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CONTOS DO LEITOR



Onde impera o desejo de cada dia





Alguém já teve um daqueles dias, em que se acha que tudo esta de pernas para o ar e que por mais que você lute, o mundo parece desabar sobre sua cabeça? Dia, que nada dá certo? Onde até uma trepada com a gata mais gostosa, se torna insonsa? É o dia do desespero, da reflexão, e poder por para fora, todo seu trauma e tentar saber se não existiria uma saída honrosa, para tão conturbado momento.

O momento de incerteza, era o que o jovem executivo, estava vivendo. Tinha tudo que o vil metal poderia comprar, mas a paz interior, a satisfação de poder dizer eu sou feliz, por que tenho o que quero e faço realmente o que gosto, ele não conseguia ter. Não. Não era feliz! Sentia que tinha que encontrar algo que o mantivesse, aqui nesse mundo, onde se dizia que cada um vivesse a vida da melhor forma que pudesse.

Era noite!

Carlos levantou-se da cama, olhou para o lado e viu, o belo corpo nú, da jovem loira, que era sua secretária e com quem tinha um, vamos assim dizer, caso. Nada oficializado, pelo menos não da parte dele, mas que ela sonhava, em breve ser. Era bela, com curvas generosas, onde a bunda arrebitada sempre se destacava, combinando com o frontal do corpo, onde os seios se mantinha em uma firmeza quase que inverossímil. Enfim, Barbara, fazia jus ao nome, pois era uma jovem que trazia consigo o DNA da formosura. Inteligente, solicita para qualquer ocasião, ela galgara dentro da empresa, postos, sem precisar deitar no sofá de ninguém. Chegara ao cargo de Secretária executiva do Dr. Carlos, por méritos. Para ter um caso com ele, foi um passo, já que sua beleza o impressionara e ela não se fez de rogada, na primeira oportunidade que os dois tiveram de ficarem juntos. Cedeu, gostou e continuou cedendo, sempre que ele solicitava, sua companhia, para os mais variados eventos, dos quais participava. Aquele tipo de relacionamento, já vinha acontecendo a pelo menos 6 meses.


Até que no inicio, Carlos achou deliciosa a companhia da jovem. Mas com o passar do tempo, foi achando que estava fazendo algo que parecia automático. Sempre que havia algum lugar para ir, ele estava com ela a tira colo e quando não eram os eventos, cabia, aos finais de semanas ficarem juntos. Dai o sexo rolava, sem muitas preliminares, já sem o tesão do inicio, sem achar que as nádegas que outra, despertava o seu tesão, por entender que entre elas, haveria uma consumação dos prazer exaltados.

Quando a colocava de quatro ou mesmo de bruços e penetrava seu ânus, por vezes chegara amolecer e o membro escapar e não se recuperar mais em sua dureza. Era vexatório, ter que alegar que problemas na firma o estava deixando extenuado. Ela sabia que não era nada disso, pois estava atenta a tudo que acontecia dentro da empresa. Até, com certo convencimento, ela não entendia, como seu belo corpo não o atraía mais.


Aquela noite começara assim, com uma senhora brochada. Carlos olhou para o corpo dela, passou a mão sobre uma das nádegas a apertando de leve, separou-a um pouco e pode visualizar as pregas daquele belo ânus. Ia toca-lo com um dedo, mas desistiu. Olhou para o relógio de parede. Era cedo ainda. Levantou-se e foi para o banheiro, onde tomou um ligeiro banho e depois no quarto de se vestir, escolheu uma roupa. Sentou-se na banqueta para calçar as meias e imaginar onde iria.

Quando o carro esportivo, ganhou as avenidas da cidade, ele sentia no rosto, o vento fresco da madrugada que se iniciava. Imaginou a surpresa da jovem quando acordasse e não o encontrasse do seu lado, a não ser o bilhete e o cheque.

Assim que adentrou ao local, ao lado do estacionamento privativo daquele club na região oeste de Sampa, ele recebeu aquele golpe de ar, quase que escaldante, que vinha do interior do estabelecimento onde borbulhavam pessoas, em sua grande maioria do sexo masculino. Era um local destinado a todo tipo de fauna, só que naquele inicio de madrugada, o que prevalecia mais era a horda masculina, com suas masculinidades afetadas ou simplesmente camuflada, como era o caso de Carlos.

