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HOMOSSEXUALIDADE

Estudantes héteros andam de mãos dadas na escola e foto quebra a internet.




Conheça a incrível sacada dos jovens Nelson Junior e Marcos Renne. Destemidos,. os dois decidiram sair de mãos dadas pela Escola Estadual Apolônio B. de Melo, em Paranatinga, interior de Mato Grosso, e provocaram uma pequena revolução.

O caminhar foi registrado por dezenas de colegas, que compartilharam as imagens nas redes sociais, alimentando uma avalanche de comentários. Em questão de minutos, a foto que você vê nesta matéria já tinha mais de 10 mil “curtidas” e milhares comentários. Diante da repercussão, Nelson resolveu explicar o que realmente aconteceu.

“Galera, vou esclarecer o que está acontecendo. Estava eu e os moleques da minha sala comentando sobre como a sociedade é besta ao falar que gays não são gente, não gostarem e não os aceitarem na sociedade. Não sou gay, tenho namorada, o Marcos não é gay, ele tem namorada, mas a gente resolveu andar de mãos dadas para dizer não ao preconceito. Aí um amigo tirou uma foto e resolvi postar. Nem sabia que daria isso tudo de curtidas e comentários, mas obrigado por vocês serem pessoas dignas e que sabem que a felicidade é a base de tudo”, publicou o estudante na rede social.



Tá vendo como um simples gesto de afeto é capaz de transformar pequenas comunidades? É assim que uma revolução maior começa: com bons exemplos.

Time tradicional de football da Austrália veste as cores do arco-íris em prol da diversidade.




Com uma gola do arco-íris e a pintura de um arco-íris em seu campo, o time The University Blacks, de Melbourne, na Austrália, que disputa o campeonato amador do país, surpreendeu a todos na semana passada, levantando bandeira contra a homofobia. A idéia foi concebida depois que um jogador do time, Lachlan Beaton, se assumiu gay e reportou toda a sua agonia. A ação faz parte da campanha ‘gay, that’s ok’.
 
Em julho deste ano, aos 27 anos Baton se tornou o primeiro jogador do esporte a se assumir gay. Ele declarou a um jornal local que por 12 anos sofreu em esconder que era gay e pensou em se matar, entrava em paranoia e abusava do álcool para aliviar sua tensão. Um dia bêbado, ele revelou ao seu irmão gêmeo que era homossexual e percebeu que nunca mais queria voltar ao armário. Outros times da liga manifestaram apoio e devem aderir à campanha em breve.

Gaydar não existe, afirma pesquisa.




A gente está chateado com esse novo estudo publicado pela universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA. Os caras colocaram em cheque o nosso famoso gaydar, pois, segundo a pesquisa, isso não passa de uma “forma perigosa de estereotipagem”.

A suposta habilidade de perceber se uma pessoa é gay ou hétero apenas observando sua aparência ganhou uma aura científica em 2008, quando um estudo concluiu que voluntários podiam adivinhar a orientação sexual de outras pessoas apenas observando fotos.

O novo estudo desafia o chamado “mito do gaydar”, dizendo que ele não é exato e que seria na verdade uma forma perigosa de estereotipagem.

“Camuflar o preconceito de ‘gaydar’ o torna mais socialmente aceitável”, disse o professor William Cox, coordenador do estudo, ao “Daily Mail”.

Estudo duvidoso

Cox e sua equipe questionaram a validade do estudo anterior, citando diferenças na resolução das fotos das pessoas gays e héteros.

As fotos dos gays e lésbicas, de acordo com o estudo dele, estavam em melhor definição do que as de héteros. O estudo foi repetido com fotos com a mesma qualidade, e os voluntários não conseguiram acertar quem era gay e quem era hétero.

Em outra parte do estudo, Cox e sua equipe manipularam o entendimento de três grupos de voluntários sobre o conceito de “gaydar”. O primeiro grupo ouviu que o “gaydar” é real, o segundo ouviu que é preconceito e o terceiro não recebeu nenhuma informação.

O grupo que foi levado a acreditar que “gaydar” é uma coisa real, estereotipou muito mais que os outros dois grupos, assumindo impressões como “ele é gay porque gosta de fazer compras”.

“Se você diz às pessoas que eles têm ‘gaydar’, você legitima o uso de estereótipos”, diz Cox. “Reconhecer a forma como um preconceito é ativado pode nos ajudar a superá-lo”, diz.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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