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HOMOSSEXUALIDADE

Qual a diferença entre AIDS e HIV?





O HIV é o vírus que causa a doença AIDS. Embora o HIV cause AIDS, uma pessoa pode ser infectada pelo vírus HIV por muitos anos antes que desenvolva AIDS.

Quando o HIV entra no corpo, ele infecta células do sistema imunológico. Essas células são chamadas CD4. Elas são parte importante do sistema imunológico e ajudam o corpo a lutar contra infecções e doenças. Quando essas células não funcionam bem, a pessoa tem maior probabilidade de ficar doente.

Geralmente a contagem de células CD4 em alguém com o sistema imunológico saudável varia de 500 a 1.800 por milímetro cúbico de sangue. AIDS é diagnosticada quando a contagem de células CD4 fica abaixo de 200. Mesmo que a contagem for acima de 200, AIDS pode ser diagnosticada se o paciente tem HIV e certas doenças como tuberculose.

Há vários estágios de infecção pelo HIV que o paciente passa antes da AIDS se desenvolver.

Infecção – O primeiro estágio é logo depois da pessoa ser infectada. O HIV pode infectar células e se copiar antes do sistema imunológico começar a responder. A pessoa pode sentir sintomas similares à gripe nesse período.

Reposta – O próximo estágio é quando o corpo responde ao vírus HIV. Mesmo que a pessoa não sinta qualquer diferença, o corpo está tentando combater o vírus fazendo anticorpos contra ele. É nesse estágio que a pessoa pode ser diagnosticada como HIV positiva.

Estágio sem sintomas – A pessoa pode entrar nesse estágio no qual não apresenta sintoma. Isso é chamado infecção assintomática. O HIV está no corpo e pode está causando danos que a pessoa não sente.

Estágio com sintomas – A infecção sintomática é quando a pessoa desenvolve sintomas, como certas infecções.

AIDS – A AIDS é diagnosticada quando o paciente tem uma variedade de sintomas, infecções e resultados específicos de testes.



Foo Fighters invade e acaba com protesto homofóbico de igreja evangélica.


Foo Fighters responde a protesto homofóbico de igreja com hit dos anos 1980.


Os integrantes do Foo Fighters deram novamente o troco em membros da Westboro Baptist Church que protestavam contra um show da banda em Kansas City, na sexta (21). Os músicos aplicaram a famosa pegadinha do “Rickroll” e atraíram uma pequena multidão que abafou a manifestação dos radicais religiosos que espalhavam o ódio e mensagens homofóbicas.

Em um vídeo, feito por um fã que estava no local, é possível ver quando uma pick up se aproxima com a música“American idiot”, do Green Day, tocando em alto volume. Ao chegar em frente ao Sprint Center, onde os manifestantes estavam reunidos, a música é substituída por “Never gonna give you up”, de Rick Astley.




Cantando junto e dançando na traseira do veículo estão o vocalista do Foo Fighters, Dave Grohl, o guitarrista, Pat Smear, e o baixista, Nate Mendel. O baterista da banda, Taylor Hawkins, anuncia a pegadinha com um cartaz: “You Got Rick Roll’d (Again)”. Ao lado deles, um homem musculoso dança, usando uma sunga colorida e carregando um cartaz com a frase “Keep it clean”, nome de uma música da banda.

Não é a primeira vez

Esta não é a primeira vez que o Foo Fighters responde a ataques da Westboro Baptist Church, apelidada de “igreja do ódio” e famosa por seus protestos contra artistas. Além de locais de shows, eles costumam se manifestar em locais como funerais, em geral com críticas e discursos de ódio contra os mortos. Em 30 de agosto de 2011, também antes de um show no Sprint Center em Kansas City, o fundador da igreja, Fred Phelps, escreveu que “O Foo Fighters tem uma plataforma e deveria estar usando-a para encorajar a obediência a Deus. Em vez disso, eles ensinam a todos que os escutam tudo que é contrário a Ele: fornicação, adultério, idolatria, homossexualidade”.

No dia do show, os integrantes da banda subiram em um caminhão, decorado com bandeiras dos Estados Unidos, e, usando perucas, cantaram a música “Keep it clean”, uma canção de amor gay então recém-lançada.

A Igreja Batista de Westboro tem um histórico de protestos extremistas, antissemitas e homofóbicos, a ponto de protestar em funerais de artistas como Michael Jackson, Ronnie James Dio e Jeff Hanneman – ex-guitarrista do Slayer.

Alvo! Vídeo mostra como homens recebem cantadas gays no Recife.



As mulheres convivem diariamente com inúmeros tipos de cantadas. Algumas divertidas, outras ousadas, muitas exageradamente invasivas.

E o que aconteceria se os homens fossem o alvo dessas mesmas frases que tanto soltam a todo momento?

O canal Putzvéi, que produz vídeos de humor no Youtube, foi às ruas do Recife com essa proposta. Veja as reações dos homens:


Olhar nos olhos de outra pessoa por 10 minutos tem o mesmo efeito das drogas.



Você não precisa de drogas, chás, plantas ou outras substâncias psicoativas pra ficar bem louco. Acredite! Uma nova pesquisa mostra que olhar no olhos é uma maneira simples de induzir ao estado alterado de consciência em pessoas saudáveis. Parece bizarro, mas vou explicar!

Basta colocar dois indivíduos para olhar nos olhos um do outro por 10 minutos em um ambiente pouco iluminado para o “transe” acontecer. As sensações que se seguem se assemelham levemente ao que os psicólogos chamam de dissociação que, grosso modo, descreve a perda de conexão normal com a realidade.

Esse processo poder incluir sensações de que o mundo é irreal, perda de memória e experiências perceptivas estranhas, como ver coisas e pessoas transfiguradas em cores e formatos diferentes.

Esta descoberta intrigante foi feita pelo psicólogo italiano Giovanni Caputo, da Universidade de Urbino, na Itália, e publicada este mês no periódico científico Psychiatry Research. Caputo recrutou 20 adultos jovens e os ordenou em pares. Cada par então sentou-se em cadeiras com um metro de distância entre si.

Metade dos pares sentou-se em frente um do outro, olhando para as expressões neutras do colega à frente, enquanto a outra metade recostou-se para trás, olhando para a parede. A iluminação foi ajustada para um nível que permitisse que os participantes enxergassem características físicas, mas com reduzida percepção de cores de maneira geral.

Detalhe: os participantes não foram informados da natureza do estudo, para evitar que o os efeitos analisados resultassem de expectativas. Eles foram informados, apenas, de que a atividade envolveria uma experiência meditativa.

Após os 10 minutos, os participantes então preencheram questionários sobre suas experiências na sala, que revelou efeitos bastante intrigantes. Segundo a Sociedade Britânica de Psicologia, aqueles do grupo que fitaram os olhos do colega descreveram mudanças na intensidade e tonalidade de cores, deformações no rosto do parceiro, visões de seres monstruosos e alguns disseram, ainda, ter visto traços do rosto de um parente emergir da face do colega.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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