O calor humano, tomou conta de si e quando se instalou no balcão, pediu uma bebida forte. Depois de tomar um gole da mesma, passou a percorrer o local. Pagou o que tinha tomado e se dirigiu para um local, onde um palco de madeira, com uma espécie de passarela que se estendia uns 4 metros para o meio de uma platéia reunida em torno da mesma, em ambos os lados, se acotovelavam esperando alguma coisa que iria surgir por detrás da cortina avermelhada.

Conseguiu com um pequeno esforço ficar a uma distancia bem confortável, que lhe possibilitaria ver tudo que iria acontecer, bem de perto.

Todas as luzes se apagaram, e a voz estridente do locutor do evento se fez ouvir, anunciando que quando as cortinas se abrissem, iriam ver o que de mais sensual poderiam ver num ser humano." Com vocês Narciso, o belo, e Adônis o potente". Quando um facho de luz formou um circulo na cortina, a mesma foi se abrindo e Carlos, como os demais, viram surgir, uma confortável cadeira no centro do palco. Não demorou muito para que a mesma fosse ocupada por um jovem, que sem dúvida, era o Narciso, pois tinham uma beleza que saltava aos olhos. Olhou, para a plateia e depois cruzou as pernas, passando a olhar para as mãos. A música começou a ficar intensa e quando um certo canto do palco foi iluminado, todos viram Adônis, só de sunga, ostentando um volume invejável, que foi se aproximando do primeiro personagem, até que ficou a menos de dois passos. O que estava sentado, sinalizou com o dedo, para que o recém chegado se aproximasse mais. Quando isso aconteceu, o mesmo estirou a mão, que foi direto para a masculinidade do outro. Alisou por alguma tempo, encostou o rosto sobre a protuberância, enquanto que com os dedos nas laterais da peça de roupa, foi baixando-a até que um pau rosado, escapuliu e ficou de encontro a boca de Narciso, que não se fez de rogado e abocanhou a bela pica.





Nesse instante, o palco começou a girar, o que permitiria a todos verem a mesma cena. Gritos de tesão, se ouvia. Carlos, analisava o que via e sentia que estava ficando de pau duro. Não entendia o que estava ocorrendo. A excitação era enorme e ele procurou, sob protesto de alguns, se aproximar mais. Estava achando lindo demais a cena. Quando os dois personagens se abraçaram trocando beijos calorosos, ele começou a sentir que alguma coisa dura estava encostada em sua bunda. A sensação fora de surpresa, não pelo atrevimento, mas pela deliciosa sensação que estava tomando conta de todo seu corpo. Olhava para a cena que se desenrolava no palco, agora com Narciso, sendo despido e se preparando para sentar no colo de Adônis, que lubrificava a sua enorme vara. Quando o belo rapaz, se posicionou sobre o outro e levando a mão sob seu corpo pegou o membro e o direcionou para seu ânus, arreando o corpo lentamente, o palco começou a girar novamente. De bunda bem empinada, ele permitiu a todos que vissem que uma boa parte do pau estava dentro do seu orifício. Aplausos e gritos insanos, se ouviam por todos os lados.




Na segunda rodagem da cena, já se podia observar o subir e descer do corpo sobre a pica, que era em toda sua extensão utilizada.

Atrás de si, Carlos notara que aquilo que estivera duro sob a roupa, estava exposto. Queria se virar para dar um esporro, mas não queria se sentir fora daquele contato e por isso mesmo, quando as luzes se apagaram, ele aproveitou para levar a mão para trás e segurar em algo que o fez suspirar de tesão. Tinha na mão uma pica endurecida, que era quente e pulsante. Desceu mais a mão e tocou nos ovos, que procurou sentir um por um entre os dedos. Quando as luz centralizou a passarela, os dois personagens, estavam a menos de 1m de distância, das mãos dos presentes. Narciso de quatro, sobre um almofadão se preparava para ter o rabo invadido, e quando isso aconteceu, ele soltou um grito cinematográfico e depois ficou gemendo a cada estocada que levava.

