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MINHA VIDA GAY

‘Precisava fazer alguma coisa’ diz Tim Cook sobre ter saído do armário publicamente em 2014 .


Tim Cook, CEO da Apple, no programa “The Late Show”, da CBS.

CEO da Apple explica que se sentiu na obrigação de ajudar crianças discriminadas nas escolas.

A decisão de falar publicamente sobre sua orientação sexual não foi fácil para Tim Cook, CEO da Apple. O homem que substituiu Steve Jobs na gigante da tecnologia nunca escondeu que é gay para seus amigos e colegas mais próximos, mas, em outubro do ano passado, pela primeira vez ele falou abertamente sobre o assunto, ao publicar uma espécie de manifesto no site Bloomberg Business Week, em que falou sobre o orgulho e a dádiva de ser gay.

Em uma entrevista nesta terça-feira à noite a Stephen Colbert, no programa “The Late Show”, da CBS, o empresário explicou que sempre valorizou sua privacidade, mas que, por reconhecer a luta de crianças que são discriminadas, se sentiu na obrigação de ajudar a mudar isso, dizendo ao mundo que o mais alto executivo de uma das empresas mais valiosas do mundo é gay.

“Tornou-se tão claro para mim que as crianças estavam sofrendo bullying nas escolas, que estavam sendo simplesmente discriminadas, algumas estavam sendo rejeitadas pelos próprios pais, e eu precisava fazer alguma coisa”, disse Cook. “Embora eu valorizasse minha privacidade, senti que a estava volorizando muito acima do que eu poderia fazer por outras pessoas. Então eu quis dizer a todos a minha verdade. Senti uma tremenda responsabilidade de fazer isso”.

As declarações de Cook em 2014 foram marcantes para o mundo corporativo. O CEO da Apple foi e continua a ser o único presidente abertamente assumido entre as 500 maiores empresas dos Estados Unidos. Sua orientação sexual, no entanto, não era um segredo para muitos funcionários da Apple.

“Muitas pessoas já sabiam, então para várias não foi uma revelação”, comentou Cook, antes de aproveitar para citar um gadget de sua própria marca. “É como descobrir algo em seu iPhone. Sempre esteve lá, mas você ainda não tinha certeza disso. Não foi uma revelação para um monte de gente com quem trabalhei, mas talvez tenha sido para um universo mais amplo”.

Eric Fanning: Obama indica gay como 1º  secretário do exército.


Fanning tem 'anos de provada experiência', segundo Obama


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou na sexta-feira, 18, a indicação de Eric Fanning como primeiro-secretário do exército americano.

Até aí nenhuma novidade, se o anunciado para o cargo civil mais importante do Exército do país não fosse declaradamente gay. Ou seja, um marco!

Segundo a Agência Efe, se o nome de Fanning for confirmado pelo Senado, ele substituirá o atual secretário do exército, John McHugh, que manifestou a intenção de se aposentar em novembro, após seis anos no posto.

Desde julho, Fanning exerceu algumas vezes a função de subsecretário do exército interino, e hoje Obama reconheceu em comunicado seus “anos de provada experiência e liderança excepcional”.

Casal gay pede reparo e técnico da GVT troca nome da rede wi-fi para “viadão”.




Se liga nesse absurdo que o casal de empresários Rodrigo Vilar, 38, e Giorgio da Silva, 35, foi obrigado a passar. Os dois foram vítimas de uma piadinha idiota feita por um técnico da GVTque fez reparo no telefone da empresa de sua propriedade, localizada em Recife (PE), nesta sexta-feira (18).

De acordo com Vilar, o técnico mudou o nome da rede de internet sem fio para “viadao”. Antes do atendimento, a rede estava com o nome da loja de chás do casal, conforme revelaram em entrevista ao UOL.

“Quando o técnico saiu fomos conectar os aparelhos à internet e procurei o nome da loja, mas não aparecia. Até brinquei com uma cliente ‘tem uma rede aqui viadao que está bem forte’. Na mesma hora tive um estalo, pedi para que a cliente colocasse a senha do nosso WiFi, que é a data que conheci meu marido, e para nosso constrangimento, a rede conectou”, contou Vilar.



Juntos há três anos, os empresários disseram que em nenhum momento o técnico esboçou ação discriminatória sobre a orientação sexual deles durante o serviço. “Ele estava o tempo todo no celular com alguém e não falou nada. Só ao sair disse que estava tudo ok, foi quando descobrimos essa brincadeira totalmente pejorativa. A gente se trata por amor e ele pode ter ouvido isso”, contou Vilar. O sistema de segurança da loja registrou todo o serviço do técnico.

Câmera de segurança mostra visita do técnico à casa de chás (Foto: Rodrigo Vilar/Acervo Pessoal)

Eles destacaram que a sexta à tarde é o período de maior movimento na loja e, por conta disso, o casal e clientes se sentiram constrangidos com a atitude. “A loja é um lugar que família, casais e muitos trazem as mães para mostrar nossa história. Esta foi a primeira situação transparente, declarada, que passamos. Mas, preferimos que isso acontecesse com a gente porque se fosse um casal mais novo poderia não ter maturidade de como agir. Hoje a gente se aborrece, mas quando você se posiciona, tem sua vida definida, fica mais fácil cobrar respeito”, disse o empresário.

Na noite desta sexta-feira, quando a loja fechou, o casal tentou registrar Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia do bairro de Boa Viagem, localizada na zona Sul de Recife, mas o expediente havia encerrado.

À publicação, eles disseram que vão procurar um advogado na próxima segunda-feira (21) para ingressar com ação na Justiça. Vilar e Silva registraram o ocorrido na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) na noite desta sexta-feira.

Em nota, a Telefônica Vivo, que é detentora da GVT, disse que repudia atitude descrita pelo casal e informou que vai apurar o caso com rigor. “Se constatada a conduta incorreta, totalmente conflitante com a orientação da companhia, tomará medidas administrativas rigorosas e reforçará ações de orientação para evitar que situações desse tipo voltem a ocorrer”, disse.

Música/Clipe: "É da Rádio?" com Banda Uó



Show Completo: Queen + Adam Lambert no Rock in Rio 2015.




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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Muito bonita a atitude do CEO da Apple. Muitas vezes nos preocupamos como será o nosso acolhimento nos diferentes grupos que vivemos, seja família, trabalho, escola, entre outros - mas esquecemos que somos partícipes e ferramentas chave nesse processo de aceitação da sociedade. Devemos mudar os clichês e derrubar tabus. Precisamos servir de exemplo e ser pioneiros no difícil presente que enfrentamos para que a posterioridade não sofra pelo atraso causado por nossa inércia.

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