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MINHA VIDA GAY

Saída do armário: Keegan Hirst é 1º jogador da rugby  inglês a se declarar gay.


Atleta encerrou casamento e ainda não contou aos filhos


O britânico Keegan Hirst se tornou primeiro atleta de rugby da Inglaterra a se declarar gay.

Em entrevista ao tabloide britânico Mirror, disse “agora me sinto livre”. O bonitão de 27 anos afirma que lutou contra pensamentos suicidas e contou com amigos e família para ajudá-lo a sobreviver.

Hirst contou que disse a esposa meses atrás e que ambos choraram. Ele insistiu em dizer à mulher que a culpa não era dela.

Os dois terminaram o casamento de quatro anos e têm dois filhos, de sete e dois anos de idade. Hirst diz que ainda não contou às crianças sobre sua orientação sexual. “Nós não contamos às crianças ainda, elas são muito jovens para entender”, disse.

No Twitter: Emma Watson elogia atleta de  rugby que saiu do armário.


Atriz destacou a coragem do atleta em se declarar gay

A atriz Emma Watson soltou belas palavras em sua conta no Twitter a respeito do jogador de rugby Keegan Hirst, que se declarou gay no último fim de semana.

Hirst, que era casado e tem filhos,  se tornou o primeiro britânico desse esporte assumidamente homossexual.

Emma escreveu: “Coragem é a escolha e a vontade de enfrentar a agonia, dor, perigo, incerteza ou intimidação.”

E continuou:  ”Coragem física é coragem no rosto de dor física, sofrimento, morte ou ameaça de morte, enquanto coragem moral é a habilidade de reagir corretamente na cara da oposição popular, vergonha, escândalo ou desânimo. Você tem ambas, Keegan Hirst”.

Atleta acusa escola de homofobia após ter foto retirada do álbum dos formandos.


Dalton Maldonado diz sofrer homofobia no colégio Foto: Reprodução/Facebook

Um jogador de basquete americano que acabou de se graduar diz que teve seu retrato individual retirado do anuário de formandos por ser gay. Dalton Maldonado, de 19 anos, disse que se sentiu “humilhado e envergonhado”.

Em sua página na internet, Maldonado falou sobre o ocorrido, na Betsy Layne High School, em Kentucky, e disse que vai lutar até o fim para que nenhum outro gay seja discriminado.

Dalton Maldonado acaba de se formar e diz sofrer homofobia Foto: Reprodução/Facebook
Após grande repercussão na mídia, o atleta contou, no Facebook, que recebeu ligação de um representante do colégio e desabafou.

“Hoje cedo, depois de receber muitas felicitações e apoio de todo o país, recebi um telefonema do superintendente da escola. Ele me disse que eu aparecia no anuário 15 vezes, e que eles podiam ter esquecido minha foto no time de basquete. Ele disse que iam fazer um novo anuário e que esperava que eu soubesse que eles tinham muito orgulhoso de mim. No entanto, aqui está a foto que deveria ter saído no anuário, como a dos os outros jogadores de basquete! Eles pegaram meu primeiro artigo no Outsport falando da minha experiência e varreram para debaixo do tapete, como se a perseguição e humihação nunca tivessem acontecido! Recuso-me a deixar isso acontecer novamente! Eu era o armador sênior, que jogou por três anos, e estava no centro da imagem da equipe. Não ligo se apareci outras 100 vezes, mas minha foto individual não estava lá! Acho inacreditável que a ‘investigação’ deles levou menos de um dia e que, mais uma vez, eles estão deixando isso pra lá! Eu não vou parar de lutar contra isso. Ninguém merece isso, e eu vou garantir que nenhum outro LGBT teen tenha de enfrentar esse tipo de discriminação!”


