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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Casa Branca: Professora demitida por ser lésbica se  encontrará com o Papa Francisco.


Papa Francisco será recebido na Casa Branca nesta quarta-feira



A professora Margie Winters é uma das pessoas convidadas à recepção que o Papa Francisco terá na quarta-feira, 23, na Casa Branca, nos Estados Unidos.

Margie, de 50 anos, foi demitida, em junho, pela Waldron Mercy Academy, uma escola católica nos arredores da Filadélfia, por ela ser casada com outra mulher.

A demissão ocorreu por causa de um pai de aluno que se queixou à Arquidiocese da Filadélfia, que depois se manifestou a favor do desligamento da funcionária.

Margie foi convidada à recepção do Papa pela Human Rights Campaign, maior entidade LGBT dos Estados Unidos.

USA: Humilhante - Mulher transgênero é detida em aeroporto após scanner identificar seu genital como anomalia.




A escritora Shadi Petosky foi detida por seguranças do Aeroporto Internacional de Orlando, em Los Angeles, após o scanner corporal identificar o pênis da mulher como uma 'anormalidade'.

Em sua conta no Twitter, Shadi postou fotos da sala para onde foi levada, onde ficou por cerca de 40 minutos e acabou perdendo o voo.

Na sala com agentes da Administração de Segurança nos Transportes (TSA, na sigla em inglês), Shadi disse ter esclarecido o 'item anormal' identificado entre as pernas dela. "Isso é meu pênis", explicou.

Após a afirmação, ela passou pela revista íntima e disse ter se sentido humilhada. Para ela, os funcionários do aeroporto não estavam preparados para lidar com pessoas transgêneros.

"Fiquei envergonhada com isso. É apenas uma coincidência que eu receba um 'tapinha' nos meus órgãos genitais e ainda seja revistada pelo pior agente que acredita que eu carrego explosivos", conta ela ao The Daily News.

Após as declarações de Shadi à imprensa e no Twitter, a TSA afirmou "que leva muito a sério toda e qualquer possível violação aos direitos civis. Nós estamos apurando a situação para obter mais informações".

No Twitter, a escritora esclareceu que não está apenas querendo chamar atenção. "Muitas pessoas estão me dizendo que eu quero ser uma vítima. Não. Esta história está sendo contada porque eu não quero ser uma vítima", escreveu ela.

Volta aos anos 80? Hotel expulsa soropositivo  e queima seus lençóis.


Atitude lamentável: resort discriminou hóspede soropositivo

Um hotel no Chipre, país europeu no Mar Mediterrâneo, se comportou como se estivesse no auge da epidemia da aids na década de 1980 quando a doença causava pânico generalizado e não tinha tratamento.

Um hóspede britânico do resort de Paphos sofreu uma queda e foi levado a uma clínica. Lá, ele informou que era soropositivo. A surpresa veio quando ele retornou ao hotel. O homem foi informado que ele não poderia ficar mais lá.

A clínica quebrou a confidencialidade do paciente e, pior, disse ao hotel que sua roupa de cama deveria ser queimada e seu quarto desinfetado! “É como nos anos 80 antes de sabermos o que o HIV era”, disse Stella Michaelidou, chefe do Centro de Apoio ao HIV/Aids local, ao jornal britânico Daily Mail.

Para piorar ainda mais, outros hotéis e clínicas da região souberam que ele estava com HIV e ninguém quis atendê-lo. Segundo a publicação, o homem teria passado de cinco a seis dias sem tratamento, pois ele ainda se sentia tonto por causa da queda, até retornar ao Reino Unido.

O Ministério da Saúde abriu investigação sobre o caso.

Transfobia: Nove transexuais são  presas na Indonésia.


Lei municipal não pune transexuais, mas lei islâmica, sim

Nove transexuais foram presas na província de Aceh, na Indonésia, pela polícia religiosa, acusadas de crossdressing. Pela legislação do país, a transexualidade não é ilegal, já pela Lei da Sharia, é uma violação.

“Eles, transgêneros, foram pegos por violar a lei islâmica, mas eles não estão violando a lei municipal”, disse o chefe de polícia, na segunda-feira, 21.

As vítimas foram detidas, tiveram suas identidades verificadas e depois foi pedido que elas voltassem para suas cidades de origem.

Segundo a agência estatal Antara, as mulheres estavam em um salão de beleza, onde trabalhavam, e foram denunciadas por moradores locais que suspeitavam de prostituição.

Nojento! Deputado do Maranhão diz que  índios são 'bando de viadinhos'.


Homofóbico teve de pedir desculpas. Convenceu?


O deputado estadual Fernando Furtardo (PC do B) do Maranhão conseguiu ser discriminatório com dois grupos ao mesmo tempo.

Em audiência pública em São João do Caru (a 359 km de São Luís), o intolerante chamou indígenas da terra Awá-Guajáde de “bando de viadinho”.

O discurso ocorreu em 4 de julho, mas só se tornou público na nessa segunda-feira, 21. “Lá em Brasília, o Arnaldo Lacerda, [presidente da Associação dos Produtores Rurais Caruenses] viu os índios tudo de camisetinha, tudo arrumadinho, com flechinha, tudo um bando de viadinho’, disse.

E continuou: “Tinha uns três que eram viado, que eu tenho certeza, viado. Eu não sabia que tinha índio viado, fui saber naquele dia em Brasília. Índio viado. Então é desse jeito que tá. Como é que índio consegue ser viado, ser baitola e não consegue trabalhar, produzir? Negativo”.

