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HOMOSSEXUALIDADE

Durante o sono, homens ficam de pênis ereto por 30 minutos a cada 2 horas.




Será que você sabe explicar por que a maioria dos homens acorda com o pênis ereto? Muita gente acha que o apetite sexual é mais intenso nesse período, mas isso é um erro.

A ereção matinal é algo normal, fisiológico e involuntário, segundo urologistas. Há dois motivos para que os meninos despertarem empolgadinhos.

O primeiro deles é que durante o sono o homem costuma ter ereções involuntárias a cada duas horas, justamente no momento que entram naquele descanso mais profundo e pesado chamado de sono REM (rápido movimento dos olhos).

Dessa forma, se o despertador tocar sincronizado com o momento que esse fenômeno, que costuma durar 30 minutos, acontece com o corpo masculino o resultado é a ereção. Assim, nem todos os dias o homem vai acordar com a “barraca armada”, precisa ser no período do sono REM.

Outro motivo para nós estarmos com o pinto duraço é porque estamos com vontade de fazer xixi. Quando a bexiga está cheia, ela pressiona os nervos que transmitem os impulsos da ereção. Isso significa que nem toda ereção matinal se reflete em desejo sexual.

No entanto, a gente sempre pode aproveitar o pênis ereto para fazer sexo, mesmo sem estar com tanta vontade. Aliás, a gente já mostrou aqui no Superpride que sexo matinal traz muitos benefícios à saúde, além de ser o horário preferido dos homens para dar aquela metidinha gostosa.

Garota mexe no celular do namorado e descobre pegação no Grindr.






Quem procura acha. Já dizia o ditado! E foi o que aconteceu com uma jovem americana, que está completamente desesperada e pedindo ajuda dos internautas, após descobrir que seu namorado está fazendo pegação com outros caras.

Em uma publicação no site “Reddit”, a jovem de 21 anos disse que, sem querer querendo, encontrou Grindr instalado no smartphone do namorado. “Isso aconteceu literalmente há alguns minutos atrás e eu estou enlouquecendo. Esta noite eu estava olhando o celular do meu namorado, na terceira página de uma pasta de aplicativos, eu encontrei o ‘Grindr’ e imediatamente entrei em pânico”, revelou a garota.

Ao navegar pelo aplicativo, a garota se surpreendeu com os chats. “Ele tem conversas ativas com pelo menos cinco homens e ainda enviou imagens do seu rosto”, esbravejou.

Ainda na publicação, a jovem revela que sabia do passado bi-curioso do namorado, uma vez que ele havia revelado ter feito sexo oral em dois rapazes. “Temos um ótimo relacionamento, ótimo sexo, mas eu nunca pensei que ele estava insatisfeito (…) Ele ainda disse que estava aberto a um encontro com um usuário. Eu não sei o que fazer. Deveria estar preocupada?!”, questionou.

Solidários, os internautas deram seus conselhos. “Ele pode estar à procura de uma saída para suas tendências homossexuais”, disse um deles. “Se ele está fazendo isso pelas suas costas, ele provavelmente vai continuar até que encontre uma maneira de satisfazer qualquer necessidade que ele tem”, afirmou outro.

Super cabeça aberta, a jovem confessou ser capaz de aceitar um relacionamento aberto. “Meu único problema é que ele mentiu pra mim. Agora, eu não sei se ele fez sexo desprotegido com outros rapazes e transmitiu algo pra mim”, finalizou.

Trocar mensagens e mandar nudes para outros caras por SMS é traição?




Com o advento das tecnologias e o relacionamento online cada vez mais incentivado, a humanidade passou a observar um curioso fenômeno: o sexting.

A prática, que nada mais é do que o envio de conteúdo erótico por celular, já foi uma grande preocupação anos atrás, principalmente em relação aos jovens que tinham imagens vazadas na rede, provocando bullying, suicídios e coisas do tipo.

Nos Estados Unidos, quase 30% dos jovens já enviaram fotosíntimas para outra pessoa por meio do smartphone. No Brasil, uma pesquisa feita pela eCGlobalNet em 2012 mostrou que 39% dos entrevistados já enviaram fotos íntimas próprias ou de terceiros e 63% já receberam conteúdo do tipo do próprio remetente ou de outros.

No entanto, trocar mensagens sexuais, “mandar nudes” virou um hábito moderno entre os adultos, inclusive com pessoas que já estão num relacionamento sério. Ai, passamos a discutir se isso é traição, de acordo com o que a sociedade ocidental tem como parâmetro.

O fato é que homens e mulheres, heterossexuais ou não, têm ideias bem diferentes em relação a infidelidade, o que significa que o ato que você considera inofensivamente divertido pode ter severas consequências se o seu parceiro tem um ponto de vista diferente do seu.

Uma das fontes de prazer sexual é o olhar, então compartilhar essas imagens excita sexualmente os envolvidos. E por isso, para alguns, o fato de se relacionar sexualmente com um completo desconhecido de forma anônima pode ser muito excitante. Em função desse prazer, muitas pessoas optam por correr os riscos: o sexting é, hoje em dia, graças às tecnologias atuais, mais praticado do que nunca.

Aí eu te pergunto: o que é traição atualmente? Para tentar dar luz às suas ideias, nós mergulhamos nos costumes sexuais do século 21.

Sexting
Segundo um levantamento feito por um site de relacionamentos, 85% das mulheres dizem que fazer sexting com outra pessoa que não seja seu parceiro é traição, mesmo que não exista contato físico. Mas, não são só as mulheres que pensam assim: 74% dos homens pensam a mesma coisa.

