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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Governo russo quer  proibir a Wikipédia.


Homofóbico Putin já veta conteúdo gay em vários portais


A liberdade de expressão ganha cada vez menos espaço na Rússia. O governo do país está interessado agora em banir a Wikipédia.

A ideia surgiu após a tentativa de bloquear uma página um tipo de haxixe feito à mão na Índia. O governo russo não conseguiu banir essa página específica da Wikipédia.

Por causa disso e do fato da Wikipédia não ter ajudado a vetar a página em questão, surgiu o desejo de proibir toda a enciclopédia eletrônica do país.

Há muitos sites que são censurados na Rússia por causa do conteúdo LGBT, por exemplo. Há uma lei que proíbe a “propaganda gay” em frente a menores de idade e que é usada para o governo cometer inúmeros atos de discriminação e intolerância.

Crime chocante: Assassino de Virgínia disse que  sofreu homofobia e racismo.


Atirador havia sido demitido da emissora há dois anos


Em bilhete de suicídio, o assassino de uma repórter e de um cinegrafista em Virgínia, Estados Unidos, disse que sofreu homofobia e racismo.

Vester Lee Flanagan, também conhecido como Bryce Williams, diz sofreu “discriminação racial, assédio sexual e assédio moral no trabalho”, na nota que o canal ABC News teve acesso.

No bilhete, o assassino “fala sobre como ele foi atacado por ser um homem negro gay” e alega também que “foi atacado por homens negros e mulheres brancas”.

Ele escreveu em certo trecho: “Sim, vai parecer que eu sou raivoso … eu sou. E eu tenho todo o direito de ser. Mas quando eu deixar esta terra, a única emoção que eu quero sentir é a paz … “.

Williams atirou, ao vivo, na repórter Alison Parker, de 24 anos, e no cinegrafista Adam Ward, de 27, ambos brancos, durante transmissão de uma reportagem para o canal local da Virgínia WDBJ7, filial da CBS. Ele tinha sido demitido da emissora há dois anos. Depois do assassinato, ele foi perseguido pela polícia durante cinco horas, bateu o carro e atirou em si mesmo. Ele foi levado ao hospital, mas morreu devido aos ferimentos.

Prefeito de Veneza diz que não  quer mais parada gay na cidade.


Prefeito já havia proibido livros sobre minorias nas escolas da cidade


Veneza, na Itália, tem seu próprio Jair Bolsonaro. Mas, pior, com muito mais poder. O prefeito Luigi Brugnaro mandou os homossexuais embora da cidade!

“Nunca haverá uma parada do orgulho gay na minha cidade”, disse ele, ao jornal La Repubblica. “Deixem que vão embora e façam isso em Milão, ou na frente de suas próprias casas”, acrescentou.

O prefeito é o mesmo que, em julho, proibiu que livros sobre minorias, como homossexuais e deficientes, fossem distribuídos nas escolas de Veneza.

Arcigay, entidade que organiza paradas gays em inúmeras cidades italianas, disse que a declaração mancha a fama de Veneza como uma sociedade sofisticada e aberta.

“Veneza não é a cidade dele. No momento ele está governando, mas não vai durar muito tempo devido ao papel de idiota que está fazendo”, disse o presidente do Arcigay, Flavio Romani.

“Ele está se tornando obsessivo sobre isso. Veneza não merece isso”, disse Romani à Reuters.

LGBT conseguem demissão  de casal homofóbico.


Grupo é um dos maiores que defendem LGBT na Alemanha


Um dos mais famosos grupos LGBT da Alemanha conseguiu que um casal de homofóbicos perdesse o emprego após mensagens homofóbicas no Facebook.

A entidade chamada Enough is enough – Open your mouth! publicou em um grupo aberto os posts de Sara Kubicki e Max Hellmann.

Sara disse que “homossexuais deveriam ser mortos. É nojento” e Max publicou: “Eu mantenho um registro de meus assassinatos como se fosse Adolf Hitler, eu bato em crianças e gays e eu não dou a mínimas para o que pensam de mim e meu comportamento deveria ser celebrado.”


A entidade ainda procurou a clínica geriátrica onde Sara era estagiária de enfermagem informando sobre o post. A mulher foi demitida sem aviso prévio. O mesmo aconteceu com Max, que perdeu o emprego.

Escola proíbe documentário  sobre crianças com pais gays.


Cena do filme 'Gayby Baby' sobre crianças com pais homossexuais


Histórias de famílias são sempre bem-vindas em escolas, certo? A não ser que os pais sejam homossexuais. Aí, a discriminação impera.

Ao menos em uma escola da Austrália a intolerância falou mais alto. Os pais reclamaram e a exibição do filme “Gayby Baby” foi indicada para fora do horário escolar.

A produção seria exibida na Sydney School como parte do Wear It Purple Day, iniciativa nacional para mostrar apoio aos LGBT. A homofobia disparou depois de uma reportagem feita pelo jornalista Piers Akerman no Daily Telegraph de Sydney bastante depreciativa sobre os casais homossexuais.

Dirigido por Maya Newell, o longa-metragem fala sobre a vida de quatro crianças com pais homossexuais.

Polícia do Rio prende acusado  de matar ativista LGBT.


Suspeito teria matado ativista por causa de parada gay que Guinha realizava no Alemão


Foi preso na sexta-feira, 28, no Rio de Janeiro, David Rodrigues de Oliveira, acusado de matar Luiz Antônio de Moura, o Guinha. Líder comunitário do Complexo do Alemão, ativista e fundador do Grupo Diversidade LGBT do Alemão, Guinha foi assassinado em dezembro em frente à Casa de Cultura da comunidade com dois tiros.

Oliveira é um dos suspeitos de ter cometido o crime e foi encaminhado para a sede da Divisão de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro, que é responsável pelo caso, onde será ouvido.

De acordo com o jornal O Dia, Guinha estava desagradando traficantes da região, por supostamente ter desobedecido ordens de traficantes que eram contra a parada gay que ele organizava na comunidade.
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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