Logo após tomar conhecimento do caso, o PC do B divulgou nota de repúdio às declarações.

“O deputado ofende não apenas índios e homossexuais, como também a história e o programa do Partido Comunista do Brasil, sempre à frente das lutas pela garantia da igualdade e dos Direitos Humanos. Consideramos a declaração do deputado uma falta grave cometida contra índios, homossexuais e com o nosso partido”, diz o texto.

Depois da nota comunista, o homofóbico pediu desculpas em comunicado oficial enviado à imprensa. “Venho a público fazer uma retratação formal em relação aos indígenas, homossexuais, ao PC do B e a todo o povo do Maranhão. Gostaria de reforçar que em nenhum momento tive a intenção de denegrir a imagem do povo indígena que muito contribuiu para a formação do povo brasileiro, em especial do Maranhão. Infelizmente, me deixei levar pelo calor do momento e acabei falando o que não condiz com o meu pensamento e minha formação.”

Escola no Rio adota termo 'alunxs' para se referir a estudantes sem definir gênero.


Professor do Pedro II muda cabeçalho de prova para suprimir gênero


Docente recorre a palavra sem artigo "a" e "o" em cabeçalho de prova, enquanto coordenador prega aviso na parede.

O "x" pode deixar de ser a principal letra usada na matemática para se tornar protagonista em diferentes disciplinas escolares. O uso da letra para suprimir gêneros não é novo. Nós do Gay1, movimentos LGBT e feministas já pregam a utilização de termos como "médicx", "enfermeirx" e "advogadxs". A novidade está no recurso em ambientes escolares. No Colégio Pedro II, em São Cristóvão, o "x" no lugar das letras "a" e "o" já está em avisos institucionais em murais e em cabeçalhos de provas. Para especialistas, é importante o debate sobre gênero, mas eles sugerem cuidado ao se decidir quando fazer isso.

"A alteridade faz parte do universo escolar. Por isso, é importante o jovem já saber isso no colégio. A questão é que o aprendizado é feito em etapas. O estudante precisa primeiro entender o que é gênero e sua aplicação linguística para depois debater sobre ela. É necessário, portanto, pensarmos em que momento esta discussão e estas supressões de gêneros nas palavras devam ser iniciadas" afirma Anna Fernandes, pedagoga especializada em alteridade pela UFRJ.


No Pedro II, as primeiras menções ao termo "alunxs" foram feitas pelo grêmio do colégio em seus jornais e informes. A atitude chamou atenção do professor de Biologia Alex Von Sydow que, ao conversar com os estudantes, soube que este assunto já estava sendo tratado em outras aulas como a de Sociologia.

O colégio afirma que não indica e nem proíbe o uso de termos em que o gênero é suprimido. Na entrada de uma de sua unidades, um aviso para falar de mudanças no cotidiano devido a uma obra, assinada pelo coordenador de disciplina Raul Oliveira, já adere, logo no começo, com “Prezadxs alunxs”. O Ministério da Educação afirma que há indicações para comportamentos que visem preservar a alteridade de gênero, como garantias de banheiros de acordo com a identidade de gênero, mas que não há nenhuma determinação sobre o uso de termos como “alunxs”.

O que é apontado pelos professores é que um debate não pode se sobrepor ao próprio aprendizado. Alex acredita que este tipo de discussão deve ser feita nas séries finais do ensino fundamental e no ensino médio, ambientes onde os estudantes possuem mais maturidade para este processo de desconstrução.

Apesar desta indicação, o aviso sobre mudanças no dia a dia devido as obras no colégio Pedro II estava na porta da unidade que trabalha com as séries do primeiro segmento do ensino fundamental.
 

RJ: Mais violência - Cartazes de grupo nazista ameaçam gays, negros e muçulmanos em Niterói.


Cartazes de grupo nazista ameaçam gays, negros e muçulmanos em Niterói


Em Niterói (RJ), um grupo inspirado na organização americana Klu Klux Klan espalhou cartazes com ameaças a “comunistas, gays, judeus, muçulmanos e negros”. De acordo com o jornal O Globo, os cartazes foram espalhados no centro da cidade, na Praça Juscelino Kubitschek, no último sábado (19).

O grupo, que se intitula ‘Imperial Klans of America Brasil’, diz “estar de olho” e que vai responder com violência em “qualquer ato de agressão em solo brasileiro”.

“United Klans of America Brazil não vai comprar a esta retórica RACIAL que está sendo espalhados por todo o país que se destina apenas a dividir o povo. Nós vamos caçar qualquer um que deseje nosso país e seus cidadãos (sic)”, diz um dos cartazes.


Ainda segundo O Globo, essa não é a primeira manifestação de intolerância atribuída a grupos neonazistas em Niterói. Agressões contra um nordestino e um ato de vandalismo contra a sede de um grupo de diversidade foram registrados nos últimos dois anos.


A organização americana United Klans of America é vinculada ao Klu Klux Klan desde os anos 60, época em que era considerada “a mais violenta” facção da KKK nos Estados Unidos.
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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Tantas coisas boas para importar, e esses idiotas vão importar logo essa coisa anacrônica e sem noção da United Klans of America. A Klu Klux Klan já devia ter sido queimada dos arquivos e expurgada de nosso meio. Xenofobia ou qualquer forma de preconceito não tem espaço em uma sociedade plena. Pena que tenha tanta gente de cabeça oca que se deixa levar pela cabeça doentia de alguns e embarque numa onda furada dessas.

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