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CONTOS DO LEITOR



Let it be




Marcos estava ali, diante daquele homem nu que ostentava um falo avantajado que direcionava para sua boca. Olhava para o pênis admirando todas a sua estrutura externa e o achava uma obra de arte. Era uma parte do corpo humano masculino que o fascinava, desde a adolescência. Não admirava o seu, em particular, achava-o sem qualquer tipo de atração, mas os que via em banheiros públicos ou em revistas, o deixava em uma estado de euforia total. Queria se relacionar com um homem, para poder acariciar um pênis, leva-lo a boca e se tivesse coragem, ficar de quatro e pedir uma penetração, para o sentir parte de si. Ficava excitado em pensar dessa forma e o seu, endurecia sob a cueca o obrigando a tira-lo para fora e aplicar-lhe uma série de sacudidelas até que o visse vomitar aquele produto esbranquiçado de cheiro que o fascinava. As vezes pegava no que expelia, com os dedos e levava até as narinas e aspirava, sentindo se extremamente impelido a querer concretizar seu grande desejo.

Sentia-se as vezes uma donzela e quando tinhas esse sentimento, pegava uma calcinha de sua esposa, um sutiã, meias que tinha comprado, um par de sapatos de salto, que aprendera a andar com perfeição, e se produzia. Com uma peruca loira e um óculos de lentes escuras, procurava se esgueirar até a garagem de casa e com seu carro sair para percorrer as avenidas da cidade como se fosse uma mulher madura a procura de um caso fortuito. Tinha um belo porte e se transformava muito bem em uma bela mulher de 40 anos.

Aprendera fazer falsetes na voz o que o deixava bem, para suas interpelações. Percorria, depois de deixar o carro em estacionamento, as ruas onde transitavam as prostitutas e travestis. Gostava de receber cantadas. Fizera amizades com uma travesti, que sabendo de sua tara, a acolhia em seu ponto, pois sabia que ela não estava ali para roubar seus fregueses. Com Angélica, ele aprender muitas coisas o que o deixava com boas vantagens em se passar por uma mulher. Fora essa travesti que o aconselhara a tomar uma decisão e experimentar o que tanto desejava ou seja, contato físico com um homem. Disse a ele que poderia arranjar um de seus clientes, com a condição de que o que ele lhe pagasse seria dela. Assim foi feito o acordo.

O cara com quem saiu naquela noite, para um hotel de quinta categoria, era um cara, que parecia ter posses e que cuja tara era transar com homens travestidos.





Marcos só de calcinha e sutiã, tendo aquele tremendo pau bem a sua frente. Sentiu o cheiro dele, sabendo que ele iria penetrar seu corpo. Estava ansioso, era primeira vez que ficava com um homem nu, com um pau daquele encostado nos lábios. Passou a língua na cabeça da pica, a deixando úmida e depois foi descendo até chegar nos ovos peludos, do jeito que gostava de os ver nas revistas. Esfregou o rosto nos mesmo e aspirou o odor que vinha deles. Puxou toda a pele do pau para baixo e tomando a coragem que estava quase o dominando, apesar da ansiedade, abriu a boca e foi levando a sua cabeça até sentir os pelos do pentelho lhe tocar o nariz, ai fechou-a sobre o pau. Tossiu e quase vomitou, pois não fez o ato de aspirar pelas narinas assim como expirar. Lágrimas lhe turvaram a visão, principalmente quando o homem forçou sua cabeça com as mãos. Se agarrou as coxas dele e depois levou as mãos até a bunda do mesmo a apertando, na agonia de se sufocar.

Ficara vermelho. O homem retirou o pau da boca dele e pedindo que levantasse, o abraçou e foi até sua boca em um beijo melado, onde misturava a saliva com a gosma que saíra da boca de Marcos na ora que a pica saiu. Passou a língua por todo o rosto dele enquanto uma das mãos descia pelas costas e mergulhava dentro da calcinha, com dedos percorrendo o rego a procura do orifício. Gemeu dentro da boca do estranho quando o dedo dele penetrou seu cu.

Quando as boca se descolaram, o homem o virou de costas e desceu sua calcinha até o meio das coxas e se agachando atrás, o fez se apoiar na cama ali existente, separou suas nádegas e depois de cuspir em seu rego, lambeu tudo, chagando a passar a língua no saco de Marcos.

__Seu cu parece de uma virgem! - comentou ao penetrar com a língua dentro dele.
__Nunca fiz isso. É minha primeira vez. - disse Marcos quase choramingando.
__Que primazia, estrear esse rabo . Fica calmo, que vou ser delicado. Sabia que bem poucas garotas tem um rabo tão gostoso. Tens namorado?
__Tenho esposa. Sou um homem casado.
__Verdade? Puxa! E como consegue esconder dela tudo isso?
__Ela trabalha a noite em um hospital e eu aproveito para sair. Mas só hoje tive coragem de querer ficar com um homem e matar de uma vez por toda, esse desejo de experimentar um pênis dentro de mim. É um desejo de adolescente, que estou para concretizar.
__Não vou deixar você frustrado. Serás a minha mais bela e doce mulherzinha. Não se preocupe que não vais se decepcionar.




Depois de muito o acariciar, o homem se apossou de um preservativo e de uma bisnaga de lubrificante. Deixou o rego bem untado de gel, passou sobre o preservativo e depois se postou atrás de Marcos. Deu-lhe um tapa em cada nádega e a segui encostou a glande sobre as pregas de Marcos. Começou a fazer força, mas vendo que Marcos recuou. parou, acariciou suas costas, seu pescoço e com jeitinho enfiou de leve um dedo no ouvido dele. Marcos agoniado com aquela provocação, não percebia que o pau estava entrando e quando percebeu, sentiu uma vontade enorme de expulsar o invasor. Levou a mão até o pau e constatou que boa parte dele já estava alojado dentro do seu cu. Não acreditou, que estava com um pau no cu. Em algum lugar ali perto, começara a ser executada Let it be, famosa música do quarteto de Liverpool.

Começou a contrair os músculos do ânus. Sentiu uma ereção e levou a mão ao próprio pau e o constatou duro. Fechou os olhos se concentrando no que estava dentro de si. Era sublime, maravilhoso. Estava realizando um sonho antigo. O homem fora delicado, só começando a estocar quando constatou que Marcos estava relaxado com aquele ariete no cu. Seguro nos belos quadris de Marcos, executava os movimentos coitais. Tratava-o como se fosse realmente velha amante, causando mais prazer dentro daquele corpo. Quando o prazer chegou ao clímax, ele ficou grudado em Marcos, enchendo a camisinha de esperma.

De volta para casa, já em sua indumentaria masculina, foi para o banheiro e tomou o melhor banho de sua vida. Pegou um espelho pequeno e separando as nádegas procurou ver o seu cu para ver como tinha ficado depois daquele batismo, mas nada notou, apenas o sentia dolorido. Sorriu. Estava realizado.



Assoviando Let it be, ele foi para o quarto dormir!
 
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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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