Dalton Maldonado desabafa no Facebook após ter foto retirada
de livro de formandos Foto: Reprodução/Facebook

O superintendente do Conselho de Educação local, Henry L Webb, reconheceu que a imagem foi omitida da página onde ficam os jogadores de basquete da escola. Em comunicado, ele explicou que Maldonado pediu ao fotógrafo o arquivo digital da imagem para aprovação e edição. “O arquivo foi devolvido pelo atleta para o fotógrafo, mas o que foi enviado pelo fotógrafo para a escola não continha foto deste aluno”, disse.

Webb admitiu o erro por não ter percebido a falta durante a revisão do anuário e pediu desculpas para Maldonado e sua família, lembrando que existem 15 imagens de Maldonado em todo o anuário.


Dalton Maldonado comenta nota da escola Foto: Reprodução/Facebook
Após nota emitida por Webb, Maldonado postou outro desabafo.

“As pessoas podem tentar te derrubar, mas enquanto continuarmos juntos, elas não conseguirão! Quero agradecer por todo o apoio! Prometo que a luta não acabou. A escola pode tentar encobrir o suficiente, mas não o suficiente! Eles varreram a história para debaixo do tapete, mas não vou deixá-los fazer isso de novo! Obrigado novamente por todo o apoio! É ótimo ver o poder do humor desmantelando a homofobia”

Jogadora trans de Samoa Americana desconhecia preconceito até sair de seu país.




A seleção masculina de futebol de Samoa Americana não tem nenhuma conquista esportiva expressiva. A maioria dos fãs de futebol ouviu falar a primeira vez do time após a derrota de 31 a 0 para a Austrália em 2002. No entanto, o o pequeno território da Polinésia já entrou para história do futebol mundial. Tudo por conta da zagueira central Jaiyah Saelua, 1,88 m, 27, que foi reconhecida pela Fifa como a primeira jogadora transgênero a disputar uma partida oficial em um torneio organizado pela entidade.

Jaiyah Saelua é uma fa'afafine", termo que significa "o caminho da mulher". Nasceu homem, mas desde criança aprendeu tarefas socialmente associadas a mulheres. Em Samoa, as fa'afafine" são encaradas como um terceiro gênero. Usam roupas femininas, participam de concursos de beleza e não são discriminadas.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Jaiyah disse que só sofreu com o preconceito quando deixou seu país para estudar. "Quando me mudei para o Havaí para estudar na faculdade, eles não me permitiam usar o banheiro feminino. O técnico de futebol não me deixou jogar porque não queria colocar a equipe em 'uma posição desconfortável'. A sociedade define lugares para homens e para mulheres. Estando entre esses dois gêneros, eu sentia que não havia espaço para mim", revela.


Além do reconhecimento histórico de ser a primeira atleta transgênero a jogar uma partida em data Fifa, Jaiyah também recebeu uma carta do presidente da entidade, Joseph Blatter parabenizando seus esforços para romper barreiras no futebol. "Ser reconhecida como primeira transgênero a disputar as eliminatórias da Fifa me levou a questionar o porquê de isso não ter acontecido antes. Quantas Copas aconteceram? Por que as pessoas não aceitaram isso antes? O que há de errado neste mundo? Isso me fez valorizar mais ainda a minha cultura", disse.

Apesar de orgulhosa de sua cultura, Jaiyah sofre preconceito de rivais. "Quando me xingam, eu me irrito, e meus desarmes ficam mais vigorosos. E eles percebem isso durante o jogo", comenta. A zagueira também teve papel fundamental na única vitória da seleção de Samoa Americana ao tirar uma bola em cima da linha no último minuto no triunfo por 1 a 0 em cima de Tonga..

Seu pai já sentiu vergonha e tentou te esconder porque você é gay?


No dia dos pais,  o Põe na Roda lançou uma edição especial do Gayme Show com pais e seus filhos gays.

Nessa gincana maluca, eles se divertem respondendo às perguntas e mostram que tem muito mais em comum do que se pensa. Além de muitas risadas, você vai se emocionar com a última pergunta do jogo.

Confira!


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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