O fato de que maioria dos homens e mulheres veem o sexting como traição faz sentido. Uma pesquisa feita por psicólogos da Universidade de Nebraska nos EUA, descobriu que os sexters (pessoas que praticam o sexting) normalmente acabam levando esse comportamento para o mundo real. Aí vai um número alarmante: 80% dos entrevistados haviam combinado de encontrar alguém cara a cara depois de iniciar a conversa via mensagens de texto.

Hora da verdade
A piscóloga Lisa Firestone, especialista em relacionamentos, possui uma coluna no site americano Huffington Post e certa vez ela falou sobre as questões das mensagens eróticas.

Para ela, sexting pode ser saudável quando se trata de manter vivo o tesão entre casal. além de possibilitar que duas pessoas se conheçam. “Mas vira um problema quando os dispositivos se tornam um substituto para o verdadeiro relacionamento”, afirma.

Lisa acredita que existem quatro elementos, que ela chama de “os quatro Ds”, com os quais há de se ter cautela: Distração, Desconexão, Dessensibilização e Desonestidade.

Distração
Relacionamentos são difíceis de trabalhar. A bagagem que cada pessoa carrega consigo pesa sobre a maneira como um casal se relaciona com o outro. Dispositivos são uma grande distração dos desafios reais que surgem em um relacionamento. O tempo que se passa em um smartphone nos ajuda a evitar as principais questões ou problemas da pessoa ao lado da cama.

Uma conexão danificada com alguém pode nos fazer olhar com excitação ou romance para outros lugares, como Twitter, Facebook, ou ex-namorados cujos números estão convenientemente programados em nossos celulares. Esta comunicação nem sempre leva à infidelidade, mas a distração só nos impede de reparar a ligação que temos com nossos parceiros atuais. Isso limita a nossa capacidade de sintonizar e ser sensível às suas necessidades. Tempo gasto com os dispositivos podem nos impedir de tomar o tempo para falar através de problemas, resolução de questões, ou simplesmente passar o tempo desfrutando uns dos outros.

Desconexão
O grande problema de flertar via e-mail, SMS, ou chat é que ele pode ser altamente impessoal. Muitos dos exemplos que temos visto de “sexting” parecem cruzar a linha de real até a fantasia total. O problema é que muitas vezes as pessoas preferem a ilusão inebriante. Os relacionamentos trazem desafios reais que podemos facilmente evitar em um mundo cyber.

Dessensibilização
A tecnologia tem uma capacidade destrutiva. A gratificação instantânea invadiu nossas casas sob a forma de aplicações, lojas online, jogos, vídeos, mídias sociais e muito mais. Raramente temos que enfrentar nossos medos no Facebook. Qualquer atividade que usamos para cortar as emoções negativas tem o infeliz efeito de diminuir as emoções positivas também. Isto pode ser particularmente desgastante para os nossos relacionamentos íntimos. Se usarmos o pouco de energia que nos resta no final do dia para responder e-mails ou navegar na web, pense que estamos sacrificando iniciação, afeto e paixão.

Desonestidade
Uma das desvantagens mais evidentes da Internet é que, em muitos relacionamentos, tem se criado um ambiente de decepção e desconfiança. Nós agora não só vivemos em um mundo onde as pessoas muitas vezes encontram algo na web que confirma suas suspeitas. As pessoas têm usado a tecnologia não apenas para escapar do mundo real, mas para enganar.

Isso pode acontecer quando substituímos a emoção de um flerte secreto para a paixão que já sentiu em seu relacionamento. Ele pode até mesmo ocorrer quando nos enganamos ao achar que as pessoas que encontramos online são perfeitas ou superiores ao nosso relacionamento real. Neste sentido, podemos usar diferentes graus de “sexting”. De qualquer forma, estamos evitando a verdade, preferindo a ilusão do que a realidade que temos.

Solução
A solução para o problema da tecnologia invadindo as relações pessoais está longe de ter uma remédio 100% eficaz pra todo mundo. Cada casal tem sua maneira de levar um relacionamento, diante de concessões feitas por ambos. Entretanto, é de se preocupar quando a tecnologia e o uso causa distanciamento dele (ou dela). No mais, a única coisa que nos resta é confiar na pessoa que você escolheu para dividir sua vida. E essa é a parte mais difícil!

Boicote de comunidade gay faz fabricante de massas abandonar homofobia e virar aliada dos LGBT.




Em 2013, um caso de intolerância envolvendo a fabricante de massas Barilla chocou o mundo. Na época, o presidente da empresa, Guido Barilla, disse que casais gays jamais estrelariam os comerciais de sua empresa, porque preferia a “família tradicional”.

A afirmação caiu como uma bomba e a companhia enfrentou a ira da comunidade, que resultou num boicote internacional. No entanto, passado dois anos, a Barilla entrou para a lista de “empesas amigas dos LGBT”, promovida pela organização norte-americana Human Rights Campain.

A repercussão extremamente negativa e o boicote à marca em vários lugares do mundo mexeu diretamente nos lucros de Guido, que foi a público pedir desculpas por duas vezes. Em seguida, ele fez mudanças internas, criou políticas de inclusão e hoje está cumprindo 100% de todos os requisitos estabelecidos pela organização pró-LGBT.

Com a ajuda da criação de um “conselho de inclusão e diversidade”, a Barilla oferece benefícios para cônjuges de funcionários do mesmo sexo, não promove discriminação de benefícios para empregados trans e seus dependentes, demonstra competência em gerir questões LGBT e se comprometeu publicamente com a nossa comunidade.

“Todos nós aprendemos muito sobre a real definição e significado de família. E, no decorrer do ano passado, trabalhamos muito para refletir isso em toda a organização”, declarou Guido à CNN.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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