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HOMOSSEXUALIDADE

Mestre revela a visão do budismo sobre a homossexualidade e inspira vidas.




Tudo bem se você não conhecer Dzongsar Khyentse Rinpoche. Ele é um grande mestre butanês e, a partir de agora, uma das pessoas que vão nos inspirar. Durante uma palestra, ele explicou como o budismo lida com a homossexualidade. Além disso, ele fala de igualdade de gêneros e até bate um papo diretamente com os pais sobre aceitação e educação.

Segundo ele, o budismo está sempre em busca da verdade que, por motivos culturais, deturpamos e transformamos em problemas, como é o caso da orientação sexual dos outros.

Em determinado momento do vídeo, ele diz que  é possível que lésbicas achem primeiro a iluminação, antes de outras pessoas.

“Sabem, vocês não podem considerar isso uma doença ou que é errado. Algumas pessoas gostam de queijo cottage outras de queijo suiço. É apenas isso. É a mesma coisa. E ainda há algumas pessoas que gostam dos dois”, diz o mestre.

Se tiver um tempinho, dá play no vídeo, que tem legendas em português. Basta ativar!



[Ative a legenda clicando no quadradinho no canto inferior direito do vídeo]

43% dos jovens héteros transariam com pessoas do mesmo sexo, diz estudo.




A gente descobriu um estudo recente que mostra como a sexualidade das pessoas é complexa e mais diversa do que se pode imaginar. Ainda mais se você achar que a orientação sexual se resume a heterossexual, homossexual e bissexual.

Publicado pelo site britânico You Gov, o estudo ouviu mais de 1600 pessoas e concluiu que cerca de metade da população jovem não se define como 100% heterossexual.

Para entender melhor como essas pessoas se viam, os pesquisadores usaram a escala de Kinsley (maneira de descrever o comportamento sexual). Se liga nessa imagem abaixo, que mostra o grau de sexualidade de 0 a 6:




Os pesquisadores pediram aos entrevistados que se localizassem nessa escala e eles descobriram que, enquanto 72% do grupo de adultos se definia como completamente heterossexual, 49% dos jovens com idade entre 18 e 24 eram menos binários, não se vendo como completamente hétero.

Ao serem questionados sobre a possibilidade de se sentirem atraídos, fazerem sexo ou terem um relacionamento com alguém do mesmo sexo, 22% dos jovens apontaram o número 1 da tabela, ao invés do 0.




Ou seja, esse estudo demonstra o quanto a percepção da sexualidade mudou em apenas uma geração, e como ela é mais complexa que imaginávamos, já que cada pessoa demonstra possuir graus diferentes para a homossexualidade, heterossexualidade e a bissexualidade.

Ao ser comparado com os dados de pessoas mais velhas, os números são ainda mais distantes. Dos jovens entre 18 e 24 anos, 43% consideraram a possibilidade de fluidez na sua sexualidade, apenas 7% dos entrevistados com mais de 60 anos apontaram o mesmo. Dos adultos, entre 25 e 39 anos, 29% ponderaram que sua sexualidade poderia ser mais fluída, em algum grau.



Um dado que vale destacar: apenas 23% das pessoas que se localizaram no número 1 da Escala Kinsley tiveram alguma experiência com pessoas do mesmo sexo. De modo geral, 89% da população britânica se descreve como heterossexual. No entanto, quando as opção se tornam mais abrangentes, muitos se colocaram no nível 1, aceitando a possibilidade de sentimentos e experiências homossexuais.

Segundo os pesquisadores, a maior descoberta desse estudo é o fato das pessoas estarem com a mente cada vez mais aberta, não ó no Reino Unido, onde o estudo foi feito.

Institutos de pesquisas como o americano Pew Research Center, também contam com estudos com resultados parecidos: enquanto apenas 55% da população americana em geral apoia o casamento gay, 70% dos jovens da geração Y (jovens nascidos nas décadas de 80 e 90) são à favor.

Um estudo da University of Chicago, de 1973, apontou que 70% das pessoas considerava os relacionamentos homossexuais como “sempre errados”. O fato de agora, o mesmo número ser o de pessoas da nova geração, que apoiam o casamento gay, indica uma mudança radical. O mundo está mudando!

(+18) Sexo violento com caras bem-dotados e pompoarismo anal.



Já dizia o velho ditado: pau grande só é bom de vez em quando ou em filme pornô. Afinal, não é muito fácil encarar um pênis gigante todos os dias da sua vida. É claro que quando falamos de sexo, cada um tem suas preferências e conhece seus limites, mas existem problemas e encanações que são comuns pra muitas pessoas.

Como você sabe, o Põe na Roda tem um programa chamado “Ajuda, Põe na Roda“, que se arrisca em responder as dúvidas sobre sexo e comportamento dos seguidores. Desta vez, recebemos o aflito relato de um jovem que teve o “azar” de fazer sexo com três caras muito bem-dotados.

O resultado? Ele ficou com a região anal alargada e com dores incômodas por vários dias. Pauta boa para Felipe Abe, Pedro HMC, Beto Siqueira, Dr. Claudio Picazio e eu, Nelson Sheep, nos aventurarmos.

Ah! Esse é o último programa da temporada e foi dividido em 5 temas incríveis. Vamos lançar um por dia, até o próximo domingo. Portanto, sugiro que você faça como mais de 300 mil pessoas e inscreva-se no canal, clicando no botão abaixo!


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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