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HOMOSSEXUALIDADRE

46% dos namorados são ignorados pelo parceiro por causa do smartphone.




Seu namorado passa mais tempo com o smartphone na mão do que te amando loucamente? Pois saiba que uma pesquisa da Universidade de Baylor, nos Estados Unidos, confirmou que os celulares são prejudiciais aos relacionamentos amorosos e que eles podem levar a certos níveis de depressão.

Os professores James A. Roberts e Meredith David, do departamento de marketing da universidade, publicaram o estudo “Minha vida tornou-se uma grande distração para meu telefone celular: Phubbing e satisfação com o relacionamento entre parceiros românticos” no diário científico “Computers in Human Behavior”.

Os pesquisadores conduziram dois levantamentos separados, com um total de 453 participantes adultos, com a intenção de entender os efeitos do “Pphubbing” — o “Snubbing” entre parceiros. A pesquisa define “Pphubbing” como o hábito de utilizar o celular enquanto se está na companhia de seu parceiro de relacionamento.

“Descobrimos que, quando alguém percebe que seu parceiro está deixando-o de lado para ficar no celular, isso cria conflitos e leva a níveis mais baixos de satisfação com o relacionamento”, disse Roberts. “Esses níveis mais baixos de satisfação com o relacionamento, por sua vez, levam a níveis mais baixos de satisfação com a vida e, finalmente, os níveis mais elevados de depressão”, acrescentou.

O primeiro levantamento, feito com 308 adultos, ajudou Roberts e David a desenvolverem uma “escala de Pphubbing”, com nove hábitos comuns para usuários de smartphones que os próprios participantes do estudo identificaram como “comportamentos esnobes”. Entre as reclamações mais comuns estão: “Meu parceiro coloca o seu celular onde ele pode vê-lo quando estamos juntos” ou “Meu parceiro checa a tela do celular enquanto fala comigo”.

Já a segunda rodada da pesquisa, feita com 145 adultos, mediu o nível de “Pphubbing” entre os casais. Nessa fase, os participantes responderam à escala de nove itens desenvolvida na primeira parte do levantamento.

Outros critérios também foram medidos na segunda fase da pesquisa, como conflitos causados pelo celular, a satisfação no relacionamento, satisfação com a vida, depressão e o tipo de ligação entre os parceiros — por exemplo, a “ligação ansiosa”, que descreve as pessoas que são menos seguras em seu relacionamento.

Os resultados mostraram que 46,3% dos participantes costumam ser “ignorados” por seus parceiros. Já 22,6% disseram que o “Pphubbing” causa conflitos em suas relações, e 36,6% afirmaram que se sentem depressivos parte do tempo. No total, apenas 32% dos entrevistados afirmaram que estavam muito satisfeitos com seus relacionamentos.

“Nas interações diárias com seus parceiros, as pessoas muitas vezes presumem que as distrações momentâneas com seus telefones celulares não são uma grande coisa”, comenta Meredith. “No entanto, nossos resultados sugerem que quanto mais o casal é interrompido pelo celular, menos provável é que o outro indivíduo esteja satisfeito no relacionamento”,finalizou

O que é um cruising bar?



Em tempos de Grindr e Hornet, onde todo mundo parece perfeito e você precisa confiar nas fotos de perfil para sair com um carinha, muita gente esqueceu como faz para seduzir alguém olho no olho. É aí que entra um cruising bar.

Resumindo de forma bem direta: nada mais é do que um bar quase como qualquer outro, mas onde também é permitido fazer sexo. Ou seja, você pode ir lá com amigos, tomar umas cervejas, conversar, dançar e, se rolar algo mais quente com alguém, o local oferece um espaço mais privativo para você ficar a vontade com seu boy magia. O carioquíssima Seven Crusing Bar, por exemplo, possui cabines privativas, onde só entra quem você deixar, quantas vezes você quiser.

Esse tipo de estabelecimento é muito comum na gringa, mesmo com o advento dos aplicativos de pegação. Quem já teve a oportunidade de viajar para os Estados unidos ou para Europa sabe que lugares como esses são super comuns e geralmente ficam em bairros abertamente gay-friendlys. Em São Paulo, existem alguns exemplos , e na cidade maravilhosa temos o Seven, como já falamos.

No geral, os cruising bars oferecem guarda volumes para galera guardar seus pertences. Isso deixa qualquer um mais à vontade para circular pelo recinto, sem preocupação. Jogação garantida! A frequência costuma ser bem diversa e tem espaço para todo mundo, ursos, maduros, barbies sarados e muitos “novinhos” a cima de 18 anos.  Por isso os caras investem em noites temáticas, que ajudam você a realizar seus desejos sexuais mais secretos.

“Nosso público basicamente é composto por homens que sabem bem o que querem. Trocar uma ideia com outros caras, relaxar na hora do almoço ou após um dia agitado de trabalho, estudo e malhação. Mas podemos dizer que aqui no seven 70% do nosso público é composto de universitários entre 19 a 28 anos. Como nossa comunicação é focada na internet, acabamos atingindo esse público em cheio”, diz Pedro, um dos gerentes do Seven na cidade maravilhosa.

No geral, diferentemente das clássicas saunas, os clientespodem entrar e ficar como quiserem. Vestidos, sem camisa, de cueca ou pelados. Os Cruising bar não oferecem toalhas, mas os clientes podem trazer as suas e tomar banho, depois de suarem bastante (você sabe o que eu quero dizer). Os bares também costumam ter uma boa programação de festas.

Se liga no que vai rolar no Rio nesse feriadão:

•03/10 – Sábado Black. Maiores informações em: http://goo.gl/L4XcJO
•09/10 – Sexta-feira – Baile de máscaras (todos os clientes usarão máscaras e o fetiche do segredo dá o tom da festa, com muita cortina de fumaça e blackout total a cada 30 minutos):
•10/10 – Sábado Black (com blackout a cada 30 minutos): http://goo.gl/L4XcJO
•12/10(feriado) – Festa Naked (com o calor que está fazendo essa será a melhor festa). Mais informações em: http://goo.gl/rFJG93

Ficou interessado em saber como é esse tal de Seven Cruisin Bar? Acessa os sites dos caras e veja com seus próprios olhos. Link: http://goo.gl/FDHDzn

Endereço: Praça da República 141. Segundo andar
Centro. Rio de Janeiro - RJ
Referência: Em frente ao Campo de Santana.
Localização: https://goo.gl/CiYGDj
Tel: +55 21 2242-2550
WhatsApp: +55 21 96506-9136
E-mail: sac.sevenbar@gmail.com

Sexo, tesão e orgasmos na maior feira de fetiche do mundo (que acontece na rua).



Sexo sem limites, tesão sem compromisso e muita, mas muita imaginação. Quando o assunto é fantasia sexual, não há barreiras que possam impedir o prazer humano. Héteros ou homossexuais, todos temos algum tipo de desejo que nos faz gozar loucamente.

E existe um lugar do mundo onde todas essas práticas se encontram: na Folsom Street Fair, a maior feira fetichista do mundo, que acontece anualmente nas ruas de São Francisco.

E desta vez, quem desembarcou na capital gay do planeta foi o Põe na Roda, em parceria com o site de pegação Manhunt. Pedro HMC e Fagner Carreiro se aventuraram no sexo dos outros, experimentaram novos brinquedinhos e passaram uma rasteira no preconceito e conservadorismo.

Vale lembrar que o vídeo tem cenas exclusivas para maiores de 18 anos! Confira e inscreva-se no canal clicando no botão abaixo…


Quem define "família"?



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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