Slide 1 Slide 2 Slide 3

HOMOSSEXUALIDADE

Pesquisa científica sugere que homofobia pode ter relação com doenças mentais.




De acordo com um novo estudo realizado por estudantes universitários na Itália, pessoas que possuem visões extremamente negativas a respeito dos homossexuais normalmente possuem problemas como o psicoticismo. Isso não quer dizer que todos os homofóbicos são psicóticos – o psicoticismo, na verdade, é um traço de personalidade marcado pela hostilidade, raiva e tendências agressivas em relação a outras pessoas. Mas, de fato, o estudo sugere que os homofóbicos têm uma tendência a possuir problemas psicológicos.

Alguns estudos anteriores já haviam sugerido que aqueles que possuem extrema aversão aos homossexuais escondem dentro de si desejos reprimidos (uma atração por pessoas do mesmo sexo que o indivíduo tenta esconder, por exemplo). Outras abordagens, entretanto, discordam dessa visão e dizem que os homofóbicos são, de fato, totalmente contrários à atração por pessoas do mesmo sexo. Fatores como a religião, hipermasculinidade e misoginia parecem também motivar crenças anti-homossexuais.

Mas até o momento ninguém havia estudado a saúde mental dos homofóbicos. Na nova pesquisa, foram entrevistados 551 universitários italianos, entre as idades de 18 a 30. Todos responderam um questionário, onde demonstravam seus níveis de homofobia, bem como outras psicopatologias como depressão e ansiedade. Os pesquisadores pediram para que os participantes dissessem o quanto concordavam (em uma escala de 1 a 5) com afirmações como “pessoas homossexuais me deixam nervoso”, “eu penso que pessoas homossexuais não deveriam trabalhar com crianças”, “eu faço piadas sobre homossexuais” e “não me importa se meus amigos são homossexuais ou não’.

Além disso, os estudantes também avaliaram como eram seus relacionamentos com outras pessoas, no que diz respeito a auto-confiança, segurança ao se aproximar de outra pessoa, etc. Por último, eles avaliaram a maneira como os entrevistados diziam agir em situações de desprazer ou medo.

Depois disso tudo, os pesquisadores perceberam que quanto melhor a saúde mental dos entrevistados, menor a probabilidade de desenvolverem atitudes homofóbicas. Pessoas que possuem a características de evitar ou temer aproximações com outros indivíduos têm uma tendência maior à homofobia. Níveis altos de hostilidade e raiva também foram associados com a aversão aos homossexuais.

Mas nem todas as complicações mentais tiveram a mesma associação. A depressão, hipocondria e repressão, por exemplo, foram ligados a níveis menores de homofobia.

Os pesquisadores explicam que, apesar de o estudo apontar uma ligação entre a homofobia e uma série de traços de personalidade, não são apenas esses traços os culpados pela visão preconceituosa. A religião e o que é chamado de ‘valores conservadores’ também influenciam nesse sentido.

Closeup posta foto de beijo gay, apaga, volta atrás e publica beijo triplo lésbico.




A gente realmente tem bons exemplos de empresas brasileiras que passaram a incluir a diversidade em suas campanhas comerciais, num ato de coragem comovente, diante de um país tão preconceituoso. Tem O Boticário, Natura, enfim…

Aí, a galera que cuida das redes sociais da marca de creme dental Closeup resolveu publicar uma fotode dois homens se beijando no Instagram da empresa, fazendo aquela analogia com o bom hálito e tal. Aliás, beijo na boca sempre foi uma marca registrada da companhia e pareceu meio óbvio fazer uma versão gay.



No entanto, alguns internautas homofóbicos passaram a metralhar nos comentários da imagem. Ao invés de bancar sua posição inicial, a Closeup apagou a foto de todas suas redes sociais.

O caso foi revelado pelo blogueiro Tony Goes, que mandou um papo reto em seu site: “Close Up, seu bafo de homofobia é podre e repugnante. Volta pra Idade da Pedra, que naquela época ninguém escovava os dentes.”

Espera, tem mais!

Após ter apagado a foto, a Closeup voltou atrás, repostou a mesma imagem, seguida por outra foto com um beijo triplo entre lésbicas.



O que acontece quando você se masturba vendo pornografia na internet?




Basta alguns cliques e qualquer pessoa pode gozar pela internet. O conteúdo pornográfico domina a rede mundial de computadores, movimenta bilhões e gera muita curiosidade, inclusive científica. Com foco nisso, a gente quer te mostrar dois estudos divulgados pelo site norte-americano ‘Scientific American’, que mostram como as imagens sexuais afetam o cérebro humano.

Um estudo publicado no jornal Jama Pschiatry revelou que quanto mais tempo assistindo vídeos pornográfico, menor o tamanho e movimento de algumas partes do cérebro – especialmente no corpo estriado, uma parte que está associada a emoção, recompensa e desejo.
Os pesquisadores também descobriram que a conexão entre o corpo estriado e o córtex pré-frontal – uma parte do cérebro que é responsável por tomar decisões, por planejamento e comportamento – se danificou conforme a quantidade de vídeos pornográficos que uma pessoas assistia aumentou.

Eles criaram uma hipótese de que essas diferenças podem ser resultados de uma estimulação intensa em um sistema de recompensa.

Já um outro estudo, publicado no jornal Psychological Science, concluiu que o cérebro humano reconhece pessoas e objetos de maneiras diferentes. Na pesquisa, fotos sexuais, de cabeça para baixo e na posição normal, foram mostradas para homens e mulheres.

As imagens de cabeça para baixo foram mais difíceis para o cérebro reconhecer porque a relação entre o espaço não estava normal. Por isso, essas imagens foram muitas vezes processadas como fotos de objetos.

Os pesquisadores também descobriram que fotos sexuais de mulheres foram processadas mesmo se elas não estivessem de cabeça pra baixo, o que não aconteceu com as fotos dos homens. Na posição normal, as mulheres foram vistas como objetos e os homens como pessoas.

O mais interessantes é que homens e mulheres tiveram os mesmos resultados, em um estado cognitivo, quando viram as fotos sexuais.

Ou seja, depois de olhar pra esses dados, a gente consegue concluir que estar exposto a muita pornografia pode alterar a maneira como vemos e recebemos o sexo, e muito pior, como percebemos o outro em uma relação.

Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Não sei se tem relação com isso, mas o que percebo é que algumas pessoas quando se conhecem virtualmente se sentem decepcionadas quando se apresentam pessoalmente. Elas criam um ideal que so vêem virtualmente.

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...