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MINHA VIDA GAY

Casamento de Mayara e Naiara é o 1º entre pessoas do mesmo sexo do Rock in Rio.

Mayara e Naira durante cerimônia de casamento na capela do Rock in Rio

Organizadora de eventos e técnica em informática ficaram noivas em 2013 durante o show da Beyoncé no Rock in Rio 2013.

Naiara Santana, de 23 anos, organizadora de eventos, e Mayara Monteiro, de 24, técnica em informática, oficializaram a união neste sábado (26) no Rock in Rio. Elas protagonizam o primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo da história do festival.

Mayara (esq.) e Naira sorriem após gritos do público no Rock in Rio

Sendo ovacionadas pelo público, elas entraram na capela da Cidade do Rock, ambas vestidas de noiva, e foram recepcionadas pela juíza Maria Vitória Guimarães Rivera, do 5º registro civil. "Temos que representar muito bem esse momento histórico e dar credibilidade ao ato. É muita responsabilidade, estamos nervosas, mas preparadas", disse Naiara pouco antes da cerimônia. "Eu me sinto poderosa e feliz com a chance de me casar no Rock in Rio hoje", completou Mayara.

Juntas há três anos, Mayara e Naiara ficaram noivas em 2013 durante o show de Beyoncé no Rock in Rio 2013. "Quando ela me pediu em casamento aqui no Rock in Rio, em 2013, por um segundo eu pensei: 'E se nosso casamento fosse aqui?' Mas jamais sonhei que realmente poderia ser possível. E aconteceu!", festejou Naiara. "Fiquei nervosa e com as mãos suando. O casamento é a concretização do nosso relacionamento", completou ela, emocionada.

As duas moram juntas no centro do Rio há apenas uma semana. "Já formamos uma família porque temos uma cadela chamada Blue", pontuou Mayara. "Sempre quis me casar e sonhei em me casar com ela. Escrevi os meus votos já quando ela me pediu em casamento. Semana passada resgatei o documento e li durante a cerimônia. A gente se ama e o amor vai prevalecer sempre", declarou Naiara.

A lua de mel vai ter que ser deixada para o mês que vem, em função do trabalho delas, mas deverá acontecer em Búzios.

Casamento homoafetivo coletivo envolve 40 casais em Florianópolis.



Quarenta casais homoafetivos participam na noite deste sábado (26) de uma cerimônia coletiva de casamento civil em Florianópolis. A iniciativa, uma parceria entre o Tribunal de Justiça de Santa Catarina e a Associação Amigos em Ação de Santa Catarina, tem como objetivo promover a cidadania.

A cerimônia, que começou por volta das 18h, reuniu aproximadamente 800 pessoas em um hotel da região continental da capital. Cada casal teve direito a levar 20 convidados para a cerimônia, conduzida por um juiz de paz representante de todos os cartórios envolvidos.

"Eles já saem com as certidões de casamento civil nas mãos", disse Natascha Cunha, presidente da associação. Todos os casais foram orientados a usar branco, como símbolo da paz. A maior parte dos casais era formada por mulheres.

"Temos casais que estão juntos há anos e lutam diariamente por seus direitos. Alguns que já são pais e mães, outros não possuem mais família. Temos jovens que sofrem desde o colegial, e senhoras que sofreram uma vida inteira com preconceito", declarou Luciana Silva, coordenadora do projeto.

De acordo com a organização, toda a documentação foi feita gratuitamente, sem custo aos noivos.


Cada casal teve direito a convidar 20 pessoas para casamento coletivo
homoafetivo em SC (Foto: Amigos em Ação/Divulgação)

Transexual adota novo gênero e nome no RG após um ano de burocracia.


Cibely conseguiu tirar uma nova carteira de identidade

Depois de mais de um ano de burocracia, Cibely Christina Batista Ferreira, 30, conseguiu tirar uma nova carteira de identidade. Não se trata apenas de uma segunda via, mas de uma atualização com novo nome e gênero. "Agora sou uma mulher de verdade", disse Cibely, ao retirar o novo documento no Poupatempo Sé, em São Paulo.

Desde a infância, vivida em Barro, município do Ceará, Cibely se sentia mulher. Com toda razão, ela não revela o nome antigo "nem morta". "É um passado que prefiro esquecer, pois sofri muito sem poder ser eu mesma, enfrentando situações de imenso constrangimento."

Após assumir a nova identidade, na idade adulta, continuou a enfrentar preconceito quando precisava mostrar o RG com o nome masculino. Com a ajuda de advogados voluntários do Centro de Referência Trans, da Secretaria de Saúde de São Paulo, Cibely trilhou um longo caminho até conseguir um documento com a identidade que sempre sonhou.

"Agora posso voltar a estudar, sem o risco de sofrer bullying na hora da chamada. Vou tirar uma nova carteira de trabalho e voltar ao mercado", falou Cibely, que trabalhou até recentemente como monitora de qualidade de uma empresa de call center.

Aos que também querem mudar o nome no registro civil, ela recomenda coragem e disposição para vencer a luta. "São inúmeras certidões para pedir em cartórios, muitos documentos e taxas, mas vale a pena para quem quer se sentir verdadeiramente feliz com a própria identidade."

"Recebi o apoio total da minha família, que me ajudou a conseguir os documentos. O apoio dos familiares e dos amigos é importante, mas, acima de tudo, o que conta é o sentimento e a liberdade de escolha do ser humano. Agora ajudo uma amiga que também sonha em oficializar sua nova identidade. O documento deve se adequar à pessoa, e não o contrário."

Gays só querem saber de pegação e sexo sem compromisso ou namoro sério?



Taí um dos maiores questionamentos sobre os relacionamentos entre gays. Enquanto muita gente procura um namorado pra viver lindos momentos de romance, outros só querem saber de pegação, sexo sem compromisso e diversão a qualquer custo.

Certo ou errado? Promiscuidade ou liberdade?

Não podemos julgar, afinal, cada um sabe o que é melhor pra si. Mas podemos observar, discutir e falar abertamente sobre como nós gays encaramos o compromisso sério. Se você quer participar dessa conversa, tá na hora de dar o play no terceiro vídeo do especial sexo e relacionamento que o Põe na Roda está promovendo nesta semana.

Mais abaixo, a gente colocou os outros vídeos do “Ajuda, Põe na Roda”, pra facilitar sua vida1 =)




Sou passivo, fico de pau mole durante o sexo e só consigo transar no escuro.



Você já parou pra pensar que neste exato momento, milhares de pessoas ao redor do mundo estão fazendo sexo, realizando fetiches e gozando litros?

Mas acredite, nem todas essas transas são realmente satisfatórias. O fato é que o sexo anda de mãos dadas com encanações das mais variadas. Pessoas de todos os tipos tem complexos profundos com seus corpos, com suas maneiras de sentir prazer e isso acaba provocando uma enorme frustração e retração no comportamento sexual.

Neste novo vídeo do “Ajuda, Põe na Roda”, a gente recebeu um e-mail de um seguidor, que só consegue transar com a luz apagada. Além disso, ele satisfaz o namorado ativo, mas não consegue gozar durante a relação, mesmo sentindo prazer anal.

A gente falou também sobre gays passivos que ficam de pau mole durante o sexo. Isso te brocha?



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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