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CONTOS DO LEITOR



Felicidade completa - 2 - Descobertas

(Continuação)





Contei a minha noiva que tinha saído do emprego para me dedicar ao projeto do salão de festas. Ela não ficou satisfeita com minha decisão, nem me apoiou como Denis, muito pelo contrario, além de dizer que eu estava agindo feito uma criança emburrada me questionou:
_ Pensei que esse era nosso projeto, um futuro em comum ou você mudou de ideia? Não quer mais casar comigo, Fabrício?

Na hora o ocorrido no banheiro na noite passada passou como um fleche em minha cabeça, terminando com um sorriso lindo de Denis com seus cabelos cacheados. Mas tirei aquelas imagens da minha cabeça e respondi que claro que queria, por isso queria o apoio dela neste projeto, pois eu seria dono do nosso próprio negocio, além de garantir uma vida melhor com mais conforto para nossa futura família. Mesmo assim Aline não concordou, mas como tinha que voltar para o trabalho terminamos a conversa.

Cheguei em casa de cabeça cheia. Tinha muita coisa para fazer. Fui ver os terrenos, pedreiros, materiais de construção. Consegui um empreiteiro e uma planta de como seria meu salão.

Denis chegou em casa com a cabeça baixa sem me olhar nos olhos, perguntei se tinha acontecido algo ele disse que não. Falei que tinha conversado com Aline, e que ela ficou super irritada com minha decisão. Chamei-o para ver as plantas, expor as ideias que tinha tido e para falar sobre meu projeto, mas ele disse que precisava de um banho. Preparei o jantar, esperei mas Denis não veio. Então fui ao quarto dele, da porta me disse que não queria jantar. Entrei, ele estava na cama ainda enrolado na toalha ouvindo música. Sentei na cama e perguntei novamente o que estava acontecendo, colocando a mão em sua perna.

_ Não posso mais morar aqui com você,
_ Por quê? Pelo ocorrido ontem? Estávamos eufóricos bebemos um pouco a mais. Não te vejo com ninguém desde que veio para cá, deve estar carente. Então, aconteceu cara, ninguém precisa ficar sabendo, não vai acontecer novamente, não precisa sair. Eu não quero que você vá embora. Quem vai me incentivar neste projeto? Além disso você já se tornou um grande amigo.
 

Num impulso, Denis me abraçou. Nossa, que delicia aquele cheiro recém tomado banho, o calor do teu corpo... Nos afastamos um pouco, mas nossos rostos ficaram a poucos centímetros, olhando dentro dos olhos um do outro. Parecíamos ler nossos pensamentos. Levantei e disse estendendo a mão.

_ Continuamos amigos?
_ Com certeza!

Respondeu Denis com um belíssimo sorriso aberto.

Fui tomar meu banho, mas desta vez tranquei a porta e em pensamento decidi que em minha cabeça naquele momento só teria espaço para meu projeto.

O tempo foi passando e as obras seguindo, o prédio já estava quase pronto. Eu já conseguia visualizar como cada coisa seria pronta. Meu relacionamento com Aline estava cada vez pior. Ela implicava com tudo, estávamos cada vez mais distantes um do outro. Passávamos dias sem nos ver e quando nos víamos sempre tinha uma discussão. Em contrapartida, Denis e eu cada dia mais próximos.

Depois do episódio do banheiro, ele passou a ficar em casa de camiseta e short. Não durou muito e menos de uma semana depois já estava novamente ficando apenas de cueca.

Quando eu chegava depois de uma discussão com Aline ele estava lá para me dar conselhos, dizer para eu ter calma, que entendesse o lado dela sem deixar de explicar o porque eu estava fazendo as coisas daquela maneira. Ele era tão carinhoso. Nossa um grande... amigo...

_Agora com certeza acabou cara.
_ O que aconteceu Fabrício outra briga com minha prima?

_ Sua prima não era assim quando começamos, ela esta incompreensiva, autoritária. Eu disse que vamos ter que dar uma adiada nos planos do casamento, por não termos dinheiro agora e ela quer de toda forma, alegando que isso vai acabar com nossas brigas. Acho que nem devia dizer isso a você, mas ela implica por você estar aqui, por eu ter saído do emprego. Quando digo que estou ocupado vendo algo para a obra, não quer nem ir ver como está ficando. Se eu digo que temos que economizar em algo ela já começa a dizer que a culpa é minha que se eu não tivesse saído do emprego aí... Nossa, não aguento mais! Hoje ela disse que se continuar assim vamos terminar.

_ Bom desde o inicio eu disse que queria ir para outro lugar...
_ Não, você não vai para lugar nenhum, não está atrapalhando em nada. Ela está arrumando desculpas para arrumar confusão a toa.

_ Com relação a seu emprego, você não estava feliz lá, sempre trabalhando em excesso, não era reconhecido e o salário não era dos melhores. E quanto ao salão de festas, é o futuro de vocês. Parece que ela não vê que ninguém mais quer fazer festas em casa, que mesmo quem mora em condomínio e tem o salão nem sempre dá para conciliar ou o salão é pequeno para o tamanho do evento, casamentos, aniversários formaturas, festas. Mesmo o valor que cobram só pelo local e o fora os serviços de aluguel de mesas, pequena decoração entre outros.

