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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Rússia cancela festival  de cinema LGBT.


Evento é um dos únicos arco-íris no país


A intolerância aos cidadãos arco-íris permanece na Rússia. Um dos únicos festivais de cinema LGBT do país foi cancelado.

De acordo com o site Digital Spy, o Moscow Premiere foi substituído por “positivo, voltado aos jovens” chamado Festival da Juventude e da Afirmação da Vida.

O evento original teve financiamento cortado e ação está sendo encarada como parte de uma campanha homofóbica que segue em curso na Rússia.

Malawi não terá referendo  sobre casamento gay.


Presidente Mutharika deu a entender que haveria referendo sobre união entre pessoas do mesmo sexo


Um porta-voz do governo do Malawi negou que o país fará um referendo a respeito do casamento gay.

O assunto veio à tona após uma fala do presidente Peter Mutharika. Ao Malawi Broadcasting Corporation, o líder do governo do país falou que a questão da união gay ficaria a cargo de um referendo popular.

Entretanto, o porta-voz afirmou que Mutharika estava falando de sua própria opinião e que nem que ele quisesse não poderia criar um referendo, já que o Parlamento é que legislar sobre o tema.

De cada 10 católicos norte americanos, seis apoiam o casamento gay.




Depois do presidente dos EUA Barack Obama conseguir autorizar o casamento gay no país e do papa Francisco dizer que ele não poderia julgar os homossexuais de boa fé, a maioria dos católicos norteamericanos dizem que apoiam a união gay.
 
O estudo realizado pelo Instituto Público de Pesquisa de Religião, da Henry Luce Foundation, entrevistou 1.331 pessoas, em agosto desse ano. Na pesquisa, 60% dos católicos são a favor do casamento gay, 53% discordam que o casamento gay vai contra a sua fé e 76% se disseram a favor de leis que protejam a comunidade LGBT.
 
Segundo o estudo, os católicos são contra leis que criem exceções baseadas na liberdade religiosa: 65% rejeitam que haja desculpa para discriminar homossexuais em comércios por motivos de fé. O estudo também aponta que os fiéis cobram um melhor posicionamento do papa Francisco para as questões da união gay.

Cinco policiais são suspensos após  extorquirem casal gay nas Filipinas.


Caso motivou uma coletiva de imprensa na capital do país


Cinco policiais foram afastados de suas funções após um casal gay denunciar que foram extorquidos e humilhados por eles.

Uma das vítimas procurou um colunista do jornal Phillipine Daily Inquirer e o caso veio à tona forçando a polícia a marcar uma coletiva de imprensa para se explicar.

Michael Hingpit contou que ele e o namorado foram arrancados de dentro de um táxi na madrugada de 28 de agosto pelos policiais que diziam que eles portavam metanfetaminas.

Na delegacia, os oficiais lhes pediram dinheiro, bateram em Hingpit e ainda tentaram forçar que as vítimas praticassem sexo oral na tentativa de humilhá-los.

Os corruptos pediram 25 mil pesos filipinos (cerca de US$ 500), e Hingpit pediu que sua irmã fosse à delegacia levar para que fossem soltos. Ela levou apenas 4.500 pesos.

Na coletiva de imprensa, o superintendente-chefe da polícia de Manila, a capital filipina, disse que as armas dos envolvidos foram confiscadas e que o delegado responsável pelo distrito onde ocorreu o caso foi demitido.

Nas Filipinas, país de maioria católica, a tolerância a homossexuais tem aumentado apesar de não haver nenhuma lei nacional que puna a homofobia (há somente em algumas regiões). O casamento gay não é legalizado e homossexuais podem servir as Forças Armadas, desde 2009.

Parlamentares 'pró-família' pedem que STF  rejeite criminalização da homofobia.


Câmara pode ser obrigada a legislar sobre criminalização da homofobia


A homofobia tem de continuar machucando gays e lésbicas e até ceifando vidas. Ao menos se depender dos parlamentares homofóbicos que formam a Frente Parlamentar da Família e Apoio à Vida, com 198 deputados federais e senadores.

O grupo pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeite uma ação que pode criminalizar a homofobia no país. Segundo o site Consultor Jurídico, para a frente, a medida ameaçaria “protestantes, evangélicos e católicos” e desrespeitaria o “entendimento cristão majoritário” no país, segundo petição de amicus curiae apresentada na terça-feira, 1º.

Desde 2013, o PPS reclama que o Congresso Nacional “pura e simplesmente se recusa” a votar projeto de lei sobre o tema, deixando a população LGBT “em um verdadeiro limbo deliberativo”. Assim, o partido quer que a corte mande o Legislativo votar o tema em até um ano ou até decida, por conta própria, reconhecer como crime homicídios, ameaças e agressões motivadas por orientação sexual ou identidade de gênero.

Em Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão, o PPS entende que o Supremo pode atuar diante da inércia do Congresso, pois a Constituição Federal já criminaliza o racismo e manda punir a discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais. A sigla quer ainda que o tribunal reconheça a responsabilidade civil do Estado Brasileiro, tornando a União obrigada a indenizar pessoas vítimas de todas as formas de homofobia e transfobia.

Já a Frente Parlamentar avalia que, se o Supremo concordasse com a ação, criaria “postura tão inovadora quanto insólita no circuito mundial da jurisdição constitucional”, pois o Poder Judiciário não poderia criar ou induzir a criação de um tipo penal em pleno regime democrático. O grupo avalia ser indevido o uso do Direito Penal para decidir “controvérsias ideológicas”.

Ainda na avaliação dos deputados e senadores, cabe ao Judiciário aceitar e proteger a diversidade de pensamento. “A democracia deve ser respeitada, assim como o entendimento cristão majoritário, e ainda que fosse minoritário, de que o homossexualismo (sic) discrepa da vontade divina para a humanidade, havendo Deus criado homem e mulher e, desse modo, constituído a família segundo o modelo da heterossexualidade”, afirma a petição.

O documento é assinado pelo senador Magno Malta (PR-ES), presidente da Frente Parlamentar. Os deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ), Marco Feliciano (PSC-SP) e Tiririca (PR-SP) são alguns dos membros. Já entraram como amici curiae a Associação Nacional de Juristas Evangélicos, o Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual, o Grupo Gay da Bahia e a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneres (ABGLT).
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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