Uma mão, passou para a frente da calça de Carlos e procurou soltar o cinto da mesma. Feito isso, a calça foi abaixa, um palmo, junto com a cueca, e logo em seguida, ele sentiu em toda sua pujança, a quentura e latejamento da rola, que roçava sua bunda. Bem a sua frente, os dois artistas estavam travando a batalha da posse total, mas ele pouco via, apenas sentia todo aquele ato impensado de um cara estranho, que sem sequer ser visto, estava levando Carlos a diferir um prazer incontrolável de sentir. Como que adivinhando o que se passava na mente dele, a pessoa a suas costas, chegou com a boca em seu ouvido e sussurrou: " Estarei no sanitário. Onde você encontrar uma folha de papel higiênico dependurado é só empurrar que estarei te esperando com tudo isso, só para você."

Carlos mal tivera tempo de se recompor, quando Narciso e Adônis gritaram que iriam gozar e pouco depois, assim retirou o pau da bunda do passivo, o ativo mostrou o pau para todos que lançava jatos de espermas na passarela. Aplausos soaram e muitas cédulas de 10, 50 e até de 100, foram lançadas em direção aos dois atores.

Carlos estava em dúvida. Achava que tinha imaginado tudo que lhe acontecera. Mas ao cheirar sua mão, sentiu um perfume diferente do qeu usava. Pensou, pensou e ao relembrar os momentos vividos, sentiu que o tesão o dominava mais ainda. Ninguém o conhecia, portanto que mal haveria de se aventurar e ver o que sentiria na companhia de um homem.




Quando empurrou a porta do box, foi puxado para dentro do minúsculo local e teve sua boca esmagada por outra. Mãos, másculas alisaram seu corpo e foram soltando os botões de sua camisa. Seus mamilos foram torcidos e pouco depois chupados, fazendo sentir , o que a mulheres sentem, em sua grande maioria, quando são acariciadas nos seios. Teve sua calça e cueca descida e ao ser virado de costas, teve a bunda separada e a cabeça da rola, começou a passear em seu rego, provocando sempre uma comichão, quando passava sobre suas pregas. Foi colocado de joelhos sobre a tampa do vaso, e ele sentiu que era lambido de cima abaixo, por uma língua que umedecia tudo. Dois dedos foram inseridos no seu rabo. Provocou um certo desconforto, mas estava gostoso, tanto é que seu pau estava duríssimo. Com ansiedade, se preparou para ser invadido, quando o rapaz se portou atrás de si e separou suas nádegas Disse a si mesmo que não iria gritar na hora H, e não o fez mesmo. Um calor insuportável tomou conta de seu corpo, quando seu ânus se distendeu e permitiu a passagem da glande. Seguro pelos quadris ele amparou as estocadas e viajou no mundo do prazer. Começou a bater punheta. Nunca tivera sentido tanto prazer em uma foda, como estava sentindo naquele momento. Um barulhos começou a se ouvir, o que chamou a atenção de pessoas que estava do lado de fora. "Brincaram" por mais de meia hora, e banhados de suor procuraram levar a termo aquele ato, solitário, mas de grande presença de tesão. O estranho se agarrou com mais força e brindou o reto de Carlos com uma enxurrada de porra. Rapidamente se desligou, vestiu as roupas e saiu. Carlos ainda ficou mais um pouco e depois de olhar para mão melada de seu próprio esperma, passou a soltar no vaso, o que o estranho deixar nos seu intestino.

O ar da manhã, estava muito gostoso de se sentir. No rosto o sorriso, entre as nádegas o ânus, ainda dolorido e lubrificado de esperma, o pau ainda duro, o incomodava deliciosamente. Aquela sensação de bem estar, era estranha. Olhou no espelho do carro e se viu. Não estava diferente por ter sido enrabado, a não ser peço fato de que parecia mais confiante e menos angustiado. Tinha encontrado o seu caminho de paz e felicidade.

Ao entrar no quarto, o que primeiro viu foram o bilhete e o cheque, depois observou o corpo, agora de costas para a cama, que deixava a mostrar os maravilhosos par de seios daquela bela jovem. Pegou o bilhete e o cheque os rasgando em vários pedaços. Após o banho, foi para a cama e abraçado á sua secretária, procurou dormir. Em seus sonhos, ele se via possuído encima de um palco, onde um cara sem rosto definido o aplaudia!


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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