Eu que estava do outro lado da sala ouvindo as palavras de Denis fui aos poucos me aproximando dele.
_ Nossa você falou tudo, será que só ela não percebe isso. Às vezes penso eu deveria me casar era com você.

No ímpeto coloquei uma mão em cada lado do rosto de Denis e o beijei, com vontade, com desejo e ele retribuiu com a mesma intensidade. Afastamos nossas bocas e olhando um nos olhos do outro Denis disse:

_ Não estamos bêbados.
_ Não, não estamos.
_ Tem certeza que é isso que você quer? Que não vai se arrepender depois?
_ Precisamos mesmo pensar nisso agora?
_ Acho que não.




Voltamos a nos beijar e nos acariciar o corpo um do outro, descobrindo cada gosto, cada centímetro, cada textura, beijando e nos agarrando chegamos a meu quarto. Caímos na cama. Beijava cada centímetro daquele peito peludo, sentindo seu perfume gostoso, seu cheiro de homem, e pela primeira vez lambi o pau de um homem, coloquei na boca com cuidado para não tocar em meus dentes (recomendação de Denis) e comecei a chupa-lo. Aos poucos fui me virando ficando em um 69 e reproduzindo em Denis o que ele fazia em mim.





Logo estávamos nos chupando e gemendo pelo prazer proporcionado um no outro. Deitei por cima de Denis e beijei sua boca gostosa agora misturado ao sabor do pré gozo meu e dele. Meu pau procurava sua bunda. Denis colocou um travesseiro por baixo e eu o penetrei. Tesão, delicia seu cu apertado quente e úmido! Fui mexendo meu quadril bombando meu cacete dentro daquele tesão de macho, beijando-o ao mesmo tempo. Fiquei em pé no chão, puxei-o de quatro para a beirada e cravei meu calho em seu cu segurando na cintura de Denis. Eu bombava intensamente enquanto gemíamos de prazer até eu gozar fartamente em seu cu. Deitei na cama e ficamos abraçados acariciando um ao outro e nos beijando.

_ Não deveria ter vindo morar com você.
_ Nunca mais repita isso.
_ O que vamos fazer amanhã e depois?
_ Continuar nossa vida
_ Vai se separar da Aline?
_ Ela que quis se separar de mim.
_ Sabe que ela disse em um momento de raiva que o que ela mais queria era se casar com você.
_ Não é o que ela anda demonstrando. Ela me fez afastar dela, estamos sempre brigando e você sempre me apoiando.
_ Nossa quando ela descobrir, nem sei o que minha família vai fazer.
_ Bom eu acho melhor não falarmos nada pelo menos por enquanto depois resolvemos essa parte o que acha?
_ Você tem razão, bom preciso dormir amanhã tenho que trabalhar.
Disse Denis querendo se levantar.

_ Ei onde pensa que vai?
_ Para meu quarto, vou dormir.
_ Nada disso vai dormir aqui nos meus braços, quero sentir você, seu cheiro seu apoio.
Nos beijamos e ficamos assim um agarradinho ao outro até dormirmos.

Os dias se passaram eu cada vez mais afastado de Aline, cada dia mais junto de Denis e a obra chegava ao fim. Então tive uma desagradável surpresa, o dinheiro não seria suficiente para a parte de acabamento da obra e eu não poderia mais pegar empréstimo. Cheguei em casa arrasado o que eu poderia fazer? Teria que voltar a procurar emprego e deixar para terminar a obra em alguns anos. Quando Denis chegou contei a ele e como sempre extremamente reconfortante me disse que daríamos um jeito.

_ Como faremos isso?
_ Eu tenho umas economias, além disso posso fazer um empréstimo e assim terminamos a obra, inauguramos o salão e o dinheiro começa a entrar. Agora se você quiser arrumar um trabalho é por sua conta.
_ Mas o dinheiro é seu não conseguirei te pagar tão rápido.
_ Eu quero e acho que é um ótimo investimento.
_ Aline nunca faria isso.
_ Eu não sou minha prima.
_ Só aceito com uma condição, você vira meu sócio.
_ Não posso é apenas uma pequena parte você colocou muito mais dinheiro nisso.
_ Serei o sócio majoritário, mas você terá uma parte.
_ Certo ok.

Realizamos as operações necessárias e as obras recomeçaram a todo vapor, arrumei um emprego meio período em um escritório onde já tinha feito alguns trabalhos, e principalmente chamei Aline para conversar e terminei com ela.

Foi horrível, ela gritou me tacou coisas, me xingou não consegui terminar de falar. A conversa estava sendo no apartamento dos pais dela. O pai dela a segurou e pediu para eu ir embora, seria melhor.

Cheguei em casa e assim que Denis chegou contei a ele que ficou triste pela reação da prima, mas extremamente feliz, pois deixaria nossa relação menos complicada. Fizemos sexo muito gostoso e poderíamos comemorar muito mais, pois no outro dia sexta feira, Denis não iria trabalhar já que o escritório seria dedetizando e deram folga.




Na hora do almoço a campainha toca. Acostumado a estar de cueca atendo a porta. É Aline. Peço para ela esperar, mas ela força a porta e para não machuca-la deixo que ela entre, o que não foi uma boa ideia, pois neste momento Aline dá de cara com Denis vindo apenas de cueca da cozinha me perguntando:
_ Amor já atendeu a porta? Quem era...

Continua...
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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

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