. Estreia no dia 8 de agosto no Teatro Picadeiro, em São Paulo", completou, em seguida.



O ator ainda explicou o motivo da barba nas fotos de divulgação. "Eu estava de barba nas fotos porque participava das filmagens do filme do José Aldo. Por isso não pude tirar, mas vou raspá-la", adiantou.

Titto iniciou a sua carreira em "Malhação", magro e com um cabelo ruivo longo, interpretando o hippie Marley. Foi para os Estados Unidos e, ao retornar forte e musculoso, arrancou suspiros interpretando o mordomo Wagner, em "Amor à Vida". Em 2015, se lançou como apresentador de um reality show na MTV Brasil.

Em entrevista ao "Vídeo Show", Titto disse que é uma pessoa "desprovida de beleza". "Eu era um adolescente que não me olhava muito para o espelho. Já para não correr risco", disse rindo. "Na verdade, eu nunca tive essa coisa de 'ser feio, ser bonito'. Nós, que somos desprovidos de beleza...a gente ganha em outras coisas. Eu falava super bem, eu era desenroladíssimo, era um moleque super engraçado", avaliou o ator. "Quando falo 'desprovido de beleza', eu, particularmente, não tenho padrão de beleza, nariz fino, cabelo liso, olhos verdes. Mas no conjunto, aí o que eu fiz, como não saí com o rostinho bonitinho, fui trabalhar o corpo, aprender a falar direito, aprender a cozinhar", acrescentou, em seguida.

Ator de Brasília revela ser soropositivo e lança musical para lutar contra o preconceito.



♫ ♫ É só isso...
Não tem mais jeito...
Acabou.
Boa sorte! ♫ ♫

Boa Sorte, de Vanessa da Mata e Ben Harper, foi a trilha sonora que precedeu a cena que mudaria a vida de Gabriel Estrëla. Em 2010, quando o jovem brasiliense foi buscar o resultado do exame de HIV em um laboratório da capital, havia uma cantora na sala de espera tocando violão. "A moça escolheu mal a música", ele recorda, em entrevista ao Brasil Post.

A canção daquele dia memorável também empresta o título para o próximo trabalho do ator, cantor e diretor de 23 anos.

O musical autobiográfico Boa Sorte, que vai estrear no fim de outubro em Brasília, conta a história de um jovem homossexual e soropositivo. Com todas as suas dúvidas, angústias e superações.

Convenhamos: mesmo em tempos em que todos têm voz nas redes sociais, aids e HIV não estão entre os assuntos mais discutidos. Quantas vezes você já leu um post de desabafo de um soropositivo no Facebook? Quantos amigos ou conhecidos compartilham as experiências desde a descoberta de que têm o vírus?

É justamente com o intuito de mudar esse cenário que Gabriel quer contar sua história e dar início a um debate livre de preconceitos:

"O que eu percebo é uma dificuldade — vinda da geração anterior à minha — de entender que a preocupação não é esconder [que possui o vírus]. É não poder falar sobre isso. Vivemos numa era de compartilhamento; não falar dói mais que a possibilidade de ser descoberto [que tem o vírus]. Os positivos que também querem falar não sentem abertura para isso."

Mas Gabriel deu o primeiro passo. Começou com este post corajoso há dez dias, revelando para o mundo que tem o vírus:

A melancólica batida de Boa Sorte, há cinco anos, foi o marco zero para tempos difíceis que viriam. "Eles [equipe do laboratório] me receberam na sala com uma psicóloga para me entregar o resultado, e foi tão ruim, tão ruim. Quando eu cheguei em casa, não consegui nem falar direito de tanto que eu chorava", relembra.

"Pensei que eu ia morrer. É o estigma que a gente conhece. Vê um caminho de terror: HIV, aids, morte. Foi meu primeiro pensamento. O preconceito é tanto, a certeza de morte é tamanha que foi quase uma experiência de morte de verdade."

Fundamental foi o apoio de toda a família para ele começar a lidar melhor com o diagnóstico. Mãe, pai e irmã fizeram o possível para ampará-lo e garantir o quanto ele era amado e estava seguro.

"Meu pai veio conversar de um jeito que eu nunca esqueci. Ele disse: 'É muito besta esse preconceito todo, sendo que todo mundo faz sexo sem camisinha. Na minha época, nem se falava em usar camisinha'. Minha irmã comentou que também se preocupava porque podia ficar grávida."


O teatro também foi um suporte essencial. Na época em que foi diagnosticado, ele estava ensaiando o musical Rent. A peça mostra jovens dos anos 80 que tinham aids.

A música Seasons of Love o marcou porque sintetizava bem a positividade que ele buscava para viver com a nova condição — além da mensagem de viver intensamente o presente:

Em 2012, Estrëla montou a primeira versão de Boa Sorte na faculdade. Ele não se sentia preparado para levar adiante o projeto porque não conseguia falar livremente sobre suas dificuldades:

"Se você tá com uma gripe, você trata os sintomas e fica bem. Trata a coriza e a garganta inflamada. O HIV não se manifesta... É um pedaço de papel que diz que você é positivo. E você fica com um nó na cabeça de receber esse diagnóstico. Meu exame é bom, eu me sinto bem. Por que vou começar a tomar os medicamentos? Por que vou continuar se estão me dando efeitos colaterais?"

No final de 2014, Gabriel já se sentia muito melhor para falar sobre o HIV com outras pessoas. Foi nessa época que ele decidiu atuar como voluntário de uma ONG em Brasília — a Vida Positiva, que trabalha com crianças e adolescentes com o vírus.

A experiência possibilitou que conhecesse mais sobre a doença e as diferentes formas que as pessoas lidam com ela.

"Ninguém vê que a gente está se tratando. Conversei com um amigo e ele disse 'ah, é muito fácil viver com HIV'. Não foi fácil; foram cinco anos de processo. A banalização vem a partir de ver que as pessoas estão bem. Mas estar bem é um primeiro passo para abrir diálogo pro momento em que elas não estavam bem".

A decisão de Gabriel de contar ao mundo sobre o HIV foi abraçada pelos pais e pelo namorado dele, Gabriel Martins. "Meu namorado revisou meu texto, apertamos junto na hora de enviar", conta.

A transparência sempre foi regra número 1 do casal Gabriel-Gabriel.

"Eu contei [do HIV] antes de a gente começar a se relacionar sexualmente. Ele lidou bem melhor do que eu. Começou a fazer trabalho voluntário comigo, tá preparando material para alimentar a página [da peça de teatro], estuda comigo sobre o vírus e, se duvidar, tá sabendo mais que eu até... Realmente, ele vestiu a camisa."



Boa Sorte!

O musical Boa Sorte vai abordar o período da descoberta do HIV até o dia em que Gabriel começa a tomar antirretroviral. O roteiro passa por questões familiares, relacionamentos amorosos, amizades, sexualidade e medos.

Todas as músicas escolhidas são de artistas consagrados da MPB. Em comum, elas falam do tema vida, além de efemeridade, liberdade e ciclos que começam ou se renovam.

A peça está em fase de escolha do elenco. A ideia é que, a princípio, tudo seja feito com voluntários que topem ajudar uma boa causa.

"Ainda não fechamos com o teatro, queremos garantir que não tenha custos. O dinheiro da bilheteria vai ser revertida pra ONGs que lidam com soropositivos", adianta Estrëla.

Para o futuro, ele planeja continuar investindo na temática do HIV no teatro. "Nos anos 90, esse assunto estava muito presente nas artes e eu quero trazer esse movimento de volta", conclui.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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