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MINHA VIDA GAY

Refugiados na Europa: quando o motivo da fuga é a homofobia!



Texto de Carlos Maia e Paulo Monteiro
os últimos meses a questão dos refugiados tem dominado a atualidade informativa. São milhares os que tentam entrar na Europa através do Mar Mediterrâneo ou junto à fronteira com a Turquia e muitos acabam por perder a vida durante estas travessias. Mas há uma questão que passa despercebida aos olhos da opinião pública: Quando a orientação sexual (também) os obriga a fugir.

Alguns desses refugiados são cidadãos LGBT que enfrentam uma violenta perseguição por parte do grupo jihadista do Estado Islâmico. São sobretudo sírios e iraquianos. Nos últimos meses fomos confrontados com diversas notícias de execuções violentas de homossexuais ou percepcionados enquanto tal. Algumas fontes indicam que, desde Julho de 2014, foram divulgados pelo menos sete vídeos em que se vêem estes cidadãos a serem executados ou sendo atirados do topo de prédios ou apredrejados em praça pública até à morte.




Em sociedades ultraconservadoras, dominadas pela religião, estes cidadãos enfrentam duras legislações que criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo. Como nem no seio da própria família conseguem encontrar protecção a única opção que resta é procurarem um escape ou países com leis que os protejam.

Só no passado dia 24 de Agosto o Conselho de Segurança da ONU realizou a primeira reunião formal sobre direitos das pessoas LGBT. Apesar de este organismo no passado já ter manifestado através de diversas tomadas de posição o apoio e a defesa dos direitos destes cidadãos como noticiado aqui, aqui, aqui ou mais recentemente aqui. Este acontecimento histórico acontece 70 anos depois da criação deste organismo. E pela primeira vez a ONU abordou a questão dos refugiados LGBT que temem pela sua segurança. Na reunião em causa cidadãos sírios e iraquianos foram ouvidos e relataram as perseguições sofridas. Apesar da mensagem positiva dada pelos Estados Unidos e pelo Chile, esta reunião ficou marcada pelo silêncio dos representantes da China, Rússia, Nigéria e Malásia e pela ausência de representantes do Chade e Angola.

No ano passado o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem declarou que cidadãos LGBT perseguidos nos seus países de origem podem requer pedidos de asilo à União Europeia. Já em Fevereiro uma proposta de resolução no Parlamento Europeu sobre a crise humanitária no Iraque e na Síria condenou a violência e os assassinatos perpetrados pelo EI contra pessoas LGBT. Realçando “a posição particularmente vulnerável da comunidade, devido à escassez de apoio familiar e da comunidade, bem como de protecção por parte do governo, e ao facto de a sua segurança continuar em risco nas comunidades de refugiados e em determinadas sociedades de acolhimento” apelando ao “Governo iraquiano, à delegação da UE no Iraque e às embaixadas dos Estados membros na região que assegurem a proteção das pessoas LGBT e acelerem a imediata reinstalação das pessoas desta comunidade que fogem por motivos de segurança”.

Apesar destes esforços ainda há muito por fazer na defesa e preservação dos direitos das pessoas LGBT nestes países e no apoio aos refugiados que são vítimas deste flagelo humanitário.



Dos países da Europa, Portugal está entre os que já concedeu o estado de refugiado ou asilo político a pessoas que enfrentavam perseguição em função da sua orientação sexual nos seus países de origem. Basta lembrar o caso da escritora russa Margarita Sharapova. Em 2014, Teresa Tito de Morais, presidente do Conselho Português para os Refugiados, explicava, aquando da cerimónia dos Prémios Arco-Íris, que Portugal acolhia "um número elevado de pessoas em razão da orientação sexual” e acrescentava: “São pessoas que pretendem chegar a um país que lhes dê uma nova oportunidade na vida”.

No entanto, os requerentes a este estatuto continuam a enfrentar inúmeras barreiras para conseguir a atribuição desse estatuto em vários países da UE, como mostram alguns exemplos mais mediatizados como o de Brenda Namigaddale ou Aderonke Apata.

É necessário continuar a promover o debate público e a eliminar obstáculos para evitar que mais pessoas sejam perseguidas e assassinadas devido a sua orientação sexual. É importante realçar que no seio das Nações Unidas existem países que punem práticas homossexuais. Estamos a falar de Direitos LGBT. De Direitos Humanos.

Andrew Garfield confirma bissexualidade e torce por um Homem-Aranha sexualmente livre.




Em junho deste ano, documentos vazados da Sony Pictures revelaram que, por contrato, o Homem-Aranha dos filmes deve ser branco e heterossexual.

O novo filme da franquia, que tem estreia prevista para 2017 e será protagonizado porTom Holland, não deve contrariar a norma.

Andrew Garfield, intérprete que sucedeu Holland, porém, é extremamente crítico à posição da produtora. "Estou ansioso para que cheguemos a um ponto em que não precisemos mais ter esta conversa... Em que possamos ter um Homem-Aranha panssexual", disse à Mic.

"Do que temos tanto medo? Por que somos tanto 'Não, isso tem que ser desse jeito, um homem e uma mulher'. Por que isso é uma discussão?", indagou.

O ex-namorado de Emma Stone disse que, para ele, o amor não tem classificação. "Amor é amor. Pele é pele. Carne é carne. Somos todos feitos da mesma coisa. Não tenho preferências".

Esta não é a primeira vez que Garfield advoga pela diversidade. Em entrevista à Entertainment Weekly em 2013, o ator sugeriu que seria bacana se o Homem-Aranha explorasse sua sexualidade.

"Por que ele não pode ser gay? Por que não pode gostar de garotos?", questionou

Ellen Page desfila com a  namorada no tapete vermelho.


Casal está apaixonadíssimo e atriz orgulhosa de poder mostrar seu amor


Ellen Page levou a namorada Samantha Thomas na sessão de gala de “Freeheld”, seu novo filme, no Festival de Cinema de Toronto, no domingo, 13.

“Eu estou apaixonada”, disse Ellen ao canal E!. “Caminhar pelo tapete vermelho segurando a mão da minha namorada é muito especial. É incrível.”

“Freeheld” é baseada em uma história real da detetive Laurel Hester (Julianne Moore), diagnosticada com uma doença terminal e que luta para que sua companheira (interpretada por Ellen) possa receber benefícios de pensão.

2ª vez! Kesha celebra casamento  de amigos gays.


Cantora celebrou união homossexual pela segunda vez na vida
Pela segunda vez, Kesha celebrou a união de um casal homossexual. Em seu Instagram, a cantora postou a foto da união de seus amigos Vittorio Masecchia e Felipe Nogueira.

Na legenda da imagem, a artista escreveu: “Tudo o que você precisa é de amor”. Em 2012, a intérprete de “Tik Tok”, já havia casado duas amigas. “Não consigo entender porque qualquer pessoa ou qualquer lei ficaria entre qualquer tipo de amor”, disse.

Música/Clipe (Cross-Dressing): "Nippon Manju" com Lady Baby.



BRASIL E´ FODA



Música/Clipe (gay): "WILD" com Troye Sivan.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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